quinta-feira, 7 de abril de 2011

Informe - Dia Internacional do Livro Infantil


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EVENTOS - Música - Richard Wagner


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Evento - Musica - banda paraibana Pegado e a Peleja e caririense Geraldo Júnior


Programação do CCBN-Fortaleza destaca Carlinhos Perdigão, a banda paraibana Pegado e a Peleja e caririense Geraldo Júnior


O fortalezense Carlinhos Perdigão (foto) e o seu poemário musical, Os paraibanos da banda Pegado e a Peleja e o caririense Geraldo Júnior são as atrações do programa de música vocal do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza nas quartas-feiras de abril. Carlinhos Perdigão se apresentará no dia 13 (ao meio-dia), Pegado e a Peleja no dia 20 (às 12h e 18h), e Geraldo Júnior no dia 27 (às 12h e 18h). Todos os shows têm entrada franca.

Veja a seguir a sinopse sobre cada um dos shows:



CARLINHOS PERDIGÃO EM POEMÁRIO MUSICAL

Dia 13, quarta-feira, às 12h.

A palavra poesia, no universo literário, é tida como a mais refinada das paixões. Em torno desse aspecto, imagina-se que poetas, assim como leitores de poesia, sejam indivíduos singulares, com a mania de cultivar as letras. E isso significa querer saber das coisas, cultivar o intelecto e a força do entendimento. Em suma: ganhar capital cultural!

Toda linguagem tem seu quê de poesia. Mas a poesia é onde o "quê" da linguagem está mais em pauta. A poesia brinca com a linguagem. Chama atenção para as possibilidades de sentido. Explora coincidências sonoras entre palavras.

Ocorre que a palavra "poesia" abrange sentidos que vão além da linguagem verbal, oral ou escrita. Ela também se refere a um universo muito mais amplo e menos exclusivo que o do livro e da leitura. É o lado além-livro da poesia, que se relaciona com o universo da cultura musical, por exemplo. Portanto, na sua face de arte brasileira da palavra, a poesia está fortemente presente nas letras da música popular, seja esta de que gênero for. E em nenhum outro país do mundo a canção popular atingiu um status tão intelectual quanto no Brasil.

Deste modo, em torno de toda essa contextura, tem-se como certo que a música feita em nosso país alimenta-se fortemente da literatura poética. E este é o principal mote do espetáculo Poemário Musical, que deseja unir os belos universos poéticos e musicais ao tocar composições estruturadas através das poesias presentes no primeiro livro publicado de Carlinhos Perdigão: "Fragmentos: poemas e ensaios".

Assim, neste espetáculo em foco, o instrumentista-poeta-professor cearense explorará didática, poética e musicalmente a palavra, cantando-a, realizando performances literárias (inclusive interagindo com o público presente!) e, sobretudo, contextualizando-a dentro da música pop brasileira moderna.



Programa

1. Sangue (Marcelo Justa, C. Perdigão)

2. Sabe (Níguer, C. Perdigão)

3. Punhal de defesa (Júnior Boca, C. Perdigão)

4. Solidão (Cleison Mattza, C. Perdigão)

5. Tenho um amor (Marcelo Justa, C. Perdigão)

6. Somos tons? (Marcelo Justa, C. Perdigão)

7. Andanças (Marcelo Justa, C. Perdigão)

8. A noite (Marcelo Justa, C. Perdigão)

9. Meu canto (Marcelo Justa, C. Perdigão)

10. E agora? (Marcelo Justa, C. Perdigão)



Ficha Técnica

Violão, guitarra, voz: Marcelo Justa

Contrabaixo: Edmundo Júnior

Bateria: Carlinhos Perdigão



PEGADO E A PELEJA

Dia 20, quarta-feira, às 12h e 18h.

Os primeiros lampejos surgiram na mente criativa de Wandemberg Pegado: após sair das bandas Cabeça Chata e Tocaia da Paraíba, firmou propósito de começar um trabalho autoral e solo. Remexendo em seus arquivo,s encontrou o que precisava para dar o pontapé inicial gravando no final de 2008, o CD demonstrativo "Pegado e a Peleja" produzido, arranjado e composto com as músicas garimpadas em seus guardados preciosos.

"Sossego" tornou-se um hit e a execução nas rádios locais, como a Cajazeirense 94.5 FM, abriu caminho para novas perspectivas. Caindo no gosto popular, chegou a diversos lugares desde bares e restaurantes a espaços culturais alternativos, conquistando críticas positivas de artistas, músicos e a empatia com o público.

O resultado agradou ao idealizador do projeto e nasceu a vontade de somar mais gente a ele, começando aí "a peleja de Pegado"... A idéia era circular em vários ambientes com um grupo itinerante que atendesse a especificidade do momento e lugar. Ou seja, uma banda que não tivesse estilo definido, sob a influência das mais diversas vertentes musicais, indo da MPB ao rock, do eletrônico ao brega, sem esquecer as suas raízes ao passear pela musica regional.

O título do CD demonstrativo deu nome à banda "Pegado e a Peleja", que tem por norma primar pela liberdade musical, sem o temor de ousar, de receber rótulos ou se preocupar em seguir modismos, sempre buscando uma forma inusitada e singular de compor o repertório apresentado em seus shows, de certa maneira, também retribuir o carinho, a boa aceitação do trabalho e conquistar novos horizontes Brasil afora.

Da Paraíba para o mundo... "Esta é a nova onda da música cajazeirense!"



Programa

1. A marcha do marinheiro (Domínio Público)

2. Beijo etílico (Pegado)

3. Sossego (Pegado)

4. Conselho (Pegado)

5. Cavalo de pau (Alceu Valença)

6. Saga (Pegado)

7. Carraspana (Pegado)

8. Enquanto engoma a calça (Ednardo)

9. Costumes (Pegado)

10. Universo Cinza (Pegado)

11. Vício (Pegado)



Ficha Técnica

Guitarra: Pegado

Contrabaixo: Novinho

Bateria: Saul



Geraldo Júnior

Dia 27, quarta-feira, às 12h e 18h


Segundo o cineasta Rosemberg Cariry, a região do Cariri cearense é um oásis, o verde coração do semi-árido nordestino, com uma grande quantidade de grupos e mestres de cultura popular tradicional: reisados, lapinhas, pastoris, bandas cabaçais, forró pé-de-serra, maracatu, coco, maneiro-pau, embolada e cantoria. Centro geográfico com equidistância para as principais capitais do Nordeste, desde meados do século XVII até os dias de hoje, continuam a chegar multidões sertanejas, em um fluxo constante, atraídas pela fertilidade e pela sagração do território como espaço mítico.


O trabalho do cantor e compositor Geraldo Júnior desenvolve-se nesse contexto como um aglutinador das artes populares, utilizando elementos tradicionais como ferramenta para fundir e ressignificar todas essas linguagens através de uma leitura contemporânea.

A misticidade que gira em torno do imaginário popular, é apresentada nos diversos aspectos que envolvem o espetáculo, performances munidas de figurino característico que representam suas tradições, lendas, folguedos, história e personagens locais.

Seguindo numa trajetória evolutiva, desde o "Dr. Raiz" - 2005 e "Calendário (O Tempo e o Vento)" - 2007, sempre processando e assimilando outras influências a partir da sua identidade cultural, o cantor e compositor Geraldo Junior, em seu novo show e álbum homônimo, "Warakidzã - Senhor do Sonho" - 2010, apresenta-se maduro e equilibrado entre todas as suas mais diversas e contrastantes influências, que vão desde as tradicionais até as mais contemporâneas.

A formação da banda conta com teclado, bateria e guitarras, alem da sanfona, viola, rabeca, flautas e percussões. Timbres e efeitos sugerindo um clima um tanto psicodélico. No repertório, canções inéditas que estão sendo gravadas, músicas do Dr. Raiz e do Calendário, canções de compositores da região como Patativa do Assaré, Abidoral Jamacaru, Luiz Fidélis, Dudé Casado e Ermano Morais, e ainda, a referência às músicas dos grupos de cultura popular tradicional. Com performances de teatro e dança entremeando as músicas. Tudo isso com os arranjos da nova formação do grupo.



Ficha Técnica


Geraldo Junior: Voz, flauta, trompete, percussão e performances


Beto Lemos: Violão, viola, rabeca, violoncelo e vocal


Gabriel Pontes: Sax tenor, soprano, flauta e vocal


Ranier Oliveira: Sanfona, piano e vocal


Eduardo Karranka: Guitarras e vocal


Filipe Muller: Violão, baixo e vocal


Francisco Gomide: Percussão


Cláudio Lima: Bateria e vocal

Evento - Noite Indiana (09/04/2011)


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Evento - A literatura brasileira na CAIXA Cultural


A literatura brasileira no palco da CAIXA Cultural Curitiba
Projeto “EntreMundos” apresenta textos de Paulo Venturelli, Bernardo Carvalho, Assionara Souza e Luis Henrique Pellanda

O Teatro da CAIXA apresenta, no dia 13 de abril, a segunda sessão do projeto literário “EntreMundos – Mundo da leitura, leitura do mundo”. A sessão traz leituras das obras “Fantasmas de Caligem”, de Paulo Venturelli; “Aberração”, de Bernardo Carvalho; “Amanhã. Com Sorvete!”, de Assionara Souza; e “O Macaco Ornamental”, de Luis Henrique Pellanda. A direção é de Márcio Mattana, a música de Cláudio Menandro e a mediação de Luis Bueno.



O projeto, que contempla leituras de obras de todas as épocas e de autores do mundo todo, apresenta uma sessão exclusivamente brasileira, com autores do Brasil afora. Três deles (Venturelli, Assionara e Pellanda) consolidaram as suas carreiras na capital paranaense.



O catarinense Paulo Venturelli, nascido em 1950, é graduado em Letras pela UFPR e doutor pela USP. Possui diversas obras publicadas, como “Admirável Ovo Novo”, “O Anjo Rouco” e “Introdução à arte de ser menino”, que recebeu o Prêmio Cruz e Sousa da Fundação Catarinense de Cultura. A Câmara Municipal de Curitiba concedeu à Venturelli o Prêmio Medalha de Mérito Fernando Amaro, pelo conjunto da obra.



Bernardo Carvalho é carioca nascido em 1960. Jornalista e escritor, Bernardo é um dos grandes nomes da literatura contemporânea brasileira. Publicou "Aberração"; "Onze"; "Medo de Sade"; “Nove Noites”, que ganhou o prêmio Portugal Telecom em 2003; "Mongólia", que ganhou o Prêmio APCA em 2003 e Jabuti em 2004, entre outros.



Já a potiguar Assionara Souza nasceu em 1969 e é doutoranda em Estudos Literários. Publicou “Cecília Não é Um Cachimbo” e publica alguns textos inéditos no blog homônimo. Participa do “Dedo de moça – uma antologia das escritoras suicidas”.



O curitibano Luis Henrique Pellanda nasceu em 1973. É escritor, jornalista, dramaturgo, roteirista e músico. Trabalhou nas redações dos jornais Gazeta do Povo e Primeira Hora. Atualmente é coeditor e cronista do site de crônicas e ilustrações Vida Breve. Atua ainda como subeditor e colunista do jornal literário Rascunho.



Projetos anteriores


“Brasis: Leituras Plurais”, em 2009, se dedicou exclusivamente a obras literárias de 20 autores brasileiros, desde nomes consagrados como Nelson Rodrigues e Clarice Lispector até escritores reconhecidos nos últimos anos, como João Gilberto Noll, Milton Hatoum e Cristovão Tezza.



Em 2010, mantendo a estrutura proposta no primeiro ano, o projeto passou a ser denominado “XX Narrativas do século XX”. Da mesma maneira que no ano anterior, a proposta continuou a abranger o século 20, mas ampliou os horizontes ao oferecer uma visão panorâmica da produção literária mundial, através de uma seleção de autores representantes da diversidade da produção do último século.


Programação



- 04 de maio - Voltaire (Cândido), Ricardo Piglia (A Invasão) e David Foster Wallace (Breves entrevistas com homens hediondos)

- 01 de junho - Anônimo (Livro das Mil e uma Noites), Ítalo Calvino (Os Amores Difíceis) e Julio Cortázar (História de Cronópios e de Famas)

- 06 de julho - Yasunari Kawabata (Contos da palma da mão) e W. G. Sebald (Os Emigrantes)

- 03 de agosto - Miguel de Cervantes (Novelas Exemplares) e Roberto Bolaño (Putas Assassinas)

- 28 de setembro - Heinrich von Kleist (Marquesa d'O e outras histórias) e Enrique Vila-Matas (Suicídios Exemplares)

- 19 de outubro - Arthur Schnitzler (Crônica de uma vida de mulher) e Milan Kundera (Risíveis Amores)

- 09 de novembro - Anton Tchékhov (A dama do cachorrinho e outras histórias) e Lygia Fagundes Telles (Invenção e Memória)

- 07 de dezembro - Jean Genet (A criança criminosa) e Alan Lightman (Sonhos de Einstein)



Ficha técnica



Direção: Silvia Monteiro

Leitores: Luiz Carlos Pazello e Silvia Monteiro

Mediação: Patrícia Cardoso

Músicos convidados: Cris Lemos e Thayana Barbosa

Curadoria: Flávio Stein

Direção executiva: Leandro Daniel Colombo


Serviço Literatura: EntreMundos - Mundo da leitura, leitura do mundo – 2ª sessão Local: Teatro da CAIXA - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba/PR Data: 13 de abril Horário: quarta 20h Ingressos: Um livro não didático Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h) Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Evento -Reinauguração - Livraria Icaraí


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Resenha - Lançamento - O Aluno, o professor, a escola



O Aluno, o professor, a escola :
Uma conversa sobre educação

de Rubem Alves / Celso Antunes

Coleção: Papirus debates

Nº Páginas: 80
contem 01 DVD


Indicado para Profissionais ligados à Educação e demais interessados nessa temática. Um livro que é magnifico pelo seu conteúdo e ousado na sua forma já que vem com uma descontraida (e séria) conversa de dois mestres em educação. Veja, ouça, debata, releia. Construa e transforme a escola que temos e reafirme os avanços da escola que queremos.

A educação vista pelos olhos de professores experientes e apaixonados. Eis o que se encontra neste pequeno livro.

Acompanhada de um DVD com a seleção dos momentos mais significativos do encontro entre os dois autores, esta leitura pode servir de subsídio para a discussão de temas fundamentais na prática escolar.

Como transmitir nossos valores para os mais jovens, a educação da sensibilidade, o que podemos fazer em relação ao bullying, os horizontes da formação dos educadores são alguns dos assuntos analisados pelos autores. Além disso, eles nos contam de modo cativante algumas vivências, mostrando-nos possibilidades no uso de nossa criatividade em prol da melhor aprendizagem, num ambiente saudável e estimulante.

Aqui, as palavras foram usadas na medida certa para lhe oferecer a essência do conhecimento desses grandes nomes da educação no Brasil.


Conteúdo do livro

Formar o professor para "trans"formar a escola
Professor de espantos
O ensino de valores na escola
Como o professor cria a fome de aprender?
A educação da sensibilidade
A ousadia de pensar
O papel da literatura
O aprendizado da autonomia
O bullying na escola
Um porta estreita
Glossário

Conteúdo do DVD
Como transformar a escola
O professor de espantos
Caminhos...
A linha de montagem
Uma breve experiência
Filho único
A perda
A literatura
Ensino de valores
Sensibilidade
A universidade

Lançamento


Exposição - O cinema dos pequenos gestos (des)narrativos



Exposição propõe passar gestos laterais a partir de obras audiovisuais de artistas-cineastas

O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) abrirá a exposição coletiva "O cinema dos pequenos gestos (des)narrativos", com curadoria de Beatriz Furtado, na próxima quinta-feira, 7, às 18 horas. Com entrada franca, a mostra ficará em cartaz até 15 de maio deste ano (horários de visitação: de terça-feira a sábado, de 10h às 20h; aos domingos, de 10h às 18h).



Texto curatorial (por Beatriz Furtado)

"O cinema dos pequenos gestos (des) narrativos" se faz das obras audiovisuais de artistas-cineastas nas quais vemos/ouvimos passar gestos laterais. Algumas através das redobras das imagens que retornam em diferenças, como em Karim Ainouz e Marcelo Gomes, em que "Viajo porque preciso, volto porque te amo", que um dia foi "Acrílico Azul Piscina", que agora, em carta, se instala no espaço. Outras, como em Alexandre Veras, na proposição de acompanhar aqueles que estão fora, a caminho, na estrada de um lugar qualquer. Cinemas que estão na ação de Ticiano Monteiro, que leva seu quarto para banhar-se em águas calmas. Cinemas de instantâneos sobre o olhar inebriado pelo que é desapercebido do cotidiano. Cinema de despertares, vagarezas e repetições, como em preparações noturnas, de Milena Travassos. Ou cinema de compromissos e sustentações, de Waléria Américo. De Themis Memória e Luiz Pretti, que tiram de seu cotidiano cenas como o de passar-se em roupas, de íntimos cuidados. Ou ainda, no cinema de Marina de Botas, que partilha o olhar/imagem pelos poros de outros sentidos. Em cenas de Gláucia Soares sobre o balanço e o céu de Sabiaguaba. O cinema do pensamento sobre a imagem de Guto Parente. Tem ainda o cinema de Mariana Smith que se inscreve no extravio, pelas páginas de Blanchot. Ou ainda, no cinema de retratos de Diego Hoefel, feitos de rascunhos de falas e de gestos apanhados. Cinema que se faz pelo apanhar do desenho que os pássaros traçam na obra de Aziz Ary. E mais, nos gestos de Fred e seus botões.

EVENTOS - Atelier para Crianças


Atelier para Crianças: Férias da Páscoa

11, 12 e 13 de Abril 2011

Clube Literário do Porto

14h30 – 18h

Crianças dos 5 aos 10 anos

Inscrições:

30 euros (incluindo material de apoio)


14h30 – 16h Expressão Plástica

16h – 16h30 Intervalo

16h30 – 18h Música


Formadores:

Sandra Bastos (Música) e Vânia Moreira (Expressão Plástica)


Inscrições na recepção do Clube Literário do Porto ou pelo email institutodemusica.clp@gmail.com



Vânia Moreira (Expressão Plástica)

Nasceu no Porto em 1984. É licenciada em Artes/Joalharia pela ESAD – Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos e atualmente encontra-se a frequentar o Mestrado em Ensino de Artes Visuais na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Na area da Joalharia, participou em vários workshops conceituados na área, tais como: ”The Journey” por Judy McGain, “The Perfect Flow” por Chistopher Zellweger, “One day, one tool, one piece, one material” por David Huycke, “Crossover” por Theo Smeets, “2nd Skin Cork Jewellery” por Ana Campos. (A participação neste workshops permitiu reciclarar e alargar conhecimentos na área da joalharia)

Na área do ensino, participou nas seguintes formações: “Diferenciar para Aprender, Aprender a Diferenciar” e “Competências Interpessoais – Prevenir e Resolver Situações Problemáticas” pelo Centro de Formação de Associação de Escolas de Matosinhos, “A Educação e a Expressão Plástica nas AEC no 1ºCEB” pelo Cento de Formação da APEVT. Possui ainda o certificado profissional de formadora (CAP) e detém aptidões e competências artísticas na área do desenho, pintura, fotografia, técnicas oficinais de ourivesaria e design gráfico.

Leciona Expressão Plástica nas Atividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo do Ensino Básico desde 2006. Foi formadora no Workshop “Joias para Crianças” em 2009 e “Faça a sua Jóia” na Casa de Serralves em 2007.

Paralelamente tem participado em diversas exposições nacionais e internacionais tais como:

2010- Fitur 2010, Madrid
2009- 2nd Skin Cork Jewellery, ISTEC, Lisboa

2008- Galeria Tereza Seabra, Lisboa; Galeria Chiado Design, Évora; Galeria Adorna Corações, exposição “Ponto de Linha”, Porto; 2nd Skin Cork Jewellery, Barcelona, Espanha; 2nd Skin Cork Jewellery Galerie Ra , Amsterdão, Holanda; 2nd Skin Cork Jewellery, Applied Art and Design Museum of Tallinn, Estónia.

2007 - 2nd Skin Cork Jewellery, Galleria Johan, Helsínquia, Finlândia; Serv’Artes, Porto; 2nd Skin Cork Jewellery, PortoJóia, Matosinhos; 2nd Skin Cork Jewellery, Villa Bengel, Idar-Oberstein, Alemanha; Portuguese Contemporany Jewellery, Nuremberga, Alemanha.

2006 – Mostra de Natal, Galeria Shibuichi, Leça da Palmeira; Marzee Gallery, Nijmegen – Holanda; PortoJóia, Matosinhos; Midora , Feira de Arte, Leipzig, Alemanha; IV Concurso Porto Jóia Design, Matosinhos; Ourindústria, Pavilhão de Exposições, Gondomar.

2004 – Exposição de pintura “Bazar de Arte”, Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto.

2002 – Exposição Desenho “Me, You, Us”, Suécia, Inglaterra e Portugal



Sandra Bastos (Música)

Iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos, com o seu pai, Cândido Bastos. Ingressou na Academia de Música de Barcelos aos 9 anos, onde estudou Piano, Formação Musical e Coro. Integrou o Coro do 2º Estágio da Orquestra Clássica Juvenil – “Bracara Augusta.98”, que interpretou a 9ª Sinfonia de Beethoven, sob a direcção do maestro António Baptista.

Iniciou os estudos de Trompa aos 18 anos, no Conservatório de Música do Porto. Ingressou, pouco tempo depois, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, onde concluiu o 8º grau de Trompa, na classe do Professor Nelson Braga. Fez cursos de aperfeiçoamento de Trompa com os professores Abel Pereira, Bernardo Silva, Javier Bonet e Stefan Dohr (Orquestra Filarmónica de Berlim).

No Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, participou no Curso de Aperfeiçoamento de Orquestra de Metais 2004, orientado pelo Prof. John Aigï; nos musicais “The Sound of Music” e “A little Night Music”, sob a direcção do maestro António Baptista; e na Orquestra de Metais, sob a direcção do Prof. Fernando Ribeiro. Trabalhou, noutras formações, com o Maestro Vítor Matos.

Foi seleccionada para a Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música – OJ.COM (2006), sob a direcção artística do Maestro Martin André. Foi membro-fundador da Orquestra de Jovens de Portugal – Momentum Perpetuum, com a qual trabalhou e actuou na Universidade de Aveiro, Casa da Música do Porto e na Toscana, Itália, sob a direcção do Maestro Martin André. Com esta orquestra fez gravações para RTP/Antena 2.

Paralelamente, concluiu a licenciatura em Comunicação Social, na Universidade do Minho, tendo realizado o estágio no Jornal de Notícias.

Tem leccionado, desde 2008, a disciplina de Ensino da Música, no âmbito das Actividades de Enriquecimento Curricular, nos concelhos de Gondomar, Lousada e Matosinhos. Foi professora de Formação Musical e Classe de Conjunto na escola de música Ciência dos Sons, em Vila Nova de Gaia.

Recentemente, concluiu a formação Música, Educação Artística e Interculturalidade: A Alma da Arte na Descoberta do Outro, na Universidade Católica do Porto, sob a orientação da doutora Maria do Rosário Sousa.

Actualmente, é professora de Expressão Musical no Infantário “O Zebra”, em Canelas, Vila Nova de Gaia e Maestrina do Coro Infantil de Amorim e do Coro Infantil de Laúndos. É professora e directora pedagógica do Instituto de Música Clube Literário do Porto.

Integra também a Banda Musical e o Grupo de Música de Câmara de Oliveira, Barcelos, onde trabalhou com os maestros Samuel Bastos, Alberto Bastos e Hugo Ribeiro.

Evento - Debate - Jornalismo no Atual Contexto Cultural

Debate dia 7 na ABI: Jornalismo no Atual Contexto Cultural

O Sindicato (SJPMRJ), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Instituto Casa Grande (ICC) e o Clube de Comunicação promovem debate sobre “O Papel do Jornalismo no Contexto Cultural Contemporâneo” para discutir o papel do jornalismo diante do direito à formação profissional do jornalista e à informação.
Será nesta quinta-feira,7 de abril, quando se comemora o Dia do Jornalistas e o 103º aniversário da ABI. O evento ocorre das 18h às 21h. A entrada é franca.
As palestras seguidas de debate serão feitas pelo economista Carlos Lessa, Saturnino Braga (Instituto Casa Grande), Leonel Aguiar, professor da PUC-Rio, Sonia Virginia Moreira, professora da UERJ, e Suzana Blass (presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro).
O jornalista Maurício Azêdo, presidente da ABI, fará a palestra de abertura do debate e a mediação ficará a cargo do jornalista Domingos Meirelles, diretor da entidade.
Debate: “O Papel do Jornalismo no Contexto Cultural Contemporâneo”
Data: 7 de abril de 2011
Horário: 18h às 21h
Local: Rua Araújo Porto Alegre 71/ 7º andar

terça-feira, 5 de abril de 2011

Teatro - ESTREIA HISTÓRIAS DESCUBIERTAS


ESTREIA HISTÓRIAS DESCUBIERTAS - CESAR GOUVÊA - CIA DO QUINTAL





Co-produção entre grupos de improvisação da América Latina,

espetáculo convida o publico à reinventar a sua realidade



Histórias Descubiertas

Donde el passado puede ser reinventado





Direção: Cesar Gouvêa (Cia do Quintal – Brasil)

Elenco: Danna Liberman e Florencia Infante

( Grupo Impronta- Uruguay )

Músicos: Emiliano Pereira e Andrés Pigatto (Uruguay)





Estreia dia 16 de abril

4 únicas apresentações na Sala Crisantempo



História Descubiertas é um espetáculo que mistura a arte do improviso, da musica e do clown. Este trabalho de Cesar Gouvêa é pioneiro no intercâmbio e nas co-produções entre conceituados grupos de improvisação da América Latina.



“Movido pela necessidade de aprofundar a investigação do improviso, encontrei no intercâmbio com conceituados grupos da America Latina,

com sua linguagem e cultura próprias, um diálogo fértil e enriquecedor”, conta César Gouvêa, ator, diretor e um dos fundadores da Companhia do Quintal, grupo que há 9 anos estuda o improviso e o clown, hoje referência nestas artes no Brasil.



Além de Histórias Descubeirtas, em que se une ao respeitado grupo uruguaio Impronta, simultaneamente ele dirige e atua no espetáculo “Quando yo Viajo”, uma co-produção entre a Companhia do Quintal e o grupo Accion Impro, da Colômbia, com estreia marcada para o mês de julho em São Paulo. Este espetáculo foi contemplado pelo Programa Iberescena, um fundo de ajuda para as artes cênicas Iberoamericanas - www.iberescena.org –




Sobre História Descubiertas



Fora do tempo, em um momento que não é dia e nem noite, duas mulheres com as costas descobertas olham um álbum de fotografias.



Quantas lembranças, histórias, alegrias, dores são possíveis viver enquanto olhamos um álbum de fotografia? Por que não olharmos para este mesmo álbum de fotografia, que nos pertence, e nos propormos a brincar de reinventar estas histórias?



É exatamente isto que as atrizes Danna Liberman e Florencia Infante, do grupo Impronta (Uruguay), os músicos Emiliano Pereira e Andrés Pigatto e o diretor César Gouvêa da Companhia do Quintal (Brasil), estão se propondo a fazer em Histórias Descubiertas.



A partir da história real das atrizes que compartilham suas fotos de infância, o público é convidado a também dividir as suas histórias, montando uma tela entrelaçada de acontecimentos que torna o espetáculo intimo e singular.



Mas como será possível reinventar o passado?



Para dar uma resposta a esta pergunta, as duas companhias recorrem às linguagens que são suas especialidades nestes longos anos de trabalho: o improviso e o clown. Deste encontro, surgem as ferramentas para reinventar o que até então era real, onde as lembranças e a realidade dialogam uma de cada vez. Surge deste diálogo o convite para se reinventar a realidade.



História Descubiertas estreou no Uruguay, no final de março, e chega agora ao Brasil, no dia 16 de abril, para 4 únicas apresentações na Sala Crisantempo. “A idéia é que História Descubiertas viaje por vários países da America Latina” conta César Gouvêa, que dirige o espetáculo. Já estão confirmadas apresentações no Chile e no México.



Histórias Descubiertas

Direção: Cesar Gouvêa (Cia do Quintal – Brasil)

Elenco: Danna Liberman e Florencia Infante

( Grupo Impronta- Uruguay )

Músicos: Emiliano Pereira e Andrés Pigatto

Dias: 16, 17 , 23 e 24 de abril

Horário: sábados às 21h e Domingo às 20h

Duração: 60 minutos

Censura: 14 anos

Ingresso: R$ 20,00 / meio R$ 10,00

Bilheteria: abre uma hora antes do espetáculo

Local: Sala Crisantempo

Rua Fidalga, 521 - Vila Madalena

Telefones: (11) 3819-2287 e 3814-2850

Cinema - Teste de Audiência


O cinema é testado pela audiência no Teatro da CAIXA



Projeto Teste de Audiência exibe mais um filme em sessão surpresa





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 12 de abril, a terceira sessão da temporada 2011 do Teste de Audiência. O projeto, idealizado por Márcio Curi e Renato Barbieri, consiste na exibição de um filme nacional não finalizado e em um bate-papo entre o diretor do filme e o público.



A primeira sessão desta temporada exibiu o filme “Morte e Vida Severina”, de Augusto Serpa. “Meu País” foi apresentado na segunda sessão, sendo a primeira experiência do diretor André Ristum em projetos como esse. “Achei a experiência muito rica e proveitosa. Além de identificar alguns pontos fracos também pude identificar vários pontos fortes, o que será muito bom para o lançamento do filme”, afirma André. “Achei as considerações do público, em geral, bastante interessantes. Algumas inclusive me surpreenderam, mostrando coisas que não tinha pensado”, completa.


O diretor conta que já realizou algumas alterações após a sessão do Teste. “O titulo “Meu País”, por exemplo, ainda está em fase de definição e o teste nos ajudou a identificar que ele não transmite o que o filme conta. Agora precisamos encontrar um título que seja bom e passe a idéia do filme”, exemplifica André. Para o diretor, pontos ainda não definidos foram se tornando mais claros após a sessão, permitindo maior segurança na hora de alterar partes do filme. “O Teste de Audiência é um projeto de grande importância para o cinema brasileiro. Não existe outro mecanismo parecido. É muito útil para os filmes em fase de finalização”, finaliza.


Entre os filmes exibidos nas temporadas anteriores, estão “Reflexões de um Liquidificador" (André Klotzel), "Elvis e Madona" (Marcelo Laffitte), "Família Vende Tudo" (Alain Fresnot) e "Guerra de Vizinhos" (Rubens Xavier), sendo que estes dois últimos ainda serão lançados. O produtor Márcio Curi promete novidades para esta temporada. “Estamos trabalhando firme na curadoria, para trazer uma variedade ainda mais diversificada e interessante de filmes”, conta Curi.



O projeto



O Teste de Audiência consiste na projeção de um filme em caráter de surpresa. O filme, ainda em fase de finalização, é analisado em todos os seus aspectos pelo público presente, que participa de um bate papo com o diretor ou produtor da obra após a exibição do filme. Além de oferecer aos cineastas brasileiros uma preciosa ferramenta de trabalho, o Teste de Audiência colabora também para a formação do público e para o desenvolvimento de uma metodologia científica, bastante utilizada em cinematografias comerciais e comum no exterior, mas inacessível ao cinema independente brasileiro.

Através de uma ampla pesquisa sobre o estágio de filmagem e montagem dos novos filmes brasileiros, os curadores do Teste de Audiência selecionam os títulos mais adequados ao projeto. Nessa etapa são considerados critérios de diversificação geográfica e de gênero, sempre respeitando a qualidade cinematográfica em seus aspectos técnicos e narrativos. Esses aspectos essenciais permitem montar uma grade de programação forte e plural, refletindo e respeitando os valores da cinematografia brasileira.

Serviço



Cinema: Teste de Audiência 2011 – 3ª sessão

Local: Teatro da CAIXA - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba/PR

Data: 12 de abril

Horário: terça 19h30

Ingressos: Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro, no dia do evento, a partir das 18h30

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Evento - Clube de Xadrez é opção para passar o tempo



Clube de Xadrez é opção para quem quer ter aulas gratuitas ou apenas jogar uma partida nas horas vagas.

É o jogo mais antigo que se conhece no mundo. Quem aprende a ter calma para utilizar as estratégias garante que isso passa a se refletir em outras atitudes do cotidiano. Basta conversar com os praticantes no Clube de Xadrez Erbo Stenzel para perceber que as aulas gratuitas e torneios ajudam a desenvolver a paciência e muito mais. Formado graças a uma parceria entre a Fundação Cultural de Curitiba e a Federação de Xadrez do Paraná, o Clube funciona na revitalizada Galeria Júlio Moreira, ligação entre a Praça Tiradentes e o Largo da Ordem. O objetivo é disseminar a prática do xadrez entre as pessoas que estão de passagem pelo centro, no horário de almoço, ou num pequeno intervalo do trabalho.

China, Índia ou península da Arábia. Ninguém saber ao certo onde surgiu o xadrez. O fato é que esse jogo, criado há mais de dois mil anos, auxilia no desenvolvimento mental, nas áreas ligadas à percepção, memória, juízo e também raciocínio. As aulas de xadrez, nos níveis básico e intermediário, são para todas as idades. Nos torneios relâmpagos, que acontecem toda semana, testa-se a flexibilidade da mente. Essa é uma modalidade que trabalha a intuição, já que nos exíguos dez minutos de jogo fica difícil calcular as consequências de várias jogadas. “Nessa hora é preciso pensar somente no que é essencial”, atesta o enxadrista e professor do Clube, Wilson da Silva.

Pedagogo, doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas, Wilson, além de atender alunos, desenvolve no Clube um trabalho de capacitação para professores de xadrez do ensino regular. A experiência mostra que começar o ensino com todas as peças do jogo pode confundir o aluno no início. A utilização de jogos mais simples atua como coadjuvante no ensino escolar.

O colégio foi o local onde Jorge Brandalize desenvolveu a aptidão para o xadrez. As regras do jogo, aprendeu com o pai, aos 6 anos de idade. Mas, foi agora, aos 17 anos, quando passou a frequentar o Clube de Xadrez que elevou o nível de conhecimento. Nos torneios, já ocupa o terceiro lugar no ranking do Clube. “Melhorei muito. Dei um salto. E quanto mais eu aprendo, mais percebo que preciso aprender. Não tem fim”, diz Jorge que não pretende parar tão cedo de frequentar as aulas. E já está trazendo mais gente para o Clube.

A amiga de Jorge, Juliana Barbosa, 17 anos, gosta dessa atividade praticada mais pelo público masculino. “Eles são maioria, treinam bastante e têm muita tática”, admite Juliana que gosta de jogar com os garotos e reconhece no jogo uma forma de aprendizado para a vida. “Sou mais paciente hoje. Percebo que para resolver alguns problemas é preciso ter estratégia e pensar com calma”. Essa é a maior vitória para o professor Wilson: “o nosso objetivo não é formar campeões. É trabalhar outras dimensões, como a educativa e cultural”.

Serviço:

Clube de Xadrez Erbo Stenzel

Local: Galeria Júlio Moreira, s/n

Horário de funcionamento: de terça a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos domingos, das 9h às 13h.

Gratuito

Informações: 3323-7899

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Aviso de Lançamento - A Arte do Drama


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Resenha - Grupos: O Poder da Construção Coletiva


Grupos: O Poder da Construção Coletiva

de
CARLOS HENRIQUE LISBOA DA CUNHA e DENISE VIEIRA DA SILVA LEMOS


Nº de páginas: 136

Não se engane com a capa, este não e um livro sobre castas onde quem manda , manda e quem obedece, obedece. É inutil tentar romper com essa ordem das coisas, ao menos no formigueiro. A construção coletiva realizada a partir do grupo não prescinde da dialética.

Mas afinal o que é um grupo . Podemos dizer que enquanto ser gregário, o Homem vive em relação com os seus semelhantes, relações essas que podem ocorrer de várias formas e em diversos contextos. Em função dessas relações, os indivíduos aglomeram-se em grupos. Um grupo é constituído por diferentes pessoas que partilham os mesmos objetivos e necessidades.


Os elementos do grupo regulam as suas interacções adotando as mesmas crenças, normas, regras e padrões de comportamento. Só assim é possível existir interdependência e cooperação, de modo a se atingir os objectivos ou satisfazer as necessidades do grupo. Será?

Os autores buscam demonstrar o constante crescimento e desenvolvimento do poder da construção coletiva através do processo de grupo é algo desejado, necessário e temido ao mesmo tempo.

Fazer parte de um grupo é interagir, trocar experiências, analisar histórias, modificar pessoas e ser modificado por elas.

Um grupo é capaz de influir na sociedade, transformar a cultura, o comportamento e o todo.

Conhecer os fundamentos, as dinâmicas, os processos e as estratégias de grupos, potencializa a esperança de uma convivência melhor, uma produtividade maior, um resultado surpreendente.

Segundo eles a proposta da obra é entrar nos meandros, nas vicissitudes, na operatividade dos grupos, propiciando a consultores, facilitadores de grupos, coordenadores, líderes, observadores de processo grupal e integrantes de grupos, uma análise integrada de muitas temáticas e questões pertinentes ao desenvolvimento de grupos.





Os autores:

CARLOS HENRIQUE LISBOA DA CUNHA é Mestre em Administração Estratégica pela UNIFACS/BA, possui curso de Especialização em Administração Empresarial pela UFBA, é graduado em Ciências Econômicas pela FACCEBA, formado em Grupos Operativos pelo Núcleo de Psicologia Social da Bahia, é professor do Curso de Pós-graduação em Gestão de Pessoas das Faculdades Olga Mettig, conduz programas de desenvolvimento de grupos, capacitação de lideranças, desenvolvimento de competências humanas no ambiente de trabalho, possui vivência na área de recursos humanos em organizações de grande porte e é consultor empresarial para gestão do comportamento organizacional.

DENISE VIEIRA DA SILVA LEMOS é Doutora em Sociologia do Trabalho pela UFBA, possui curso de Especialização em Recursos Humanos, é Psicóloga pela USP, formada em Grupos Operativos pelo Instituto Pichon Rivière, é professora do Curso de Pós-graduação em Psicologia Organizacional da UNIFACS/BA, do curso de Pós-graduação em Gestão de Pessoas das Faculdades Olga Mettig, professora de Sociologia do Trabalho na UFBA, é Diretora do Núcleo de Psicologia Social da Bahia, Possui experiência em organizações industriais, educacionais, sociais e culturais e é autora do livro Revolução do Trabalho – o caso do repensar.

OPINIÃO
Em tempos de individualismo exacerbado, um livro dedicado a resgatar o poder de uma ação coletiva traz um ânimo novo! Aponta novas possibilidades e, sobretudo, amplia a nossa esperança e capacidade de reflexão sobre os porquês, de nós (humanos) vivermos nos distanciando dessa condição.
Sonia Bahia
Profª. Adjunta do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia

UM LANÇAMENTO








Lançamento - O céu vai ter que esperar!




O céu vai ter que esperar!
Título Original: Heaven can wait
de Cally Taylor

Tradutor: Bruna Hartstein







Acabaram-se as férias mas a literatura "mulherzinha" continua chegando às livrarias!

Envolvi o rosto dele em minhas mãos e o beijei de volta. Achei que a vida não podia ficar mais perfeita. Eu tinha razão, não podia…
Lucy Brown nunca esteve tão feliz. Ela está prestes a se casar com o homem dos seus sonhos — o belo, gentil e inteligente Dan —, e tudo o que sempre quis está finalmente ao seu alcance. Só que, na véspera do seu casamento, Lucy sofre um acidente fatal.

Ela tem de fazer uma escolha: aceitar uma vida inteira longe da sua alma gêmea e ir para o céu ou ficar com Dan para sempre… e se tornar um fantasma! Para Lucy, só há uma opção — deixar Dan está fora de questão. Mas nem tudo é tão simples assim. Para se tornar um fantasma, ela precisa encontrar o amor verdadeiro para um completo estranho…

E, quando descobre que a sua “grande” amiga Anna está determinada a conquistar o devastado e vulnerável Dan, a pressão fica bem mais forte…

um lançamento


Evento - Teoria Mimética


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sábado, 2 de abril de 2011

Resenha - lançamento - VIDA - UM PRESENTE DO UNIVERSO


VIDA - UM PRESENTE DO UNIVERSO
de Gill Edwards

Páginas: 192

Se você tem um sonho, pode fazer com que se torne realidade. Você pode criar o seu próprio céu na Terra, independentemente do seu ponto de partida. Você precisa simplesmente se concentrar no que deseja e depois parar de bloquear o seu próprio caminho. Este Universo amoroso sempre diz sim a qualquer coisa que você peça, e ele quer entregar os seus presentes, de modo que faz questão de guiá-lo a cada passo do caminho. Em Vida: Um Presente do Universo, Gill Edwards oferece quatro segredos cósmicos para que você possa viver como sempre sonhou: encarar a vida como um presente; compreender a lei da atração; usar os seus sentimentos para entrar no fluxo cósmico e praticar o amor incondicional. Ao pôr em prática esses segredos, você pode fazer com que cada sonho se torne realidade, quer você deseje mais sucesso e prosperidade, saúde, relacionamentos amorosos, atrair sua alma gêmea, conquistar o emprego ou a casa ideal, exercer uma influência positiva no mundo ou simplesmente encontrar alegria e paz interior.




UM LANÇAMENTO

Exposição - Nicole Gulin expõe


Artista Plástica Nicole Gulin expõe suas obras em Castro



Começa amanhã (dia 2 de abril), às 9h, na Casa da Praça em Castro a exposição “Memória Indígena em Castro” com participação da artista plástica Nicole Gulin. Ela se utiliza da técnica da assemblage para pintar quadros de grande formato, neste caso inspirada na temática indígena, principalmente as mulheres.



“A inspiração desta série está em imagens do Xingu e cenas da vida indígena. Desta forma, completei o meu universo da transpiração feminina, marcante, sensual e delicada: catalisadores da alma de mulher”, afirma Nicole.



Quem visitar a exposição poderá ver dez belas pinturas com nuances tridimensionais numa composição que mistura aplicação de roupas, tecidos, colagem e desenhos. A linguagem é bastante contemporânea.



A exposição tem cunho didático e busca mostrar a cultura indígena para a comunidade local. Nesta 6ª edição traz pinturas, tecelagem (cestos, arcos, flechas e adornos), protótipos de moradias típicas de diversas etnias e peças de sítios arqueológicos. Para diretora do Departamento de Incentivo à Artes Plásticas e curadora Karina Marques, “escolhemos esta série da Nicole pois, ao mesmo tempo que sua obra educa, passa a mensagem de carinho pelo ser humano e pelos animais, que é muito forte dentro das comunidade indígenas esse respeito à natureza.”



Nicole Gulin busca inspiração na vida cotidiana. Seus traços são, ao mesmo tempo, firmes e delicados. Começou sua carreira em 2005 de maneira autodidata, hoje tem como mentores o crítico de arte Fernando Bini e as artistas Leila Pugnaloni e Carla Schwab.



Dentre as principais exposições estão: “Caligrafias da Arte Brasileira” em Vaires sur Marne (França) e coletivas no Edifício Villa-Lobos Cultural (SP) e no Museu Militar Conde de Linhares (RJ). Ela já foi premiada com a medalha de ouro no III Salão de Artes Plásticas ABD (RJ) e o segundo lugar no 21° Salão de Artes do Clube Curitibano (PR).



Todas as obras estão à venda, basta entrar em contato: info@nicolegulin.com


Serviço: “Memória Indígena em Castro” Data: 2 de abril a 1 de maio de 2011 Horário: 3ª feira a domingo, das 9h às 11h30 e das 13h30 às 17h Local: Casa da Praça (Praça Sant’Ana do Iapó, 10 I tel.: 42 3906-2128 I Castro-PR) Informações: www.nicolegulin.com

Resenha - Vencendo pela Expansão


Vencendo pela Expansão

de Antonio Godoy
Nº de páginas: 128




O livro aprincipio para ter sido rebatizado, talvez realmente fossse intitulado de “O Segredo de
Einsten”, porém aqui temos Vencendo pela Expansão realocando nas prateleiras o Depois do sucesso, de 2008, com o livro “Construindo Valores” . O livro lançado pela Editora Qualitymark
analisa a forma como Albert Einsten usava a criatividade sob o ângulo da teoria cognitiva.

Situações estressantes e cansativas fazem parte do dia a dia de todos nós. Pesquisas indicam que no cotidiano enfrentamos em média cerca de mais de 20 adversidades por dia. O fato mais alarmante é que os problemas da vida parecem exercer sobre nós um tipo de pressão, fazendo o ser humano viver em uma constante tensão emocional.

Mas, o que nem todos sabem é que, por trás desse efeito, existem leis da física e do universo, além de uma necessidade inevitável de expandirmos, não só em pensamentos como também nas atitudes perante a vida.

Prepare-se para conhecer os segredos mais importantes do universo em que vivemos e a influência que eles exercem sobre nós.

E mais: saber qual o segredo da postura ideal que se deve ter perante as oportunidades e aos desafios da vida e qual a diferença que isso pode fazer em seu cotidiano.

Estamos enfrentando todos os dias uma força que nos pressiona. Quando nossas motivações e energias cessarem essa força terá vencido. E antes que isso aconteça vários problemas surgirão por causa dessa energia de compressão. Mas, oportunidades também surgirão. A vida será sempre uma variação entre a expansão e a contração.

Nesse livro vamos entender mais o significado de existir em nosso universo e os desafios e oportunidades que estão por trás de suas leis. Adriano faz sucesso nas livrarias de todo o país, com um DVD e cinco livros editados, todos na linha de padrões comportamentais. Godoy
atua também como conferencista e consultor de empresas, na área de recursos humanos.



O autor
Antonio Godoy:
Além de consultor empresarial e palestrante pela Federaminas, Adriano Godoy é jornalista e atuou como repórter de texto em redações de jornais no interior de Minas. Por trás disso está um incansável espírito investigativo, que o fez pesquisar a fundo sobre conteúdos da física, biologia, astronomia e química, relacionados ao universo em que vivemos.

E foi assim que desenvolveu um conteúdo todo especial a respeito do universo em suas palestras por todo o Brasil, mostrando e convencendo plateias sobre como as leis da física impactam sobre a vida das pessoas e os desafios empresariais.

Em cima dessa linha de raciocínio quase científico, ele desenvolveu estratégias tanto para o desenvolvimento pessoal como para que empresas possam enfrentar suas piores crises.

Godoy é um consultor peculiar, que seguindo esses princípios, consegue implantar dentro das empresas rotinas, processos e posicionamentos capazes de reduzir custos, otimizar recursos, definir estratégicas futuras e outras ações eficazes no disputado mercado empresarial.

UM LANÇAMENTO








Notícia - Biblioparque ganha prêmio de design

Biblioparque ganha prêmio internacional de design



Posto móvel de empréstimo de livros, criado pela Fundação Cultural de Curitiba com o patrocínio da Vivo, integra o programa Curitiba Lê.



A estrutura itinerante do Biblioparque, que viaja pelos parques da cidade todos os domingos com a missão de estimular o gosto pela leitura, dentro do programa Curitiba Lê, da Fundação Cultural de Curitiba, ganhou um prêmio internacional de design. Selecionado entre os mais importantes de 2011 na categoria Comunicação, o Biblioparque foi reconhecido pela IF, uma instituição alemã que qualifica há mais de 50 anos o melhor do design mundial.

Desenvolvido pela empresa Komm, com o patrocínio da Vivo, o equipamento do Biblioparque é uma das ações da Prefeitura de Curitiba para disseminar a literatura. A ideia partiu do conceito de colocar o livro em movimento, com a criação de postos de empréstimo simplificado e sem burocracia, espalhados em pontos estratégicos da cidade. Assim surgiram também a Estação da Leitura e o Bondinho da Leitura.

O grande número de parques de Curitiba e o número expressivo de público nesses locais, principalmente nos fins de semana, foram fundamentais para colocar em prática o Biblioparque, que pretende completar com a boa literatura os momentos de lazer e descontração dos frequentadores. Inaugurado em outubro de 2010, o equipamento segue a proposta de difundir o gosto pela leitura, a exemplo do que acontece na Europa, nos meses de Verão.

A estrutura do Biblioparque, que ocupa 200 metros quadrados, é composta por um veículo movido a energia elétrica, cobertura inflável, estantes adaptadas para acomodar livros e periódicos, além de computadores, ombrelones, cadeiras para adultos e crianças, pufes e mesas desmontáveis, que permitem ao usuário mais conforto durante a leitura.

São 300 títulos e 900 volumes que oferecem uma variada gama de autores, entre eles Machado de Assis, Guimarães Rosa, Gonçalo Tavares, Isabel Allende e Mario Vargas Llosa, que conquistou o Prêmio Nobel de Literatura 2010, entre muitos outros. A escolha dos livros foi elaborada por uma comissão da Fundação Cultural de Curitiba.

Além da leitura no parque, quem quiser poderá emprestar os livros por 21 dias, de forma simples e sem burocracia. A devolução pode ser feita no próprio Biblioparque ou em qualquer das Casas da Leitura mantidas pela Fundação Cultural.

O programa Curitiba Lê, de incentivo ao hábito da leitura, é uma das prioridades da Prefeitura e compreende ações em todos os bairros da cidade. Para integrar o programa, todas as bibliotecas mantidas pela Fundação Cultural foram transformadas em Casas da Leitura, cada uma homenageando um escritor. No total são 13 espaços que têm como objetivo envolver a comunidade com o hábito de ler.

Outro destaque do Curitiba Lê é a Estação da Leitura no Terminal Pinheirinho, inaugurada em abril de 2010. A iniciativa inédita permite que as pessoas emprestem livros de forma bastante simples, gratuitamente e sem burocracia.

Para quem quiser conferir o que o Biblioparque oferece, a sugestão é conhecê-lo neste domingo (3), no Parque Tingüi, local em que o equipamento estará atendendo, das 10h às 18h. Em caso de chuva, o Biblioparque não funcionará.

Artigo- “Negligência bola de neve.”


As glórias de Srila Prabhupada





“Negligência bola de neve.”

leia em ********

EVENTO -“Encontro de Escritores” no Palácio das Artes

Instituto Cervantes promove “Encontro de Escritores” no Palácio das Artes Evento reúne autores espanhóis e mineiro para debater sobre material transgressor e autobiográfico


O Instituto Cervantes de Belo Horizonte, órgão oficial do Governo da Espanha e referência mundial na difusão da cultura espanhola, promove, em 7 de abril, quinta-feira, às 19h30, no Palácio das Artes, o “Encontro de Escritores”, cujo tema central será “Material Transgressor e Autobiográfico”. O evento é aberto ao público e a entrada é franca.



Na ocasião, estarão presentes os escritores espanhóis Andrés Barba (representante do romance existencialista), Marta Sanz (representante do romance Noir e de gênero), e Marcos Giralt (representante da literatura autobiográfica), além do mineiro Luís Giffoni, que vão falar sobre a renovação das formas e dos gêneros literários ao longo dos anos, destacando os pontos de convergência mais significativos entre eles. Os autores também farão uma breve abordagem sobre as primeiras intuições acerca da própria obra.



O encontro será na forma de uma mesa de diálogo, que abordará, inicialmente, os difusos limites entre material biográfico e material ficcional, para prosseguir para uma discussão sobre o material literário: quais são seus temas específicos —e se eles realmente existem— e qual sua utilização correta, ao se escolher o literário como ferramenta de conhecimento. O debate será mediado pelo jornalista Rogério de Vasconcelos Faria Tavares e pelo catedrático de língua e literatura espanhola, Elias Serra.



“Encontro de Escritores” no Palácio das Artesfoi idealizado pela Embaixada da Espanha no Brasil e, além de Belo Horizonte, ocorre no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo.



Sobre os autores



Os escritores espanhóis integram uma geração que tem trabalhado para a renovação das formas e dos gêneros literários sem deixar de lado a tradição — e usando-a como apoio para tal. Os três autores possuem, além disso, um traço comum significativo: o de aproximar-se da literatura como um laboratório de testes para a compreensão da condição humana.



Marcos Giralt

Marcos Giralt se caracteriza por utilizar literariamente seu material biográfico (e autobiográfico) desde o primeiro romance “Paris” (laureado com o prêmio Herralde), passando por “Los seres felices”, e, em especial, o último livro, “Tiempo de vida” (sobre o falecimento do pai). Os temas do autor são de cunho íntimo e versam sobre o tópico da família e do casal com problemas —assuntos (intimidade e o biografia como material literário) que divide com Marta Sanz, sobretudo em seu romance “Lección de Anatomía”.



Marta Sanz

A escritora madrilenha se destaca do mesmo modo, mas a partir de uma aproximação mais sombria e inquietante, utilizando sempre como reserva os territórios nos quais a vida e a transgressão das normas e comportamentos convencionais permanecem à margem. Esse é o ponto de união (e contraste) com Andrés Barba.



Andrés Barba

Sua temática aborda, quase sempre, assuntos delicados (doenças, pederastia, anorexia, deficiências físicas e psíquicas), mas a partir de uma perspectiva humanística.





Luís Giffoni

Mineiro de Baependi, Luís Giffoni tem em seu currículo 21 livros publicados, dentre eles “O Pastor das Sombras”, “Dom Frei Manoel da Cruz”, “China-O Despertar do Dragão”, “Retalhos do Mundo”, “Infinito em Pó”, “Adágio para o Silêncio”. Giffoni já recebeu premiações e indicações da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Bienal Nestlé, Prêmio Minas de Cultura, Prêmio Nacional de Romance (e de Contos) Cidade de Belo Horizonte e Prêmio Jabuti.


Serviço Encontro de Escritores – “Material Transgressor e Autobiográfico” Data: Quinta-feira, 7 de abril Horário: 19h30 Local: Palácio das Artes - Av. Afonso Pena, 1537 Entrada franca. Informações: (31) 3789-1600

Resenha - A Voz do Povo é a Voz de Deus


A Voz do Povo é a Voz de Deus
de
Márcio Carapeto
Maurício Werner
Nº de páginas: 136


Mais um título da Qualitymark a intrigar-me, melhor que issso a instigarme uma vez que os autores consideram que os ditos populares, consagrados pelo seu uso rotineiro, guardam em si uma sabedoria toda especial. Sabedoria valorizada nesta obra que busca aplicá-la, de forma prática, para a utilização em conceitos de gestão, de vendas, de atendimento, de marketing e até mesmo no desenvolvimento pessoal, entre outros temas.

Dizem eles que o poder destas mensagens instantâneas, que são os ditos populares, é muitas vezes subestimado, mas é impossível tirar o mérito de expressões que resistem ao tempo, às mudanças sociais, às atuais alterações nos sistemas e nos canais de comunicação e, ainda, às mudanças de comportamento da sociedade e seus diferentes grupos e segmentos.

Bom como cada macaco em seu galho e o palestrante de marketing e o profesor de e administração e mkt nas 136 páginas saem vendendo o seu peixe ou seria ernsinando a pescar. Voltemos ao título e no tempo - culpa de Hermes. Tima ele lá pelas bandas do peloponeso, um templo omde se manifestava, respondia consultas. O devoto aproximava-se dele, rendia-lhe as homenagens e devidamente purificado chegava na orelha do ídolo O nosso Mercurio de Roma) e sussurava sua pergunta. Imediatamente tambava os ouvidos e saia ao atrio do templo, alí o populacha se desmanchaba em bla-bla-blas e pregões. Destapadas as "0iças", o primeiro som humano que chegasse aos seus ouvidos era resposta do deus. Era a decisão de Seus. O Vopx Populi, vox Dei.

Bem eu que não sou de ficar metendo meinha culher nas coisas dos outros posso dizer que o livro fala da ideia é ao mesmo tempo simples e pioneira: recopilar ditos populares que todos conhecemos e fazer sua releitura à luz dos fundamentos da Gestão do Mundo Moderno.
Longe de ser um livro texto, ou um monótono manual de procedimentos, ou uma obra de autoajuda, cada dito popular é revisitado sob a ótica do gestor empreendedor.

Eu e Cascudinho que de economia nos valemos que "que quem empresta nem para si presta" e ¨como "macaco velho não mete a mão em cumbuca", recomendo a leitura da obra, um livro leve, que inclui histórias e pequenas fábulas, com toques de humor, agindo como ponte entre os conceitos que regem o mercado.

"Consulta-se a Deus e o Povo responde, transmitindo a mensagem. Voz do povo, voz de DEus, evidentemente nessa acepção." (LC. Cascudo)

UM LANÇAMENTO







Musica - Instrumental é destaque


Instrumental é destaque na programação musical do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza



Cleivan Paiva, do Crato (CE), Quarteto Bom Tom, de Fortaleza, e Abanda, de Nova Olinda (CE), são as atrações gratuitas da música instrumental no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) em abril. As apresentações acontecem na próxima quarta-feira, 6 (Cleivan Paiva), quinta-feira, 7 (Quarteto Bom Tom), e dia 28, quinta-feira (Abanda), sempre às 12 horas e às 18 horas.

Veja a seguir a sinopse de cada um dos três shows instrumentais:



Cleivan Paiva (Crato, Cariri, CE)

Dia 6, quarta-feira, às 12h e 18h

Violonista, guitarrista, poeta, compositor de música instrumental e lítero-musical. Começou sua carreira artística nos festivais de música do Cariri, sendo posteriormente selecionado no festival de música da TV Cultura de São Paulo e também na extinta rede Tupi de Televisão.

Compôs a trilha sonora original dos filmes "O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto" e "A Saga do Guerreiro Alumioso". Desenvolve um trabalho de música instrumental em todo o País, valorizando a criatividade e a improvisação, na música instrumental brasileira de vanguarda.

Dividiu palco em shows com Mauro Senise e Gilson Peranzzetta e como guitarrista tocou em shows do multi-instrumentista Hermeto Pascoal. Em 2005 apresentou seu show, no encontro internacional de trovadores e violeiros em Quixeramobim-CE. Em 2006, apresentou seu Show "Cordas do Brasil Canção" em Quixadá, no Centro Cultural BNB, na Sociedade de Cultura Artística e na EXPOCRATO, entre outros espaços culturais. Cleivan Paiva já registra três discos gravados. São eles: "Guerra e Paz", "Cleivan Paiva" e "Sonhos do Brasil".



Repertório

01. Meio dia (Cleivan Paiva)
02. Raso da Catarina (Cleivan Paiva)
03. Irmandade da santa cruz do deserto (Cleivan Paiva)
04. Xique xique (Cleivan Paiva)
05. Frevo Cariri (Cleivan Paiva)
06. Noite e dia (Cleivan Paiva)
07. Tons Musicais (Cleivan Paiva)
08. Cariri (Cleivan Paiva)



Ficha Técnica

Cleivan Paiva: Violão

Ibberton Nobre: Piano



Quarteto Bom Tom (Fortaleza, CE)

Dia 7, quinta-feira, às 12h e 18h

Quatro excelentes instrumentistas reunidos numa louvável proposta de fazer música exclusivamente instrumental com a máxima qualidade, levando ao público um repertório seleto destacando principalmente a bossa nova, jazz e os grandes sucessos nacionais e internacionais. Desde a escolha do nome do grupo já se percebe a ênfase na sofisticação e requinte, contudo eles não abrem mão da simplicidade e descontração que são bem característicos da musicalidade brasileira. "Bom Tom" é uma singela homenagem a Tom Jobim e, também, remete à idéia de bom gosto, à coisa de bom tom, ou seja, coerência e concordância na busca da excelência que transcende o âmbito musical.

Os integrantes são músicos experientes: Heber Moura estudou piano na infância e na adolescência e chegou a tocar guitarra com bandas de rock, em Recife; é compositor premiado em festivais, com músicas gravadas por importantes cantores cearenses. Franzé vem da escola do rock e no quarteto está tendo sua primeira experiência com a música instrumental, considerando-a um rico aprendizado na elaboração de seus melhores arranjos. Antonio Sampaio é fruto da escola-referência para instrumentistas de sopro no Ceará, o Colégio Piamarta, sob a regência do Maestro Costa Holanda, atuou por vários anos e tocou com importantes nomes da música popular cearense, atualmente é um dos solistas do grupo Regional Hora Marcada. E finalmente, Roberto Pinto é graduado em Música pela Universidade Estadual do Ceará, desde o início dedicou-se ao violão, participando de grupos musicais de rock e de música popular, compositor premiado em festivais, suas músicas foram gravadas por destacados cantores locais e na discografia registra dois CDs gravados, em parceria com Nilo Alves e Hermano Carvalho.

Uma particularidade sobre o Quarteto Bom Tom é que seus componentes são atuantes em outras áreas que vão do Estatístico, Mestre e Doutor em Administração Financeira, professor universitário ao empresário e industrial.

O quarteto já fez inúmeras apresentações em diversos locais, destaque para o Espaço Cultural Oboé, além de restaurantes como o Labaredas, Degusti, Fagulha e Casa do Carneiro. Participou do Festival BNB da Música Instrumental nas edições de 2008 e 2009, nas cidades de Fortaleza, Sousa, Catolé do Rocha e Nazarezinho (estas três últimas no Estado da Paraíba) e do Programa Cultural do Tribunal Regional do Trabalho, em Fortaleza.



Programa

1. Georgia on my mind (Hoagy Carmichael / Stuart Gorrell )

2. Strings of pearls (Jerry Gray)

3. St. Louis Blues (W. C. Handy)

4. Limehouse blues (Philip Braham / Douglas Furber )

5. Take the "A" train (Billy Strayhorn)

6. Samba de uma nota só (Tom Jobim)

7. Ela é carioca (Tom Jobim / Vinícius de Moraes)

8. Wave (Tom Jobim)

9. Insensatez (Tom Jobim / Vinícius de Moraes)

10. Olha (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)

11. Flor de lis (Djavan)

12. Corcovado (Tom Jobim)

13. Samba do avião (Tom Jobim)

14. Amazonas (João Donato / Lysias Ênio)

15. Influência do jazz (Carlos Lyra)



Ficha Técnica

Teclados: Heber Moura

Flauta e clarineta: Antonio Sampaio

Bateria: Franzé Batera

Contrabaixo: Roberto Pinto



Abanda (Nova Olinda, Cariri, CE)

Dia 28, quinta-feira, às 12h e 18h

Vindos de experiências Brasil afora e com a bagagem de duas turnês internacionais passando pela Alemanha, Itália e Portugal, o grupo de música instrumental, criado na Fundação Casa Grande, Nova Olinda-CE, é formado por videomakers e videographers, profissionais que utilizam, criativamente, vídeos e gráficos em shows. Com influências de músicos como Gilberto Gil, Jefferson Gonçalves, Heraldo do Monte, Arismar do Espírito Santo e Arnaldo Antunes, com quem já tocaram, e tantos outros com quem mantiveram contatos e também dividiram palco, e das tradições populares, Aécio Diniz, Samuel Macedo e Hélio Filho produzem juntos, desde os nove anos de idade, música e vídeo. Com o produtor musical e percussionista André Magalhães, desenvolveram, no Laboratório de Música da Fundação Casa Grande, o espetáculo "Rua do Vidéo", um musical que mostra o olhar do grupo sobre a região do Cariri, utilizando-se do audiovisual e de trilhas musicais para realizar um passeio pelas ruas e cidades da região. Um diálogo de som e imagens sobre a cultura popular, vista pelo prisma da infância, no interior do Brasil. A rua que dá nome ao espetáculo fica no centro de Barbalha e é nesse espaço que desfilam os grupos de tradição popular. No show, essas imagens são reavivadas.

Estes "meninos da Casa Grande" tentam transformar a música, com influência das origens do seu povo, em uma ferramenta para a construção social de crianças e jovens, e trazem agora, para o encantamento do público, essa mescla de imagens, sons e emoções para o palco do CCBN-Fortaleza.



Programa

01 - A hóstia e cauim (Alemberg Quindins)

02 - Poesia (Poeta Felipe)

03 - Eu vi a maré encher (Agentes do Coco da Batateira)

04 - Aboio para a casa grande FM (Danta Aboiador)

05 - Viola violeta (Aécio Diniz / Samuel Macedo / Hélio Filho)

06 - Canção do lenço (Cego Heleno)

07 - Velejar a barca (Reisado discípulos do Mestre Pedro)

08 - Forró na feira (Aécio Diniz / Samuel Macedo / Hélio Filho)

09 - Wuaicá (Alemberg Quindins / Rosiane Lima Verde)

10 - Galopando (Aécio Diniz / Samuel Macedo / Hélio Filho)



Ficha Técnica

Aécio Diniz (baixo)

Samuel Macedo (guitarra e violão)

Hélio Filho (bateria)

André Magalhães (percussão)

AGENDA CULTURAL CURITBA


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EVENTO - Lançamento - Isto não é um livro de viagem Lançamento da nova edição de "Galáxias", obra de Haroldo de Campos (Editora 34)

A Editora 34 convida para o bate-papo com Beatriz Bracher e Flora Süssekind na ocasião do lançamento da nova edição de Galáxias, dia 07 de abril, às 19h, na Casa das Rosas.

Em 1991, Flora Süssekind organizou um encontro na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, sobre a oralidade em Haroldo de Campos, evento que deu à Beatriz Bracher, na época à frente da Editora 34, a ideia de publicar a proesia de Haroldo de Campos e, não apenas em sua forma escrita, mas também na voz e leitura do próprio autor. Durante o bate-papo, Beatriz e Flora mostrarão ao público trechos inéditos desta gravação feita em estúdio com Haroldo de Campos.

Serviço:

07 de abril de 2011, quinta-feira, às 19h

Casa das Rosas - Hall (Av. Paulista, 37 - Bela Vista. Tel. 3062-1063)

Entrada Franca