sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A Vaca Proibida


A Vaca Proibida
de Edy Lima
Ilustrador - Michele Iacocca


Nº de Páginas: 96

Nem tudo que faz sentido é verdadeiro, mas o contrário também pode ser real, principalmente quando se trata de mais uma aventura da vaca voadora. Desta vez, rosas de ouro são enviadas todas as manhãs para Tia Quiquinha por um remetente misterioso, peças de um "dinossauro-polvo" mecânico chegam em caixas de madeira e a vaca está proibida.

Você vai encontrar todas as qualidades que já conhece dos livros de Edy Lima: a capacidade de arrebatar, a familiaridade com o absurdo, a sabedoria simples que emana das personagens, a variedade das situações em que se envolvem. Tudo isso com um humor inteligente e acessível que faz rir dos velhinhos às crianças!

LANÇAMENTO DA









O VESTIDO


O VESTIDO
de Celso Sisto
Ilustrações: Thais Linhares


4 cores . 32 páginas . 21 x 23 cm


O vestido conta a história de Ludmila, que perde sua avó querida. No dia que sua família vai fazer a divisão da herança, a família fica diante de um impasse: quem ficaria com o vestido de noiva da avó, com botões de pérola e bordado em ouro? Ludmila, que tinha suas memórias e segredos dos momentos partilhados com a avó, tinha esperanças e logo veio a surpresa. Este livro fala sobre a vida, as memórias que guardamos das pessoas queridas e a saudade que elas deixam quando partem.

Temas envolvidos Relacionamento familiar, herança, comportamento e perdas.

UM LANÇAMENTO

Fenaj, ANJ e Abert debatem diploma de Jornalismo em audiência na Câmara

Em audiência pública realizada na manhã desta quinta-feira (15/10) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, defendeu a aprovação da Proposta de Emenda a Constituição que restabelece a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão.

“Para o bem da sociedade, o jornalismo deve ser exercido por quem se habilita, por quem investe na sua formação em uma escola reconhecida pelo governo federal”, afirmou.

Por outro lado, representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) e da Associação Nacional de Jornais (ANJ) criticaram a PEC e defenderam a decisão do Supremo Tribunal Federal, que considerou a exigência da graduação inconstitucional.

“O que se quer nessa PEC é se criar uma restrição, uma limitação a mais a uma cláusula pétrea de nossa Constituição”, afirmou Rodrigo Kaufmann, representante da Abert.

O relator da PEC na comissão, deputado Maurício Rands, já se posicionou a favor da aprovação do texto. A expectativa é que a proposta seja votada na próxima reunião da comissão, que acontece na semana que vem.

La estrella ausente

:: Dia 16 | Sexta-feira

Galeria

21h30

Exposição - Inauguração

la estrella ausente

de Deborah Nofret

Até 31 de Outubro

«la estrella ausente» assim se intitula a exposição de Deborah Nofret que no dia 16 de Outubro, pelas 21h30, inaugura na Galeria do piso 2, do Clube Literário do Porto, com um Porto d’Honra.

Para quem ainda não conhece esta artista plástica aqui fica o link do seu blog http://deborahnofret.blogspot.com/.


Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA - 2

PROGRAMAÇÃO

De 16 a 22 de outubro de 2009

Domingo, dia 18 de outubro – ingresso a R$ 1,00


CINEMATECA - Sala Groff - Rua Carlos Cavalcanti nº 1.174 - fone (41) 3321-3252 (diariamente, das 9h às 12h e das 13h30 às 22h30 – sábados e domingos, das 14h30 às 22h30) www.fccdigital.com.br


Lançamento média-metragem:

ESTRADA DO COLONO (BR/PR, 2009 – 47’). Documentário. Direção de Salete Machado. Uma viagem pela polêmica progresso X, conservação acerca da Estrada do Colono, área com aproximadamente 18 km, situada dentro do Parque Nacional do Iguaçu, cuja estrada ligava as atuais cidades de Capanema e Serranópolis do Iguaçu, localizadas no sudoeste e oeste paranaense, respectivamente. Uma abordagem de vozes que defendem a continuidade do fechamento dessa estrada, vozes que questionam tal fechamento e vozes que acreditam na reabertura da Estrada do Colono. Classificação livre
Dia 16, às 20h – entrada franca


Encontro JEDICon

Reunião paranaense dos fãs-clubes de Guerra nas Estrelas, incluindo palestras e exibição de fãs-filmes.

Dia 17, das 10h às 20h - entrada franca


DANSUL – Festival de Dança de Salão

Palestra e exibição do filme: TANGOS, O EXÍLIO DE GARDEL (Argentina/França, 1985 – 121’). Direção de Fernando Solanas. Com Marie Laforêt, Miguel Angel Sola, Philippe Léotard. Um grupo de artistas argentinos exilados em Paris se empenha na montagem de um espetáculo sobre Carlos Gardel. Entre eles, está o tocador de bandoneom Juan Dos. Os textos são enviados de Buenos Aires por Juan Uno, que ficou por lá resistindo à ditadura militar. Classificação 14 anos

Dia 18, a partir das 9h30 – entrada franca


HOME – o mundo é a nossa casa (França, 2009 – 90’). Direção de Yann Artus-Bertrand. Documentário que mostra uma deslumbrante panorâmica aérea sobre mais de meia centena de países do mundo, sublinhadas por um comentário que alerta para os desafios que temos pela frente. Filmado inteiramente do ponto de vista de cima, pelo consagrado fotógrafo Yann Arthus-Bertrand, HOME visa sensibilizar, educar e conscientizar as plateias de todo o mundo sobre a fragilidade de nosso planeta. Classificação livre – entrada franca

De 18 a 21, sessões às 16h e 20h

Dia 22, sessão somente às 16h





NOITE DE HISTÓRIA DA UTP

Exibição do filme BELARMINO E GABRIELA (BR/PR/2007 – 85’), direção de Geraldo Pioli. – Documentário musical sobre a famosa dupla sertaneja do Paraná, que iniciou carreira na década de 1940, em Curitiba. Músicos e humoristas, durante quatro décadas eles pontificaram nos shows populares, circos, rádios e também no disco. O filme reconstitui as apresentações da dupla, canções que já fazem parte do imaginário sertanejo paranaense, como “As Mocinhas da Cidade” e “Passarinho Prisioneiro”. – Participação do Grupo Viola Quebrada, do músico Marinho Galera, da dupla Rui e Soraia Graciano, como também Ivan Graciano e Família. Classificação: livre.

Lançamento de livros, produção do corpo docente do Curso de História da UTP: Clóvis Grüner, Erivan Karvat, Pedro Leão, Viviane Zeni.

Conversa de Historiador: "A arte de contar história", com o Prof. Erivan Karvat.

Conversa de Historiador: "História e canção", com o professor Edilson Aparecido Chaves.

Dia 22, a partir das 18h – entrada franca

Documentário Recanto Maestro



No dia 21 de outubro, acontecerá o lançamento do filme documentário Recanto Maestro: Um projeto internacional de Arte e Cultura Humanista, o documentário foi realizado através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

O evento está sendo realizado em diversas capitais do Brasil e em Curitiba será promovido pelo Instituto ConSer, estarão presentes representantes do Governo do Estado além de representantes de instituições culturais e educacionais de Curitiba.

O filme retrata a história e evolução do Centro Internacional de Arte e
Cultura Humanista Recanto Maestro, da década de 80 aos dias atuais, cuja
base é a formação de pessoas em sinergia com a cultura local, a preservação
ambiental, a restauração e a preservação do patrimônio arquitetônico
histórico, estimulando que outros projetos similares possam ser
desenvolvidos em outras partes do Brasil.

Para maiores informações: www.filmerecantomaestro.com.br

O evento é aberto a todos os interessados.

Exibição do documentário, coquetel e apresentação musical. Dia: 21 de Outubro (quarta-feira) Horário: 19:00 horas Local: IESDE Brasil - Auditório Vitória Régia. Al. Carlos de Carvalho, nº 1482 - Bairro Batel.

Museu da Casa Brasileira traz retrospectiva do designer argentino Alejandro Sarmiento





Abertura: 27 de outubro, às 19h30, com palestra de Alejandro Sarmiento sobre “O design aproveitado”

Visitação: 28 de outubro a 22 de novembro



O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, com o apoio do Senac SP, realiza mostra retrospectiva dos trabalhos do premiado designer argentino Alejandro Sarmiento, que se dedica à exploração de diferentes materiais e de resíduos gerados pela indústria do consumo para ampliar suas possibilidades de criação e reuso. Com 50 peças, feitas com a reutilização de descartes, a exposição “Alejandro Sarmiento - designer” revela uma trajetória marcada pela invenção, inovação tecnológica e experimentação de novos materiais. O robozinho “Naturito”, criado em workshop do laboratório experimental Satorilab, realizado em Buenos Aires, que está à venda no MoMA, em Nova York, também fará parte da mostra.

“Apresentar o trabalho de Alejandro Sarmiento, além de reforçar a importância da contribuição de culturas mais próximas para a recente produção de design com qualidade, traz questões fundamentais sobre os processos envolvidos na criação de objetos”, diz Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB. “É um alerta para a responsabilidade dos procedimentos envolvidos e para a conscientização necessária ao incluirmos novos produtos no ambiente”.

Alejandro Sarmiento é um dos designers de produto mais destacados da Argentina e uma referência máxima em design sustentável na cena internacional. Busca o design fabricado em grandes séries, econômico, que empregue o mínimo de material e energia em sua produção. Faz uso freqüente do deslocamento de componentes industriais feitos para uma função, empregando-os em novo contexto. Com uma câmara pneumática de caminhão, cria peças para sentar, para usar como jogos, módulos e divisórias. As “Ready Made”, de forma cilíndrica, servem como puf. “São, sobretudo, produtos amigáveis. Se você os empurra, eles se movem e não lamentam. Se você se muda, eles desinflam e você pode levá-los na carteira”, resume Alejandro Sarmiento.

A criação do Projeto PET/Conteúdo Líquido, para a reciclagem de garrafas e a reutilização de peças padrão, o levaram a ultrapassar fronteiras e expandir seu trabalho para outros países. A prestigiada revista inglesa I-D encomendou ao designer um objeto para seu 25º aniversário. Sarmiento, que trabalhou em colaboração com Federico Meyer Arana, fez um painel com trama de colméia, realizando a caixa “I-D Brink”. Foram produzidas 400 peças, enviadas a Londres para ser presenteadas no Fashion and Textile Museum. Uma delas está no Chelsea Art Museum, de Nova York, que integra a mostra “i-dentity” nas principais capitais do mundo, onde são vendidas. A caixa também pode servir de divisória.

Outro exemplo de criação por ‘sugestão de material’ é o premiado “Circus Stool”, que faz parte do acervo permanente do Museu de Arte Moderna, de Buenos Aires. Um banco que surpreende por sua simplicidade e contundência de suas formas. Sua estrutura laminar suporta até 120 quilos. “As buscas que faço passam por minimizar a quantidade de materiais e usar poucos elementos”, diz Alejandro Sarmiento.

Também serão mostradas algumas peças criadas no workshop “La niñez em juego”, realizado na Argentina dentro da proposta de oficinas de criação em parceria com a jornalista argentina Luján Cambariere, e o resultado do mesmo workshop “A infância em jogo”, a ser realizado no Senac SP, entre 16 e 23 de outubro. “Proponho criar brinquedos em que a criança tenha participação na montagem e que possa ser personalizado por ela, utilizando elementos de outros lugares onde se valoriza o significado do objeto em si”, explica Sarmiento que, em parceira com Lújan, criou o Satorilab.

Depois de morar em Nova York, Alejandro Sarmiento hoje vive em Buenos Aires. É titular da cátedra Tecnologia e usos do alumínio, da Universidad Torcuato Di Tella, e professor e assessor acadêmico da Universidad de Palermo. Conquistou, entre outros os prêmios Ideé Design Award, Marc Newson Award, The Yamaha AST Audio System e Tokio Designers Block e menção honrosa na Design Explorations 2001 da Parsons School of Design de Nova York.

Serviço:

Exposição: “Alejandro Sarmiento - designer”

Abertura: 27 de outubro, às 19h30, com palestra de Alejandro Sarmiento sobre “O design aproveitado”

Visitação: 28 de outubro a 22 de novembro

Site: www.mcb.org.br

Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727 Jardim Paulistano São Paulo

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas orientadas: 3032-2564 agendamentomcb@org.com.br

Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 10,00.

Classificação indicativa: livre

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

PROGRAMAÇÃO

De 16 a 22 de outubro de 2009

Domingo, dia 18 de outubro – ingresso a R$ 1,00


CINE LUZ - Rua XV de Novembro, nº 822 - fone (41) 3321-3261 (diariamente, das 14h30 às 22h30) e 3321-3252 (de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h) www.fccdigital.com.br


DESEJO E PERIGO (China/EUA/Taiwan, 2007 – 157’). Direção de Ang Lee. Com Tony Leung Chui Wai, Wei Tang, Joan Chen. Após o término da Segunda Guerra Mundial, Yee, chefe da inteligência de Xangai, se envolve com duas jovens, Kuang Yu-Min e Wang Jiazhi, em um perigoso jogo de intrigas e poder. Classificação 18 anos

Sessões às 16h e 19h

Domingo, dia 18 – sessões às 16h45 e 19h45


O GRILO FELIZ E OS INSETOS GIGANTES (BR, 2009 – 82’). Animação. Direção de Rafael Ribas e Walbercy Ribas. Elenco de vozes: Jonas Melo, Marcos Tumura, Júlia Duarte, Bel Garcia. O Grilo Feliz segue compondo suas músicas, para alegria dos habitantes da floresta, e agora deseja gravar um CD. Porém, a descoberta de fósseis de insetos gigantes faz com que ele se envolva em uma inesperada aventura, que o obriga a enfrentar um bando de perigosos louva-deuses comandados por Trambika. Classificação livre.

Domingo, dia 18 – sessões às 10h30 e 15h

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

CAIO FERNANDO ABREU

CAIO FERNANDO ABREU
inventário de um escritor irremediável
de JEANNE CALLEGARI

PÁGINAS: 192 + 8 de fotos


Caio Fernando Abreu – inventário de um escritor irremediável reconstitui a trajetória ardente de Caio Fernando Abreu, autor de Morangos mofados e Onde andará Dulce Veiga, morto em 1996 em decorrência da aids.

O escritor Caio Fernando Abreu, fenômeno raro, é, ao mesmo tempo, cultuado pelos leitores e um dos autores mais estudados pela Academia Brasileira. Com uma bibliografia polêmica, o autor, morto em 1996, acaba de ganhar o primeiro livro dedicado a investigar a sua vida – que se revela tão intensa quanto obras emblemáticas como Morangos mofados e Onde andará Dulce Veiga.

O livro abraça as inúmeras contradições de Caio, ativo participante da contracultura em Londres e na Casa do Sol de Hilda Hilst, mas também um nome central das principais redações do Brasil entre as décadas de 1970 e 1990. São informações raras, que reconstituem o cenário em que seus contos, romances e peças de teatro surgiram.


A AUTORA
Jeanne Callegari nasceu em Uberaba, MG, em 1981. Jornalista e escritora, colaborou para diversos veículos, como Bravo!, Superinteressante, Aventuras na História, Vida Simples, entre outros. Para saber mais detalhes, acesse seu blog: http://jeannecallegari.wordpress.com


SOBRE O LIVRO
"O perfil de Caio Fernando Abreu escrito por Jeanne Callegari pode ser lido como um romance. Um delicado romance que, cheio de paixão mas também de pudor, pisa devagar sobre a matéria ardente." José Castello

"[...] posso confessar que conheço Caio Fernando Abreu depois de ler e me emocionar com o perfil de Jeanne Callegari, que dispensa as aspas para incorporar depoimentos, pesquisa e entrevistas numa espécie de romance falado." Fabrício Carpinejar

UM LANÇAMENTO

Ecológico e bem divertido : Gnomos, fadas e crianças na missão de salvar o planeta


Ecopoesia dos Gnomos...
e outros seres elementais
de Paulo Ferrari



Nº de páginas: 32

A ecologia não é egoísta: é a solução coletiva para os problemas do mundo contemporâneo. E é bom começar cedo a preocupar-se com ações ecológicas simples e capazes de garantir um futuro para a humanidade. O livro Ecopoesias dos Gnomos... e outros seres elementais, da editora Fábrica de Leitura, traz uma proposta para pensar e partir para a ação, despertando em cada criança a consciência de sua responsabilidade para preservação do ambiente em que vive. Escrito em versos, pelo publicitário Paulo Ferrari, Ecopoesias reúne texto e atividades para serem apreciados em família ou na escola, de forma leve e divertida, sem abrir mão da responsabilidade com a natureza.

Gnomos, duendes, sereias, salamandras, elfos e fadas são agrupados de acordo com suas características elementais e apresentados ao pequeno leitor como integrantes da natureza e do nosso dia a dia. Terra, ar, água e fogo figuram tanto nos poemas quanto nas atividades distribuídas por todo o livro, impresso em papel reciclado. Pensar a sustentabilidade do planeta Terra é ter consciência de que o mundo todo está no mesmo barco, e se não remarmos para o mesmo lado, ele afunda.

UM LANÇAMENTO




Relator defende aprovação da PEC do diploma em comissão da Câmara

O deputado Maurício Rands (PT-PE) vai propor a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 389/09, que restitui a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício profissional. O seu relatório (leia aqui), que deverá ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 20/10, defende que o projeto não possui “ofensa às cláusulas invioláveis do texto constitucional”.

“Concordo com os autores das Propostas em exame, que não vislumbram na obrigatoriedade de diploma de jornalista ofensa a princípios constitucionais”, defende o relator.

Para a proposta ser aprovada na comissão, ela deve ter voto favorável de metade mais um dos membros, sendo que o quórum mínimo é de 31 deputados. Caso seja aprovada, e proposta seguirá para uma Comissão Especial e submetida a votação em plenário. Depois, segue para avaliação do Senado.

Nesta quinta-feira (15/10), a CCJ realiza a última rodada de debates sobre a proposta, em audiência pública marcada para 10h.

Lançamento e seção de autógrafos no SARAU CHAMA POÉTICA


clique para ampliar

Espiritualização nas Organizações



Espiritualização nas Organizações
de Roberto Pinto


Número de Páginas: 72

Direcionado para gestores e demais estudiosos interessados no funcionamento harmônico das organizações.

Uma organização espiritualizada é aquela que já compreendeu sua responsabilidade perante os diversos públicos internos e externos. É uma corporação na qual seus membros entendem que não há incompatibilidade entre seus objetivos e a expectativa dos seus clientes. Além disso, nela, todos têm a obrigação de contribuir para a restauração e a manutenção da harmonia no ambiente de trabalho visando compartilhar os bons momentos.

Apesar do título, o livro Espiritualização nas Organizações, do professor Roberto Pinto, não trata de religião nem pertence ao acervo de textos da Teoria das Organizações. Ao contrário, a obra é uma importante reflexão sobre a responsabilidade dos membros da empresa na busca de compatibilizar as expectativas de seus públicos e assim definir objetivos e traçar estratégias de ação para a garantia da sustentabilidade corporativa.

Em boa hora Roberto Pinto responde a questões que a cada dia vêm sendo mais percebidas: a do sentido real da existência das organizações. Com um texto bem fundamentado, o autor demonstra o compromisso daqueles que desenvolvem e gerenciam empresas para com todos os que, de uma forma ou de outra, são afetados positiva ou negativamente por seus atos. Por meio de um modelo próprio de Responsabilidade Social Corporativa, ele comprova que quanto mais organizações se redefinirem para a fase avançada, mais equilibrado e rico se tornará o ambiente ao qual todos estamos ligados.

Mais que um grande texto reflexivo, Espiritualização nas Organizações é uma obra destruidora de paradigmas, cujo bojo reforça a visão de que as corporações são pessoas servindo umas as outras, com toda a complexidade dessas relações, e não apenas como o relógio da visão mecanicista ou o poder dos ganhos, na visão econômica.


O Autor
Roberto Pinto é Doutor em Gestão de Empresas pela Universidade de Coimbra (2008), Doutor em Administração pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB, 2004), Mestre em Administração pela UFPB (1983), Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará (1974) e Licenciado em Música pela Universidade Estadual do Ceará (1998). É também professor dos cursos de Graduação, Especialização e Mestrado em Administração da Universidade Estadual do Ceará e Diretor do Instituto Desenvolvimento, Estratégia e Conhecimento (IDESCO). Colabora como Avaliador de várias revistas científicas e atua como consultor nas áreas de Estratégia, Gestão de Pessoas, Responsabilidade Socioambiental, Estruturas e Processos Organizacionais.

UM LANÇAMENTO

Desvendando o MINITAB


Desvendando o MINITAB
de Marco Antônio Siqueira Campos

Número de Páginas: 264


Um manual indispensável a profissionais e empresas que desejam extrair o máximo da capacidade do MINITAB em seu ambiente organizacional.

Em um ambiente competitivo, que exige a tomada de decisões corretas e sua execução no menor tempo e custo, a estatística é praxe. Base do método científico aplicável a todas as áreas do conhecimento, ela deixa de ser uma ferramenta restrita às universidades e centros de pesquisa e se torna indispensável à gestão de negócios e ao aprimoramento de processos nos dias atuais.

A estatística aplicada à qualidade e aos métodos Seis Sigma, exige um software conhecido como MINITAB, desenvolvido nos Estados Unidos e utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores e estudantes. Neste livro, o engenheiro Marco Antônio Siqueira Campos apresenta, em um texto acessível e com ilustrações, uma visualização analítica das opções desejadas, além de compensar as possíveis limitações de uso, já que o programa não tem versão nem manuais em português.

De forma objetiva, o autor detalha os comandos básicos e as principais ferramentas e análises mais frequentes do MINITAB. Todos os métodos estatísticos são apresentados por meio de exemplos, para facilitar a compreensão de como realizar os estudos e quais os tipos mais adequados a cada situação.

Desvendando o MINITAB é um livro que preenche uma lacuna importante na literatura nacional. Afinal, disseca todas as vertentes um software importante a todos os profissionais e empresas que o utilizam diariamente em seus ambientes organizacionais.

O Autor
Marco Antônio Siqueira Campos, é Estatístico, Engenheiro de Qualidade com Certificação ASQ-USA e especialista em Qualidade. Possui mais de 20 anos de experiência em implantação e treinamento em métodos estatísticos. É revisor técnico de livros como Estratégia Seis Sigma e Entendendo a Variação, ambos da Qualitymark, além de ser autor de mais de 10 manuais de treinamento. Atuou como professor convidado nos cursos de Pós-Graduação em Qualidade, Engenharia e Métodos Quantitativos na PUC-RS e UFRGS.

UM LANÇAMENTO


MELHORES POEMAS THIAGO DE MELLO



Lançamento e seção de autógrafos no SARAU CHAMA POÉTICA

Data e Horário: 17 de outubro, sábado, às 19 horas

Local: Casa das Rosas – Av. Paulista, 37

Presença dos poetas Thiago de Mello e Antonio Lázaro de Almeida Prado e a participação de Alex Dias, Fernanda de Almeida Prado, Francesca Cricelli e dos músicos Everson Pessoa, Laura Campaner, Mariana Avena e do Grupo Poema Novo.

Organização: Fernanda de Almeida Prado

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Chris Laszlo no 7º Seminário Aberto em Minas Gerais

O autor do livro "Valor Sustentável" (Qualitymark Editora), Chris Laszlo, fará a palestra de abertura do 7º Seminário Aberto em Minas Gerais - Responsabilidade Social Empresarial – IV Encontro Internacional, no dia 14 de outubro, às 19h, no Hotel Ouro, em Belo Horizonte – MG.

O evento, que vai de 14 a 16 de outubro de 2009, será realizado por iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), e promoverá um amplo debate entre especialistas nacionais e internacionais, empresários, jornalistas e representantes da sociedade civil, para aprofundar temas e práticas do desenvolvimento sustentável.

Quilombolas - tradições e cultura da resistência



Quilombolas - tradições e cultura da resistência - um belíssimo livro, embasado em uma profusão de dados e informações. Uma exposição inesquecível. Confira um pouco do passado/presente do Brasil ! (E.C.)

Quilombolas é designação comum aos escravos refugiados em quilombos, ou descendentes de escravos negros cujos antepassados no período da escravidão fugiram dos engenhos de cana-de-açúcar, fazendas e pequenas propriedades onde executavam diversos trabalhos braçais para formar pequenos vilarejos chamados de quilombos. Mais de duas mil comunidades quilombolas espalhadas pelo território brasileiro mantêm-se vivas e atuantes, lutando pelo direito de propriedade de suas terras consagrado pela Constituição Federal desde 1988.

"Local isolado, formado por escravos negros fugidos... Esta talvez seja a primeira idéia que vem à mente quando se pensa em quilombo. Se pedirem um exemplo, o Quilombo de Palmares, com seu herói Zumbi será certamente a referência mais imediata.

Essa noção remete-nos a um passado remoto de nossa História, ligado exclusivamente ao período no qual houve escravidão no País. Quilombo seria, pois, uma forma de se rebelar contra esse sistema, seria onde os negros iriam se esconder e se isolar do restante da população.

Consagrada pela “História oficial”, essa visão ainda permanece arraigada no senso comum. Por isso o espanto quando se fala sobre comunidades quilombolas presentes e atuantes nos dias de hoje, passados mais de cem anos do fim do sistema escravocrata.

Foi principalmente com a Constituição Federal de 1988 que a questão quilombola entrou na agenda das políticas públicas. Fruto da mobilização do movimento negro, o Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) diz que:

“Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos.”

A concretização desse direito suscitou logo de início um acalorado debate sobre o conceito de quilombo e de remanescente de quilombo. Trabalhar com uma conceituação adequada fazia-se fundamental, já que era isso o que definiria quem teria ou não o direito à propriedade da terra.

No texto constitucional, utiliza-se o termo “remanescente de quilombo”, que remete à noção de resíduo, de algo que já se foi e do qual sobraram apenas algumas lembranças. Esse termo não corresponde à maneira que os próprios grupos utilizavam para se autodenominar nem tampouco ao conceito empregado pela antropologia e pela História.

A Associação Brasileira de Antropologia (ABA), na tentativa de orientar e auxiliar a aplicação do Artigo 68 do ADCT, divulgou, em 1994, um documento elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Comunidades Negras Rurais em que se define o termo “remanescente de quilombo”:

“Contemporaneamente, portanto, o termo não se refere a resíduos ou resquícios arqueológicos de ocupação temporal ou de comprovação biológica. Também não se trata de grupos isolados ou de uma população estritamente homogênea. Da mesma forma nem sempre foram constituídos a partir de movimentos insurrecionais ou rebelados, mas, sobretudo, consistem em grupos que desenvolveram práticas de resistência na manutenção e reprodução de seus modos de vida característicos num determinado lugar.”

Deste modo, comunidades remanescentes de quilombo são grupos sociais cuja identidade étnica os distingue do restante da sociedade.

É importante deixar claro que, quando se fala em identidade étnica, trata-se de um processo de auto-identificação bastante dinâmico, e que não se reduz a elementos materiais ou traços biológicos distintivos, como cor da pele, por exemplo.

A identidade étnica de um grupo é a base para sua forma de organização, de sua relação com os demais grupos e de sua ação política. A maneira pela qual os grupos sociais definem a própria identidade é resultado de uma confluência de fatores, escolhidos por eles mesmos: de uma ancestralidade comum, formas de organização política e social a elementos lingüísticos e religiosos.

Esta discussão fundamentou-se também nos novos estudos históricos que reviram o período escravocrata brasileiro, constatando que os quilombos existentes nessa época não eram frutos apenas de negros rebeldes fugidos. Eram inúmeros e não necessariamente se encontravam isolados e distantes de grandes centros urbanos ou de fazendas.

Esses estudos mostraram que as comunidades de quilombo se constituíram a partir de uma grande diversidade de processos, que incluem as fugas com ocupação de terras livres e geralmente isoladas, mas também as heranças, doações, recebimentos de terras como pagamento de serviços prestados ao Estado, simples permanência nas terras que ocupavam e cultivavam no interior de grandes propriedades, bem como a compra de terras, tanto durante a vigência do sistema escravocrata quanto após sua abolição.

O que caracterizava o quilombo, portanto, não era o isolamento e a fuga e sim a resistência e a autonomia. O que define o quilombo é o movimento de transição da condição de escravo para a de camponês livre." Saiba mais em http://www.cpisp.org.br/comunidades/


O LIVRO
Quilombolas - tradição e cultura da Resistência
de Rafael Sanzio e André Cypriano


Genero Biografias, Diarios, Memorias & Correspondencias
Assunto Fotografia

Capa Dura
Numero de Páginas 240

A Historia do Brasil contada nos livros escolares retratada os quilombos como realidade distante e apartada do dia-a-dia dos demais brasileiros...com fotos

O livro documenta 10 comunidades quilombolas remanescentes de quilombos, divulgando amplamente suas questões sociais e culturais.

Tiragem: 10 mil exemplares.

Patrocínio: Petrobras.

A EXPOSIÇÃO
Exposição Quilombolas - Tradições e Cultura da Resistência

Após visitar mais de 15 cidades brasileiras, chega a São Paulo a exposição Quilombolas - Tradições e Cultura da Resistência. Na capital, a mostra itinerante de fotografia inaugurada em 10 de outubro, na estação Sé do Metrô, podendo ser visitada até dia 30 do mesmo mês. Ainda na cidade, a partir de 10 de novembro, o público que circula pela estação Paraíso do Metrô também poderá acompanhar as imagens do fotógrafo documentarista André Cypriano, até o final do mês.

O registro fotográfico inédito realizado por André Cypriano em negativo convencional preto-e-branco, é resultado da pesquisa de campo em 11 comunidades negras remanescentes dos quilombos no Brasil, entre elas o Quilombo Cafundó, em Sorocaba, no interior de São Paulo

A mostra pretende divulgar a realidade das comunidades quilombolas brasileiras e incentivar o diálogo entre as comunidades afro-descendentes de cada região do país por onde passa, dando-lhes visibilidade e enfatizando as questões sociais, culturais, reconhecimento e participação social.

A exposição, que em São Paulo tem o patrocínio da DANA (Metrô Sé e Paraíso) e ArcelorMittal Brasil (Metrô Sé), com recursos do ProAC – Programa de Ação Cultural – Secretaria de Estado da Cultura, é composta por 27 fotografias em preto-e-branco, no formato 50 cm x 75 cm; sete fotografias panorâmicas, no formato 40 cm x 110 cm, seis fotografias em preto-e-branco 30 x 40 cm, dois mapas, cinco painéis de textos e legendas.

A mostra que se iniciou em 2006, foi concebida inicialmente para poucas cidades. No entanto, devido ao interesse de público e órgãos institucionais de cultura, a mostra já circulou por 15 cidades brasileiras e seis cidades da América Latina - Assunção, Buenos Aires, Montevidéu, La Paz, Lima e Bogotá. Nesta nova fase, estão programadas 15 exposições em todo o País, entre elas Campo Grande (01/12), e Porto Alegre (05/12).

A curadoria da exposição é de Denise Carvalho, produtora cultural e diretora da Aori Produções Culturais, empresa realizadora do projeto. O material original faz parte do livro Quilombolas - Tradições e cultura da resistência, com fotografias de André Cypriano e pesquisa de Rafael Sanzio Araújo dos Anjos.

SERVIÇO: Exposição Quilombolas - Tradições e Cultura da Resistência Local: Estação Sé do Metrô Praça da Sé S/N - Centro São Paulo - SP Visitação: 10 a 30 de outubro de 2009 Diariamente, no horário de funcionamento do Metrô

Exposição Estação Paraíso do Metrô
10 a 30 de novembro de 2009 Diariamente, no horário de funcionamento do Metrô Realização: Aori Produções Culturais www.aori.com.br Patrocínio: ArcelorMittal Dana Apoio Institucional: Secretaria de Estado da Cultura - PROAC Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô Apoio Cultural: Mina Cultural


UM LANÇAMENTO E REALIZAÇÃO






Contos de Todos os Cantos na Caixa Cultural SP

Clique para ampliar

Finalista do Prêmio Tim de Música 2008 – categoria Melhor Disco Infantil

16 e 18/10 - Sexta feira e domingo às 15h
17/10 - Sábado às 15h e 17h
Entrada Franca


Contos de todos os Cantos, nasceu da fusão dos trabalhos do contador de histórias Giba Pedroza, e da cantora e instrumentista Renata Mattar.

Neste espetáculo apresentam músicas e histórias tradicionais, literatura e cultura infantil de diversos povos, fazendo um passeio lúdico por contos, trava-línguas, cantigas populares e canções, uma celebração da cultura infantil e tradicional de alguns países.

Sousas e Joaquim Egídio preparam 4ª edição do Projeto Estação das Artes

Como prova do potencial turístico dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio, em Campinas/SP, o projeto Estação das Artes chega à sua quarta edição. No dia 15 de novembro, estão programadas inúmeras atividades artísticas, culturais e gastronômicas, para garantir um dia inteiro de diversão para toda a família, das 10h às 17h.

As feiras de artesanato “Vila das Artes”, em Sousas, e “Jeito de Joaquim”, em Joaquim Egídio, vão reunir atividades como contadores de estórias, música ao vivo, teatro infantil, entre outras atrações, além, é claro, da venda de produtos originais, confeccionados por artistas e artesãos locais.

Exposições, palestras e opções gastronômicas de qualidade também estão entre as atrações. A programação completa estará disponível no www.estacaodasartes.wordpress.com, que trará o perfil dos participantes, entre outras informações importantes. Passeio ciclístico e atividades ecológicas completam a programação.

O Projeto Estação das Artes tem o apoio da Secretaria Municipal de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo, da Prefeitura Municipal de Campinas.


4ª edição do Projeto Estação das Artes
Local: Distritos de Sousas e Joaquim Egídio (Campinas)
Data: 15/11/09 – domingo
Horário: das10h às 17h
Informações: www.estacaodasartes.wordpress.com

Teatro da CAIXA apresenta o projeto “Qual é a Graça?” do Lume Teatro


Projeto expõe diferentes facetas do trabalho de clown e cômico

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o projeto “Qual é a Graça?” do Lume Teatro, de 15 a 18 de outubro. Serão apresentados os espetáculos “La Scarpetta (Spettacolo Artístico)” e “O Não-Lugar de Ágada Tchainik”, além da demonstração técnica “Anjos Ridículos - O Palhaço e Seus Elementos”.

O Lume Teatro, fundado há aproximadamente 25 anos na Unicamp por Luís Otávio Burnier, tem como objetivo ser um centro de estudos e pesquisas da arte de atuar e, por isso, mantém um elenco fixo de atores dedicados à construção de um modo próprio de se pensar e fazer teatro. O grupo busca o “ser ator” através do princípio de se pesquisar o homem e suas relações, desenvolver técnicas pessoais de representação que extrapolem os limites da expressão física e vocal e construir espetáculos de forte expressividade e capacidade de interação com o público. Além das pesquisas entre os membros do grupo, os intercâmbios com outros artistas são uma prática constante, pois permitem o contato com outros modos de fazer e pensar a arte.

Os espetáculos representam diferentes facetas da pesquisa do trabalho de clown e do cômico desenvolvido pela companhia por meio do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da Unicamp.

“La Scarpetta (Spettacolo Artístico)” é dirigido por Nani Colombaioni – o fantástico clown italiano, colaborador de Federico Fellini. Tem como temática o palhaço que trabalhando com fracassos transforma seus erros em Spettacolo Artistico. O espetáculo já foi apresentado em ruas, praças e picadeiros de circo na Espanha, Bolívia, Dinamarca, França, México, EUA e Itália.

Em “O Não-Lugar de Agada Tchainik” uma palhaça convida o público a segui-la, junto com seus “companheiros de estimação”, em sua viagem cheia de intempéries, onde a sobrevivência é tudo e cada passo é uma decisão agonizante a ser tomada. Esse trabalho é o resultado de um longo intercâmbio entre o Lume Teatro e Sue Morrison, diretora artística do Theatre Resource Centre em Toronto.

A programação conta também com a demonstração técnica “Anjos Ridículos - o palhaço e seus elementos” com Ricardo Puccetti. A demonstração aborda os aspectos básicos do processo de construção do clown pessoal: os elementos técnicos, as ações físicas, a relação com o público, o ritmo, o uso do figurino e a construção de gags e permite a participação de alguns artistas presentes.

Ficha Técnica



“La Scarpetta (Spettacolo Artístico)”

Ator: Ricardo Puccetti.

Concepção e criação: Ricardo Puccetti e Nani Colombaioni

Criação de cenografia e acessórios: Nani Colombaioni, Ricardo Puccetti e Abel Saavedra

Confecção de cenografia e acessórios: Abel Saavedra

Produção: Lume Teatro



“O Não Lugar de Ágada Tchainik”

Criado e escrito por: Naomi Silman e Sue Morrison

Atriz: Naomi Silman

Direção: Sue Morrison

Iluminação: Eduardo Albergaria

Construção de cenário: Abel Saavedra

Confecção de adereços: Abel Saavedra e Eduardo Albergaria

Produção: Lume Teatro



Serviço Projeto “Qual é a Graça?” Espetáculo: “O Não Lugar de Ágada Tchainik” - 15 e 16 de outubro Espetáculo: “La Scarpetta (Spettacolo Artístico)” - 17 e 18 de outubro Local: Teatro da Caixa Horários: quinta a sábado 21h e domingo 19h Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba - PR Bilheteria: 2118-5111 Horário: de terça a sexta das 12 às 19h, sábado e domingo das 16 às 19h. Ingressos: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)



Serviço Demonstração Técnica: “Anjos Ridículos - o Palhaço e Seus Elementos” Local: Teatro da Caixa Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba - PR Horário: domingo 14h Ingressos: Entrada Franca

CBF proíbe sites locais na cobertura da seleção em Mato Grosso do Sul

Os sites jornalísticos de Campo Grande (MS) não conseguiram credenciamento para a cobertura das atividades da seleção brasileira na cidade, que enfrenta a Venezuela nesta quarta-feira (14/10), pela última partida das eliminatórias para a Copa de 2010. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu preferência para os veículos nacionais e frustrou jornalistas locais.

“Já estamos conformados em cobrir como vai ser o clima na rua, se o Kaká vai dar tchau pela janela do hotel...”, diz o repórter do MidiaMax Celso Bejarano.

Sindicato contesta decisão

O Sindicato dos Jornalistas do estado divulgou comunicado pedindo esclarecimentos e a liberação da cobertura para os sites locais.

“O acompanhamento do treino da seleção brasileira na capital foi impedido por este setor, prática que não condiz em nada com o espírito democrático do país, a liberdade de imprensa e a grandeza do futebol brasileiro”, diz a nota.

CBF nega preconceito
O assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva, explica que não houve qualquer tipo de preconceito contra os veículos locais. Ele informa que foram mais de mil pedidos de credenciamento para a cobertura e, por isso, vários veículos tiveram que ficar de fora.

“O estádio tem um número limitado de espaço. A gente tem que acomodar do jeito que pode. Não só eles, como muitos outros veículos ficaram fora do credenciamento”, explica.

O presidente do sindicato, Clayton Sales, entende os motivos da CBF, mas não concorda com a decisão. Em sua opinião, a entidade deveria se informar melhor sobre a importância dos sites locais antes de determinar quem pode ou não cobrir a partida.

“A imprensa está trabalhando muito para fazer um espetáculo bonito. São veículos sérios, com jornalistas profissionais contratados. Não é justo. Você é daqui, mas tem que ceder seu espaço pra quem vem de São Paulo e do Rio de Janeiro?”, questiona.

Leia*

Curso de Conservação e Restauro de Cerâmica Arqueológica

Curso de Conservação e Restauro de Cerâmica Arqueológica - Técnica de Preenchimento, em Gondar do Instituto Ibérico do Património

O IIP regressa ao norte do país com o Curso de Conservação e Restauro de Cerâmica Arqueológica - Técnica de Preenchimento, que irá decorrer nos dias 21 e 28 de Novembro, em Gondar, Amarante.
Formador - Inês Feliciano
Local Gondar - Amarante
Data 21 e 28 de Novembro
Duração 16 horas
Horário Sábados das 10 às 19horas

Inscrições abertas!

Saiba mais em www.iipatrimonio.org

CONCERTO DE HOMENAGEM A ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA

Sexta-feira, dia 16, Piano Bar, 22h00

Para assinalar os 27 anos da sua morte, o Clube Literário do Porto preparou um programa que irá recordar Adriano Correia de Oliveira através das suas músicas.

Não deixe de participar neste grande encontro.

Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

Eu, Você e Maria e Carlos Careqa


Eu, Você e Maria e Carlos Careqa


Dia: 20 de outubro

Horário: 20 horas

Local: Sesc da Esquina

Ingressos: R$ 12 e R$ 6

Antecipados pelos telefones: 9194-1144 / 8409-7894 / 3078 - 3571

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Governo muda data da Conferência Nacional de Comunicação

A Conferência Nacional de Comunicação foi adiada para a metade do mês de dezembro. Marcada anteriormente para acontecer entre os dias 01 e 03/12, será realizado entre 14 e 17/12. A mudança foi feita para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa participar, já que ele possui viagem agendada para o início do mês.

O presidente da comissão organizadora da Confecom, Marcelo Bechara, anunciou a nova data na manhã desta sexta-feira (09/10). A transferência foi decidida em reunião na tarde de quarta-feira (07/10) que contou com a participação dos ministros Hélio Costa (Comunicações), Franklin Martins (Secom) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência). A mudança será publicada no Diário Oficial da próxima semana.

"É desejo do presidente Lula participar da abertura da conferência de comunicação, a primeira a ser realizada na história do país. É natural que ele possa adequar sua agenda para participar da abertura, que acontece no dia 14 de dezembro”, explicou Bechara.

O tema da Confecom é “Comunicação: meios para construção de direitos e de cidadania na era digital”. A conferência será realizada no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília.

O Melhor Teatro Juca de Oliveira


O Melhor Teatro Juca de Oliveira
de Juca de Oliveira
Seleção e Prefácio - Jefferson Del Rios


Nº de Páginas: 360

Não dá para falar muito sobre o Juca. Quem o conhece sabe de sua genialidade e de seu talento nos palcos. Me lembro de aplaudi-lo cena aberta em "Investigação na Classe Dominante" no Maria Della Costa. Tempos bicudos aqueles, para nós artistas, intelectuais, jornalistas. Muitos se lembram do seu João Gibão e outros destaques nas novelas. Mas Juca está muito além desse jardim e conseguiu fazer um teatro popular e rentável sem emburrecer o público. Ah! o teatro...cachacinha que nos instiga e que ao mesmo tempo nos afasta, frente a tantas nulidades em cartaz. Mas leia o livro e por favor, mesmo estando caro, assista a peça! (E.C.)

Se as comédias costumam exagerar e acabam em chanchada, desaparecendo o traçado psicológico, em Meno Male! a situação é trágica para cada uma das personagens. Elas não veem nada engra-çado e vivem em clima de crise. Quem acha graça é o público, que acompanha a verdade das reações.

Palavras do mestre -
"Os golpes sucessivos da trama são alguns dos valores de Caixa Dois. A intuição do ator Juca de Oliveira deve ter ajudado o dramaturgo. Sentindo que uma situação rendeu o que poderia, e é difícil para o intérprete sustentá-la no palco, o autor logo inventa outra. E assim as surpresas (no bom sentido) vão se sucedendo, sem permitir que se afrouxe o ritmo cômico. A imaginação pródiga faz Juca multiplicar as peripécias, permanentemente renovadas até o final." Sábato Magaldi

FALA JUCA


LANÇAMENTO DA








Mitos e Factos sobre a Imigração

Conferência/Debate: Mitos e Factos sobre a Imigração, quinta-feira, dia 15, no CLP

No âmbito do Ciclo da Interculturalidade, no próximo dia 15 de Outubro, quinta-feira, pelas 21h30, o Clube Literário do Porto realiza a quarta conferência/debate, desta vez sob o tema «Mitos e Factos sobre a Imigração». Para o efeito, contamos com a presença da Professora Maria do Rosário Sousa e Filipe Pinto, em representação do ACIDI (Alto Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural).

O debate será moderado pela jornalista Isabel Damião.

Esta iniciativa insere-se nos objectivos do Clube Literário do Porto, como espaço de debate público aberto a todos.

Informamos que a inscrição, apesar de obrigatória e limitada à capacidade da sala, é gratuita e deverá ser efectuada até ao dia 14 de Outubro, quarta-feira, para o seguinte e-mail: clubeliterario@fla.pt

Todos os participantes receberão, no final, uma declaração de presença, devidamente autenticada pelo Clube Literário do Porto.


Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

Você é jovem, velho ou dinossauro?


Você é jovem, velho ou dinossauro?
de Ignácio de Loyola Brandão
Ilustradora - Camila Mesquita


Nº de Páginas: 176

Loyola conseguiu transformar em livro " a horta da Luzia". Numa mistureba invejável, sem nenhuma preocupação temporal foi juntando memórias perdidas e transformando-as em objetos instigantes. Um exercício para mentes e retinas fatigadas como as minhas, mas nem por isso uma banal abobrinha, um livro lúdico pois sim! Confira (E.C.)

Este é o "almanaque" que sempre quis montar e para o qual guardei material ao longo dos anos. Pequenas lembranças sem maior importância, que definem tempos vividos.

Como fui, fomos, minha/nossa infância, casa, bairro, rua, hábitos familiares comuns, a evolução das coisas, palavras usadas e que se foram, palavras novas cujo sentido ainda nos escapa. Não é nostalgia, nem um tratado, a não ser um tratado de puro divertimento, pra zer, curiosidade.

A memória tem mecanismos próprios e age segundo sua própria vontade. Lembro-me de uma coisa de uma maneira, você de outra, o terceiro de uma versão diferente. Pensamos que nos conhecemos, pensamos que temos certa idade. Este livro mostra que podemos ser mais jovens. Fatos que pareciam distantes estão perto.

Ou mais velhos. Situações que pareciam próximas estão lá atrás, longe. Repasse um pouco do que viu, vivenciou, fez, sonhou, quis ter, procurou ser. E suas rela ções com o mundo de hoje.

LANÇAMENTO DA








Twitter negocia inclusão de tweets em buscas com Google e Microsoft


O Twitter está negociando com as duas gigantes do mercado de tecnologia: Microsoft e Google. A informação, divulgada nesta quinta-feira (08/10) pelo site All Things Digital, é que a empresa dona do serviço de microblog quer licenciar seus mecanismos de captura de dados para os buscadores Bing e Google.

Em troca do acesso aos bilhões de tweets postados mensalmente pelos 54 milhões de usuários, a empresa pretende fechar um acordo de compartilhamento da receita gerada para a Microsoft e o Google a partir do conteúdo disponibilizado pela empresa.

Além desse acordo, há informações de que o Twitter pretende criar serviços pagos para alguns grupos de profissionais, como publicitários, desenvolvedores e publicadores.

O Twitter é visto pelo mercado como a ferramenta de mídia social que mais cresce no mundo. Entretanto, ainda não se descobriu uma forma de ganhar dinheiro com o produto.

domingo, 11 de outubro de 2009

Um Mundo de Mídia


Um Mundo de Mídia
de Giovanna Modé, Michelle Prazeres


Nº de Páginas: 144

Vindos de diversas partes do mundo, jovens acampam no Parque Harmonia, em Porto Alegre, durante o Fórum Social Mundial. Uma revista semanal noticia o fato, caricaturando-os como um bando de inconsequentes, entregue ao sexo e às drogas. Para nossa sorte, Giovanna Modé e Michelle Prazeres estavam lá e podem nos contar outra versão da história.

A história de milhares de jovens que, como elas, estavam lá porque acreditam que é possível mudar as coisas. Esse é um dos muitos exemplos que as autoras usam para mostrar como os meios de comunicação podem distorcer a realidade e os nossos sonhos. Desvendando seus meandros e as novidades trazidas pelas tecnologias digitais, discutem esses temas e indicam caminhos para que as mídias se tornem bens públicos que todos possam usufruir.

Este livro é um convite para os jovens encararem a política sob uma nova ótica e que mandem ver com seus fanzines, blogs e torpedos; com microfones, transmissores, luzes, câmeras e ação!

LANÇAMENTO DA









Nas ondas sonoras da comunidade

O que é uma rádio comunitária?

O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localidada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida.

Como se habilitar para a prestação do Serviço de Radiodifusão Comunitária?

Para o primeiro passo necessário à habilitação de emissoras de radiodifusão comunitária, as entidades competentes para pleitear tal Serviço, associações comunitárias e fundações também com essa finalidade, ambas sem fins lucrativos, deverão fazer constar em seus respectivos estatutos o objetivo “executar o Serviço de Radiodifusão Comunitária”. Depois dessa providência, deverão as interessadas retirar da página na Internet do Ministério das Comunicações o “formulário de demonstração de interessa em instalar rádio comunitária” no seguinte endereço:

Formulário A-1: esse formulário deve ser preenchido e enviado para o seguinte endereço, por via postal, em carta registrada:

Ministério das Comunicações

Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica

Departamento de Outorga de Serviços

Esplanada dos Ministérios, Bloco R, Anexo, Sala 300 - Ala Oeste

CEP: 70044-900

Brasília - DF

Após a efetivação do cadastro da interessada junto ao Ministério das Comunicações, a partir do recebimento do “formulário de demonstração de interesse em instalar rádio comunitária”, será enviado um comunicado à requerente, com o intuito de informá-la acerca do número do seu respectivo processo. A partir daí, a interessada deverá aguardar a publicação no Diário Oficial da União dos “Avisos de Habilitação”, nos quais haverá uma lista de municípios habilitados à prestação do Serviço de Radiodifusão Comunitária. Caso o Município da interessada esteja na lista, ela deverá apresentar ao seu processo os seguintes documentos, dentro do prazo estabelecido:

- estatuto da entidade, devidamente registrado;

- ata da constituição da entidade e eleição dos dirigentes, devidamente registrada;

- prova de que seus diretores são brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos;

- comprovação da maioridade dos diretores;

- declaração assinada de cada diretor, comprometendo-se ao fiel cumprimento das normas estabelecidas para o Serviço;

- manifestação em apoio à iniciativa, formulada por entidades associativas e comunitárias, legalmente constituídas e sediadas na área pretendida para a prestação do Serviço, e firmada por pessoas naturais ou jurídicas que tenham residência, domicílio ou sede nessa área.

Após recebidos os documentos de todas as entidades candidatas a prestarem o Serviço de Radiodifusão Comunitária na localidade, o Ministério das Comunicações irá iniciar a análise dos processos.


PARA SABER MAIS VISITE http://www.mc.gov.br/radio-comunitaria/perguntas-frequentes



O LIVRO
Nas ondas sonoras da comunidade
de Fred Ghedini


Nº de Páginas: 112


"Talentos locais são revelados. Donas de casa viram cantoras. Jovens que não viam muita perspectiva para suas vidas entusiasmam-se com a possibilidade de criar e mostrar seu trabalho. Taxistas revelam talentos poéticos. Comerciantes viram locutores e locutoras. O operário, que trabalha de dia na linha de produção, à noitinha é um exímio contador de causos." Fred Ghedini nos explica como podem acontecer esses pequenos milagres em qualquer parte, à medida que as rádios comunitárias se espalham por aí, concorrendo com a televisão como veículo de informação e entretenimento popular. Esse livro nos revela o enorme potencial da comunicação local e o valor estratégico da luta pela democratização da comunicação em geral. Mostra também como se pode entrar nessa luta para ganhar, seja no Congresso Nacional, seja nas periferias urbanas e rurais, criando meios para que todos nós possamos alçar nossas vozes e sonhos nas ondas sonoras da comunidade.

LANÇAMENTO DA







Afinal, o que e seguranca publica?

Segundo Emerson Clayton Rosa Santos em sua monografia sobre o Conceito de segurança pública - Numa sociedade em que se exerce democracia plena, a segurança pública garante a proteção dos direitos individuais e assegura o pleno exercício da cidadania. Neste sentido, a segurança não se contrapõe à liberdade e é condição para o seu exercício, fazendo parte de uma das inúmeras e complexas vias por onde trafega a qualidade de vida dos cidadãos.

Quanto mais improvável a disfunção da ordem jurídica maior o sentimento de segurança entre os cidadãos.

As forças de segurança buscam aprimorar-se a cada dia e atingir níveis que alcancem a expectativa da sociedade como um todo, imbuídos pelo respeito e à defesa dos direitos fundamentais do cidadão e, sob esta óptica, compete ao Estado garantir a segurança de pessoas e bens na totalidade do território brasileiro, a defesa dos interesses nacionais, o respeito pelas leis e a manutenção da paz e ordem pública.

Paralelo às garantias que competem ao Estado, o conceito de segurança pública é amplo, não se limitando à política do combate à criminalidade e nem se restringindo à atividade policial.

A segurança pública enquanto atividade desenvolvida pelo Estado é responsável por empreender ações de repressão e oferecer estímulos ativos para que os cidadãos possam conviver, trabalhar, produzir e se divertir, protegendo-os dos riscos a que estão expostos.

As instituições responsáveis por essa atividade atuam no sentido de inibir, neutralizar ou reprimir a prática de atos socialmente reprováveis, assegurando a proteção coletiva e, por extensão, dos bens e serviços.

Norteiam esse conceito os princípios da Dignidade Humana, da Interdisciplinariedade, da Imparcialidade, da Participação comunitária, da Legalidade, da Moralidade, do Profissionalismo, do Pluralismo Organizacional, da Descentralização Estrutural e Separação de Poderes, da Flexibilidade Estratégica, do Uso limitado da força, da Transparência e da Responsabilidade.


O LIVRO

Afinal, o que e seguranca publica?
de Fernanda Emy Matsuda, Mariângela Graciano, Fernanda Castro Ferndandes de Oliveira

Nº de Páginas: 120

Direito humano fundamental, segurança quer dizer não apenas segurança individual, no sentido de não sermos roubados, agredidos e violentados, mas também de que os bens imateriais que prezamos, nossos talentos, o fruto de nosso trabalho e nosso esforço sejam respeitados.


O direito à segurança inclui a certeza de que, em caso de doença ou invalidez, seremos atendidos e amparados, teremos segurança necessária para recompor nossa vida. Inclui também a certeza de que, quando estivermos mais velhos, teremos uma aposentadoria digna. Há muitos significados, portanto, muita riqueza, contidos nessas simples palavras.


Este texto trata do direito à segurança, entendida como segurança pública, ou seja, do esforço a ser feito pelas instituições públicas para que nossa vida e liberdade sejam preservadas e protegidas. Os dilemas, os contornos, os impasses, os desafios da segurança pública no Brasil são aqui apresentados, assim como as possibilidades de mudança, para que tenhamos uma sociedade mais justa para todos. É uma discussão a ser feita por todos os que se interessam pelo futuro do país.

LANÇAMENTO DA











O testamento dos séculos

O testamento dos séculos
de He
nri Loevenbruck

Páginas: 406

O LIVRO

Que mensagem criptografada Jesus Cristo teria deixado à humanidade? Qual o preço a pagar por tal descoberta?

Desde o início dos tempos, uma linhagem de beduínos é responsável por guardar a chave que decifrará o mais antigo e importante segredo da humanidade: a mensagem criptografada que Jesus Cristo deixou aos Homens. Vivendo no Deserto da Judeia, eles tinham a certeza de que se manteriam anônimos de tudo e de todos. Assim foi até o dia em que assassinos cruéis invadem o templo e dizimam um por um.

Ao mesmo tempo, um experiente estudioso morre, em circunstâncias suspeitas, num vilarejo na França. Quando seu filho, Damien Louvel, viaja de Nova York para resolver as questões burocráticas do funeral, descobre que o pai estava mergulhado numa pesquisa sobre um misterioso objeto — a pedra de Iorden —, que, ao que tudo indica, custou-lhe a própria vida.

Ajudado pela jornalista Sophie de Saint-Elbe e por amigos próximos e improváveis, Damien entra numa corrida mortal contra o relógio para evitar que tal objeto caia em mãos poderosas e perigosas. E ele não desistirá até desvendar a mais surpreendente mensagem que Jesus teria legado à Humanidade.

O que realmente há de verdade em toda essa história? Por que as mais importantes personalidades do Vaticano estão desesperadas por um objeto? O que esse segredo pode influenciar na vida das pessoas?

De Dürer a Leonardo da Vinci, do Vaticano às mais fechadas sociedades secretas, dos essênios aos destemidos hackers da internet, O Testamento dos Séculos, de Henri Loevenbruck, é um thriller fascinante, intensamente perturbador e meticulosamente pesquisado.

Segundo Bernard Werber, autor da trilogia O império das Formigas, o livro é “muito mais do que um thriller... Uma aula de filosofia, uma aula de vida.”

O AUTOR
Loevenbruck nasceu em 1972 em Paris. Seus pais, ambos professores de Inglês viveram no País de Gales, e assim desde cedo cultivou seu amor pela cultura anglo-saxonica.

Ao longo de sua juventude, participou de inúmeras bandas de rock .

Depois de estudar literatura (na escola Chaptal, em seguida, Inglês e Literatura Americana na Sorbonne), não entusiasmado com a carreira militar, declarou uma objeção de consciência e passou 17 meses na Editions Francophones d'Amnesty International .

Uma vez concluído esse tempo, ele passou a viver com uma bela inglesa perto da Cantuária.

De volta à França, teve vários empregos, de bartender a web-designer antes de envolver-se em jornalismo. Foi Freelance em Radio e na mídia impressa (The Express), assinou cronicas antes de criar sua própria revista (revista Science Fiction). Permaneceu como editor-chefe por dois anos, publicou um thriller futurista sob o nome de Filipe Machine. Daí então decidiu dedicar-se inteiramente à literatura.

Após a publicação de duas trilogias de fantasia edições Bragelonne - que alcançou um sucesso sem precedentes para um autor francês (La Moïra teve tiragem superior a 300 000 cópias, e os direitos vendidos em 12 países) - Henri Lœvenbruck embarca no thriller.

Em 2003 ele publicou Le Testament des siècles publicado pela Flammarion. Este thriller esotérico, publicado na França antes da onda do Código Da Vinci, por sua vez, fez grande sucesso, com direitos vendidos em 9 países e adaptado como Comic strip das edições de domingo. Em 2007 publicou um segundo thriller - . Le Syndrome Copernic. Novamente, alcançou o sucesso e os direitos são adquiridos em 9 países.


Em 2008, o autor foi descrito como "mestre do novo thriller francês " pelo Le Nouvel Observateur, publicando seu terceiro romance, pela Flammarion .

Hoje, Henry Lœvenbruck divide seu tempo entre seus romances, letras de canções de bandas e cantores franceses e escrevendo roteiros para a televisão. Quando sua agenda permite, ele dedica-se a suas duas paixões: esportes e uma coleção de relógios mecânicos quebrados .



um lançamento