sexta-feira, 16 de abril de 2010

Sedução mortal de J. D. Robb

Sedução mortal (Série Mortal - Vol. 13)
de J. D. Robb


Coleção: Série Mortal
Páginas: 434


Neste mais recente caso, a tenente Eve Dallas está em busca de um Casanova cruel com um nefasto apetite para seduzir suas vítimas antes de assassiná-las.
Dante já cortejava sua presa pela internet havia várias semanas quando foi encontrá-la pessoalmente pela primeira vez. Alguns goles de vinho e algumas horas depois, a sua pobre acompanhante estava morta. A arma do crime: a dose de uma droga rara e indetectável, do tipo “boa-noite, Cinderela”, com assustador valor de mercado.

A tenente Dallas passa e repassa em pensamento todas as pistas que descobriu: luz de velas, música romântica e pétalas de rosas espalhadas sobre os lençóis. Um clima de encantamento montado para agradar o sedutor, e não a vítima. Na verdade, ele não pretendia matá-la. Agora, porém, só lhe restavam duas escolhas: fugir e se esconder ou sair novamente em campo para uma nova caçada.

um lançamento




Livro histórico sobre rendas e fiados do Nordeste


Programa Literato lança e debate livro histórico sobre rendas e fiados do Nordeste brasileiro

Obra é referência histórica que fomenta outras investigações sobre o importante trabalho das rendeiras nordestinas, possibilitando assim um grande resgate e maior difusão desta arte-produção

O livro "Rendas e Fiados do Nordeste Brasileiro (1760-1761)", editado e organizado pelos professores José Paulo Monteiro Soares e Cristina Ferrão, será lançado e debatido no programa Literato, a ser realizado no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - 2º andar - Centro - fone: (85) 3464.3108), na próxima terça-feira, 20, às 19 horas. Com entrada franca, o debate terá como figuras centrais os dois organizadores do livro, e mediação da professora da Universidade Estadual do Ceará, Sarah Diva Ipiranga.

Publicação em versão fac-similada do Códice de Rendas, atualmente depositado no Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), em Lisboa, Portugal, a obra contém a transcrição dos originais que documentam a prática introduzida pelas ordens religiosas, sobretudo pelos jesuítas no século XVIII, do ensino e da manufatura das rendas e fiados aos moços e moças, nas escolas das vilas de índios da Capitania de Pernambuco e suas anexas (Ceará e Rio Grande do Norte).

Trata-se de uma referência histórica que fomenta outras investigações sobre o importante trabalho das rendeiras nordestinas, possibilitando assim um grande resgate e maior difusão desta arte-produção. O livro tem prefácio assinado pelo presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Roberto Smith, prólogo escrito pela coordenadora técnica da Diretoria de Relações Internacionais do Ministério da Cultura do Brasil (MinC), Esther Caldas Bertoletti e introdução redigida por Ana Cannas, do Arquivo Histórico Ultramarino (AHU).

Currículo dos organizadores do livro

Os Editores e Organizadores José Paulo Monteiro Soares e Cristina Ferrão são de nacionalidade Luso-Brasileira, formados em Filosofia, Letras e Programação Visual.

Na mistura de todo esse aprendizado nasceu a editora Index, que é uma das pioneiras na produção de livros de arte e referência no mercado editorial brasileiro. Com 27 anos de atividades, seu alcance comercial já se estende ao exterior, por meio da distribuição de títulos na Europa e Estados Unidos.

Dentre 44 prêmios recebidos pelos autores e editores, destacam-se a medalha de bronze no International Book Design Exhibition (categoria editorial), em Leipzig, na Alemanha, um diploma de honra no mesmo evento e três Jabutis de melhor produção editorial.

O objetivo principal dos professores José Paulo Monteiro Soares e Cristina Ferrão é divulgar a cultura e a arte brasileira dentro do País e no exterior. Cerca de 30 lançamentos internacionais já foram realizados em países como Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos, Holanda, França e Portugal.

Criado em 1995, a Kapa Editorial é um selo dirigido pelos mesmos professores, criado com objetivo de produção de uma nova Brasiliana, composta de documentos inéditos. Em resultado desta iniciativa, surge a série intitulada Viagem ao Brasil, que destaca o trabalho dos pintores viajantes que vieram ao Brasil nos séculos XVII, XVIII e XIX.

Além desta coleção, os professores desenvolvem, através desse selo Kapa, uma linha de títulos dedicados à história das relações entre Brasil e Portugal. Entre outros livros, destacam-se Rendas e Fiados do Norte e Nordeste Brasileiro, e a coleção Memória Colonial do Ceará. Com esses dois selos editoriais, os professores já desenvolveram e realizaram cerca de 315 projetos editoriais.

Folha admite erro em declaração de Dilma Rousseff

A Folha de S. Paulo admitiu erro em transcrição de declaração dada pela pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. A matéria foi publicada no último domingo (11/04).

“Em parte dos exemplares, foi publicado erroneamente que a pré-candidata do PT à Presidência disse, em evento em São Bernardo no último sábado: "Eu não fugi da luta e não deixei o Brasil". A declaração correta, publicada na maior parte dos exemplares, é: "Eu nunca fugi da luta ou me submeti. E, sobretudo, nunca abandonei o barco", diz o jornal, na seção Erramos desta quinta-feira (15/04).

A Folha também publicou uma carta no Painel do Leitor. Nela, a assessoria de Dilma pede a correção, pois a “informação errada deu margem a uma interpretação maliciosa do discurso”.

O erro provocou uma série de críticas à pré-candidata, pois a declaração foi interpretada como um ataque aos exilados durante o regime militar.

A ex-ministra já havia reclamado do erro em seu perfil no Twitter. “São equívocos como esse que provocam falsas polêmicas”, escreveu a ex-ministra.

POR QUÊ? POR QUÊ? POR QUÊ? - LANÇAMENTO!



POR QUÊ? POR QUÊ? POR QUÊ?
Texto de Flávia Côrtes

Ilustrações de Sandra Ronca

4 cores . 32 páginas . 21 x 23 cm

1ª edição – 1ª impressão




Vai ter um dia que toda criança vai nascer sabendo que tem pergunta que não adianta fazer pra gente grande. Até lá, enquanto não se cansa de ficar sem receber resposta, teima, espera, sonha com muitos e muitos porquês. E olha que o porquê não é só um; são muitos, tem ainda o por que, o por quê e o porque. Este último parece mais esperto porque é o porquê que responde. Mas, quando a gente olha direito, saca o truque: tem resposta que não responde e esse porque nem sempre diz o porquê. Daí, coitada da criança... fica fazendo pergunta que gente grande já não faz mais, já desistiu de fazer. O livro da Flávia é a fala dessa criança. Que não se enche da vida, mesmo sem saber porquê.

UM LANÇAMENTO

Futuro da publicidade é virtual

Com Orkut, Facebook e Twitter, uso da Internet gera cada vez mais resultados

A IAB (Interactive Advertising Bureau) divulgou em fevereiro um estudo indicando uma expansão de 37% da Internet, em 2009, em relação ao ano anterior. Para 2010, a expectativa é que o uso da ferramenta entre os brasileiros salte da casa dos 67,5 milhões para 73,7 milhões, aquecida não só pela Copa do mundo e as Eleições, temas que prometem agitar o mercado - sobretudo o publicitário, como pela expansão dos brasileiros nas comunidades virtuais Orkut, Facebook e Twitter.

Segundo a diretora de Novos Negócios da Nação - Agência Interativa que há oito anos atua no mercado web -, Janine Medeiros, em se tratando de publicidade on-line, faro é fundamental para identificar oportunidades onde ninguém mais as enxerga por preconceito ou desconhecimento das ferramentas. “O caráter dinâmico da web e o surgimento de comunidades virtuais com Orkut, Facebook e Twitter ajudaram a diversificar um mercado saturado. Isso obrigou as agências a mudar sua visão de negócios para atender a um nicho desconhecido, mas riquíssimo do ponto de vista estratégico”, explica.

A Nação comemora esse espaço que a publicidade on-line vem conquistando. Entre suas ações na web, obteve destaque a campanha/conceito "você em frente e versos", criada para difundir a marca de cosméticos L’Ansellis, difundida principalmente via e-commerce. O ambiente clean e amigável da nova loja virtual deixaram a navegação do site mais agradável e intuitiva. Emails marketing e banners envolvendo o público ao conceito fizeram a visitação do site aumentar em cerca de 30%.

De olho no potencial das comunidades virtuais a agência também escolheu esse ambiente para trabalhar a marca. Em dois meses, o Twitter oficial da L’Ansellis atingiu 200 seguidores e o perfil criado no Orkut é responsável por uma parcela considerável dos acessos ao site. Como? A distribuição de amostras grátis como estratégia de marketing resultou em positivas resenhas espontâneas em 12 blogs de cosméticos e duas comunidades no Orkut, ambos demonstrando satisfação dos consumidores com a marca. “Agora, a agência entrou na segunda fase da campanha em que pretende atingir as redes sociais por completo porque não só acreditamos, mas colhemos resultado nas comunidades virtuais”, diz Janine.

Prazer em conhecer - A Nação Interativa é uma agência de publicidade e propaganda que há oito anos traz soluções inovadoras para o meio digital. A agência respira modernidade, identidade que procura imprimir em cada um de seus projetos por acreditar que um trabalho de impacto e excelência se faz com talento e ousadia. Conheça: www.nacaointerativa.com.br.

A convite das palavras

A convite das palavras - motivações para ler, escrever e criar

de Jorge Miguel Marinho


Projeto gráfico: Rex Design

228pp.


Livro convida os interessados na arte da palavra para um diálogo informal, inquietante e até poético sobre a Literatura

Novo título do premiado escritor Jorge Miguel Marinho, este lançamento traz um conjunto de artigos, ensaios e crônicas que pontua e revela a singularidade, as motivações e os atrativos do texto literário e da arte dos escritores, à luz do território da educação. Com experiência de professor de Língua Portuguesa e de Literatura Brasileira por mais de trinta anos nos ensinos fundamental, médio e superior e de autor de mais de trinta livros especialmente destinados a crianças e jovens, Jorge Miguel Marinho aproximou estes dois domínios e se revela neste estudo centrado nas práticas de leitura e produção de textos como um sensível cronista da Educação, apostando que a leitura, a escrita e a criação podem caminhar juntas e igualmente contribuir para que o discurso pedagógico e o ensino sejam mais lúdicos, num harmonioso casamento entre conhecimento e prazer.

A convite das palavras - motivações para ler, escrever e criar faz parte de uma série de livros da Editora Biruta, que tem como tema a educação e como maior preocupação a formação de leitores literários. Além deste lançamento, a editora já publicou desta série, Poesia na Escola - 12 receitas do professor Jeosafá, três volumes de Jeosafá Fernandes Gonçalves e A formação do leitor literário em casa e na escola, de Caio Riter. "Convidamos autores-professores que, por sua experiência de vida profissional, fossem capazes de pensar na formação do leitor literário e nos obstáculos que encontra o professor de ensino fundamental e médio para desenvolver uma programação diferenciada, tendo em vista a literatura como material privilegiado para dar mais "sentido" à vida e mais norte a Educação", comenta Eny Maia, diretora da Editora Biruta.

O AUTOR
Jorge Miguel Marinho
nasceu no Rio de Janeiro e foi morar em São Paulo. Fez Letras e Mestrado na USP, é professor de Literatura, coordenador de oficinas de criação literária, roteirista e ator. Escreve peças e adaptações para o Teatro, tem vários livros publicados e ganhou alguns prêmios. Pelo livro Na curva das emoções (Editora Melhoramentos) recebeu o Prêmio APCA. Por O cavaleiro da tristíssima figura (Editora Ática), o Prêmio Jabuti; e por Lis no peito (Editora Biruta) o Prêmio Jabuti de Melhor Livro Juvenil de 2006. Além do lançamento A convite das palavras - motivações para ler, escrever e criar e do premiado Lis no peito, Jorge Miguel já publicou pela Editora Biruta os livros, Adivinha o que tem dentro do ovo... , A visitação do amor, Na curva das emoções, A maldição do olhar, Uma história e mais outra e mais outra.

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Baía da Esperança de Jojo Moyes

Baía da Esperança
de Jojo Moyes


Páginas: 392

Quando Mike Dormer parte de Londres para uma pequena cidade litorânea da Austrália, a fim de impulsionar a construção de um resort de luxo, vislumbra apenas mais um contrato milionário que lhe permita subir outro degrau da escada empresarial. Mas o destino lhe reserva algo diferente. O novo romance de Jojo Moyes é uma proeza cativante, sensível e que toca fundo o coração. Um livro que transporta o leitor para um mundo que ele nunca mais esquecerá. The Peacock Emporium e The Ship of Brides (finalista do RNA de 2005) serão, em breve, lançados no Brasil.

Visite www.jojomoyes.com e conheça melhor essa cativante autora e sua obra.

A AUTORA
Jojo Moyes nasceu em 1969 na zona rural da Inglaterra, cercada por cavalos e outros animais. Mudou-se cedo para Londres e se formou em jornalismo, tornando-se correspondente de artes e mídia do Independent até 2001. Vive hoje em East Anglia com o marido e os três filhos. Da autora, a Bertrand Brasil já publicou o romance Em busca de abrigo, sua estréia na literatura, e A casa das marés.






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Linguagem visual da cultura árabe

Linguagem visual da cultura árabe, a caligrafia destaca-se como expressão artística das mais marcantes dos povos do Oriente Médio e Norte da África.

A Gibiteca de Curitiba, unidade da Prefeitura Municipal, promove o curso de Caligrafia Árabe, ministrado pelo artista plástico e calígrafo Moafak Dib Helaihel. As aulas acontecem de 27 de abril a 3 de agosto, sempre às terças-feiras, das 14h às 16h. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na própria Gibiteca, com informações pelo telefone (41) 3321-3250.

Voltado a artistas plásticos, designers e estudantes da área de artes visuais, além do público interessado na cultura árabe, o curso abordará o histórico da caligrafia árabe e do desenho, com técnica e execução de trabalhos no estilo rukaa. As aulas sobre a arte caligráfica, uma das características culturais mais marcantes dos povos do Oriente Médio e Norte da África, têm por objetivo ampliar o universo artístico e expressivo dos participantes, contribuindo para uma compreensão aprofundada de questões plástico-formais, em termos de utilização das linhas, cores e composição.

A iniciativa também evidencia a necessidade de se divulgar a cultura árabe nas artes plásticas. A colônia sírio-libanesa é uma das mais importantes e numerosas do país, contando cerca de 10 milhões de descendentes em todo o Brasil. Entretanto, o grande destaque conquistado pelos imigrantes libaneses na sociedade brasileira ainda não se fez acompanhar de uma significativa contribuição cultural na área das artes visuais. O brasileiro, e mais especificamente o paranaense, está bastante familiarizado com a cultura visual das tradições de diversas etnias, mas desconhece quase totalmente a linguagem visual da cultura árabe. Em termos da sua recepção pelo público, a visualidade árabe permanece no terreno do exótico ou do puramente artesanal.

Por tudo isso, o curso reveste-se de grande importância. Comandado por Moafak Dib Helaihel, imigrante sírio-libanês que atua na área da caligrafia árabe há vários anos, o curso evidência o caráter bastante específico da arte visual árabe, com a sua ausência de representações realistas e o destaque ao aspecto verbal e ornamental, mas que possui numerosos pontos de contato com as questões artísticas contemporâneas. Para além das questões pertinentes ao campo da arte, a divulgação da cultura visual árabe contribui também para a integração, por meio do conhecimento, entre os vários povos que compõem a população brasileira, bastante heterogênea.

Natural de Baalbek, no Líbano, onde se formou em História e Geografia pela Universidade de Beirute, o artista plástico e calígrafo Moafak Dib Helaihel está radicado em Curitiba há mais de 30 anos, e já participou de exposições no Brasil e em países como Arábia Saudita, Líbano, Síria e Kuait. O artista esteve recentemente no Centro de Caligrafia Árabe e Artes Ornamentais dos Emirados Árabes Unidos, para o aperfeiçoamento de técnicas. Na ocasião, manteve contato constante com alguns dos maiores nomes da caligrafia árabe contemporânea, como Farouk Haddad e Hassan Jaldi.



Serviço:

Inscrições abertas para o Curso de Caligrafia Árabe, com o artista plástico e calígrafo Moafak Dib Helaihel. As aulas acontecerão de 27 de abril a 3 de agosto, sempre às terças-feiras, das 14h às 16h, na Gibiteca de Curitiba.

Local para inscrições: Gibiteca de Curitiba (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro).

Horário de atendimento para as inscrições: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30; aos sábados, das 14h às 19h.

Investimento: R$ 220 à vista ou em dois pagamentos de R$ 110, com cheque pré-datado.

Informações: (41) 3321-3250

Inauguração da Estação da Leitura no Terminal do Pinheirinho



A Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba lançam nesta sexta-feira (16) um grande programa na área de literatura para incentivar o hábito da leitura na população. Entre as várias ações que integram o programa estão as Casas da Leitura, num total de 13, localizadas em vários bairros de Curitiba, e as Estações da Leitura, localizadas nos terminais de transporte coletivo.

Nesta sexta-feira serão inauguradas a Casa da Leitura Paulo Leminski e a Estação da Leitura do Terminal do Pinheiro. A Casa da Leitura, construída no lugar da antiga Biblioteca da CIC, é a terceira a ser implantada pela Fundação Cultural. A Estação da Leitura é uma novidade. A proposta é que os terminais tenham um ponto de atendimento para empréstimo de livros, a ser feito de forma gratuita e sem burocracia, garantindo acesso fácil dos usuários do transporte coletivo a obras de literatura. A primeira Estação da Leitura entrará em funcionamento no Terminal do Pinheirinho. O horário de funcionamento será de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 20h30, e sábados das 6h30 às 14h.

O prefeito Luciano Ducci e o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Paulino Viapiana, participam da inauguração da Casa da Leitura, que será marcada por performances literárias, declamação de poemas e contação de histórias. A filha do poeta, Áurea Leminski, participa da solenidade e também fará leitura de poemas.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Universidade Falada lançou mais 17 títulos



No dia 08 de abril na Livraria Cultura do Conjunto Nacional a Universidade Falada, editora focada no mercado de audiolivros lançou mais 17 títulos que agregaram-se ao seu acervo existente. Foram eles :

* O que é Marxismo, de Paulo Ghiraldelli
* Nietzsche Apaixonado, de Paulo Ghiraldelli
* Direito Condominial e de Vizinhanca , de Michel R. Wagner
* Contos Africanos, de Julio e Debora D'zambê
* Contos de Todo o Mundo, diversos autores
* Ciclo da Pretensão, de Kleber Mazziero * Astrologia Arcaica e a Alquimia do Homem - Paideia , Viktor Salis
* A Arte de Viver , Viktor Salis
* A Arte da Comunicação, Thais Alves
* Patativa do Assaré, o Poeta e o Jornalista , de Assis Ângelo
* Salmos de Davi, rei Davi,
* Utopia, de Thomas More
* O Principe, de Maquiavel
* Contos Fantásticos, de Julio Verne
* Contos de Sherlock Holmes,de Conan Doyle
* Fedon, de Platão
* O Banquete , de Platão

Com presença de mais de 200 convidados e entusiastas dos “audiobooks”, os autores presentes autografam seus títulos. Julio e Debora D’Zambê brindou os convidados com uma pequena audição ao violão e flauta. Na ocasião o Dr. Cláudio Wulkan, idealizador da Universidade Falada salientou para a imprensa presente o crescimento do segmento no mercado editorial brasileiro e explicou que como difusor de cultura busca ainda a ação social onde reverte 10% do seu faturamento para duas entidades filantrópicas, a Unibes (União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social) e o Ten Yad, instituição beneficente que atua no combate à fome e à miséria. www.tenyad.org.br .

A Empresa
Perto de completar quatro anos a Universidade Falada, editora focada no mercado de audiolivros, além de transpor clássicos da literatura nacional e universal para arquivos em áudio, CD e MP3, também produz conteúdo próprio. A Universidade Falada foi a primeira no mercado de audiolivros a oferecer a possibilidade de fazer o download das obras para MP3, por meio do seu portal na Internet , www.universidadefalada.com.br .

O objetivo do empreendimento, segundo seu idealizador, o médico dermatologista Dr. Cláudio Wulkan, é difundir cultura e conhecimento, distribuindo conteúdo em áudio com preços acessíveis e facilidade para a aquisição. “A idéia surgiu há oito anos, mas para colocá-la em prática havia duas condições importantes para conquistar consumidores: internet em banda larga com preços razoáveis e a popularização de aparelhos de MP3.”

As obras são produzidas pela Universidade Falada®, em estúdio próprio e com uma equipe de locutores, narradores e dubladores profissionais.

O Acervo
Uma grande diversidade de temas são oferecidos ao público – arte, filosofia, história, finanças, gastronomia, geopolítica, astronomia, esportes, música, religião e teatro, entre outros – de autoria de acadêmicos e especialistas nas diferentes áreas do conhecimento.

Entre os livros de autores brasileiros que já foram gravados em áudio estão: Triste fim de Policarpo Quaresma, de Visconde de Taunay; Iracema, de José de Alencar; Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida; A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo; Espumas Flutuantes, de Castro Alves e Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo. Entre os autores estrangeiros figuram nomes como: Dostoievski, Tolstoi, Kafka, Voltaire, Edgar Allan Poe e Oscar Wilde.


O que é o audiolivro
Audiobook, audiolivro ou livro falado é uma gravação dos conteúdos de um livro lidos em voz alta. Ele se apresenta em suportes diversificados, podendo ser encontrado desde a antiga fita K-7 e CD, além de outros formatos mais modernos como o MP3, o WMA, o Ogg, entre outros. Os audiolivros podem ser gratuitos ou pagos. As versões pagas contam com a vantagem de possuírem narradores profissionais contando a história, podendo haver ainda efeitos sonoros, que ajudam na interpretação do texto e evitam a perda da concentração.

Os gratuitos trazem uma grande variedade de obras para download, a maioria atualmente em domínio público ou outra licença pública livre disponível, narradas por voluntários ou profissionais.

“O audiolivro é ideal para pessoas que querem ler, porém, não possuem tempo para tal atividade, para deficientes visuais, para estudiosos que desejam otimizar seu tempo ocioso e para tipos de personalidades que sâo mais auditivas que visuais.”

O Mercado
O mercado norte-americano conta, em 2010, com mais de 50.000 títulos. Na Europa, os alemães são os maiores entusiastas e consumidores de audiolivros, principalmente em formato de rádio novelas.

“Atrás do Muro Havia Cinema” estreia na CAIXA Cultural Curitiba


Sem os Muros de Berlim e do silêncio, aparece o cinema da Alemanha Oriental

O Teatro da CAIXA apresenta a mostra “Atrás do Muro Havia Cinema”, de 20 a 25 de abril. O projeto retrata a vasta e pouco conhecida história do cinema na época da Guerra Fria, ligada à produtora estatal alemã Deustche Film AG - DEFA, responsável pela construção de grandes estúdios cinematográficos até hoje utilizados. Antes de cada sessão, a apresentação dos filmes será feita pelo alemão Ralf Schenk, historiador de cinema e membro do comitê de seleção internacional do Festival de Berlim.

O projeto apresenta 12 filmes produzidos entre os anos 1946 e 1990. As obras da produtora estatal alemã tratam da tensão do período pós-guerra e das ilusões perdidas da geração que vivenciou esses anos sombrios. Entre os filmes a serem exibidos encontra-se “Os assassinos estão entre nós”, primeiro filme alemão do pós-guerra com imagens nitidamente expressionistas, cujo projeto era se opor aos filmes de propaganda nazista feitos antes da derrota para os aliados. Também será projetado o último filme produzido pela DEFA, “Os arquitetos”, que trata da desilusão política de jovens ante as imposições do poder da época.



O Muro do silêncio

Tamanho o profissionalismo da DEFA, nos faz questionar porque as obras ficaram no limbo por tanto tempo. Por se tratar de produções de uma estatal, as obras eram suspeitas de serem desprovidas de autonomia em relação ao Estado, fato que as manteve ausentes do mercado internacional. A DEFA, no entanto, inspirou-se nas intenções democráticas e antifascistas para unir a produção cinematográfica do país dividido.

Em 1953 a produtora estatal se tornou a única companhia de cinema da RDA. A partir de 65, a intensificação da Guerra Fria e a crise econômica abriram espaço para que o partido único exercesse a censura de suas produções. Iniciou então a disputa entre burocratas e artistas, ou seja, entre diferentes concepções ideológicas e estéticas. As críticas acusavam semelhanças estéticas com o emergente cinema europeu da época, impregnado pelo típico individualismo ocidental, e por isso alguns filmes foram proibidos e só saíram das gavetas após a queda do regime.

Wolfgang Kolhaase, um dos principais roteiristas da DEFA, e um dos poucos que conseguiram um emprego estável no ocidente depois de 1990, relata que “dinheiro não era o principal objetivo e não tinha o mesmo significado que em Hollywoood. Fazíamos filmes como uma tentativa para definir uma sociedade em que a justiça e não o dinheiro fosse o valor principal. Houve problemas, como a censura. Mas qual o país que lhe dá dinheiro para fazer um filme e não impõe condições para a sua realização?”

Nos filmes da estatal encontramos imagens de uma juventude progressista antiimperialista, expressões de um tempo em que a igualdade era uma aspiração maior e, o coletivo, um dos protagonistas e não mero figurante silencioso e desprezado. Não falta emoção nessa janela aberta para um universo que se mantém até hoje praticamente desconhecido.

Deustche Film AG - DEFA


A DEFA foi criada em 1946 e extinta em 1992, três anos após a queda do Muro de Berlim. Produziu cerca de 7500 peças entre filmes, longa metragens, documentários e animações. Apesar da riqueza histórica e artística desta coleção, seus filmes ainda permanecem desconhecidos do público brasileiro.


A produtora possuía funcionários soviéticos voltados para a cultura em seu corpo funcional, que estimulavam a temática antifascista nas propagandas e filmes, para remover os ideais nazistas. Dona de todos os estúdios do país, a produtora marcou o cinema alemão com filmes do pós-modernismo e neo-realismo alemão.



A reunificação alemã, em 3 de outubro de 1990, deu vazão a um processo de privatização das estatais, caso dos estúdios da DEFA. Eles foram então vendidos e passaram a ser alugados, e não faziam mais parte de um projeto de cinema integrado. O cinema da época caracterizou a expressão das contradições de uma sociedade que se construía entre as atrocidades do nazismo, o final da Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, desembocando na divisão territorial e ideológica da Alemanha.

A mostra “Atrás do Muro Havia Cinema” pretende exibir alguns exemplares da diversificada produção da DEFA, um tesouro cinematográfico. O historiador Ralf Schenk apresentará os filmes em alemão, com tradução consecutiva para o português. Os filmes serão exibidos com legendas em português. Outras informações podem ser encontradas no site da CAIXA Cultural Curitiba, no endereço www.caixa.gov.br/caixacultural e no endereço da mostra www.imagemtempo.com.br/defa.

Programação



Terça-feira (20 de abril)



15h - Quem ama a terra (Wer die Erde liebt) - 1973, 69 min, pb e cor e Unidade SPD-KPD (Unidad SPD-KPD) - 1946, 20 min, pb

17h30 – Berlim – Esquina Schönhauser (Berlin – Ecke Schönhauser…) - 1957, 79 min, pb

20h - Os assassinos estão entre nós (Die Mörder sind unter uns) - 1946, 81 min, pb



Quarta-feira (21 de abril)



15h - Sete sardas (Sieben Sommersprossen) - 1978, 79 min, cor

17h30 - Eu tinha dezenove (Ich war neunzehn) - 1968, 115 min, pb e cor

20h - A apreensão (Die Beunruhigung) - 1981, 96 min, pb



Quinta-feira (22 de abril)



15h – Berlim – Esquina Schönhauser (Berlin – Ecke Schönhauser…) - 1957, 79 min, pb

17h30 - Sabine Kleist, 7 anos (Sabine Kleist, 7 Jahre) - 1982, 72 min, cor

20h - Os arquitetos (Die Architekten) - 1990, 102 min., cor



Sexta-feira (23 de abril)



15h - O terceiro (Der Dritte) - 1972, 107 min., cor

17h30 - O Muro (Die Mauer) - 1990, 96 min, cor e pb

20h - Rastro de pedras (Spur der Steine) - 1966, 129 min., pb



Sábado (24 de abril)



13h - Sete sardas (Sieben Sommersprossen) - 1978, 79 min, cor

15h - Sabine Kleist, 7 anos (Sabine Kleist, 7 Jahre) - 1982, 72 min, cor

17h30 - Rastro de pedras (Spur der Steine) - 1966, 129 min, pb

20h- Palestra com Ralf Schenk



Domingo (25 de abril)



13h - O terceiro (Der Dritte) - 1972, 107 min., cor

15h - Os assassinos estão entre nós (Die Mörder sind unter uns) - 1946, 81 min, pb

17h30 - Os arquitetos (Die Architekten) - 1990, 102 min., cor

20h - O Muro (Die Mauer) - 1990, 96 min, cor e pb



Sinopses



Os arquitetos (Die Architekten) - 1990, 102 min., cor - Direção: Peter Kahane - Os sonhos do arquiteto Daniel Brenner esbarram nas concepções e imposições da burocracia. Essa foi a última produção da DEFA e teve como tema principal as ilusões perdidas de uma geração.



Berlim – Esquina Schönhauser (Berlin – Ecke Schönhauser…) - 1957, 79 min., pb - Direção: Gerhard Klein - Um grupo de jovens em conflitos existenciais e com as normas de uma sociedade dividida aparece neste filme. É a busca pelo entendimento de jovens classificados pela coletividade socialista como “atípicos”: dançam em lugares públicos músicas ocidentais ouvidas em rádios portáteis, se vestem, usam penteados e gestos pautados pela estética “inimiga”.



O Terceiro (Der Dritte) - 1972, 107 min, cor - Direção: Egon Günther - Margitcria sozinha duas filhas de pais diferentes e deseja encontrar o “terceiro”, com quem possa ter um relacionamento estável. É surpreendente a representação da vida cristã na secularizada RDA.



Os assassinos estão entre nós (Die Mörder sind unter uns) - 1946, 81 min, pb - Direção: Wolfgang Staudte - É o primeiro a abordar a questão dos crimes cometidos durante a Segunda Guerra, buscando se opor aos filmes de propaganda nazista. Faz parte do projeto de reeducação do povo alemão para se libertar dos valores nazistas e enfrentar as questões do pós-guerra.



Rastro de pedras (Spur der Steine) - 1966, 129 min., pb - Direção: Frank Beyer - O filme se passa em um canteiro de obras em o chefe de equipe Balla e seus homens gozam de grande liberdade. Mas a engenheira Kati e o recém-empossado secretário do partido Horrath encontram conflitos, pois o equilíbrio precário entre a direção e os funcionários ameaça ruir.



Eu tinha 19 (Ich war neunzehn) - 1968, 115 min, pb e cor - Direção: Konrad Wolf - O filme levantya temas tabus para a RDA, como os ataques dos soldados soviéticos contra a população civil alemã. Pela primeira vez, os alemãos de 1945 não são mais divididos esquematicamente entre nazistas e resistentes.



A Apreensão (Die Beunruhigung) - 1981, 96 min, pb - Direção: Lothar Warneke - Inge Herold mora com o filho adolescente e trabalha como psicóloga. Descobre que tem um nódulo na mama e um longo flashback mostra como Inge vive o tempo que lhe resta antes da cirurgia.



Sabine Kleist, 7 anos (Sabine Kleist, 7 Jahre) - 1982, 72 min, cor - Direção: Helmut Dziuba - A pequena Sabine passou sua infância em um orfanato após a morte dos pais em um acidente de carro. Ela foge do orfanato e perambula sozinha pelas ruas de Berlim Oriental, antes de se apresentar a polícia e retornar ao “lar”.



Sete Sardas (Sieben Sommersprossen) - 1978, 79 min, cor - Direção: Herrmann Zschoche - Karoline e Robby se reencontram em uma colônia de férias. A vida da colônia obedece a uma organização rigorosa sob a vigilância de uma severa diretora. Um dos monitores estimula a encenação de Romeu e Julieta e Karoline e Robby se aproximam e a encenação dentro da encenação, possibilita múltiplos entrelaçamentos e conflitos.



Unidade SPD-KPD (Unidad SPD-KPD) - 1946, 20 min, pb - Direção: Kurt Maetzig - Primeiro documentário da DEFA relata os acontecimentos que levaram à fusão, acordada com os dirigentes de Moscou, do Partido Social-Democrata Alemão (SPD) e do Partido Comunista Alemão (KPD) para formar o Partido Socialista Unificado (SED).



Quem ama a terra (Wer die Erde liebt) - 1973, 69 min, pb e cor - Direção: Joachim Hellwig - Documentário sobre o encontro da juventude “progressista e antiimperialista” realizado pela RDA. Discursos, concertos de música, personagens como Arafat, Angela Davis, se sucedem ao longo do documentário.



O Muro (Die Mauer) -1990, 96 min, cor e pb - Direção: Jürgen Böttcher - O muro é um registro do desmantelamento da fronteira entre as duas Alemanhas em Berlim, marcando o fim da RDA e a vitória da Alemanha Ocidental. Imagens de época sobre o muro que se transforma, assim, em tela e símbolo da história da Guerra Fria.





Serviço: Cinema: Atrás do Muro Havia Cinema Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: de 20 a 25 de abril Horários: de terça a sexta 15h, 17h30 e 20h; sábado e domingo 13h, 15h, 17h30 e 20h Ingressos: Entrada franca - Os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada sessão Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Não recomendado para menores de 12 anos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

Exposição sobre o Neoconcretismo e a Nova Objetividade

Exposição sobre o Neoconcretismo e a Nova Objetividade Brasileira tem curadoria de Suely Rolnik

O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) abrirá no próximo sábado, 17, às 16h30, a exposição "Do objeto ao acontecimento", com curadoria da psicanalista e crítica de arte e de cultura Suely Rolnik. A exposição exibirá 17 filmes sobre o Neoconcretismo e a Nova Objetividade Brasileira.

Nos filmes, constam entrevistas em vídeo com duração variada, com Caetano Veloso, Ferreira Gullar, Jards Macalé, Paulo Herkenhoff, Ivanilda Santos Leme, entre outros. Gratuita ao público, a exposição ficará em cartaz no andar térreo do CCBNB-Fortaleza até o próximo dia 07 de maio (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; aos domingos, de 10h às 18h).

Programação especial comemora o mês da dança

Abril é o mês da dança. A Fundação Cultural de Curitiba preparou uma programação especial de espetáculos, instalações, debates e filmes sobre dança.

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Dança, 29 de abril, a Fundação Cultural de Curitiba e outras instituições ligadas à dança prepararam uma programação especial, envolvendo balés e espetáculos abertos ao público, instalações, exibição de filmes e bate-papos.

A Casa Hoffmann, durante dez dias, irá receber o espetáculo/evento/ocupação Simpatia Full Time. O trabalho, assinado pelas artistas Cândida Monte, Giorgia Conceição e Stéphany Mattanó é resultado de um processo iniciado no ano de 2007. Simpatia Full Time é um projeto de pesquisa e criação em dança contemporânea, que tem como tema geral e mote de ação as construções do feminino no imaginário midiático brasileiro.

O que o público poderá ver é um mosaico de ações que engloba desde noites de exibição de audiovisual, peças de dança, até instalações de vídeos e imagens. Vale ressaltar, porém, que toda essa programação é um espetáculo só. Segundo as artistas é “uma peça de dança contemporânea com duração de dez dias”. Ainda na Casa Hoffmann, a Obragem Cia de Dança, fará workshops abertos ao público.

Em comemoração ao mês da Dança, o Balé Teatro Guaíra apresenta o espetáculo “Lendas das Cataratas do Iguaçu e 2º Sopro”. A Associação dos Amigos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra programou atividades artísticas, espetáculos de dança e também faz o lançamento da campanha de arrecadação de roupas de dança e ginástica. No Guairinha vai haver a Mostra de Dança 2010 das Escolas de Danças do Teatro Guaíra.

Na Cinemateca serão exibidos filmes e vídeos de dança, entre eles “Um Olhar Sobre a Dança”, de Rocio Infante, e “Tangos”, de Fernando Solano. A primeira bailarina do Balé Guaíra e coordenadora de Dança da FCC, Eleonora Greca, participa de um bate-papo musical sobre a criação das músicas do balé "O Grande Circo Místico", no Conservatório de Música Popular Brasileira.

A Casa da Memória possui um acervo de referências sobre a dança na cidade de Curitiba. O acervo, que reúne livros, matérias jornalísticas, fotografias, entre outros materiais, está em caráter permanente disponível para consultas.

No Palacete Wolf, a Roda de Leitura sobre o poema de Jorge de Lima “A Túnica Inconsútil”, contará com a participação de Assionara Souza. A festa de homenagem ao Dia Internacional da Dança, no dia 1º de maio, será no Jonh Bull Music Hall .

O agendamento de palestras para instituições de ensino, escolas de dança, associações de bairro, grupos de 3ª idade, portadores de necessidades especiais e outros sobre “A Evolução da Dança”, com vídeos, fotos, figurinos e livros, pode ser feito com Eleonora Greca, em caráter gratuito.

Confira os dias e horários da programação no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br.



Programação para o mês da dança:



Casa Hoffmann

* De 15 a 24 abril - “Simpatia Full Time” - espetáculos abertos ao público
* De 26 a 30 de abril “Obragem Cia de Dança” - Workshops das 9h às 13h - abertos ao público

Endereço: Casa Hoffmann - Centro de Estudos do Movimento
Rua Claudino dos Santos, 58 - Largo da Ordem - São Francisco
Setor Histórico
(41) 3321-3228
danca@fcc.curitiba.pr.gov.br



Casa da Memória

* Acervo de material de dança na cidade de Curitiba em caráter permanente aberto ao público: livros, matérias jornalísticas, fotos e outros.

Endereço: Casa da Memória
Rua São Francisco, 319 - Centro
(41) 3321-3235 - (41) 3321-3337
abalaguer@fcc.curitiba.pr.gov.br



Balé Teatro Guaíra - Espetáculo “Lendas das Cataratas do Iguaçu e 2º Sopro”

* Dia 24 de abril - Balé Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná juntos no Guairão - 19h
R$5,00
* Dia 25 de abril - Teatro Para o Povo - Balé Teatro Guaíra – no Guairão -11h
Entrada franca.

Endereço: Centro Cultural Teatro Guaíra

Rua Amintas de Barros
Curitiba - PR, 80060-200
(41) 3315-0979

www.tguaira.pr.gov.br



ABABTG – Associação dos Amigos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra

* Dias 26 a 30 de abril às 19h - atividades artísticas ;
* Dias 26 a 30 de abril às 20h, e 1º e 2 de maio às 16h - espetáculos de dança;
* Lançamento da campanha de arrecadação de roupas de dança e ginástica.

Informações: ababtg@ababtg.org.br



Cinemateca - Exibições de Filmes e Vídeos de Dança

* Dia 27 – “Um Olhar Sobre a Dança”, de Rocio Infante
* Dia 28 – “Rumos Itaú Cultural” - Vídeos-Dança premiados de 2006-2007
* Dia 29 – “Tangos”, de Fernando Solano

Endereço: Cinemateca de Curitiba
Rua Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco
Programação: (41) 3321-3252 - (41) 3321-3270

sstecz@fcc.curitiba.pr.gov.br/mlau@fcc.curitiba.pr.gov.br



Escola de Danças do Teatro Guaíra - Mostra de Dança 2010 - Guairinha

* Dias 28 a 30 de abril
* Dias 01 a 02 de maio

Endereço: Escola de Dança Teatro Guaíra
(41) 3262-4146 Fax: (41) 3363-7746
escola@cctg.pr.gov.br



Conservatório de Música Popular Brasileira - Bate-papo musical sobre a criação das músicas do balé "O Grande Circo Místico"

* Dia 30 de abril, às 17h – conversa com Eleonora Greca – 1ª bailarina do Balé Guaíra e Coordenadora de Dança da FCC e apreciação de Tom Jobim ao piano executando Beatriz e dos arranjos originais de Chiquinho de Moraes

Endereço: Conservatório de Música Popular Brasileira
Rua Mateus Leme, 66 – Centro

(41) 3321-3314

sergioalbach@gmail.com



Palacete Wolf – Rodas de Leitura

* Dia 30 de abril das 9h às 11h30 com Assionara Souza sobre o poema de Jorge de Lima “A Túnica Inconsútil”

Endereço: Palacete Wolf
Praça Garibaldi, 7 - Centro
(41) 3321-3205 - (41) 3321-3208 / 3321-3220
mtietz@fcc.curitiba.pr.gov.br



Festa no John Bull Music Hall – “Homenagem ao Dia Internacional da Dança”

* 01 de maio (sábado), às 10h. A Sttoss e a Trilhas estão promovendo uma linda festa para todos os apaixonados por dança.

Ingressos antecipados: R$ 10,00

Ingressos no local: R$ 15,00

R. Engenheiros Rebouças

Mais informações: (41) 8898-6879



Agendamento de palestras sobre “A Evolução da Dança”

Eleonora Greca, primeira bailarina do Balé Teatro Guaíra e coordenadora de Dança da FCC se coloca à disposição para proferir palestras sobre a Evolução da Dança com vídeos, fotos, figurinos e livros, para instituições de ensino, escolas de dança, associações de bairros, grupos da 3ª idade, portadores de necessidades especiais e outros - em caráter gratuito

Agendamento: danca@fcc.curitiba.pr.gov.br, egreca@fcc.pr.gov.br

Editais abertos para projetos de música, teatro e patrimônio imaterial

A Fundação está com inscrições abertas, até 31 de maio, para a seleção de projetos nas áreas de música, teatro e patrimônio imaterial. São cinco editais do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba.

A Fundação Cultural de Curitiba está com inscrições abertas para a seleção de projetos por meio de cinco editais do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba. São eles: Formas Animadas – Temporada 2011, Difusão em Teatro, Novelas Curitibanas – Temporada 2011, Música no Teatro do Paiol e Identificação e Registro do Patrimônio Imaterial. As inscrições podem ser feitas até 31 de maio. Os editais com todas as informações sobre o procedimento de inscrição e seleção estão disponíveis no site da Fundação Cultural de Curitiba (www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br), no link “Lei/Editais – Lei de Incentivo”, no menu “Editais de inscrições”.

No edital Formas Animadas serão selecionados espetáculos infantis de bonecos para compor a agenda de apresentações em espaços da Fundação Cultural de Curitiba. Serão selecionados seis espetáculos, sendo que cada um deverá realizar 21 apresentações. O edital Difusão em Teatro garantirá recursos para a pós-produção de espetáculos teatrais adultos e infantis. Serão escolhidos sete espetáculos para exibição em espaços determinados pela Fundação Cultural, nas nove regionais da cidade. Cada um fará 18 apresentações.

Também serão selecionados, por meio de edital do Fundo, seis grupos teatrais para integrar a programação do Teatro Novelas Curitibanas, em 2011. Cada grupo deverá cumprir uma temporada de dois meses. Na área de música, a opção fica por conta do edital Música no Teatro do Paiol. O edital contempla nove artistas ou grupos musicais que queiram se apresentar no Paiol, em 2011.

O edital Identificação e Registro do Patrimônio Imaterial concederá apoio financeiro para a produção de projetos de pesquisa voltados a identificar, registrar e divulgar os bens culturais de natureza imaterial, em quatro diferentes categorias: saberes ou modos de fazer, celebrações, formas de expressão e lugares. Não há um número definido de projetos a serem selecionados, pois serão escolhidas propostas até o esgotamento do recurso disponibilizado (R$ 90 mil). Todos os editais preveem uma contrapartida social, em que os artistas e os grupos contemplados se comprometem a realizar apresentações ou oficinas gratuitas para a comunidade.



Serviço:

Editais do Fundo Municipal da Cultura – Inscrições até 31 de maio de 2010.

Formas Animadas – Temporada 2011

Difusão em Teatro

Novelas Curitibanas – Temporada 2011

Música no Teatro do Paiol

Identificação e Registro do Patrimônio Imaterial

Informações no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br, link “Lei de Incentivo”, menu “Editais de Inscrições”

Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail paic.atendimento@fcc.curitiba.pr.gov.br .

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

PROGRAMAÇÃO

De 16 a 22 de abril de 2010



CINEMATECA - Sala Groff - Rua Carlos Cavalcanti, nº 1174 - fone (41) 3321-3252 (diariamente das 09h às 12h e das 13h30 às 22h30 – sábados e domingos das 14h30 às 22h30) www.fccdigital.com.br


SE NADA MAIS DER CERTO (BR/2009 – 35mm – 120’) Direção de José Eduardo Belmont. Com João Miguel, Cauã Reymond, Caroline Abras.

Léo é um jornalista que cobre eventos para jornais de fora de São Paulo, cidade em que vive. Ele está com sérios problemas financeiros, piorados devido ao atraso com que são pagos os trabalhos que realiza. Ângela divide o apartamento com Léo e tem um filho de 6 anos, que é praticamente criado por sua empregada. Depressiva, ela fica boa parte do dia na cama e à noite sai em busca de diversão. Em uma noite Léo resolve gastar o pouco dinheiro que tem e, por acaso, encontra Ângela. Ela o apresenta a Marcin, que se veste como homem mas possui trejeitos de mulher. Logo ficam amigos e decidem beber, tendo ainda a companhia de Wilson, um taxista que acredita precisar de um psiquiatra. Aos poucos surge entre eles um forte laço afetivo, aumentado ainda mais quando decidem aplicar um golpe. Classificação 16 anos

Sessões às 15h45, 18h e 20h15

Ingresso pago: R$5,00 (inteira)

R$2,50 (meia)

R$1,00 ( aos domingos)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Orquestra À Base de Corda em espetáculo no Teatro do Paiol



Grupo curitibano mostra composições próprias e arranjos especiais no show “Nosso Som”, que tem sessões na sexta-feira e no sábado (16 e 17), às 20h.


O destaque musical do fim de semana fica por conta da Orquestra À Base de Corda, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, que se apresenta no Teatro do Paiol, às 20h de sexta-feira e sábado (16 e 17). No espetáculo “Nosso Som”, a orquestra mostra seu potencial criativo por meio de peças compostas por seus integrantes, além de arranjos elaborados especialmente para o show. As apresentações integram a temporada 2010, patrocinada pelo Ourocard Banco do Brasil, numa parceria que demonstra a credibilidade conquistada pelo grupo no cenário cultural nacional.

Criada por Roberto Gnattali, em 1998, a Orquestra À Base de Corda dedica-se à pesquisa e à divulgação da música brasileira. A formação instrumental ímpar – com violino, bandolim, cavaquinho, viola caipira, violão, violão 7 cordas, piano e percussão – confere ao grupo sonoridade bastante particular. O repertório da orquestra procura abranger diversos períodos da história da música brasileira e inclui composições de seus integrantes.

Os arranjos musicais também são destaques do grupo, especialmente elaborados por músicos da orquestra e por nomes como Paulo Bellinati, Maurício Carrilho, Leandro Braga, Dante Ozzetti, Jayme Vignoli, Mario Manga, André Abujamra, Paulo Aragão, Josimar Carneiro. A orquestra já teve como convidados Mônica Salmaso, Roberto Corrêa, Ceumar, Pedro Amorim, Dominguinhos, Joel Nascimento, Andrea Ernest Dias, Caíto Marcondes, Maurício Carrilho, Zé Renato e Ná Ozzetti.

Desde 2001, a Orquestra À Base de Corda conta com a direção musical do violonista e bandolinista João Egashira. Em 2008, a Orquestra lançou seu primeiro CD, intitulado Antiqüera, ao lado do violeiro Roberto Corrêa, tendo sido indicado para o Prêmio Rival. Em 2009, igualmente ao lado de Roberto Corrêa, participou da gravação do programa “Instrumental SESC Brasil”, em São Paulo.



Serviço: Apresentações da Orquestra À Base de Corda, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, dentro da temporada patrocinada pelo Ourocard Banco do Brasil. Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Datas e horário: 16 e 17 de abril de 2010 (sexta e sábado), às 20h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 Informações: (41) 3213-1340 Ficha Técnica: Direção artística: João Egashira Assistente de direção: André Prodóssimo Formação: violão de 7 cordas – André Prodóssimo, piano – Beth Fadel, bandolim – Rodrigo Simões, violino – Helena Bel, violão – Hestevan Prado, violão – João Egashira, cavaquinho – Julião Boêmio, viola caipira – Junior Bier, percussão – Luis Rolim

Diego Hypolito comemora grandes resultados no início de 2010

LEIA EM
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Correção da programação para as leituras

Informamos a alteração da programação para as leituras do projeto XX Narrativas do Século XX, que acontecem no Teatro da CAIXA no dia 14 de abril. Os textos são “Contos”, da inglesa Virginia Woolf, e “Guerra do Tempo”, do cubano Alejo Carpentier. O som que acompanha é o de Cláudio Menandro, com mediação de Sandra Stroparo e direção de Sílvia Monteiro, que fará a leitura na companhia de Luis Carlos Pazello.



Virginia Woolf nasceu em Londres, em 1882. Funda a editora Hogarth Press, em 1912, com o marido Leonard Woolf. A editora que revelou escritores como Katherine Mansfield e T.S. Eliot. Virginia frequentou o círculo de intelectuais Bloomsbury. A escritora sempre foi uma grande entusiasta da literatura. Dentre suas obras estão “The Voyage Out” (1915), “Mrs. Dalloway” (1925), “Rumo ao Farol” (1927), “As Ondas” (1931) e “Entre os Atos”.



O cubano Alejo Carpentier, nascido em 1904, fez seus primeiros estudos em com os colegas Jorge Ichazo, Juan Marinello e Jorge Martach e os secundários na França. Mestre de um estilo barroco com estruturas narrativas complexas, deixou obras como “La Música en Cuba” (1946), “El Reino de Este Mundo” (1949), “Los Pasos Perdidos” (1953), “Guerra del Tiempo” (1958), “El Recurso del Método” (1974), “Concierto Barroco” (1974), “La Consagración de la Primavera” (1978) e “El Arpa y la Sombra” (1979).





Projeto XX Narrativas do Século XX – Textos de Virginia Woolf e Alejo Carpentier

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Data: 14 de abril

Horários: quarta 20h

Ingressos: 01 (um) livro não didático

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Programa da Prefeitura incentiva o hábito da leitura entre os curitibanos

Os terminais de ônibus vão ter Estações da Leitura para empréstimo de livros aos usuários do transporte coletivo. Essa é uma das ações do programa Curitiba Lê, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba.


A Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba lançam na próxima sexta-feira (16) um grande programa na área de literatura para incentivar o hábito da leitura na população. O programa Curitiba Lê engloba um conjunto de ações de fomento, difusão e formação que visam aumentar quantitativa e qualitativamente os índices de leitura entre crianças, jovens e adultos. Dois eventos marcam o lançamento – a abertura da Casa da Leitura Paulo Leminski, na CIC, às 10h, e a inauguração da primeira Estação da Leitura no Terminal do Pinheirinho, às 12h.

O prefeito Luciano Ducci e o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Paulino Viapiana, participam da inauguração da Casa da Leitura, que será marcada por performances literárias, declamação de poemas de Paulo Leminski por uma aluna do Colégio Estadual Professor Brasílio Vicente de Castro e contação de histórias pelo educador Lucas Buschle. A filha do poeta, Áurea Leminski, participa da solenidade e também fará leitura de poemas. Viapiana abrirá, em seguida, a Estação da Leitura no Terminal do Pinheirinho. Na ocasião, atores vestidos de personagens literários vão interagir com o público.

“Os índices de leitura no Brasil são baixos. Com o Curitiba Lê queremos contribuir para reverter essa situação, eliminando barreiras e deixando o livro mais perto dos leitores”, diz o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Paulino Viapiana. Além da criação de novos espaços, o Curitiba Lê engloba outras atividades de incentivo ao hábito de ler, como as oficinas literárias e os ciclos de leitura. “Essas atividades procuram orientar o leitor, incentivar o gosto pelos livros e mostrar a literatura como fonte de lazer e reflexão”, afirma Viapiana.

O lançamento do Curitiba Lê é acompanhado da ampliação do acervo de obras disponíveis em todas as unidades. A lista de livros adquiridos foi avaliada e validada por uma comissão formada pelos escritores e críticos literários Paulo Venturelli, Rogério Pereira, José Castello, Affonso Romano de Sant’Anna, Jason Prado e Eliana Yunes.

Empréstimo gratuito e sem burocracia - A rede de 13 Casas da Leitura localizadas em diversos bairros de Curitiba, mais as Estações de Leitura que serão implantadas nos terminais de ônibus estão entre as principais ações do Curitiba Lê. A Casa da Leitura Paulo Leminski, na CIC, é a terceira a ser aberta, mas todas as outras bibliotecas mantidas pela Fundação Cultural de Curitiba também ampliaram seus acervos, receberam melhorias físicas e estão sendo transformadas em Casas da Leitura. As primeiras inauguradas foram a Casa da Leitura Manoel Carlos Karam, no Parque Barigüi, e a Casa da Leitura Augusto Stresser, no Parque São Lourenço.

A implantação da Estação da Leitura nos terminais de ônibus é uma iniciativa inédita. Elas funcionam como postos de atendimento para empréstimo de livros, o que será feito de forma bastante simples, gratuitamente e sem burocracia. Para emprestar um livro, basta apresentar um documento de identificação e informar, sem comprovação, o endereço. O sistema não utilizará carteiras de usuários. O procedimento de devolução também é simplificado. O livro poderá ser devolvido em qualquer uma das Estações ou Casas da Leitura.

A primeira Estação da Leitura a entrar em funcionamento é a do Terminal do Pinheirinho. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 20h30, e sábados das 6h30 às 14h. A Estação terá dois terminais de computadores disponíveis ao público para consulta do acervo local e de acervos localizados em outras unidades da Fundação Cultural.

Fazem parte ainda do programa Curitiba Lê todas as ações que a Fundação Cultural já desenvolve no campo da literatura. Entre elas estão os ciclos de leitura, que se propõem a estudar a obra de determinados autores, além de cursos e oficinas literárias. A Fundação Cultural também promove em seus espaços rodas de leitura e sessões de contação de histórias. As Casas da Leitura têm a proposta de funcionar como um centro de estudos e pesquisas voltado à leitura, não só do ponto de vista da promoção do hábito de ler como das discussões teóricas sobre os mecanismos e as formas de incentivo. Nesse sentido, elas também são palco de cursos, seminários e conferências voltados a agentes multiplicadores e incentivadores, como é o caso dos professores da rede municipal de ensino, contadores de histórias, arte educadores e voluntários.



Casas da Leitura – endereços e horário de funcionamento:



Casa da Leitura Augusto Stresser

Centro de Criatividade de Curitiba – Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço – Fone: 3254-6802

Segunda a sexta-feira, das 9h30 às 11h30 e das 13h às 17h. Domingos, das 10h às 17h30.



Casa da Leitura Manoel Carlos Karam

Rua Batista Ganz, 453 – Parque Barigüi – Fone: 3240-1101

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30. Domingos, das 10h às 17h30.



Casa da Leitura Paulo Leminski

Rua Padre Gaston, s/n° - Cidade Industrial – Fone: 3212-1402

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.



Casa da Leitura Jamil Snege

Terminal da Fazendinha – Rua Carlos Klentz, s/nº - Fazendinha – Fone: 3350-3973

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h



Casa da Leitura Maria Nicolas

Terminal de Santa Felicidade – Rua Santa Bertila Boscardim, 213 – Santa Felicidade – Fone: 3374-5017

Segunda a sexta-feira, das 9h as 12h e das 14h às 18h



Casa da Leitura Walmor Marcelino

Rua Lupianópolis, 12 – Vila Tecnológica – Bairro Novo – Fone: 3298-6319

Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h



Casa da Leitura Wilson Martins

Terminal do Carmo – R. Marechal Floriano Peixoto, s/nº - Boqueirão – Fone: 3313-5512

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h



Casa da Leitura Osman Lins

Terminal do Pinheirinho – Av. Winston Churchil, s/nº - Fone: 3212-1514

Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h



Casa da Leitura Franco Giglio

Rua Jerônimo Durski, 1039 – Bigorrilho – Fone: 3240-1102

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h



Casa da Leitura Hilda Hilst

Rua Rodolfo Senff, 223 – Jardim das Américas – Fone: 3361-2303

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h



Casa da Leitura Miguel de Cervantes

Praça Espanha – Rua Carlos de Carvalho, s/nº - Batel – Fone: 3321-2821

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h. Sábado, das 10h às 18h.



Casa da Leitura Nair de Macedo

Rua da Capitania, 57 - Guabirotuba – Fone: 3296-3312

Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.



Casa da Leitura Dario Vellozo

Praça Garibaldi, 7 – Centro – Fone: 3321-3268

Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h



Estação da Leitura Pinheirinho

Terminal do Pinheirinho

Segunda a sexta-feira, das 6h30 às 20h30, sábados das 6h30 às 14h

"Sentimentos Profundos"


A editora Edita-Me e a autora Susana Custódio, têm o prazer de convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro


"Sentimentos Profundos"


que decorrerá no dia 17/Abr/2010 pelas 19h30 no Palácio das Galveias.
(Biblioteca Municipal Central Palácio Galveias, Campo Pequeno, 1049-046 Lisboa)

Um evento que contará com a participação musical ao piano de Pedro Lopes Alteração da programação XX Narrativas do Século XX

Ciclo de Debates na Cinemateca

Ciclo de Debates na Cinemateca com estreia de BR3, de Evaldo Mocarzel

A estreia curitibana do filme BR3, de Evaldo Mocarzel, baseado numa peça montada dentro de um barco no Rio Tietê, será o ponto de partida para o debate que acontece na quarta-feira (14), às19h30min, na Cinemateca de Curitiba, e tem como tema a união entre cinema e teatro. Os presentes poderão, após a exibição, participar de uma conversa com os cineastas Evaldo Mocarzel, diretor do filme, o paranaense Murilo Hauser, que integra a Sutil Companhia de Teatro e o Coordenador de Teatro da Fundação Cultural de Curitiba, Clovis Severo.

O encontro é o primeiro do Ciclo de Debates que será promovido pela Cinemateca ao longo do ano. O objetivo é estimular a discussão da produção audiovisual brasileira, incentivando a reflexão crítica entre os amantes de cinema, produtores e frequentadores da Cinemateca.

O documentário BR3, sobre a peça do Teatro Vertigem de São Paulo, realizado em 2009, integra um díptico cinematográfico (dois filmes que formam o mesmo projeto). Mocarzel registrou o processo de criação do grupo teatral no documentário que será exibido no dia 14 de abril. O segundo filme é uma ficção com a encenação do Teatro Vertigem no Rio Tietê da peça homônima de Bernardo Carvalho, que será exibido pela Cinemateca no dia 15 de abril em sessões às 16h e às 20h.

Em 2006 o Grupo Vertigem propôs ao público uma experiência cênica radical - uma peça realizada dentro do Rio Tiête, em São Paulo, durante dois meses e meio. A peça BR3, de Bernardo Carvalho, montada por Antônio Araújo, discute a ideia da instabilidade de todas as coisas: da sociedade, dos credos, dos grandes projetos da nacionalidade e é, portanto, uma exigência de ordem estética a errância das suas personagens e dos lugares ficcionais. Por isso, as cenas flutuam em um barco ou estão dispostas ao longo das margens.



Serviço:



Abertura do Ciclo de Debates na Cinemateca

Documentário BR3 de Evaldo Mocarzel

Data e horário: 14 de abril, às 19h30

Local: Cinemateca

Ingresso: Gratuito



Filme BR3

Data e horário: 15 de abril, às 16h e às 20h

Local: Cinemateca

Ingresso: Gratuito

Exposição sobre a artista Lygia Clark

Exposição sobre a artista Lygia Clark no Centro Cultural BNB-Fortaleza tem curadoria de Suely Rolnik

O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) abrirá no próximo sábado, 17, às 16h30, a exposição "Lygia Clark, do objeto ao acontecimento", com curadoria da psicanalista e crítica de arte e de cultura Suely Rolnik.

A exposição, que exibirá 17 filmes sobre a obra e a vida de Lygia Clark, constituiu o nervo central de uma mostra sobre as experiências da artista, da qual Suely Rolnik foi cocuradora, juntamente com Corinne Diserens, no Museu de Belas Artes de Nantes, França (2009) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2006). Diferentes seleções de filmes deste arquivo vêm sendo objeto de exposição em vários países.

Nos filmes, constam entrevistas em vídeo com duração variada, com Caetano Veloso, Ferreira Gullar, Jards Macalé, Paulo Herkenhoff, Ivanilda Santos Leme, entre outros. Gratuita ao público, a exposição ficará em cartaz no andar térreo do CCBNB-Fortaleza até o próximo dia 07 de maio (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; aos domingos, de 10h às 18h).

Exposição


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Espetáculo no Teatro do Paiol homenageia Osiel Fonseca


Músico paranaense falecido no ano passado recebe homenagem de mais de 40 artistas, que interpretam em vários estilos a sua vasta produção musical.

Uma celebração musical com destacados instrumentistas e cantores de Curitiba é a proposta do espetáculo “Baía de Antonina”, em cartaz no Teatro do Paiol, às 20h30 de quarta e quinta-feira (14 e 15). O show conta com a participação de 44 artistas que irão interpretar em diversas formações a produção musical de Osiel Fonseca de Souza, numa homenagem ao instrumentista e compositor falecido em 14 de abril de 2008, aos 33 anos de idade.

O concerto para Osiel tem direção artística de Sérgio Justen, que vai repassar toda a renda das apresentações para a viúva do músico, Salete, e sua filha Raquel. O público poderá conferir a inusitada misturas de estilos nas diversas interpretações de uma mesma obra, confirmando a versatilidade e talento de Osiel. Dono de uma personalidade reservada, Osiel estava sempre atento e crítico ao que o cercava, o que contribui para construir um legado musical profundo e admirável.

As composições de Osiel Fonseca passaram por várias fases. Na primeira delas, aos 15 anos de idade, constam peças para piano que soavam como Debussy, com o detalhe de que o músico nunca tinha tido professor de piano. Nascido em 30 de julho de 1975, começou seus estudos musicais em Antonina (PR), na "Filarmônica Antoninense”, tocando clarinete. Apenas em 1991 teve sua primeira aula de piano, quando demonstrou uma técnica pianística consolidada, surpreendendo a professora Maria Elena Passos.

Depois, já em Curitiba, Osiel estudou com Roberto Gnattali e suas músicas ganharam os padrões estéticos de choros e baiões. Em seguida, a religião passou a influenciá-lo, numa fase que pode ser identificada pelo amadurecimento das composições. Em pouco tempo passou a integrar a Orquestra À Base de Corda, o Coral Brasileirinho e o Vocal Brasileirão, grupos do Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, mantidos pela Prefeitura Municipal. Além de compositor, atuou como arranjador e professor, conquistando a admiração e o reconhecimento da área musical e do público.


Serviço: Show “Baía de Antonina”, em homenagem ao músico Osiel Fonseca de Souza, com 44 músicos convidados. Data e horário: dias 14 e 15 de abril de 2010 (quarta e quinta-feira), às 20h30. Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia entrada) Informações: (41) 3213-1340 Classificação: Livre. Produção: Regina Graton Direção musical: Sérgio Justen, João Egashira e Adriano Sviech Roteiro: Etel Frota Direção Cênica: Jaqueline Daher

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Chão de minha utopia Manoel da Conceição Santos



Chão de minha utopia
Manoel da Conceição Santos
de Paula Elise Ferreira Soares; Wilkie
Buzatti Antunes (org.)



Coleção: Origem
Apoio: Projeto República – Núcleo de
pesquisa, documentação e memória UFMG |
IICA | NEAD | Ministério do desenvolvimento agrário


Esta edição busca cumprir três objetivos. O primeiro: resgatar a memória da luta dos camponeses maranhenses pela posse da terra, através do depoimento de um de seus principais líderes, Manoel da Conceição. O segundo: mostrar como essa luta continua, agora impregnada da fundamental relação entre sustentabilidade e sobrevivência. O terceiro: homenagear um homem que um dia foi considerado um subversivo indomável e que mesmo tendo conhecido de perto a dureza da prisão, da tortura e do exílio continua firme em sua utopia de que um mundo melhor ainda é possível.



"O meu único patrimônio é minha história de luta, movida por um ideal de libertação da classe trabalhadora; mais que um ideal, tenho plena convicção na fortalelza e na capacidade revolucionária desta classe como protagonistas das transformações da atual sociedade opressora e excludente rumo a sociedade socialista e solidária"

Do vale do Pindaré no Maranhão, à luta socialista internacional, Manoel da Conceição vem, há mais de cinquenta anos, demonstrando seu compromisso revolucionário, consciente e amoroso com a causa da libertação da classe trabalhadora das diversas formas de opressão imposta pela elite dominante nacional e internacional.

Fundador do primeiro Sindicato de Trabalhadores Rurais no Maranhão, em Pindaré-Mirim, Manoel da Conceição lutou contra o latifúndio, contra o golpe militar e contra a Oligarquia Sarney. Foi perseguido, preso, torturado, teve uma perna amputada e foi exilado na Suíça até a lei da anistia, final da década de setenta.

Quando retornou ao país, Manoel prosseguiu, com mais garra ainda, na organização dos trabalhadores. Ao lado de Lula e outras lideranças, encabeçou a lista dos fundadores do PT no Brasil e ajudou na criação da CUT. Depois, voltou para o Maranhão em meados da década de oitenta, onde, até hoje, desenvolve milita em favor da organização de sindicatos, movimentos sociais, cooperativas, associações comunitárias e do próprio Partido dos Trabalhadores.


LANÇAMENTO DA

Economia bandida de Loretta Napoleoni

Economia bandida
de Loretta Napoleoni


Páginas: 350



“Este não é um livro sobre as origens obscuras dos produtos que consumimos nem sobre as mentiras das campanhas publicitárias dos propagandistas da eterna juventude. Tampouco se trata de um manual antiglobalização ou de um manifesto pela revolução do consumidor. Ele foi concebido, sim, para dar aos consumidores o poder do conhecimento sobre o mundo em que vivemos.”

O que o próspero comércio sexual do Leste Europeu, o escândalo dos empréstimos hipotecários podres nos Estados Unidos, a indústria chinesa de produtos falsificados e a filantropia das celebridades na África têm em comum?
Biopiratas exploram a indústria do sangue, bandidos da pesca devastam os altos-mares, a pornografia se desenvolve virtualmente no Second Life e jogos como o World of Warcraft geram “suadouros” on-line: estarão as indústrias bandidas se transformando em impérios globais? Acabará o sistema sendo inteiramente transformado pelo advento da economia da xariá? Com a precisão de uma economista e a habilidade narrativa de uma romancista, a jornalista Loretta Napoleoni examina como o mundo vem sendo remodelado por forças econômicas obscuras que vitimam milhares de pessoas comuns cujas vidas foram aprisionadas na fantasia do consumismo mundial. Napoleoni revela a arquitetura de nosso mundo e apresenta novas ideias sobre grande parte dos mais insolúveis problemas de nossa época.

A AUTORA

LORETTA NAPOLEONI é autora do bestseller Terror Inc.: Tracing the Money Behind Global Terrorism, publicado em 12 idiomas. É também economista e trabalhou para bancos internacionais e organizações financeiras. Uma das maiores especialistas mundiais em lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, Napoleoni foi correspondente em Londres e colunista dos jornais La Stampa, La Republica, El País e Le Monde. Bolsista Fulbright na Escola de Estudos Internacionais Avançados Paul H. Nitze, da Universidade Johns Hopkins, Washington, D.C., e bolsista Rotary na London School of Economics. No começo da década de 1990, foi uma das poucas pessoas a entrevistar as Brigadas Vermelhas da Itália. Como consultora do mercado de commodities, viajou regularmente para o Paquistão, Turquia, Irã, Iraque, Síria e outros países do Oriente Médio, onde se encontrou com os mais importantes líderes políticos e financeiros. Mora em Londres.



um lançamento da

Almir Sater em única apresentação no Guairão


O violeiro e cantador matogrossense, Almir Sater volta a Curitiba para apresentação única no Teatro Guaíra, nesta quinta-feira, dia 15. Almir se apresenta com sua banda e traz no repertório seus grandes sucessos como “Trem do Pantanal”, “Um violeiro toca” e “Chalana”, entre outras.

Almir Sater nasceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em 14 de novembro de 1.956. Seu contato com a cidade grande veio muitos anos depois, quando, já adulto, foi para o Rio de Janeiro estudar direito na Faculdade Cândido Mendes.

Em menos de três anos, Almir descobriu que, definitivamente, não seria advogado. Na solidão que a cidade grande lhe impôs, descobriu na viola sua grande amiga e companheira, dedicando-se completamente ao instrumento.

Um dia, por acaso, passando pelo Largo do Machado, reduto nordestino do Rio de Janeiro, Almir, ao ouvir as duplas regionalistas que se apresentavam, percebeu o que realmente importava na sua vida; não teve outra atitude, a não ser voltar para Campo Grande.

O contato com a gente da terra favoreceu a pesquisa de novos ritmos, novos sons da viola. Almir tornou-se um dos responsáveis pelo resgate da viola de 10 cordas, mais conhecida como viola caipira, base de criação da música caipira. Suas composições refletem o popular e o erudito de maneira impar, como jamais se ouviu na MPB.



Música com emoção



Sua produção é intensa e apaixonada. A música flui de dentro do coração, do interior da alma. Mesmo tendo chegado a excelência técnica, Almir é um dos poucos que não deixou a emoção de lado. Por isso, o público, ao sair do show, tem a impressão de ter estado na sala de visitas do cantor, completamente a vontade.

Almir Sater não despreza a técnica que se obtém com a eletrônica moderna e os efeitos dos sons de laboratório. Mas quando sobe ao palco, não existem montagens. Almir pega na viola e o som flui suave e naturalmente.

Em 1.988, a crítica, na sua unanimidade, escolheu Almir para participar do Free Jazz Festival, juntamente com nomes sagrados da música mundial. O sucesso foi tamanho que Almir abriu o evento, no Rio de Janeiro, no ano seguinte. Daí para Nashiville-EUA, a meca da música country mundial, foi um passo. A liberdade de ação junto aos músicos americanos foi rapidamente absorvida, o que resultou no LP Rasta Bonito, onde percebe-se claramente a mistura de sons, sem perder a integridade do instrumentista.

Almir ganhou dois prêmios Sharp, com as canções Moura e Tocando em Frente, gravada por Maria Bethania.

Em 1.990, seu desempenho na novela Pantanal, da Rede Manchete, fez aumentar a publicidade em torno do já reconhecido músico Almir Sater. O grande sucesso o fez voltar à telinha em 1.991, como protagonista da novela Ana Raio e Zé Trovão. Em 1.996, estrelou ao lado de Antonio Fagundes, a novela O Rei do Gado, convidado pelo próprio autor Benedito Rui Barbosa, exibida pela Rede Globo, como Pirilampo.



Serviço: SHOW ALMIR SATER E BANDA DIA 15/04, ÀS 21 HORAS GUAIRÃO: (PRAÇA SANTOS ANDRADE) FONE: 33047982) INGRESSOS: R$ 110,00 R$ 90,00 E R$ 60,00

Os 100 maiores líderes militares da história


Os 100 maiores líderes militares da história
de Nigel Cawthorne


Coleção: Coleção 100
Páginas: 416



A guerra é descrita por historiadores como a segunda ocupação favorita da humanidade e, sem dúvida, tem um papel fundamental na história do mundo. De Leônidas de Esparta, o herói condenado da batalha das Termópilas, em 480 a.C., até Colin Powell, o estrategista da Guerra do Golfo, de 1990, os maiores líderes militares da História têm aqui o seu perfil traçado e suas batalhas mais importantes analisadas. Quer seja defendendo suas terras ou conquistando as de outros, os líderes, cujo perfil foi traçado, representam o máximo em genialidade militar. Alguns dos líderes militares selecionados são: Aníbal, Júlio César, Átila, El Cid, Oliver Cromwell, Carlos Stuart, Napoleão Bonaparte, George Washington e Mao Tsé-tung.

No livro, Nigel Cawthorne leva em consideração a tradição da Coleção Os 100 mais e apresenta as biografias dessas autoridades em ordem cronológica, todas acompanhadas de fotos ou ilustrações.

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Itália e França se unem em projeto literário na CAIXA


XX Narrativas do Século XX com textos de Alessandro Baricco e Stéphane Mallarmé

O Teatro da CAIXA apresenta dois textos europeus na edição de 14 de abril do projeto XX Narrativas do Século XX. “Seda” e “Poemas/Tarde de um Fauno” de Alessandro Baricco e Stéphane Mallarmé, respectivamente, expõem a singularidade do pós-modernismo italiano e do simbolismo francês. O som que acompanha é o da harpa de Felipe Aires, com direção de Olga Nenevê e mediação de Sandra Stroparo.

Dando continuidade ao projeto de leituras na CAIXA, XX Narrativas do Século XX propõe uma leitura mensal durante todo o ano de 2010, sempre nas quartas, composta por dois textos de autores da literatura universal. A intenção é expor e comparar a panorâmica da literatura mundial no século XX, em que o homem é visto como o “contador de histórias”, em todas as diferentes maneiras de se contar a cultura.

Alessandro Baricco

Alessandro Baricco é um dos principais autores contemporâneos da Itália. Nascido em Turim, em 1958, estreou na literatura aos 33 anos. Considerado um escritor “pós-moderno”, Baricco utiliza os recursos da narrativa oral para amarrar sua obra, especialmente as repetições, esbaldando a delicadeza e a sensualidade da literatura oriental. Dentre as obras mais famosas estão “Oceanomar”, “Sem Sangue”, “Esta História” e “Seda”. O autor já recebeu os prêmios Médicis Étranger (França), Selezione Campiello Viareggio e Palazzo al Bosco (Itália).

“Seda” é a história de um comerciante de seda que vive na França. Não tendo mais como obter a matéria-prima na região em que vive, devido a uma praga que assola a região, o comerciante é obrigado a ir ao Japão, atravessando o mundo e vivenciando a diversidade cultural do século XIX.

Stéphane Mallarmé

O poeta Stéphane Mallarmé, nascido em 1842, é um grande nome do simbolismo francês. Sua obra é ambiciosa e hermética, caracterizada como um divisor de águas da poesia do século XIX. A inversão das sintaxes, recurso primordial, ressalta a dificuldade da compreensão, influência de Charles Baudelaire.

A obra “Poesias” reúne diversos poemas do autor e representa toda sua trajetória artística. O poema “A Tarde de um Fauno” possui uma poderosa estrutura verbal, na qual a inversão sintática é tamanha que beira a incompreensão. A obra, singular, é considerada um marco na história do simbolismo.

Ficha Técnica

Coordenação do projeto: Mauro Zanatta

Curadoria: Flávio Stein

Direção de Produção: Leandro Daniel



Serviço Projeto XX Narrativas do Século XX: Textos de Alessandro Baricco e Stéphane Mallarmé Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: 14 de abril Horários: quarta 20h Ingressos: 01 (um) livro não didático Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural