segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Fantasmas, Espíritos E Aparições

Fantasmas, Espíritos E Aparições
de Linda Williamson

Páginas : 216

A INFÂNCIA DE LINDA WILLIAMSON foi marcada por experiências espirituais: seus pais não acreditavam na existência dos espíritos que insistiam em aparecer diante dela... Essa convivência tão precoce serviu para Linda amadurecer, anos depois, seu desejo sincero de ajudar espíritos perturbados e sofredores a encontrar o caminho da luz. Desde a juventude servindo de instrumento para que essas entidades se comuniquem com as mais diversas intenções, Linda testemunhou acontecimentos impressionantes que relata neste livro, comprovadores de que a vida não termina com a morte do corpo e que é possível ver, ouvir e conversar com os habitantes do Além.





A AUTORA
Linda Williamson, autora do livro Fantasmas, espíritos e aparições - lançado no Brasil pela Butterfly Editora, tradução de Yma Vick - é britânica. Médium e escritora, também é autora de Contacting the spirit world [Em contato com o mundo espiritual] e Children and the spirit [As crianças e o mundo espiritual].

Sua infância foi marcada por experiências espirituais: seus pais não acreditavam na existência dos espíritos que insistiam em aparecer diante dela... Essa convivência tão precoce serviu para Linda amadurecer, anos depois, seu desejo sincero de ajudar os espíritos perturbados e sofredores a encontrar o caminho da luz.

Desde a juventude servindo de instrumento para que essas entidades se comuniquem com as mais diversas intenções, a médium testemunhou acontecimentos impressionantes que relata em seu livro, comprovadores de que a vida não termina com a morte do corpo e que é possível ver, ouvir e conversar com os habitantes do Além: "A morte nada mais é que uma transição deste mundo para outra dimensão. Meu trabalho como médium é mostrar às pessoas que esta dimensão existe e que aqueles que morreram podem se comunicar com aqueles que estão vivos na Terra".

Palestrante requisitada para falar sobre os diversos aspectos da mediunidade, participa de palestras e seminários nos quais expõe com bastante clareza e objetividade seus conhecimentos e relata casos que servem de exemplo para suas elucidações, muitos deles vividos por ela mesma. Para ela, os espíritos que ainda não encontraram o caminho da luz "são homens e mulheres comuns que, ao invés de ir para o mundo espiritual depois da morte do corpo, se sentem presos à Terra e vagam, perdidos, entre nós".

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UM LANÇAMENTO DA





SEIS SUSPEITOS


SEIS SUSPEITOS
de Vikas Swarup




Vicky Rai, um típico playboy indiano, é morto durante uma festa em sua mansão. A recepção comemorava mais uma vez a sua impunidade. Bêbado, ele havia assassinado uma garçonete que se recusara a lhe servir mais tequila. Rico, comprara as testemunhas. Mas Vicky já havia matado antes: atropelara um mendigo e exterminara dois antílopes numa reserva ambiental durante uma caçada - e depois mandara matar o guarda florestal, testemunha do crime. Graças ao poder do pai político, não fora preso.

Neste divertido romance policial, misto de P.G. Woodehouse e Agatha Christie com clima dos filmes de Bollywood, onde o detetive é o leitor, a fórmula do "quem matou?" recai sobre seis suspeitos - todos munidos de um motivo e armas de fogo - que a polícia encontra no lugar do crime.

Mantendo oculta até o final a identidade do assassino, Seis suspeitos é também uma sátira da sociedade indiana contemporânea, profundamente influenciada pela cultura da imagem descartável, refletida nas mudanças de papéis e conflitos de identidade, que extrapolam a estrutura tradicional do romance detetivesco.

O AUTOR
Vikas Swarup nasceu em Allahabad, na Índia, no seio de uma família ilustre. Frequentou a Universidade de Allahabad, onde se destacou como campeão de debates, vencendo diversas competições a nível nacional. Após a conclusão do curso, seguiu uma carreira diplomática, tendo sido destacado para países como os Estados Unidos, a Turquia, a Etiópia e o Reino Unido.
Como diplomata de carreira, serviu na Turquia, nos Estados Unidos, na Etiópia e na Grã-Bretanha.
Trabalha atualmente no Ministério dos Negócios Estrangeiros em Nova Deli. Quem Quer Ser Bilionário?, o seu primeiro romance, foi adaptado ao cinema e venceu quatro Globos de Ouro e foi nomeado para dez Óscares.



UM LANÇAMENTO






Colecção Conservação e Restauro


II Edição - Humidade de Temperatura

Depois do lançamento da I Edição da Colecção Conservação e Restauro o IIP desenvolveu a II edição, centrando-se desta vez na humidade e temperatura.

Esta edição é composta por um conjunto de aparelhos, dos quais poderá escolher o mais apropriado, e manual que lhe permitirá conhecer todos os procedimentos relativos à monitorização e prevenção de danos relacionados com a temperatura e humidade.

Temporada de apresentações dos projetos de dança

A Casa Hoffman promove nesta semana mais uma série de apresentações do Programa de Pesquisa em Dança Contemporânea.

A Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento, unidade da Fundação Cultural de Curitiba, encerra nesta semana a Temporada de Apresentação de Estruturação Coreográfica, com o espetáculo “Face”, de Aline Vallim. As apresentações acontecem de terça-feira a domingo (8 a 13), às 19h30, com entrada franca.

O espetáculo concebido por Aline Vallim tem por interesse discutir as possíveis estratégias que o corpo, ao dançar, é capaz de criar para promover espacialidades, ampliando e renovando os olhares do espectador. Desta forma, sua dramaturgia é construída a partir da relação entre cena e luz. As diversas configurações do corpo como imagem e espaço permitem ao observador experimentar, perceber e sentir novos ângulos de observação.

“Face” é o resultado de um dos projetos financiados pelo Fundo Municipal da Cultura, dentro do Programa de Pesquisa em Dança Contemporânea. Pelo programa, bailarinos e coreógrafos concorrem a bolsas para desenvolver seus projetos. As bolsas subdividem-se em duas categorias: Residência e Estruturação Coreográfica. Na residência, os artistas têm a oportunidade de desenvolver uma investigação inicial, por um período de quatro meses. Na estruturação, o processo de pesquisa encontra-se mais avançado e se disponibiliza o espaço da Casa Hoffmann para a finalização de uma fase do processo e para uma temporada de apresentações.

O Programa de Pesquisa em Dança Contemporânea, com as mostras públicas dos bolsistas ao término dos seus projetos, é realizado desde 2006. Ele engloba também outras ações, como as orientações com profissionais da dança e do teatro, entre eles Cinthia Kunifas, Mônica Infante e Olga Nenevê, e um grupo de pesquisa orientado pelo professor Giancarlo Martins, que trabalha a partir das temáticas abrangidas nos projetos contemplados com a bolsa. As apresentações possibilitam que o público acompanhe os processos de discussão e concepção dos espetáculos. O programa, concebido pela Coordenação de Dança da Fundação Cultural de Curitiba, com a consultoria de Fabiana Britto, é inédito no Brasil por propiciar ambiente disponível ao estudo e tempo para a investigação corporal, com remuneração.

Serviço:

Espetáculo de dança “Face”, de Aline Vallim

Local: Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)

Data: de 8 a 13 de dezembro de 2009 (terça a domingo), às 19h30

Entrada franca

Resultado do edital de ocupação dos espaços CAIXA Cultural

A Caixa Econômica Federal divulga na próxima quarta-feira (09/12), na CAIXA Cultural Curitiba, o resultado do edital de ocupação dos espaços da CAIXA Cultural e os novos projetos para 2010.

Serviço

Divulgação do resultado do edital de ocupação dos espaços da CAIXA Cultural e dos novos projetos para 2010

Data: quarta-feira (09 de dezembro)

Horário: 10h30

Local: CAIXA Cultural Curitiba

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba/PR

Informações: (41) 3544-5641 / 9129-4478

domingo, 6 de dezembro de 2009

Fundação Cultural reúne Comissão do Mecenato

O objetivo do encontro é apresentar aos novos membros a proposta de lançamento de edital do Mecenato Subsidiado. A reunião acontece na próxima quarta-feira (09), na sede da Fundação Cultural de Curitiba.

A Fundação Cultural de Curitiba convocou os novos membros da Comissão do Mecenato para uma reunião na próxima quarta-feira (09). O objetivo do encontro é apresentar a proposta de lançamento de edital do Mecenato Subsidiado, uma das modalidades do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – PAIC. Se aprovado pela comissão, o edital deverá ser lançado até o final de dezembro e o julgamento acontecerá em 2010.

A Comissão de Análise do Mecenato Subsidiado tem 44 membros, entre titulares e suplentes. Ela é subdivida em sete subcomissões, responsáveis pela elaboração dos critérios que embasarão a avaliação de mérito dos projetos inscritos. Os membros foram indicados pela Fundação Cultural de Curitiba, pela comunidade artística e cultural organizada, pelos incentivadores e alguns diretamente pelo prefeito Beto Richa. A nova comissão foi nomeada pelo Decreto 947, de julho de 2009, e desde então tem se reunido periodicamente para avaliar os processos em andamento.

Este será o terceiro edital de Mecenato lançado pela Fundação Cultural de Curitiba, desde que a Lei foi reformulada em 2005. “Em virtude dos efeitos da crise econômica, achávamos que não seria possível lançar o edital este ano, pois tivemos uma diminuição na arrecadação e precisávamos garantir os recursos para os projetos aprovados que ainda estão em fase de captação”, destaca Paulino Viapiana, presidente da Fundação Cultural. Ele lembra que só no edital de 2008 foram aprovados 149 projetos que têm o prazo de dois anos para captar os recursos. “Desses, cerca de 70 ainda nem iniciaram a captação. Todos esses, somado aos 39 projetos aprovados em 2007, geraram um volume de 188 certificados de autorização em circulação no mercado, em busca dos recursos disponibilizados”, diz.

São contempladas no edital do Mecenato Subsidiado as áreas de música, artes cênicas, audiovisual, literatura, artes visuais, patrimônio histórico, artístico e cultural, folclore, artesanato e demais manifestações culturais tradicionais. O valor máximo dos projetos a serem aprovados pelo Mecenato é de R$ 80 mil.

O LIVRO DO PASTOR

O LIVRO DO PASTOR
de Joann Davis


Páginas:184

As circunstâncias que cercam O livro do pastor são raras e até misteriosas. Ao comprar um sítio, em Dorset, Vermont, em 2007, a autora Joann Davis deparou-se com o texto intrigante, escrito em híbrido incomum de inglês e holandês. Junto dele, encontrou também um pedido de tradução feito pelo ex-proprietário da fazenda que havia acabado de adquirir. Na capa, destacava-se a figura de um pastor em uma encadernação em papel de velino, que lembra os velhos pergaminhos. Ajudada por especialistas, a autora conseguiu desvendar o texto e o resultado é a construção de uma história atemporal, localizada em um espaço também indefinido, mas que comove e faz refletir sobre a necessidade da humanidade revisar seus valores materiais e espirituais.

Com uma estrutura mítica e que lembra antigas fábulas, O livro do pastor se inicia com o espancamento público do menino David por seu pai. Tal procedimento era culturalmente justificado, pois o garoto havia transgredido leis inquestionáveis e por isso deveria ser punido. A surra considerada natural choca Joshua, um zeloso pastor que supõe existir uma outra forma de conduta que vá além do “olho por olho” que orientava aquela sociedade.

Mas será que haveria realmente outro caminho? Esta pergunta, aliada a um sonho que ele tem naquele dia, no qual um ancião o aconselha a manter seu coração leve como uma pena, o instiga a buscar o menino que tentara ajudar. Porém, junto de David, agora abandonado pelo pai, ele encontra também Elizabeth, uma jovem mulher que possuía um mapa, herança de seu avô, que indicava a possibilidade de trilhar esta nova jornada em busca de um mundo melhor. Inicia-se assim a caminhada deste grupo em busca de uma nova forma de vida.

Transformar medo em amor. Substituir o desespero, o ódio e a mágoa por emoções mais suaves. Fazer nascer um mundo novo e glorioso por meio de atos simples que valorizem sentimentos nobres. Esta é a proposta de O livro do pastor para todo e qualquer leitor que ainda acredita que é possível construir um novo tempo através de atos de bondade, gentileza, piedade e generosidade.


UM LANÇAMENTO


Renato Teixeira se apresenta no Teatro da CAIXA



A CAIXA Cultural Curitiba apresenta de sexta (11) a domingo (13) o show do cantor e compositor paulista Renato Teixeira. Autor de diversas trilhas sonoras para filmes, novelas, teatro e jingles publicitários (entre eles campanhas Ortopé, Rodabaleiro e Drops Kids Hortelã), Renato comemora 40 anos de carreira, que iniciou nos festivais de música dos anos 60.

Teixeira é o tipo de músico que consegue andar pelas vertentes da música sem perder sua coerência musical, caminhando entre a MPB tradicional e o regionalismo caipira. “Sempre procurei conhecer a nossa história musical, ouvir todas as canções e todos os gêneros. Do samba à música caipira”, diz o artista. Apesar do trânsito entre os gêneros, Teixeira possui paixão pela música caipira, desde a adolescência vivida no interior paulista.

Desde 1971, o músico lançou 22 álbuns e fez parcerias com diversos músicos brasileiros, entre eles, Zé Geraldo, Almir Sater e Rolando Boldrin. Teixeira compôs a incomparável “Romaria”, uma das músicas mais tocantes e importantes na história da MPB. Renato Teixeira circula pela carreira de Gal Costa, Joanna, Elis Regina, Nara Leão e com desenvoltura faz papel principal na lista de músicas de Chitãozinho e Xororó, Rio Negro e Solimões, Daniel e Sérgio Reis.

Serviço:

Show: “Renato Teixeira ”

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Data: de 11 a 13 de dezembro

Horários: sexta e sábado às 21h e domingo às 19h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

O Segredo - VOL III


O segredo
de Joseph Delaney


Coleção: As aventuras do Caça-Feitiço
Páginas: 304


“SEU PAI FICOU PREOCUPADO COM VOCÊ, FILHO, E EU TAMBÉM ESTOU. POR ISSO, NÃO VOU FAZER RODEIOS. NÃO TENHO DÚVIDA DE QUE AS TREVAS ESTÃO AUMENTANDO O SEU PODER E QUE HÁ UMA INFLUÊNCIA PARTICULARMENTE MALÉFICA...”

Numa noite escura e fria, o Caça-Feitiço recebe uma visita inesperada e indesejável. Tom não sabe por que o estranho perturbou tanto o seu mestre, que anuncia a partida imediata para sua casa de inverno em Anglezarke. A casa é desolada, assustadora, situada perto das trevas e com um porão lotado de feiticeiras e ogros aprisionados.

À medida que os meses de inverno transcorrem, Tom começa a descobrir dados sobre o passado do seu mestre e a identidade do misterioso visitante que, aparentemente, é inimigo declarado do Caça-Feitiço.

Estarão as sombras do passado alcançando seu mestre? Que perigos ameaçarão Tom quando os segredos que seu mestre tenta esconder finalmente forem revelados?

O SEGREDO, como os livros anteriores, transcorre no Condado, desta vez no Sul, próximo à sinistra charneca de Anglezarke. Os lugares descritos saíram da imaginação do autor, mas o túmulo no alto do sítio, conhecido como a Broa, é um famoso ponto de referência em Lancashire. Há 20 anos, o autor passou ali uma noite fria e enfrentou uma tremenda ventania. Caiu uma tempestade violenta nessa noite!

Em uma visita à escola do condado de Anderton, em 2004, Joseph Delaney prometeu a um grupo de crianças que incluiria a aldeia de Adlington em um futuro livro. Foi o que fez, e a alameda Babylon, ao lado da escola, é onde está situada a serralheria de Andrew, o irmão ficcional do Caça-Feitiço.

um lançamento







Música nos Parques leva shows ao São Lourenço

Neste final de semana, o Música nos Parques leva ao São Lourenço os shows de Janaina Fellini e do duo João Egashira e Julião Boêmio

Até 21 de março, o projeto Música nos Parques prevê a apresentação de espetáculos ao ar livre, que acontecem todos os finais de semana. Neste domingo (06), às 15h e às 17h, no Parque São Lourenço, as atrações são a cantora Janaina Fellini e Música de Ruiz, e o duo de chorinho formado por João Egashira (violão) e Julião Boêmio (cavaquinho). Na edição deste ano, o Música nos Parques conta com o patrocínio da OI.

Janaina Fellini faz o primeiro o show, às 15h, apresentando um repertório diferenciado, fruto de uma pesquisa que dá prioridade à música local. Neste processo, a cantora entrou em contato com os compositores Estrela Ruiz Leminski e Téo Ruiz, atuantes tanto na cena independente local quanto nacional. A voz da emergente Janaina, nas músicas poéticas de Estrela e Téo, é acompanhada pelos experientes instrumentistas Fred Teixeira, Denis Mariano, Erico Viensci e Du Gomide, que sempre participam de espetáculos em Curitiba.

Às 17h, João Egashira e Julião Boêmio entram no palco do São Lourenço levando ao público uma amostra do choro que é produzido em Curitiba. O duo apresenta músicas de autoria própria, mas também toca alguns choros de grandes nomes, como Pixinguinha, Waldir Azevedo e Jacob do Bandolim.

A dupla representa a geração que está preocupada em preservar esse gênero musical. Até o ano 2000, os grupos regionais dedicaram-se exclusivamente a interpretar choros de autores não paranaenses. A partir da última década, surgiu em Curitiba um grupo de compositores de choro, do qual o duo faz parte.

Serviço:

Música nos Parques

Data: 06 de dezembro de 2009 (domingo)

Às 15h – Janaina Fellini(interpretando canções do CD Música de Ruiz)

Às 17h – Duo de choro João Egashira (violão) e Julião Boêmio

(cavaquinho)

Local: Parque São Lourenço

Entrada franca

Brasilio Wille orienta iniciantes na fotografia digital

Atualmente quase todo mundo possui uma câmera digital. Mas é difícil encontrar quem realmente saiba utilizar com excelência os recursos disponíveis. Por isso o fotógrafo Brasilio Wille ministrará o curso de Câmera Digital e Seus Recursos, que é para quem possui uma câmera e deseja aprender a usar ajustes de cores, resolução, estudar e ver os pixels, configurações e modos, transferir para o computador, saber como escolher uma boa câmera que satisfaça as suas necessidades e muito mais.

• As inscrições já estão abertas, e as aulas serão nos dias 18, 19, 20 e 25 e 26 de janeiro de 2010.

• Serão 3h de aula por dia, das 17h às 20h

• O curso é teórico e prático.

• Ocorrerão no Solar do Rosário (Rua Duque de Caxias, 04 – Curitiba-PR) .

• O valor do curso é R$ 360 e pode ser pago em 2 parcelas de R$ 180 (com cheques pré-datados). Inscrições devem ser feitas pelo telefone (41) 3225-6232, ou através do e-mail info@solardorosario.com.br

Mosaico sonoro é destaque em show no Teatro do Paiol


Nesta terça-feira (8), às 20h, a cantora Cintia Graton e o violonista e compositor Thiago Amud interpretam um repertório desafiante.

O recital que a cantora Cintia Graton e o violonista e compositor Thiago Amud apresentam, às 20h desta terça-feira (8), no Teatro do Paiol, é, sob vários aspectos, desafiante. Além do desafio autoproposto pelos executantes, que decidiram ser absolutamente fiéis às complexidades intrínsecas ao repertório escolhido, há uma aposta na capacidade do público de acolher um material muitas vezes desconhecido, quando não totalmente inédito.

O cuidado com a escolha das peças a serem apresentadas nesta edição do programa Terça Brasileira no Paiol, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, pode ser verificada na abordagem pouco óbvia do vastíssimo cancioneiro brasileiro. Não se detendo em nenhum gênero específico, o mosaico sonoro proposto pelos músicos une frevos de Nelson Ferreira e Edu Lobo a sambas-canções de Radamés Gnattali e Paulinho da Viola, e mescla a sacralidade de temas de Tavinho Moura e Capiba à brejeirice de canções de Dorival Caymmi e João do Vale.

O trato às canções escolhidas busca revelar seus diferentes planos harmônicos, valendo-se de uma vasta gama de contrapontos e contracantos. Além disso, as presenças no repertório de uma longa suíte de Tom Jobim e de uma canção de Heitor Villa-Lobos podem contribuir para situar o trabalho no campo da “música de câmara”.

O encorpado timbre de mezzo-soprano de Cintia Graton acalentará também algumas das canções do próprio Thiago Amud: um fado e um réquiem que alargam ainda mais o âmbito poético do recital, ao lado de duas de suas parcerias com Guinga – uma toada e uma capoeira.

Por fim, é bom lembrar que, se o Brasil é a tônica do repertório, a presença de um velho sucesso do repertório da portuguesa Amália Rodrigues reafirma o elo com a terra-matriz de nosso lirismo. Apesar de trilharem vários caminhos, os músicos enxergam a unidade subjacente a eles, tratando cada canção como se fosse um canto de um mesmo poema lírico. Confiram a primeira edição do poema!

Serviço:

Terça Brasileira no Paiol com a cantora Cintia Graton e o violonista e compositor Thiago Amud

Data e horário: dia 8 de dezembro de 2009 (terça-feira), às 20h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 e R$ 5

A Obra de Ariana Franklin




Ariana Franklin é o pseudônimo de Diana Norman, uma jornalista inglesa que já escreveu biografias, assinadas com seu nome real, e outros livros de ficção, também sob pseudônimo. Nascida em Devon, ela abandonou a carreira em jornais, depois de casada, e foi morar no campo para criar suas filhas, estudar história medieval e se dedicar à literatura. Para escrever A mulher que desvendava a morte, ela passou 15 anos pesquisando a Inglaterra Medieval. Além deste livro, dela, a Rocco publicou também O labirinto da morte.



Ela se tornou um especialista no início da Idade Média, a sua justiça, seu clima, vestuário, alimentação, hábitos e crime. Na verdade, seu primeiro livro, que lidava com o advento da lei comum e do sistema de júri durante o reinado de Henry II, recebeu aplausos de professores universitários de história e ganhou um prêmio da BBC pela sua precisão e representação do século XII . A precisão é importante, Ariana acredita.

A MULHER QUE DESVENDAVA A MORTE
Uma investigação criminal na Inglaterra do
séc.XII

de Ariana Franklin

Páginas:416


Quatro crimes bárbaros

Um homicida incompreensível

E uma mulher capaz de revelar os segredos da morte

em plena Idade das Trevas

Quem não perde um episódio do seriado C.S.I. Las Vegas ou acompanha as aventuras de médicos-legistas convertidos em detetives de romances policiais vai se deliciar com A mulher que desvendava a morte, da inglesa Ariana Franklin. O romance traz como personagem principal uma legista, Adélia, encarregada de desvendar os tenebrosos assassinatos de quatro crianças em Cambridge. Porém, há um pequeno diferencial que torna o livro muito mais instigante do que qualquer série de televisão: a história se passa em plena Idade Média, na Inglaterra do século XII. Baseada em ampla pesquisa, a autora descobriu que a Escola de Medicina de Salerno, que, na época, pertencia ao reino da Sicília, realmente formava mulheres, e foi lá que recrutou sua protagonista.

A história começa quando a brutal morte de uma criança cristã, em Cambridge, e o desaparecimento de outras três provocam uma ira popular contra os judeus – ao contrário do que ocorria no resto da Europa, eles viviam em relativa tranqüilidade na Inglaterra – acusados de usar as crianças em rituais macabros.

A situação torna praticamente incontornável a demanda popular pela expulsão dos judeus da Inglaterra. O rei, no entanto, reluta em ceder aos apelos de seus súditos. Não por caridade ou humanismo, mas porque os judeus são sua principal fonte de arrecadação de impostos. Sua saída é mandar vir de Salerno um especialista na “arte da morte”, que possa descobrir o verdadeiro assassino. O que ninguém esperava era que O especialista fosse, na verdade, A especialista.

Como os protagonistas de C.S.I., a personagem de A mulher que desvendava a morte vai lançar mão das mais sofisticadas técnicas da medicina e análise forense de seu tempo, além de um indiscutível talento para a investigação, para descobrir a identidade do assassino antes que ele ataque novamente.

Ariana Franklin baseou-se em fatos reais para criar sua protagonista. Especialista em história medieval, ela descobriu que a Escola de Medicina de Salerno, o mais importante centro de pesquisa na área à época, autorizava a autópsia de cadáveres para estudo de anatomia e possuía várias mulheres entre os cientistas. Uma delas, conhecida apenas como Tórtula, e de quem se sabe somente que foi casada e mãe de dois filhos, deixou vários artigos que foram referência na área médica por mais de 500 anos. Seus textos acabam de ser traduzidos pela Universidade do Arizona e mostram que, em meio à caça às bruxas da Idade Média, era possível encontrar pesquisas científicas sobre o funcionamento do corpo humano.

Além de ser um romance policial instigante, A mulher que desvendava a morte tem, pelo menos, dois grandes méritos. O primeiro é agregar à trama os grandes debates da Idade Média: Cristandade x Islã, Cristãos x Judeus, Ciência x Superstição, Lei dos homens x Lei de Deus. O segundo é oferecer uma minuciosa reconstituição histórica da Inglaterra da Idade Média, que, diferentemente da idéia generalizada, viveu grandes rasgos de luzes da ciência em meio às trevas religiosas.

“Combinação perfeita de CSI com Canteburry Tales.”

Kirkus Review

“Um livro irresistível, único e vibrante.”

The New York Times

“Franklin misturou habilmente fatos históricos e ficção arrepiante.”

Publishers Weekly

“Espantoso… maravilhosamente urdido, com dezenas de reviravoltas… Um mistério histórico brilhantemente bem-sucedido tanto como ficção histórica quanto como thriller policial.”

The Washington Post



E AGORA

O LABIRINTO DA MORTE

de Ariana Franklin

Páginas:368

Quem não perde um episódio do seriado CSI Las Vegas ou acompanha as aventuras de médicos-legistas convertidos em detetives de romances policiais vai se deliciar com o novo romance da inglesa Ariana Franklin, autora de A mulher que desvendava a morte, também lançado no Brasil pela Rocco. Porém, há um pequeno diferencial que torna os livros da escritora britânica muito mais instigantes do que qualquer série de televisão: as histórias se passam em plena Idade Média, na Inglaterra do século XII. Baseada em ampla pesquisa, a autora descobriu que a Escola de Medicina de Salerno, que, na época, pertencia ao reino da Sicília, realmente formava mulheres, e foi lá que recrutou sua protagonista, Adélia Aguilar, envolvida numa nova série de crimes no lançamento O labirinto da morte.

Depois de solucionar o caso de quatro crianças mortas em Cambridge, a italiana Adélia é forçada pelo rei Henrique II a permanecer na Inglaterra. Expulsa da cidade pelos invejosos médicos locais, que não suportaram ver uma mulher com talento para a profissão, ela buscou refúgio na região pantanosa de Fens. Ao seu lado, os amigos Mansur e Gyltha, o cachorro Guardião e seu maior tesouro – a pequena Allie, fruto de seu romance com Rowley, nomeado bispo de St. Albans há pouco mais de um ano.

A vida parecia ter voltado aos eixos para Adélia quando Rowley rompe o silêncio entre os dois e manda buscá-la, sob as ordens do rei, para investigar uma tentativa de assassinato perto de Oxford. Em sua nova missão, a legista precisa descobrir o assassino de Rosamunda Clifford, a amante favorita do rei Henrique II. A presença de Adélia é exigida porque o desdobramento desse crime poderia resultar em uma nova guerra civil na Inglaterra. Afinal, como fizeram a rainha Matilda e o rei Estevão, muitos anos antes, Henrique II e sua mulher, Leonor, estão prestes a se enfrentar, já que a esposa traída é a principal suspeita do crime.

Relutante, Adélia concorda em acompanhar o bispo, desde que possa levar Mansur, Gyltha, Allie e Guardião. Mas quando a comitiva se aproxima do convento de Godstow, onde deveria descansar antes de seguir para a residência de Rosamunda Clifford, encontra uma surpresa: o corpo de um jovem, abandonado de forma a parecer morto por ladrões. A partir daí, Adélia é envolvida em uma rede de mistério e morte que desafia sua inteligência e pode colocar em risco sua vida e a de todos os que ela ama.

Intriga política, romances proibidos e assassinatos são os elementos de O labirinto da morte, que mistura personagens históricos e fictícios em uma narrativa repleta de surpresas que prende a atenção dos leitores da primeira à última página.


UM LANÇAMENTO


Para que trabalho você foi feito?

Para que trabalho você foi feito? Testes e dicas para escolher a profissão ideal

de Thierry M. Carabin



125 páginas

Para que trabalho você foi feito? ajuda o leitor a ser assertivo no momento de escolher a profissão

Para ser bem-sucedido profissionalmente, muitos fatores devem ser levados em consideração. Segundo o psicólogo Thierry M. Carabin, autor do lançamento Para que trabalho você foi feito? Testes e dicas para escolher a profissão ideal, o momento mais importante é a escolha assertiva da profissão: “É indispensável construir uma carreira que leve em conta suas aspirações e aptidões. Afinal, você provavelmente vai passar grande parte de seu dia trabalhando, e esse precioso tempo deve ser prazeroso e estimulante”.

Para que trabalho você foi feito? é um guia prático em que o leitor vai encontrar uma série de testes, que combinam questões sobre personalidade, conhecimentos gerais e habilidades. Com base nos resultados obtidos, ele poderá encontrar o caminho mais fácil para desenvolver seus talentos e evoluir na carreira que escolher.

A verdade é que não existe uma fórmula para escolher a profissão adequada, mas alguns pontos relevantes devem ser levados em consideração. Para o autor, as pessoas precisam conhecer profundamente a si mesmas, compreender suas forças e fraquezas. Dessa forma, terão mais possibilidade de acertar ao eleger uma profissão, potencializando as chances de sucesso de seu futuro profissional.

Este livro é uma ferramenta de reflexão. Além do conhecimento empírico, os testes vão ajudar o leitor a ser o mais assertivo possível. “Você se julga perseverante? O livro lhe mostrará se você é mais ou menos do que a média da população. Acredita ser um líder nato? Após o teste, ou você terá a confirmação ou descobrirá algumas lacunas nas técnicas de gerenciamento e organização que anda usando. Ele o fará desvendar, de modo objetivo, seus trunfos e seu temperamento”, explica o autor.

Para que trabalho você foi feito? é indicado para estudantes prestes a fazer o vestibular, para formandos que buscam colocação no mercado de trabalho ou para pessoas que já iniciaram a vida profissional, mas não estão satisfeitas com a carreira escolhida. Este guia vai ajudar o leitor a descobrir para que trabalho foi feito, além de dar dicas a respeito do que as empresas esperam de um profissional.


Sobre o autor

Thierry M. Carabin é especialista em psicologia do comportamento; prepara testes de recrutamento e avaliações de competências para empresas.

um lançamento




Prorrogadas as inscrições para a Oficina de Música

Ainda dá tempo de se inscrever para diversos cursos de um dos maiores eventos de música da América Latina.

As inscrições para a 28ª Oficina de Música, que inicia a programação cultural oficial de Curitiba de 2010, foram prorrogadas até 11 de dezembro. Depois desta data, os alunos interessados poderão participar fazendo a inscrição no início da Oficina, a partir de 11 de janeiro, em cursos cujas vagas ainda não tenham sido preenchidas. As inscrições podem ser feitas pelo site www.oficinademusica.org.br.

Ainda há vagas para os seguintes cursos, na área de música antiga: alaúde, teorba e guitarra barroca, cravo, dança barroca para músicos, flauta doce barroca, flauta doce para crianças e professores, traverso, viola da gamba, violino barroco e violoncelo barroco. Na área de música erudita: fagote, oboé, piano, prática de canto coral, prática de música elementar para professores, saxofone, trombone, trompa, tuba e viola. Na MPB: acordeon, baixo elétrico (iniciantes), bandolim, cantos e ritmos da Argentina, cavaquinho, clarinete, composição de música em canção brasileira, editoração musical, fandango, folclore argentino, oficina de percussão corporal, percussão, produção de áudio e música para mídias, teoria, prática e história da produção musical, trombone, trompete, viola caipira, violino popular e “América Latina - o mundo aqui ao lado”.

A 28ª Oficina de Música de Curitiba acontece de 10 a 31 de janeiro de 2010. Promovida pela Prefeitura e pela Fundação Cultural de Curitiba, a Oficina é um dos maiores eventos de música da América Latina, que reúne todos os anos em seus cursos mais de 1.500 participantes do Brasil e de outros países. Durante o evento, uma série de concertos toma conta da cidade. A próxima edição trará muitas atrações internacionais em suas duas fases – erudita e popular –, como o conjunto americano Fry Street Quartet e o Quarteto de Candombe, do Uruguai.

Serviço: 28ª Oficina de Música de Curitiba (de 10 a 31 de janeiro de 2010)

Inscrições para a 28ª Oficina de Música de Curitiba prorrogadas até

11 de dezembro de 2009, pelo site www.oficinademusica.org.br

Valores: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais

cursos distribuídos nas duas fases) e R$ 50 (minicursos).

Informações:

www.oficinademusica.org.br / oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br

Livro resgata trajetória de imigrantes espanhóis em BH


Manuel Diz Ramos, escritor espanhol nascido na Galícia, conta a história de imigrantes que buscavam boas condições de vida e ajudaram a construir a cidade

Na próxima quarta-feira, dia 9 de dezembro, será lançado o livro “Espanhóis em Belo Horizonte”, de autoria do espanhol Manuel Diz Ramos. A obra, que conta com apoio do Instituto Cervantes, é uma tentativa de registrar a história dos imigrantes espanhóis que chegaram à cidade entre a última década do século XIX e as primeiras décadas do século XX.

Nem todos os fatos históricos, sociais e culturais relacionados com os imigrantes foram registrados pelas autoridades brasileiras e espanholas da época. Tendo em vista que muitas histórias podem ter se perdido, Manuel Ramos busca resgatar a trajetória dos imigrantes, que buscavam não apenas realizar atividades para sua sobrevivência, mas também contribuir para o desenvolvimento da cidade que os recebeu.

O livro também relembra as primeiras famílias de espanhóis a residir na nova capital mineira. Esses grupos, em parte, foram as responsáveis por fundar, em fevereiro de 1911, uma das sociedades mais antigas em Minas Gerais: o Grêmio Espanhol de Socorros Mútuos e Instrução. Além disso, Manuel Ramos também ressalta a importância das instituições educacionais fundadas por ordens religiosas espanholas em Belo Horizonte.

Autor

Manuel Diz Ramos, a exemplo de muitos imigrantes que chegaram a Belo Horizonte na década de 40 e 50, sempre se interessou pelos problemas relativos à imigração dos espanhóis, buscando a preservação da cultura dos seus povoados de origem. Outro aspecto que o incentivou a produzir o livro é o fato de seus pais, avós e outros membros da família fazerem parte do fenômeno da diáspora emigratória espanhola.

Lançamento do livro “Espanhóis em Belo Horizonte”

Data: Dia 9 de dezembro, quarta-feira

Horário: 20h

Local: Instituto Cervantes - Praça Milton Campos, 16 – 2º andar, Serra

Informações: Secretaria do Instituto Cervantes, (31) 3789-1600.

Entrada franca

Lançamento ensina leitor a exercitar a mente

Lançamento da Verus Editora ensina leitor a exercitar a mente com atividades que estimulam a memória

Você tem boa memória?

Testes e exercícios para desenvolver a capacidade de memorização

de Sandrine Coussinoux, Dominique Imbert e Natacha Quintard


111 páginas

Cultivar uma boa memória é possível e depende de hábitos construtivos. Além disso, ter uma mente ativa pode manter o cérebro funcionando bem e por mais tempo. É o que garantem as autoras Sandrine Coussinoux, Dominique Imbert e Natacha Quintard no livro Você tem boa memória? Testes e exercícios para desenvolver a capacidade de memorização.

“Em um momento ou outro da vida, nos deparamos com os caprichos de nossa memória, tanto com a queda do desempenho intelectual quanto com esquecimentos constantes”, afirmam as autoras do lançamento da Verus Editora. O livro é um guia essencial para quem já teve um branco ao fazer uma prova, vive esquecendo onde deixou a chave do carro, ou nunca se lembra de pagar as contas no dia do vencimento.

Segundo o livro Você tem boa memória?, na maioria das vezes esses lapsos não são nada grave, e muitos fatores podem explicá-los, como cansaço, ansiedade, estresse, depressão, tédio, preguiça, desinteresse, maus hábitos de vida etc. Entretanto, quanto mais a idade avança, maior é a frequência desses lapsos. Estima-se que, a partir dos 75 anos, cerca de 50% dos idosos se queixam de problemas de memória.

Para preservar e cultivar o bom funcionamento do cérebro, a prática diária de exercícios físicos e mentais é de extrema importância. Os exercícios físicos oxigenam o cérebro e ajudam a ativar os mecanismos de retenção das informações. Já os mentais disciplinam a memória, prevenindo que seus mecanismos apresentem desgastes.

Você tem boa memória? é um manual para exercitar a memória, por meio do qual o leitor poderá avaliar como anda essa importante faculdade mental e treinar sua capacidade de memorização, mediante exercícios dinâmicos e divertidos. Visto que alguns aspectos psicológicos podem constituir obstáculos à memória, o livro propõe testes que vão contribuir com o processo de aprendizado: teste de memória, para verificar se o leitor tem tendência à depressão ou à ansiedade e teste de quociente mnésico.

Com os estímulos oferecidos neste livro, o leitor poderá atenuar e retardar os sintomas do declínio cognitivo e de memória. Além disso, voltar a ter boa memória significa melhorar todos os aspectos da vida, seja pessoal ou profissional. Com uma boa memória, o leitor poderá retomar a autoconfiança, ganhar tempo e ser mais eficiente.

As autoras

Sandrine Coussinoux, Dominique Imbert e Natacha Quintard são psicólogas clínicas no Hospital Sainte-Anne, em Paris, especializadas em avaliações psicológicas e cuidados psicoterápicos de adolescentes e adultos.

um lançamento


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Quatro ensaios à boca de cena


Quatro ensaios à boca de cena
para uma política teatral e da programação


Fernando Mora Ramos, Américo Rodrigues,

José Luís Ferreira, Manuel Portela

com prefácio de José Gil

21o páginas

O Teatro em Portugal está mais vivo que nunca e promove discussões cortando na própria carne as postas não digeridas por criticos empedernidos. Quisera que o teatro brasileiro assim também estivesse. (E.C.)

"Raramente, em Portugal, se escreveu uma obra como Quatro ensaios à boca de cena, sobre o teatro português. [...] logo de início o leitor recebe um choque – mas um choque que, longe de o deprimir, lhe insufla a força de acreditar nas possibilidades reais de mudança da produção teatral no nosso país. Neste sentido, o que impressiona realmente é a natureza do impulso crítico que anima os autores: não se trata de culpabilizar ou de responsabilizar, antes de tudo, instituições e pessoas mas, ao apontar falhas, de mostrar novos caminhos. Para tanto, é preciso conhecer os meandros mais imprevisíveis e microscópicos que impediram tal e tal experiência de avançar ou de conceber uma política global para o teatro em Portugal. Só quem é capaz de mapear todo esse universo de gestos, às vezes ínfimos, sabe como traçar um outro mapa – o das intensidades necessárias à transformação geral do pensamento e dos comportamentos exigidos para a criação de uma situação inteiramente nova. [...]

Acredito que este livro abrirá a oportunidade para um vasto debate, a nível nacional, sobre o presente e o futuro do teatro no nosso país. Em todo o caso, depois da sua leitura, não será mais possível acantonar a discussão em problemas limitados ou locais: Quatro ensaios à boca de cena mostra que, para esses problemas serem pensados, é necessário situá-los num plano mais vasto, não só num território material (nacional e internacional), mas num território mental - o da natureza e história do teatro e das exigências de um teatro contemporâneo à medida do nosso futuro enquanto colectividade que, através da sua língua e do seu desejo, tenta devir livremente “o que é”. Ouso esperar que, depois da sua recepção pública, nada será como dantes, no mundo do teatro."

José Gil, "Prefácio", in Quatro ensaios à boca de cena

Fernando Mora Ramos
Actor e encenador, inicia-se no TEUM (Teatro dos Estudantes Universitários de Moçambique) em 1972, frequentou o Conservatório Nacional (73/74). Tem um Masters 1 em Estudos Teatrais (Paris III – Sorbonne Nouvelle) e estagiou, como bolseiro da Fundação Gulbenkian, no Piccolo Teatro de Milão (1979/80). Fundou o Teatro da Rainha com o cenógrafo José Carlos Faria em 1985. Foi Director do Centro Regional das Artes do Espectáculo (Évora/Cendrev) e membro da 11ª Comissão para a Reforma do Ensino Artístico. Com Ricardo Pais criou o DRAMAT – Centro de Dramaturgias Contemporâneas, no TNSJ (2000). Foi Director de Programação de Coimbra 2003 – Capital Nacional da Cultura. Tem escrito sobre teatro e política cultural para o jornal Público e para a revista Finisterra.

Américo Rodrigues
É Director do Teatro Municipal da Guarda desde 2005. Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa pela Universidade da Beira Interior e Mestre em Ciências da Fala pela Universidade de Aveiro. Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (1979-1989) e posteriormente na Câmara Municipal da Guarda. Dirigiu vários festivais de música, teatro e performance. Tem ainda uma longa actividade artística como actor e encenador, sendo fundador do Teatro Aquilo e, mais recentemente, do Projéc~. É autor de várias obras de poesia, teatro e crónicas. Foi-lhe atribuído o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e o Prémio Nacional de Jornalismo Regional. O seu interesse actual, como criador, é a poesia sonora e a experimentação vocal.

José Luís Ferreira
Nasceu em 1967, em Coimbra, onde iniciou a sua actividade profissional, em 1991, como Director de Produção do Teatro Académico de Gil Vicente. Coordena, desde 1997, o Departamento de Relações Internacionais do Teatro Nacional São João. Participou na concepção e criação do Festival PoNTI (Porto. Natal. Teatro. Internacional.) e assumiu a sua Direcção Executiva desde a primeira edição, em 1997. Desde 2003, representa o TNSJ na União dos Teatros da Europa. Neste âmbito, participou nos trabalhos de elaboração da Carta Teatral Europeia – Manifesto de Salónica, de que é signatário. Organizou em 2007 o encontro ‘Teatro Europa’, colóquio internacional sobre a relação entre a criação teatral e o desenvolvimento de políticas públicas no domínio cultural.

Manuel Portela
Professor do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Foi Director do Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, entre 2005 e 2008. Publicou em 2003 O Comércio da Literatura: Mercado e Representação, um estudo sobre o mercado literário inglês no século XVIII. É autor de diversas traduções, incluindo Cantigas da Inocência e da Experiência, de William Blake (1994 e 2007), e A Vida e Opiniões de Tristram Shandy, de Laurence Sterne (2 vols, 1997-98), pela qual recebeu o Grande Prémio de Tradução. Nos últimos anos tem investigado a digitalização da literatura, tendo criado diversos programas de ensino no domínio das humanidades digitais. É autor do sítio DigLitWeb: Digital Literature Web (2005-2009).

Um lançamento da





Narrativas neo-realistas portuguesas


Várias narrativas neo-realistas portuguesas apresentam protagonistas infantis – assim os romances Esteiros (1941) de Soeiro Pereira Gomes, Fanga (1943) de Alves Redol, Vagão «J» (1946) de Vergílio Ferreira, alguns contos de Aldeia Nova (1942), O fogo e as cinzas (1951) – ambos de Manuel da Fonseca, Refúgio perdido (1950) de Soeiro Pereira Gomes, e Constantino (1962) de Alves Redol. Este último autor publicou também narrativas para crianças: em 1956, A vida mágica da Sementinha, texto imbuído de marcas neo-realistas, e, em finais dos anos 60, quatro contos incluídos na série A Flor (A Flor vai ver o Mar, A Flor vai pescar num bote, Uma Flor chamada Maria, Maria Flor abre o Livro das Surpresas), nos quais persistiam idênticas marcas. O presente ensaio tenta provar como estes volumes trouxeram um contributo maior quer à literatura portuguesa que tematizava a infância, quer à que lhe era destinada.

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Violante F. Magalhães faz parte dos órgãos sociais da Associação Portuguesa de Críticos Literários. Doutorada em Literatura Portuguesa, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, é membro do Centro de Estudos Comparatistas da mesma Faculdade. Lecciona Língua e Cultura Portuguesas, Literatura Infantil, Promoção e Mediação da Leitura, na Escola Superior de Educação João de Deus, em Lisboa.

Integrante do Los Hermanos participa de conferência em Curitiba sobre o futuro da música

O evento Música em Tempos de Internet traz a Curitiba o debate sobre o
atual panorama da música, em constante transformação sob influência da
internet e da tecnologia digital. Para esta reflexão foram convidados
diversos profissionais de renome que participam de maneira ativa dessa
discussão.

Após as conferências de Gisela Castro, Gustavo Anitelli e Marcelo
Branco, nesta sexta feira Bruno Medina, integrante do Los Hermanos,
apresentará a nova situação do mercado fonográfico, o papel do artista
no século 21 e contará um pouco da sua experiência com a banda Los
Hermanos.

Na segunda feira (dia 7/12) é a vez do jornalista Israel do Vale falar
dos festivais de música independentes, pequenas gravadoras, selos e
sua experiência como blogueiro e fundador da Motor Music.

As palestras acontecem no auditório da Uninter (Campus Divina
Providência), a partir das 20 horas, têm duração de 60 minutos e a
entrada é franca.
E na terça feira (dia 8/12) acontece o encerramento do evento com um
show de Rômulo Fróes (SP) no Wonka Bar.

Confira toda a programação do evento em
www.musicaemtemposdeinternet.com.br e saiba informações sobre as
palestras a Mostra de Clipes Independentes e o show de Rômulo Fróes no
Wonka Bar.

Palestra com Bruno Medina
Dia 4/12 – 20 horas
Auditório da Uninter (Divina Providência)
Entrada Franca
Uninter (Divina Providência) – Rua do Rosário n° 147 – Centro
Wonka Bar – Rua Trajano Reis n° 326 – Centro

Apoio:
Prefeitura de Curitiba
Fundação Cultural
Programa de Apoio e Incentivo à Cultura
Wonka Bar
Grupo Educacional Uninter

Comemorações natalinas nos Memoriais Ucraniano e Polonês


Auto de Natal, quermesse de produtos típicos das etnias, apresentações musicais e inauguração de monumento marcam o fim de semana.

Os Memoriais mantidos pela Prefeitura Municipal, que celebram a presença das etnias ucraniana e polonesa em Curitiba, sediam programação especial neste domingo (6). No Memorial da Imigração Polonesa – Bosque do Papa (Rua Mateus Leme), as atividades têm início às 11h e culminam com o Auto de Natal “Jaselka”. A Festa de São Nicolau, no Memorial Ucraniano (Parque Tingui), começa às 14h e conta com a chegada do Papai Noel, além da inauguração do Monumento de Holodomor, em homenagem às vítimas da fome na Ucrânia, em 1932.

Entre as atrações que o público encontrará no Memorial da Imigração Polonesa – Bosque do Papa estão o almoço e a quermesse de produtos típicos e o presépio com figuras em tamanho natural. Apresentações de corais e grupos folclóricos de dança e música integram a programação, bem como a mostra “Szopki”, que reúne uma centena de presépios poloneses feitos por artesãos, em forma de castelos da Cracóvia. As visitas aos presépios são gratuitas e podem ser feitas até o dia 6 de janeiro de 2010. A encenação do Auto de Natal “Jaselka” pelo grupo folclórico polonês Wisla acontece às 17h, com a participação do Coral João Paulo II.

O evento tem entrada franca e integra o calendário de festejos natalinos da cidade, numa promoção conjunta da Fundação Cultural de Curitiba, da Missão Católica Polonesa no Brasil e da Braspol – Representação Central da Comunidade Polonesa no Brasil. No domingo seguinte, dia 13 de dezembro, as atividades prosseguem com o “Natal das Etnias – Confraternização das Nações” que, a partir das 11h, proporcionará almoço polonês e quermesse de produtos típicos de diversas etnias, shows musicais e danças folclóricas, encerrando a programação de Natal do Bosque do Papa.

Festa e homenagem – No Memorial Ucraniano (Parque Tingui), a Festa de São Nicolau começa às 14h de domingo (6), com celebração religiosa e inauguração do Monumento do Holodomor, em homenagem às vítimas de um dos mais trágicos acontecimentos da história da Ucrânia: a fome artificial provocada pelo regime comunista, em 1932. Os sentimentos de fraternidade e esperança que caracterizam o Natal auxiliam na superação das tristes lembranças desse ato terrorista que tinha por objetivo a repressão política e atingiu mais de 40 milhões de pessoas por quase dois anos.

A partir das 15h, as atividades culturais tomam conta do Parque Tingui, com apresentação de corais e grupos folclóricos ucranianos, ao lado de grupo de banduristas. Considerada a voz da Ucrânia, a bandura surgiu no século XIV e é um instrumento que unifica os princípios acústicos do alaúde e da harpa. Oferecendo barracas de artesanato e culinária típica ucraniana, a festa encerra às 18h com a chegada de São Nicolau, que distribuirá balas e presentes às crianças.

São Nicolau é considerado um dos mais importantes santos do Cristianismo, por sua história de preocupação com os pobres. Conhecido em diversos países com os nomes de Micolai, Miklach, Iolupuki, Seint Nicolaus, Santa Klaus, Fader Krismas e Per Noel, deu origem à figura do Papai Noel. O santo é lembrado no dia 6 de dezembro e muitos países europeus, especialmente a Ucrânia, comemoram o Dia de São Nicolau e o consideram o verdadeiro Papai Noel.

Serviço:

Festividades natalinas

Local: Memorial da Imigração Polonesa – Bosque do Papa (Rua Mateus Leme)

Data: dia 6 de dezembro de 2009 (domingo), a partir das 11h

Comemorações natalinas: JASELKA (AUTO DE NATAL), promoção da Prefeitura Municipal, por meio da Fundação Cultural de Curitiba, em conjunto com a Missão Católica Polonesa no Brasil e Braspol – Representação Central da Comunidade Polonesa no Brasil

Programação:

– às 11h, início das atividades

– às 12h, almoço e abertura de quermesse com produtos típicos poloneses

– das 13h às 17h, apresentações de grupos folclóricos

– às 17h, encenação do Auto de Natal “Jaselka” pelo Grupo Folclórico Polonês do Paraná Wisla, com participação do Coral João Paulo II

– visitação ao presépio formado por figuras em tamanho natural e à mostra “Szopki”, que reúne uma centena de presépios poloneses feitos por artesãos, em forma de castelos da Cracóvia. Os presépios podem ser visitados até o dia 6 de janeiro de 2010

Entrada franca

Data: 13 de dezembro de 2009 (domingo), a partir das 11h

Comemorações natalinas: NATAL DAS ETNIAS – CONFRATERNIZAÇÃO DAS NAÇÕES, promoção da Prefeitura Municipal, por meio da Fundação Cultural de Curitiba, em conjunto com a Missão Católica Polonesa no Brasil e Braspol – Representação Central da Comunidade Polonesa no Brasil

Programação:

– às 11h, início das festividades

– às 12h, almoço e abertura de quermesse com produtos típicos de diversas etnias

– das 13h às 17h, apresentações de grupos folclóricos de diversas etnias

– visitação ao presépio formado por figuras em tamanho natural e à mostra “Szopki”, que reúne uma centena de presépios poloneses feitos por artesãos, em forma de castelos da Cracóvia. Os presépios podem ser visitados até o dia 6 de janeiro de 2010

Entrada franca

Festa de São Nicolau e inauguração do Monumento do Holodomor, promoção da Prefeitura Municipal, por meio da Fundação Cultural de Curitiba, em conjunto com o Consulado da Ucrânia e Sociedade dos Amigos da Cultura Ucraniana

Local: Memorial Ucraniano (Parque Tingui)

Data: 6 de dezembro de 2009, a partir das 14h

Programação:

– às 14h, celebração religiosa e inauguração do Monumento do Holodomor

– às 15h, início do funcionamento de barracas com artesanato e culinária típica ucraniana, bem como apresentações de corais e grupos folclóricos ucranianos, ao lado de grupo de banduristas

– às 18h, chegada de São Nicolau com distribuição de balas e presentes às crianças

Clarinetista italiano toca com Orquestra à Base de Sopro


Gabriele Mirabassi é o convidado que toca com a Orquestra à Base de Sopro nos dois espetáculos que acontecem no final de semana.

A Orquestra à Base de Sopro prepara-se para tocar com seu primeiro convidado internacional, um dos maiores expoentes do clarinete: o italiano Gabriele Mirabassi. Depois de encantar a todos com sua musicalidade na Oficina de Música em janeiro de 2009, ele volta ao Brasil para mostrar, juntamente com a orquestra, nos dias 5 e 6 de dezembro (sábado e domingo), no Teatro do MON (Museu Oscar Niemeyer), o seu lado criativo, com composições próprias e arranjos inéditos.

A formação musical de Gabriele Mirabassi, logo após diplomar-se no curso de clarinete, ficou voltada para a música contemporânea. Paralelamente, começou a trabalhar profissionalmente no ambiente jazzístico, atividade que a partir da gravação do disco “Coloriage” (1991), em duo com o acordeonista Richard Galliano, tornou-se cada vez mais consistente e exclusiva. Em 1996 venceu o Top Jazz na categoria “Melhor Novo Talento”. Em 2000, no Festival “Úmbria Jazz”, apresentou-se ao lado de Luciano Biondini, Michel Godard e Francesco D´Auria no projeto Lo Stortino, que recebeu muitas críticas positivas, tanto na Itália como no exterior.

Em primeiro de outubro de 2003, Mirabassi e o violonista, compositor e cantor brasileiro Guinga lançaram o primeiro CD em duo, “Graffiando vento”, apresentado, na ocasião, no Úmbria Jazz Summer 2004 e considerado pela crítica da Folha de S. Paulo como o “melhor disco de música instrumental brasileira do ano”. As colaborações são numerosas e heterogêneas no plano do estilo e da linguagem. Muitas são documentos discográficos (Rabih Abou Khalil, Mina, John Cage, Ivano Fossati, Battista Lena, Riccardo Zegna, Enrico Pieranunzi, Roberto Gatto, Cristina Zavalloni, Trio Madeira-Brasil, Instituzione Sinfônica Abruzzes, Marco Paolini, Mario Brunello, Orchestra d´Archi Italiana, apenas para citar algumas).

Com “Costruzione”, o clarinetista participa do espetáculo/concerto dedicado a Chico Buarque de Holanda. Em seu último trabalho, “Canto d’ebano”, utiliza o clarinete para fazer referência a esse tipo de madeira africana.

Orquestra À Base de Sopro - Criada por Roberto Gnattali, a orquestra, em 2007, lançou um CD com músicas de Waltel Branco e foi convidada a participar do 8° Festival de Música Instrumental de Tatuí. Atualmente é considerada um dos principais grupos de música instrumental brasileira do país. É composta por 17 músicos: 2 flautas transversais, 2 clarinetes, 1 clarone, 2 sax alto, 1 sax tenor, 2 trompetes, 2 trombones e uma base rítmico-harmônica (piano, guitarra, baixo, bateria e percussão). Desde 2002, tem a direção artística do clarinetista Sérgio Albach.

A Orquestra À Base de Sopro incentiva seus componentes a trabalhar nos arranjos, composições e improvisações, revelando seus talentos nos concertos “Nossos Compositores”, já na sua terceira edição, além de trabalhar com vários convidados, conhecendo outras estéticas da música brasileira. Já se apresentaram com a orquestra: Itiberê Zwarg, Proveta, Léa Freire, Roberto Sion, Toninho Ferragutti, Vittor Santos, André Mehmari, Mauro Senise, Laércio de Freitas, Teco Cardoso e Arrigo Barnabé, que escreveu uma obra exclusiva para o grupo: “A Metamorfose”. Em 2002, ganhou o prêmio Saul Trumpet como melhor grupo instrumental. Foi indicada para o Prêmio TIM na categoria revelação 2008 pelo CD “Mestre Waltel”.

Privilegiando a música brasileira, procura incluir em seu repertório o maior número possível de tendências e gêneros musicais brasileiros. O objetivo é fomentar o aperfeiçoamento dos músicos e a formação de platéia dentro da sua própria cultura.

Serviço: Orquestra à Base de Sopro recebe o clarinetista italiano Gabriele Mirabassi

Local: Teatro do MON - Museu Oscar Niemeyer-Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico

Data e horário: 5 e 6 de dezembro de 2009. Sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Ingressos – R$ 10 ou R$ 5 (1 kg de alimento não perecível. Promoção não cumulativa)

Informações: 3350 4441 / 4429