segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Passos Largos

Passos Largos

Poemas de Vida

de Yolanda Teixeira Monteiro


Páginas: 136


Reinaldo Polito, o “principal professor de oratória do País” foi aluno de Yolanda. Assim como muitos outros araraquarenses, eis alí o exemplo do bom mestre e do aluno eternamente agradecido. Escreveu ele em sua coluna - "Ela me deu de presente também o livro de poesias que escreveu – “Passos largos”, que já devorei da primeira à última página. Como eu imaginava, um livro excepcional, produzido por uma pena sensível, culta e muito perspicaz."

De fato, a poesia de Yolanda é intensa como em Quando o dia Chegar! - Vale a pena Esperar!/Já então ninguém manda.../Só.../Só.../Apenas Banda!(...) e inquietante como em Estímulo - (...) Âncora/Andar esperto,/Espadelador de uma partida..."
Experimente o frescor desta poesia. (E.C.)

“A poesia de Passos Largos não está buscando tão somente a literalidade, mas pretende reproduzir liricamente o percurso do homem à procura de seu fim, seu destino. É uma poesia engajada na vida, vida em transcendência. O elemento político está daqui apartado: ser cidadão do mundo, estar no mundo, com desejos de buscar, como opção preferencial, a luz da eternidade”. Jorge Cury

A autora
Yolanda Teixeira Monteiro nasceu em Araraquara, São Paulo, em 28 de março de 1933. Professora de Português, licenciada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, em Letras Neolatinas, é também especialista em Literatura Brasileira e em Filologia e Língua Portuguesa, pela mesma Universidade.

Em 1956, concursada, tem sua nomeação para exercer, em caráter efetivo, o cargo de professora secundária. Em 1972 e 1973, conclui Especialização em Literatura Portuguesa, ministrada pelo Prof. Dr. Jorge Cury. Durante toda a sua trajetória, dedica-se aos estudos, às aulas que leciona e à vida em família, sempre, porém, escrevendo, ao longo dos anos vividos.

Publicou também o livro Fatos Rimados e aguardam publicação Concerto Chanfrado, Alma em Mergulho, Revelação, Aleluia, Retrospecto Longínquo e Sonhos de Barítono, todos de poesia. Uma das ganhadoras, em 2008, do concurso promovido pela Academia Brasileira de Letras, que homenageia Machado de Assis, no centenário de sua morte.

UM LANÇAMENTO

PAUL NIVEN no EXPOMANAGEMENT 2009 (DIA 1)

PAUL NIVEN, AUTOR DO NOVO LIVRO ‘REVELAÇÕES PARA O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO’ ESTARÁ NO AUDITÓRIO STRATEGY EXECUTION EXPERIENCE, DA 3GEN GESTÃO ESTRATÉGICA, NA EXPOMANAGEMENT 2009


O especialista em execução da estratégia e Balanced Scorecard – BSC realizará a apresentação “Roadmap Strategy – um framework simples e poderoso para o planejamento estratégico”, no dia 1º às 13h40; após as palestras, o autor dará autógrafos no estande da 3GEN Gestão Estratégica

A 3GEN Gestão Estratégica traz à ExpoManagement 2009 o especialista internacional em estratégia e Balanced Scorecard BSC, Paul Niven, e promove o lançamento no Brasil de seu novo livro: “Revelações para o Planejamento Estratégico” – com revisão técnica realizada pela 3GEN e publicação da Qualitymark Editora.

Com o objetivo de auxiliar as organizações a vencer as barreiras que se apresentam na execução da estratégia, a 3GEN,uma das principais empresas de consultoria e educação em gestão estratégica,participa com um estande institucional e auditório exclusivo de palestras na 9ª edição do maior evento sobre management da América Latina - a ExpoManagement 2009, organizada pela HSM.

O objetivo da 3GEN na ExpoManagement 2009 é fomentar a troca de experiências e o intercâmbio de conhecimentos entre o público e os palestrantes que abordarão os desafios, inovações e tendências de várias empresas brasileiras na execução de estratégia empresarial, através da apresentação de estudos de caso. Os convites para as palestras são limitados e os interessados poderão reservar suas credenciais com Ana Paula Soler pelo telefone (11) 3071-3123 ou email stratex@3gen.com.br. Após o término do evento, o conteúdo integral das palestras também poderá ser acessado por meio do site www.3gen.com.br.

O LIVRO
“Revelações para o Planejamento Estratégico: O Caminho para o Sucesso nos Negócios”

A empresa de Rory, um gestor de planejamento, atravessa grandes mudanças após ter sido comprada por uma concorrente multinacional. Para salvar seu pescoço, ele recebe a difícil missão de elaborar e aplicar, em apenas cinco dias, um novo processo estratégico e assim guiar os esforços da organização em se reinventar no seu mercado.

Sem ter a menor ideia de como cumprir a incumbência, o gestor planeja usar uma agradável viagem a caminho da reunião da família de sua esposa, para organizar o pensamento. Porém, tudo muda de figura quando ele é obrigado a buscar um parente no aeroporto. Para sua surpresa, Sydney era mais que um familiar aparentemente desagradável. Tratava-se de um guru em planejamento estratégico. O empreendedor e o “futuro salvador” de Rory.

Em Revelações para o Planejamento Estratégico: O Caminho para o Sucesso nos Negócios, o renomado consultor Paul Niven, usa uma interessante narrativa para conduzir o leitor pelo processo de criação de uma estratégia de sucesso em sua organização. Em meio a um emaranhado de conceitos, o autor propõe um framework de projeto estratégico simples e intuitivo, que resgata os conceitos clássicos e os concatena de modo inovador. Além disso, ele desmistifica a ideia de que um planeamento precisa ser robusto e consequentemente efetivo.

Repleto de exemplos práticos e soluções exequíveis para executivos, gerentes e consultores, esta história motivadora o colocará no caminho para a criação de uma estratégia de sucesso sustentável.
UM EVENTO




COM

UM LANÇAMENTO


Com adaptação de Sinisterra, Bartleby re-estreia em Curitiba no Teatro da CAIXA


Montagem do conto clássico de Herman Melville é uma abordagem crítica das relações humanas no mundo moderno

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta de sexta (04) a domingo (06) a peça “Bartleby”, adaptação do conto clássico homônimo do escritor americano Herman Melville (autor, entre outros, do romance de aventuras Moby Dick). José Sanchis Sinisterra, um dos maiores expoentes da dramaturgia espanhola contemporânea, assina a adaptação, que foi traduzida por Vadim Nikitin e conta com a direção de Joaquim Goulart e produção de Cácia Goulart.

Escrito em 1853, o livro de Herman Melville traça uma irônica análise da natureza humana. Personagem enigmático, Bartleby é um jovem escriturário judicial representante da rotina burocrática e cartorial do mundo do trabalho. A obra foi publicada originalmente de forma anônima numa revista em 1853.

Bartleby é um homem que não tem particularidade nenhuma: um homem qualquer, sem essência, que se recusa a fixar-se em alguma personalidade estável. É o homem das grandes cidades, da impessoalidade e que, no entanto, pretende descobrir uma moral nova para um novo homem, ainda que no nada de sua existência. Começa recusando tudo e qualquer coisa, para justamente começar alguma outra. É exemplar que justamente um homem imóvel, petrificado, ponha tudo a correr e desencadeie uma mudança nas linguagens, nos lugares, nas funções, nos hábitos: Bartleby não se opõe às amáveis investidas de seu chefe, o Advogado, mas com sua célebre frase “Prefiro não”, resiste às ordens de seu patrão e desperta uma sucessão tragicômica de acontecimentos. Contra essa cortês e inexplicável resistência pacífica do escriturário estilhaça-se todo o sistema de normas, valores e referências de seu superior.

Com duas indicações ao Prêmio Shell 2008 (melhor atriz para Cácia Goulart e melhor cenário para André Cortez), “Bartleby” estreou em 2008 no Teatro de Câmara da Unidade Provisória do SESC Avenida Paulista, onde cumpriu duas temporadas de sucesso de crítica e público. “Bartleby” também apresentou temporada no Teatro Imprensa e no Complexo Cultural Funarte/SP.


Projeto de muitos anos

A atriz e produtora Cácia Goulart já alimentava a vontade de montar este texto há dez anos: “sempre me inquietou essa narrativa, é um texto ambíguo, polissêmico e de refinado humor, cuja agudeza intelectual provoca uma atmosfera inquietante. Bartleby sintetiza as aflições do homem moderno e a nossa montagem procura extrair do embate destas relações de poder os paradoxos das relações humanas subjacentes”, afirma a artista que compõe o elenco.

De acordo com o diretor Joaquim Goulart, a adaptação de José Sanchis Sinisterra, “concentra o conflito dramático na polaridade fundamental do conto: a estranha relação do Advogado e de Bartleby, o escriturário – do amo e do subordinado – e a não menos estranha inversão que nela se produz”. Para o diretor, “outro importante aspecto dessa adaptação é o foco colocado sobre o prolixo discurso do advogado frente ao quase silêncio de Bartleby”. Questões que configuram o universo absurdo e aterrador do homem contemporâneo – como o materialismo exacerbado, o individualismo, a perda de identidade, o “nada de vontade” e o esgotamento – são abordadas na montagem, uma denúncia do “desencantamento” do mundo.

Proposta de Encenação

A pesquisa e o experimentalismo no trabalho com os atores são a linha básica de investigação do Núcleo Caixa Preta, da Cooperativa Paulista de Teatro. A montagem de Bartleby busca, portanto, se apoiar fundamentalmente na riqueza do texto original, na coerência dramática e no rigor na preparação dos atores.

A concepção do espetáculo é minimalista, no que tange ao espaço cênico e à linguagem interpretativa. O espaço cênico intimista possibilita a interação ator-público, composto por dois ambientes que se coadunam: o escritório e a prisão. A atmosfera criada pela iluminação é a de um mundo áspero, seco, árido. A trilha sonora original de Amílcar Farina objetiva dar unidade ao clima do espetáculo, compondo, ela mesma, um discurso ao texto. Os figurinos de Marina Reis contrapõem essa aridez por meio de cores fortes que sintetizam os estados emocionais de cada personagem.
Sobre Joaquim Goulart

Idealizador do projeto de restauração e reabertura do Teatro Augusta, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), acumula uma série de trabalhos em teatro. De 1979 a 1981, integrou, em Paris, o Centre D'art de Spectable pour Enfants, com direção de Yves Vedrenne. Em 1984, participou da montagem do espetáculo “Lulu, a Caixa de Pandora”, com Bete Coelho e direção de Carmem Paternostro. Atuou na Cia. de Ópera Seca, de Gerald Thomas, participando das montagens da “Trilogia Kafka”, “Carmen com Filtro”, “M.O.R.T.E”, “Ópera Matogrosso”. Em 1991, integrou o espetáculo “Urlicht”, em Viena, dirigido pelo russo Hryhorij Hladji. De volta ao Brasil, atuou em “Othelo” e nas “Óperas Tosca”, com direção de Maurice Vaneau, e “Aída”, com direção de Antonello Madau. Em 1994, produziu e dirigiu o premiado Musical Infantil “Cegonha, Avião... Mentira, Não!”. Em 1999 inaugura o Teatro Augusta com o espetáculo “Medéia é um Bom Rapaz”, do autor espanhol Luiz Riaza, dirigido por Marco Antonio Braz. Em 2001, dirigiu e produziu “Quando as Máquinas Param” e “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos.

Sobre Cácia Goulart

Atriz formada pela escola de atores INDAC, foi indicada ao Prêmio Shell Melhor Atriz 2003/SP – “Navalha na carne” e Prêmio Shell Melhor Atriz 2008/SP- “Bartleby”. Atuou nos seguintes espetáculos: “Edmond”, de David Mamet, direção de Ariela Goldmann; “BR3”, direção de Antonio Araújo (Teatro da Vertigem); “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos, direção de Joaquim Goulart ; “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos, Dir. Joaquim Goulart; “Cegonha, Avião... Mentira, Não!”, premiado musical infantil com direção de Joaquim Goulart; “O Anti-Shakespeare”, com direção de Marco Antonio Braz; “Tróilo e Créssida” de Shakespeare com direção de Paula Coelho; “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, com direção de Marcos Antunes; “Sombras de Nelson Rodrigues”, com direção de Hélio Cícero; “Casos de Família”, com direção de Marco Antonio Pâmio.


Sobre Rodrigo Gaion

Formado em interpretação pela UNICAMP, esteve no elenco de peças como “As Cadelas”, direção de Maria Thais, “Doutor Faustus Liga a Luz”, direção de Renato Cohen, “Cabrália da Peste”, direção de Johana Albuquerque. Em 2000, participou de intervenções performáticas na exposição “ÊXODOS”, de Sebastião Salgado, sob direção de Christiane Jatahy e Johana Albuquerque e também do espetáculo “Crepúsculo”, direção de Maurício Marques. Atuou em “Movido a Feijão”, “O Ó da Viagem”, “Antigo 1850” e “Mire Veja” (Prêmio Shell Categoria Especial e Prêmio APCA Melhor Espetáculo), todos sob direção de Pedro Pires e o último sob a direção de Zernesto Pessoa. Esteve no elenco de ‘A Noite de Molly Bloom”, direção de Alvise Camozzi, “Assembléia dos Bichos”, de Johana Albuquerque, “Abre As Asas Sobre Nós”, de Sérgio Roveri com direção de Luiz Valcazaras, e “O Dia das Crianças”, texto de Sérgio Roveri e direção de Ivam Cabral. Em cinema, participou do curta “Rasgue Minha Roupa”, de Lufe Stephen, que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Ator na V Mostra Londrina de Cinema.


Ficha Técnica:


Autoria: Herman Meville

Dramaturgia: José Sanchis Sinisterra

Tradução: Vadim Nikitin

Direção: Joaquim Goulart

Co-direção: Daniela Carmona

Produção: Cácia Goulart

Elenco: Cácia Goulart e Rodrigo Gaion

Cenografia: André Cortez

Figurino, adereços e maquiagem: Marina Reis

Desenho de Luz: Joyce Drummond

Múscia original: Amílcar Farina

Preparação de Ator: Inês Aranha

Fotografia: Cacá Bernardes



Serviço: Peça: “Bartleby”

Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: 04, 05 e 06 de dezembro Horários: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

Seminário de Patrimônio Imaterial reúne pesquisas sobre a cultura curitibana

O III Seminário de Patrimônio Imaterial, neste sábado (5), apresenta os resultados dos projetos de pesquisa contemplados em edital do Fundo Municipal da Cultura.

A Fundação Cultural de Curitiba promove neste sábado (5), no Memorial de Curitiba, o III Seminário de Patrimônio Imaterial, que apresenta os resultados dos projetos de pesquisa contemplados em edital do Fundo Municipal da Cultura. Os quatro projetos selecionados – dois documentários, um livro e uma exposição fotográfica – abordam temas variados e revelam diversidade cultural curitibana.

Um dos projetos é o documentário “Com quantas histórias se faz um brinquedo”, sobre o universo lúdico do fazer e/ou apenas divertir-se com brinquedos feitos à mão. Ainda na temática do brinquedo, outro documentário intitulado "Posso falar de brincadeira" procura não apenas o registro, mas um mergulho nas brincadeiras realizadas pelas crianças no período do recreio nas escolas de Curitiba. "Benza Deus! Benzedeiras de Curitiba: tradição e modernidade" é uma exposição fotográfica que propõe uma instigante incursão no mundo todo particular das benzedeiras e seu ofício de curar. O livro “Acabou a Vila Tassi, mas não acabou o samba” conta a história e os segredos da extinta Vila Tassi e o berço do samba na Vila Capanema.

Confira a programação:

III SEMINÁRIO DE PATRIMÔNIO IMATERIAL

Sábado, 5 de dezembro de 2009

Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)

Horário: 14h – 18h30

Informações: (41) 3321-3295

Entrada franca

13h30 - Abertura

Márcia Kersten (UFPR)

14h - Com quantas histórias se faz um brinquedo

Luciana Morais – Pesquisas (UFPR)

Luiz Carlos Teixeira – Consultoria (Malasartes Educação Sensível)

Vinícius Mazzon – Assistência de Pesquisa (Malasartes Educação Sensível)

Luciano Coelho – Projeto Olho Vivo

Marcelo Munhoz – Projeto Olho Vivo

15h - Posso falar de brincadeira?

Nélio Spréa – Pesquisa e direção

Tatyane Ravedutti – Produção

Elisandro Dalcin – Direção de Fotografia

16h - Intervalo

16h30 - Benza Deus! Benzedeiras de Curitiba: tradição e modernidade

Victor Augustos Graciotto Silva (ISE-Sion)

Juliana Cristina Reinhadt (FIES)

Regina Maria Schmilpfeng de Souza

Katiuscia Dier Francisco

Ricardo de Campos Lening (FIES)

Silvana Maria dos Santos (FIES)

17h30 - Acabou a Vila Tassi, mas não acabou o samba

Teotônio Arruda de Souto Maior – Pesquisador

João Carlos Freitas - Pesquisador

18h30 - Encerramento

HORA DO CONTO

HORA DO CONTO
"UM CONTO DE NATAL" COM GABRIELA SILVA

:: Dia 1 Dezembro | Terça-feira

Auditório

15h30

Entrada livre



"Escrever um livro para crianças, tem que ser sempre um gesto que contenha afectividade que baste, para que a obra, tenha um resultado final satisfatório. Mas, escrever para crianças, nos tempos que correm, em que a insatisfação é quase tão grande como a esperança, é uma responsabilidade muito maior do que no tempo em que a Carochinha ou a Branca de Neve, que não levantavam grandes polémicas, eram as heroínas do imaginário infantil."

Gabriela Silva

Piano-bar

17h00

Entrada livre

Apresentação do livro Ciência para meninos em poemas pequeninos de Regina Gouveia


Editado pela GATAfunho, será apresentado pelo Professor Manuel Rangel, no dia 1 de Dezembro, pelas 17h00, no Auditório do CLP, e contará, para além da autora, com as presenças de Ana Paula Faria, representando a Editora, e do ilustrador.


(30% dos Direitos de Autor serão destinados às crianças da Guiné Bissau, através da Ajuda Amiga)

Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

Dezembro no Clube Literário do Porto

Dia 1, terça-feira
Auditório, às 15h30
«Um conto de Natal», de Gabriela Silva. Hora do Conto com os autores
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Auditório, às 17h00
Lançamento do livro «Ciência para meninos em
poemas pequeninos», de Regina Gouveia, com
ilustrações de Nuno Gouveia. Apresentação a cargo do
Professor Manuel Rangel
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No mesmo dia, na Livraria, durante a manhã, inaugura uma exposição/
venda de Presépios, da 110 Cores – Oficina de Cerâmica, que ficará patente
até ao dia 31 de Dezembro
Dia 2, quarta-feira
Piano bar, às 21h30
Lançamento da revista «Nova Águia, n.º 4» e do livro de prosa poética de
Maria Teresa Mota «Por Menor Que Eu Seja»

Dia 3, quinta-feira
Piano bar, 18h00 - 19h30
Saber Ouvir – Curso Livre de História da Música
Dia 4, sexta-feira
Auditório, 21h30
Debate «Violência de Género e Homofobia»
Uma iniciativa no âmbito dos «16 dias de activismo pela eliminação da violência
contra as mulheres», da responsabilidade da UMAR – União de Mulheres
Alternativa e Resposta
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Galeria do piso 2, 21h30
Inaugura a exposição de pintura «Inquietações»,
de Manuela Osório
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Piano bar, 21h00
Apresentação do livro «O meu povo em gente», de Nuno Afonso.
Apresentação a cargo da Professora Helena Leote
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Piano bar, 23h00
Concerto
Coro da Tuna Juvenil de Sermonde

Dia 5, sábado
Piano bar, 17h00
X - Uma década de carreira de ex-Ricardo de Pinho Teixeira
Galeria piso 2, 18h30
Lançamento do livro «Poesia Reunida», de Maria Teresa Horta
Galeria da Cave, 17h30
Inauguração da exposição de pintura
«Duas artistas, duas formas de
expressão», de Margarida Lima
e Ny Machado
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Auditório, 18h00
Tertúlia sobre Salgueiro Maia
Org.: Blogue Aventar
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Auditório, 21h30
Apresentação do Me» e do «Livro Azul», ambos da autoria de Isabel Baraona
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Galeria do piso 2, 22h00
Senhor dos Cordéis
Sessão de contos para adultos
Uma viagem sem fronteiras pela literatura de cordel
Um viajante traz na mala muitas histórias para contar, dos
lugares que percorreu, das personagens que conheceu e de tudo
que aconteceu, numa fantástica aventura no tempo. Os contos são
da autoria de Thomas Bakk que interpreta várias personagens,
utilizado o Teatro, a Música e a interacção com o público, num
espectáculo surpreendente e divertido.
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Piano bar, 23h00
Melodias de Sempre
Concerto com Daniela Anjo

Programa Bebelendo

Programa Bebelendo - Uma intervenção precoce de leitura
de Tania Rösing e Rita de Cássia Tussi


208 pág.


A obra das professoras Tania Rösing e Rita de Cássia Tussi mostra a importância do processo de formação de leitores com a participação de adultos mediadores como pais e cuidadores.

Não é preciso esperar que a criança complete um ano de idade para começar a contar histórias. A formação do pequeno leitor pode e deve começar bem antes, ainda na vida intrauterina.

A obra, lançada na 13ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, é resultado de um estudo investigativo na linha de pesquisa Leitura e Formação de Leitor, demonstrando a importância do processo de formação de leitores com a participação de adultos mediadores como pai, mãe e cuidadores. As autoras propõem ações de estímulo ao aprimoramento do desempenho dos bebês como futuros leitores, preparando as gestantes, desenvolvendo o gosto pela leitura literária, a partir dos 6 meses de gestação. Tania Rosing, coordenadora das Jornadas Literárias, ressaltou que é necessário investir na vida intrauterina. “É preciso estar preparado para contar histórias para este bebê que está vindo ao mundo. Temos que garantir mais e melhores leitores para o futuro”, frisou”. Segundo ela, a Unesco recomenda esse tipo de programa.

“Procuramos recuperar a importância de conversar com a criança desde quando se encontra no ambiente intra-uterino e no momento posterior ao nascimento, de cantar canções de ninar e de brincar, de recitar parlendas e trava-línguas, de narrar pequenas histórias, de promover brincadeiras de roda, de valorizar espécies literárias de natureza folclórica”, dizem as autoras.

Para desenvolver comportamentos precoces de leitura, as sugestões envolvem gestantes e bebês de 0 a 12 meses, de 12 a 24 meses e de 24 a 36 meses. Crianças com dificuldades visuais e auditivas também foram contempladas no projeto.

O estudo foi realizado a partir de três projetos: Bookstart, da Inglaterra; Música para bebês, de Porto Alegre; e Leitura na Creche, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul.

Ações precoces de incentivo à leitura serão eficazes se embasadas num conhecimento teórico sobre os processos que envolvem o ato de ler. As autoras provam que a promoção de leitura na infância inicial se faz pela voz e pelas mãos dos pais e cuidadores, uma vez que a literatura não chega à criança sozinha. “A literatura se transforma, neste estudo investigativo, num recurso cultural que será utilizado, por meio da oralidade, para desenvolver atividades de incentivo à leitura”.

“A leitura não pode ser vista como passatempo nem na infância inicial. Ao ler para o bebê, processos fisiológicos, cognitivos, afetivos e simbólicos já existentes estão sendo estimulados, acarretando importantes modificações nesses campos”, explica Tania Rösing.

Outro benefício importante citado está relacionado ao lado afetivo dos bebês. A estimulação do bebê nos primeiros anos de vida por meio da literatura oral pode reforçar vínculos afetivos, de ajudar a criança no entendimento e elaboração dos sentimentos e dos medos que toda criança tem, mesmo que seja em segredo.

O melhor da obra é que pais e mediadores não necessitam de uma capacitação profissional nem de recursos especiais para a tarefa de aproximar o bebê do livro. Algumas orientações poderão servir de fio condutor no processo de incentivo à leitura para que os pais e cuidadores se reconheçam como mediadores: oferecer livros de forma afetiva, ler, contar histórias com sentimento e convicção, visitar bibliotecas e livrarias.

Na verdade, o maior incentivo aos pais para promoverem ações de leitura para seus filhos é o amor que sentem por eles. “Ações de incentivo à leitura são comportamentos que podem transformar crianças em leitores precoces com sensibilidade plena e permanente”, garantem Tania e Rita de Cássia.

O Programa Bebelendo necessita de um primeiro ano para a conscientização da gestante e de mais três anos para atividades que visem à formação e à mudança de comportamentos de leitura. Isso significa que serão necessários quatro anos para que o programa seja aplicado na íntegra no caso de creches e bibliotecas parceiras, por exemplo.

As autoras

Tania Mariza Kuchenbecker Rösing é doutora em Letras – Teoria da Literatura pela PUC/RS. É professora do curso de Graduação em Letras e do Programa de Mestrado em Letras da Universidade de Passo Fundo. Faz parte do grupo de pesquisa na linha Leitura e Formação do Leitor. É coordenadora do Centro de Referência de Literatura e Multimeios da Universidade de Passo Fundo. Pertence à Comissão Diretiva do Plano Nacional do Livro e Leitura.

Rita de Cássia Tussi é graduada em Letras pela Universidade de Passo Fundo/RD, com especialização em Lingüística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira. Mestre em Letras – Estudos Literários pela UPF/RS, desenvolve pesquisas na linha de formação de leitores na infância inicial. Sua experiência profissional abrange docência no ensino básico e no ensino superior.

LANÇAMENTO DA








Mostra Internacional Cinema e Literatura exibe curtas de João do Rio e Graciliano Ramos

Prosseguindo com a Mostra Internacional de Cinema e Literatura, a Academia Brasileira de Letras exibirá no dia 2 de dezembro os curta-metragens "Vida Vertiginosa", de João do Rio, e "Um ladrão", de Graciliano Ramos. A exibição será no Teatro R. Magalhães Jr., às 18h30.

O evento terá entrada gratuita.



18h30min: Vida Vertiginosa (2009)

Enquanto se preparam para entrar em cena, duas atrizes conversam. Uma conta histórias que não sabemos se são inventadas ou se realmente foram vividas por ela. Contos de amor, traição e crime, na Belle Époque glamurosa do Rio de Janeiro do início do século 20. Inspirado em contos de João do Rio.

Duração: 15 min
Direção: Luiz Carlos Lacerda
Elenco: Paula Burlamaqui, Edi Botelho, Ney Latorraca, Karem Bustolin, Rafael Monteyro

18h50min: Um Ladrão (1981)

Baseado no conto "Um Ladrão", de Graciliano Ramos, publicado no livro Insônia (1947).

Duração: 35 min
Direção: Nelson Pereira dos Santos

Os Escorpiões Contra O Circulo De Fogo


Os Escorpiões Contra O Circulo De Fogo
de IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO
Ilustrador: DAVE SANTANA


48 pág.

O escorpião é suicida quando se vê encurralado pelo fogo? Não o escorpião , não é suicida quando cercado de fogo. O que acontece é que na agonia de morte ele balança a "cauda" ( que não é cauda ) em desespero tentando se defender de um inimigo ( o fogo). O escorpião acaba por morrer por desidratação. Mas isso é o que menos nos importa neste livro de Ignácio de Loyola Brandão, e sim o conflito da molecada que quer testar a cruel teoria nos escorpiões. (E.C.)

LANÇAMENTO DA








ACONTECEU A 15ª Primavera dos Livros



A 15ª Primavera dos Livros aconteceu de 26 a 29 de novembro, e teve patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Este ano, o tema do encontro dos editores independentes foi a literatura de Cordel, em homenagem ao centenário de nascimento do poeta e cordelista cearense Patativa do Assaré. Realização da Libre-Liga Brasileira de Editoras, a Primavera dos Livros Rio de Janeiro 2009 ocupou os jardins do Museu da República, das 10h às 22h, com lançamentos, atividades para crianças, uma programação especial para professores e profissionais do mercado editorial, e venda de livros com até 40% de desconto. Foram cerca de 90 estandes, onde os editores estiveram presentes para trocar ideias com o público.

domingo, 29 de novembro de 2009

Formação em Higiene e Segurança em Conservação e Restauro

A formação em Higiene e Segurança em Conservação e Restauro visa dotar os profissionais de conhecimentos e ferramentas necessárias para planear, desenvolver, coordenar e controlar o sistema de gestão da prevenção e segurança contra riscos dentro da área, de acordo com a legislação e normas em vigor.

FORMAÇÃO BASE: Legislação, Regulamentos e Normas e SHST; Organização da Emergência; Gestão da Prevenção.

FORMAÇÃO ESPECÍFICA: Avaliação e Identificação de Riscos.

NA ÁREA DE SHST: Primeiros-socorros.

Formador

Paula Alexandra Almeida

Datas

16, 23, 30 de Janeiro - 10-17horas

6, 20 e 27 de Fevereiro - 10-17 horas

6 e 13 de Março - 10-17horas

Tipologia

Teórico-prático

Local

Lisboa

Vagas

15

Preço

350€ - IVA incluído

Condições especiais

Desconto de 20% para estudantes ou grupos de 4 ou mais elementos

Certificado

Diploma de frequência

Mais informações em www.iipatrimonio.org

Amor em texto, amor em contexto


Amor em texto, amor em contexto: Um diálogo entre escritores
de Moacyr Scliar / Ana Maria Machado


Nº Páginas: 112

Este é um diálogo bem apropriado a estes tempos. Frente a relações efêmeras, obviedades e mini-blogs, o que fica ? Talvez o amor a "beatrizes". ou no eterno ir e vir o ter uma vírgula sem saber onde colocar...Teremos ainda espaço para o tel amor romântico? Confira o que pensam os autores deste diálogo. (E.C.)

O movimento se dá no tempo. Ele oferece a sensação de ritmo, confere cadência à vida. A natureza morta está fora do tempo. O jacaré imóvel sob o Sol também parece fora do tempo. Quando, subitamente, sai correndo atrás de sua presa, veloz e ágil, tomamos um susto. Ficamos surpresos porque aquilo que estava fora da espiral volta ao fluxo, faz sua reentrada na temporalidade.

Mesmo nesta época de relações efêmeras e virtuais, percebemos como o homem ainda tenta vencer o tempo, idealizando o amor eterno. Num debate sedutor, Ana Maria Machado e Moacyr Scliar mostram o quanto a literatura influenciou esse ideal celebrado pela cultura ocidental nos últimos séculos. Afinal, ao nos explicar e propor mundos de fantasia, a literatura, assim como o cinema, revela, por exemplo, como num único gesto amoroso pode estar todo o amor do mundo.


Conteúdo

Apresentação
"... e foram felizes para sempre"?
Quanta saúde!
Irrompe a paixão
Do amor divinizado e outros amores
"Mas que seja infinito enquanto dure"
Dos desencontros
Ponto de interrogação: Orelha e anzol
Do amor e seu tempo
Solidariedade: Gesto plural
Intolerância: Prática rasteira
A literatura, o amor e o autor
O perigo da leitura
"Qualquer maneira de amor vale a pena"
Glossário

Lançamento da

LANÇAMENTOS EDITORA UFMG

A Editora UFMG realiza dois lançamentos, com sessão de autógrafos.
No dia 12 de dezembro de 2009, em Belo Horizonte será lançado o Pequeno Dicionário Econômico, de Haydn Coutinho Pimenta. Já no dia 15 de dezembro de 2009, em São Paulo, será a vez do Retratos em Clarice Lispector - literatura, pintura e fotografia, de Ricardo Iannace.




Lançamento dia 12 de dezembro de 2009, sábado, das 11 às 14 horas,
na Status Café Cultura e Arte (Rua Pernambuco, 1.150, Savassi, Belo Horizonte/MG)


Lançamento dia 15 de dezembro de 2009, terça-feira, das18h30 às 21h30,
na Livraria da Vila - Fradique (Rua Fradique Coutinho, 915 - São Paulo/SP)

sábado, 28 de novembro de 2009

Japoneses terão que pagar por acesso a conteúdo premium no Twitter

O mercado japonês vai servir como teste pelo Twitter para avaliar a cobrança de acesso a conteúdo de contas premium que o microblog deseja fazer. O site de tecnologia TechCrunch aponta motivos que levam a crer que a iniciativa pode surpreender. Entre eles está o fato de os japoneses estarem acostumados a pagar por conteúdo e também porque o acesso a web móvel no Japão superar o fixo.

Os donos das contas Premium – trata-se de serviços de informação em tempo real que trazem fotos, mais textos, vídeos etc. – poderão cobrar pelo acesso a seus tweets através de cartão de crédito, pela conta do telefone celular ou pelo cartão pré-pago. Os usuários devem pagar entre 100 yen (cerca de r$ 2) e 1.000 yen (R$ 20). Trinta por cento da receita vai para o Twitter.

Serkan Toto, do TechCrunch, lembra que escrever em japonês permite incluir mais conteúdo no Twitter, já que o idioma ocupa menos espaço do que os caracteres romanos. Aliás, o japonês é uma das quatro línguas oficiais do microblog.

No Japão, o Twitter tem cerca de dois milhões de usuários. A maioria, de acordo com a Digital Garage, que administra o microblog por lá, acompanha a vida de celebridades. O foco poderia ser justamente notícias envolvendo famosos.

Salmos, a força divina



Salmos, a força divina
de Inês Garcia Reis


Páginas : 344


Aprenda a livrar-se de influências negativas e comunicar-se com Deus: neste livro, você encontra, para cada necessidade, a força divina dos salmos! Inspirados pela espiritualidade que nos acompanha desde o início dos tempos, os salmos - orações em forma de poemas -, elevam a alma, fortalecem o espírito para vencer dificuldades e ajudam a superar sofrimentos. Luz divina ao nosso alcance, os salmos incentivam a fé e a esperança.






A AUTORA
Inês Garcia Reis
Nasceu em Dracena, Estado de São Paulo, é casada e mãe de dois filhos. Reside com a família na Vila Formosa, bairro da Zona Leste de São Paulo. Ainda criança, incentivada pela mãe, iniciou-se na leitura e no estudo da Bíblia. Nessa época, conheceu os salmos e os adotou como sua forma predileta de oração.

Fundamentada na própria vivência e em obras que estudou, associou cada um dos salmos às necessidades específicas daqueles que enfrentam dificuldades e desejam receber inspiração para vencê-las. Salmos, a força divina, primeira obra de sua autoria, é o fruto desse trabalho. Terapeuta holística formada, busca compartilhar o conhecimento que a ajudou a encontrar o equilíbrio e a crescer espiritualmente.

Aprecia os livros com temática espírita, entre os quais destaca Nosso Lar e Libertação, do Espírito André Luiz, psicografados por Francisco Cândido Xavier, Violetas na janela e O voo da gaivota, do Espírito Patrícia, recebidos por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho.

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UM LANÇAMENTO DA




DIVULGAÇÃO DOS PROJETOS SELECIONADOS PARA A CAIXA CULTURAL EM 2010


Nova data será dia 11 de dezembro e resultado poderá ser visto no site da CAIXA Cultural

O resultado da seleção dos projetos para ocupação dos espaços da CAIXA Cultural em 2010, com data de divulgação prevista inicialmente para o próximo dia 30 de novembro, será conhecido até o dia 11 de dezembro de 2009, no site da CAIXA Cultural. Ao todo, foram 2.771 projetos inscritos por meio de edital.

A Caixa Econômica Federal administra seus próprios espaços culturais, conhecidos como CAIXA Cultural, nas cidades de Brasília, Curitiba, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Com a seleção realizada por editais, o banco acredita que contribui para a democratização do acesso ao patrocínio cultural, possibilitando a participação, na concorrência, de artistas dos mais distantes municípios brasileiros.

A Psicografia no tribunal

A Psicografia no tribunal
de Vladimir Polízio
Médium : Vladimir Polízio


Páginas : 208

Aqueles que partiram para o Além escrevem, por intermédio da mediunidade, com a intenção de inocentar os acusados de sua morte. Casos verídicos revelam a importância da psicografia na jurisprudência. Sem valor para alguns, peça fundamental para outros, as mensagens do outro mundo dividem os juristas. Neste livro, à luz do Espiritismo, encontramos explicações sobre a mediunidade, médiuns que se destacaram e, especialmente, a natureza e destinação da psicografia, uma prova inegável de que justiça a divina não nos desampara...






O AUTOR Vladimir Polízio: "É nosso dever abençoar a vida".

Militar da reserva, Vladimir Polízio nasceu na cidade de Pompeia, região da Alta Paulista. Reside com os familiares em Jundiaí (SP), para onde sua família se mudou logo após seu nascimento: "Meus pais, Maria e Renato Polízio, residiam em Pompéia. Quando eu tinha três meses de idade, meu pai faleceu. Minha mãe, aos 34 anos, com três filhos, mudou-se para a casa de seus pais, em Jundiaí. A partir de então, até a sua despedida do nosso plano, em 1988, aos 76 anos, ela se manteve de luto. Nunca conversamos sobre o Espiritismo: naquela época, a crença nos espíritos era vista com muita reserva".


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UM LANÇAMENTO DA




Especialistas veem rádio e internet como aliados na liderança da credibilidade

Pesquisa divulgada no começo deste mês mostra que o rádio e a internet lideram em credibilidade, na frente da TV, jornais impressos, revistas. Para especialistas nas duas mídias, o amadurecimento do público da web, a modernização e integração entre os dois meios são responsáveis pelo resultado.

O estudo Vox Populi, encomendado pela Máquina da Notícia, apontou que, em uma escala de 1 a 10, o rádio lidera em credibilidade com nota (8,21), quase empatado com a internet (8,20), seguidos por TV (8,12), jornal (7,99), revista (7,79) e redes sociais (7,74).

De acordo com o jornalista Alvaro Bufarah, pesquisador e coordenador do curso de pós-graduação em Produção e Gestão Executiva de Rádio da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), outra pesquisa do Instituto Marplan revela que o rádio se integra muito bem à internet. “O rádio é o meio que melhor se adapta às novas mídias, porque é um meio de companhia, que as pessoas usam pra se informar e entreter. A internet e o rádio se somam de forma ímpar. O rádio se potencializa ainda mais com a internet”, explica.

Pollyana Ferrari, especialista em mídias digitais, autora do livro “Jornalismo Digital”, concorda com Bufarah, e acredita no poder da integração das mídias. “O caso mais recente é o do apagão. O Twitter e o rádio que deram suporte o tempo inteiro, porque os brasileiros gostam de compartilhar e trocar informações, e isso atinge todas as classes. Esse é um case muito interessante”, destacou.

Para Bufarah, o uso de Twitter, torpedos SMS e blogs mostra que o rádio está se modernizando na interação com os ouvintes, mas ainda existe um problema de gestão em algumas emissoras, que nesse caso pode transformar a internet em concorrente. “A internet é uma gigantesca aliada, mas poucos empresários estão atentos a essa transformação. Há emissoras que não investem, têm sites ruins, aí a internet passar a ser um veículo de competição”.

Outro problema, segundo ele, é a administração das emissoras, que por serem muito tradicionais, acabam deixando de pensar como empresas, restringindo investimento em comunicação interna, planejamentos de marketing e carreira.

O especialista também acredita que a modernização do rádio abre espaço para a segmentação, com a criação de diferentes canais no rádio e na internet, o que permite acompanhar o perfil de cada público pela web e traz novas possibilidades para que o mercado publicitário invista nas rádios.

A confiança na internet


De mídia altamente criticada pela instantaneidade e pelo aspecto factual das notícias, a internet passou a encabeçar a lista de credibilidade dos meios de comunicação. Para Pollyana, três fatores explicam essa mudança de cenário. “De 2000 até hoje tivemos um amadurecimento do perfil do usuário, o crescimento da banda larga e o aprimoramento do jornalismo multimídia, que desde 2005 tem feito um trabalho muito interessante nos portais”, afirma.

Pollyana lembra que a web já foi muito criticada como meio de informação. “Sofremos durante muito tempo por criticarem o conteúdo dos meios online, mas agora os leitores perceberam que existe muita coisa boa nos portais". Com o avanço das novas mídias, a especialista aposta e defende o uso de outras plataformas pelas empresas, até mesmo na cobrança de conteúdo nas redes e mobile. “Poderia se fechar anúncios pelo Twitter e cobrar pelo pagamento de conteúdo diferenciado, mobile, um conteúdo diferente do impresso e dos sites. Eu pagaria por um conteúdo exclusivo”, conclui.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Jorge Miguel Marinho lança livro escrito a partir das ilustrações de Rubens Matuck

Adivinha o que tem dentro do ovo

de Jorge Miguel Marinho

Ilustrado por Rubens Matuck


32pp.

Indicação: a partir de 6 anos

Adivinha o que tem dentro do ovo... apresenta três personagens: a galinha Inácia, o galo Galope dos Santos e o filho Osvaldo e traz uma história que brinca com o pequeno leitor



A Editora Biruta lança o livro Adivinha o que tem dentro do ovo... Novo título do premiado escritor Jorge Miguel Marinho, este lançamento conta a história da galinha Inácia, do galo Galope dos Santos e da cria, o pinto Osvaldo. O livro começa com um recado e um desafio do autor para o leitor: "O que é o que é? Você pensa que sabe tudo, que vence qualquer brincadeira de adivinhação? Pois bem, aqui vai um desafio. Duvido que você acerte essa? Mas o autor ainda não apresenta o desafio prometido, antes convida o leitor a ler a história para depois descobri-lo. E a história vai começando aos poucos, intermediada com alguns jogos de palavras e referências curiosas e divertidas.

Ao contrário do que geralmente acontece com os livros infantis, o autor elaborou o texto a partir do trabalho do ilustrador Rubens Matuck e no final, o livro ainda ganhou o projeto gráfico de Gustavo Piqueira. "Foi uma experiência muito gratificante, sobretudo porque seguiu um caminho inverso. Primeiro o Matuck fez as ilustrações motivadas pelo tema. Depois eu recebi todas as ilustrações, com a liberdade de criar o texto dando a ordem que eu quisesse às imagens", conta Jorge Miguel. O autor ainda fala sobre o projeto gráfico deste livro: "quero fazer um tributo ao projeto gráfico que é demais! O Gustavo, com sensível criatividade, conseguiu dar cor, vida e recorte às abstrações das imagens, valorizando e tornando muito expressivas as ilustrações e o texto - ele é, sem nenhuma generosidade da nossa parte, coautor".
OS AUTORES
Jorge Miguel Marinho nasceu no Rio de Janeiro e foi morar em São Paulo. Fez Letras e Mestrado na USP, é professor de Literatura, coordenador de oficinas de criação literária, roteirista e ator. Escreve peças e adaptações para o Teatro, tem vários livros publicados e ganhou alguns prêmios. Pelo livro Na curva das emoções (Editora Melhoramentos) recebeu o Prêmio APCA. Por O cavaleiro da tristíssima figura (Editora Ática), o Prêmio Jabuti; e por Lis no peito (Editora Biruta) o Prêmio Jabuti de Melhor Livro Juvenil de 2006. Além do lançamento Adivinha o que tem dentro do ovo... e do o premiado Lis no peito, Jorge Miguel já publicou pela Editora Biruta os livros, A visitação do amor, Na curva das emoções, A maldição do olhar, Uma história e mais outra e mais outra.

Rubens Matuck é artista plástico, escultor e escritor. É autor de mais de trinta livros infantis e em quinze deles cuidou não só das ilustrações como também do texto. Publicou pela Editora Biruta os títulos da série Natureza Brasileira sobre animais em extinção e as regiões do país. Com essa série o autor recebeu o prêmio Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

um lançamento

Homenagem a Tom Capone


Homenagem a Tom Capone
ORappa, Raimundos, Tico Santa Cruz, Érika Martins e Peter Perfeito
Festival Cerrado Virtual
Elevado do Mané Garrincha
27 de novembro de 2009, 21:00h
Brasília- DF


Dando prosseguimento ao ciclo de homenagens ao produtor TOM CAPONE, a TOCA DO BANDIDO reúne os artistas ORAPPA, RAIMUNDOS, TICO SANTA CRUZ, ÉRIKA MARTINS e PETER PERFEITO no festival CERRADO VIRTUAL, hoje, 27 de novembro, no Elevado Mané Garrincha, em Brasília-DF. O festival propôs o tributo, dedicando uma de suas noites ao nosso mentor. Nesta oportunidade, reuniremos pela primeira vez no palco artistas em homenagem a Tom. No evento, também será apresentado vídeo inédito sobre sua vida, produzido por FUZO PRODUÇÕES, além de projeções - nos túneis tecnológicos do festival - de registros de sua carreira.

Grupo Estado não vai cobrar por conteúdo produzido para a web

O diretor-presidente do grupo Estado, Silvio Genesini, garantiu que os usuários não terão que pagar pelo conteúdo online de seus sites. “O Estado vai continuar 100% aberto e grátis”, afirmou, em entrevista ao Adnews.

O executivo explicou que a estratégia do grupo é fazer com que os sistemas de buscas, como o Google e o Bing, paguem pela utilização do conteúdo jornalístico. “Não queremos que o usuário pague pelo conteúdo na internet, mas sim os integradores que ganham indiretamente. Os agentes de busca têm dinheiro”, disse.

Recentemente, o grupo Estado aderiu à Declaração de Hamburgo, que defende o respeito à propriedade intelectual da produção jornalística divulgada na Internet.

“Nós temos a Agência Estado e acordos para vender informações. O uso não autorizado não é benéfico”, explicou Genesini.

Apesar de garantir que os usuários não pagarão pelo conteúdo, o executivo não descarta a possibilidade de cobrança para informações específicas, como reportagens segmentadas, análises e bancos de dados.

Brasis Leituras Plurais

Brasis Leituras Plurais apresenta Cristóvão Tezza e Luís Henrique Pellanda na CAIXA Cultural em Curitiba

Textos dos autores serão interpretados na última edição do ano do projeto

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima quarta-feira (02), textos dos autores Cristóvão Tezza e Luís Henrique Pellanda, na última edição do ano de 2009 do projeto Brasis Leituras Plurais. As leituras estarão a cargo de Mauro Zanatta e Rosana Stavis, com direção de Adriano Esturilho. O músico convidado será Marcelo Torrone (piano), com mediação de José Castello.

Brasis Leituras Plurais

O projeto Brasis Leituras Plurais é uma proposta de leituras mensais de textos de dois autores brasileiros por evento, contando para cada noite com a participação de um grupo de interpretes, um músico e um mediador, sob a coordenação de um diretor teatral. Coordenado por Mauro Zanatta e Flávio Stein, o projeto pretende atingir o público a partir de um conjunto de combinações de textos e autores, promovendo o convívio do antigo com o novo, da prosa com a poesia. A cada noite acontece o encontro de um autor renomado com novos nomes da literatura.

Neste ciclo de leituras o foco é a palavra, a vocalização do texto à época em que foi escrito, inclusive com os sotaques regionais, suas melodias e ritmos próprios. Para valorizar ainda mais a função auditiva, todas as noites serão acompanhadas por um músico, um diretor teatral como maestro e um mediador para amealhar informações.

A literatura, como qualquer outra arte, deve e pode provocar o espectador no sentido emocional, lúdico e crítico. O objetivo do ciclo é formar e estimular leitores, além de divulgar a cultura brasileira, sua história e seus criadores, permitindo ao público um contato mais próximo com autores consagrados, bem como, revelando jovens escritores e até, recuperando nomes esquecidos.

Cristovão Tezza – Escritor premiado, em 1988 publicou Trapo (Brasiliense), livro que tornou seu nome conhecido nacionalmente. Nos dez anos seguintes, lançou os romances “Aventuras provisórias (Prêmio Petrobrás de Literatura), “Juliano Pavollini”, “A suavidade do vento”, “O fantasma da infância” e “Uma noite em Curitiba”. Em 1998, o romance “Breve espaço entre cor e sombra” (Rocco) foi contemplado com o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional (melhor romance do ano); “O fotógrafo” (Rocco), publicado em 2004, ganhou no ano seguinte o Prêmio da Academia Brasileira de Letras de melhor romance do ano e o Prêmio Bravo! de melhor obra.

Sua tese de doutorado (USP), “Entre a prosa e a poesia - Bakhtin e o formalismo russo”, foi publicada em 2002 (Rocco). Também na área acadêmica, Cristovão Tezza escreveu dois livros didáticos em parceria com o lingüista Carlos Alberto Faraco (Prática de Texto e Oficina de Texto, editora Vozes), e nos últimos anos publicou resenhas e textos críticos na revista Veja e nos jornais Folha de S.Paulo e O Estado de São Paulo. A partir de setembro de 2009, passou a assinar uma coluna quinzenal na seção de literatura do caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo.

Em dezembro de 2007, o romance “O filho eterno” recebeu o Prêmio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de melhor obra de ficção do ano. Em 2008, recebeu os prêmios Jabuti de melhor romance, Bravo! de melhor obra, Portugal-Telecom de Literatura em Língua Portuguesa (1° lugar) e Prêmio São Paulo de Literatura, melhor livro do ano. Em 2009, recebeu o prêmio Zaffari & Bourbon, da Jornada Literária de Passo Fundo, como o melhor livro dos últimos dois anos. O romance foi lançado na Itália pela editora Sperling & Kupfer (tradução de Maria Baiocchi), em Portugal, pela editora Gradiva, na França, pela editora Métailiè, e já tem edições contratadas Espanha (em espanhol e catalão), Holanda, Austrália e Nova Zelândia. Nasceu em Lages/SC e atualmente vive e leciona na UFPR, em Curitiba/PR.

Luís Henrique Pellanda - Escritor, jornalista, dramaturgo, roteirista e músico. É autor do livro de contos O Macaco Ornamental (2009), editado pela Bertrand Brasil, cronista e coeditor do site de crônicas Vida Breve (www.vidabreve.com) e colunista do jornal literário Rascunho (www.rascunho.com.br), onde assina a seção de entrevistas “Leituras Cruzadas”. Já teve passagens pela revista Veja e pelos jornais curitibanos Primeira Hora e Gazeta do Povo, quase sempre na editoria de cultura. Integrou a banda de rock Woyzeck, vencedora do prêmio de revelação musical latino-americana de 1996 concedido pela RFI (Radio France Internacional), e que lançou, entre outros álbuns, os CDs Sete Forças e Quebra-queixo, ambos pela gravadora Warner, em 1997. Também foi vocalista dos grupos Gente Boa da Melhor Qualidade e Svetlana. Como dramaturgo, uma de suas peças, “Astério ou O Baile Submarino” (2007), contemplada pela Lei Rouanet, está atualmente em fase de captação. Nasceu em 1973, em Curitiba/PR, onde vive.

Ficha Técnica
Direção Artística: Adriano Esturilho

Atores: Mauro Zanatta e Rosana Stavis

Músico Convidado: Marcelo Torrone (piano)

Mediador: José Castello

Coordenação geral: Mauro Zanatta

Curadoria: Flávio Stein

Direção de produção: Leandro Daniel Colombo



Serviço:

Projeto Brasis Leituras Plurais: Textos de Cristóvão Tezza e Luís Henrique Pellanda

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Data: quarta-feira, 02 de dezembro de 2009

Horários: 20h

Ingressos: 01 (um) livro não didático

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Richard Zimler, no Clube Literário do Porto

Richard Zimler, no Clube Literário do Porto,

domingo, dia 29, às 17h00



O Espelho Lento

Curta-metragem baseada num conto de Richard Zimler



No próximo domingo, dia 29 de Novembro, às 17h00, o Clube Literário do Porto e o escritor Richard Zimler convidam-no (a) a assistir à projecção de «Espelho Lento», uma curta-metragem de 22 minutos, baseada num conto do autor.

No final, Richard Zimler falará sobre o filme e a ligação dele com o seu novo romance, OS ANAGRAMAS DE VARSÓVIA. Neste contexto, falará sobre a ligação dos temas do filme com a nossa compreensão da História e do passado.

OBJECTIVO: Estabelecer um diálogo com a audiência sobre o filme e sobre os romances do autor.


Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Curitiba ganha Palco do Choro

Com um show do Conjunto Choro e Seresta, o Palco do Choro será inaugurado nesta sexta-feira, às 18h, juntamente com o Memorial Nireu José Teixeira, na Praça Garibaldi.

Uma meia-lua em piso de petit-pavê, seguindo o contorno da Praça Garibaldi, e dois ombrellones removíveis formam o Palco do Choro que será inaugurado nesta sexta-feira (27) pela Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com um show do Conjunto Choro e Seresta. O espaço foi criado para abrigar as apresentações do grupo, que há 36 anos é presença marcante nas manhãs de domingo na Feira de Artesanato. Também no palco, a memória viva de Nireu Teixeira, advogado, jornalista e escritor curitibano que, apesar de tantas ocupações, sempre encontrou espaço, em sua vida, para o choro. O memorial, representado por uma escultura em tamanho natural, foi idealizado pelo arquiteto Fernando Canalli.

Na escultura, Nireu está sentado à mesa, com sua inseparável caixinha de fósforo, com a qual batucava e acompanhava as rodas de choro. Fernando Canalli usou aço plano para fazer a escultura bidimensional e “emprestou” a obra para a filha de Nireu, a artista plástica Iara Teixeira, que deu o toque final, delineando o sorriso do pai que agora fica eternizado no memorial criado em sua homenagem e terá a companhia frequente dos amigos no Palco do Choro.

O Palco - Os integrantes Glay Bastos Pequeno (saxofone), Wilson Moreira Serra (cavaquinho e bandolin), Alvino de Paula Castro Junior (violão 7 Cordas), Moacyr de Azevedo (cavaquinho centro) e João Luís Rodrigues (pandeiro) formaram uma geração de músicos que se acostumaram a ver o conjunto tocar, nas manhãs de domingo, o repertório de vários compositores como Pixinguinha, Benedito Lacerda, Jacob do Bandolim, Severino Araújo, Ernesto Nazareth, Luiz Americano Valdir de Azevedo e Altamiro Carrilho. “Lembro de crianças, hoje músicos respeitados, que muitos anos atrás, costumavam nos acompanhar. É muito bom fazer esse trabalho para uma comunidade que participa e que agora passa a ter uma visão mais privilegiada da nossa apresentação. Esse é um espaço para todos que quiserem se manifestar artística e culturalmente”, afirma o músico João Rodrigues, que desde 2000 coordena as atividades do Choro e Seresta.

Nireu Teixeira – Curitibano, morador nas Mercês, bairro que ele chamava de “Curitiba com filtro”, gostava muito da cidade e dizia que “melhor que Curitiba só Curitiba com frio e chuva.” Também era amante do choro. Na década de 70 costumava tocar pandeiro, aos domingos, com os músicos da formação inicial do Choro e Seresta. No seu aniversário de 50 anos o grupo fez uma surpresa e invadiu a festa com muita música.

Advogado, jornalista, escritor, Nireu José Teixeira foi colunista do jornal Folha de São Paulo, diretor do Correio de Notícias, além de trabalhar em vários jornais da cidade, como o Correio da Manhã, Diário da Paraná, Gazeta do Povo, e assinar a coluna “Espeto Corrido”, no jornal Estado do Paraná. Nos anos 50 atuou como repórter cobrindo a Assembléia Legislativa.

Começou a trabalhar na prefeitura de Curitiba aos 14 anos, quando a sede ainda ficava no Paço Municipal. Atuou por 45 anos no Executivo, onde foi chefe de Gabinete e secretário de Governo nas gestões do prefeito Jaime Lerner.

Serviço: Inauguração do “Palco do Choro” com o Memorial de Nireu José Teixeira e show do Conjunto Choro e Seresta

Local: Praça Garibaldi – em frente à Sociedade Garibaldi

Data e horário: 27 de novembro, às 18h