terça-feira, 31 de maio de 2011

Lançamento- infanto juvenil - Editora Biruta lança O Leão-Camaleão





O Leão Camaleão

de Almir Correia

Ilustrado por Gustavo Piqueira


56 pp. / 31 x 16,5 cm /

O texto inteligente e divertido de Almir Correia e a ilustração e o projeto gráfico criativos de Gustavo Piqueira fazem deste infantil um livro bem diferente




A Editora Biruta lança O Leão Camaleão. Escrito por Almir Correia e ilustrado por Gustavo Piqueira, que também fez o projeto gráfico, este livro conta a história de um bicho criado pela imaginação, de espécie raríssima, pertencente ao reino mágico da classe do Mamífero Disfarçantes e totalmente invisível aos olhos humanos apressados. O Leão-Camaleão conhece todo mundo, num piscar de olhos, ele está no Japão, numa abanada de cauda, ele está na Alemanha, numa lambida de pata, ele está no México, numa coçada de juba, ele está no Egito, e num bocejo preguiçoso, ele está no Brasil. O Leão-Camaleão se alimenta das paisagens e dos lugares que visita e vive grandes aventuras.



Todos conhecem o rei dos animais. E muita gente já deve ter ouvido falar de um animalzinho que muda de cor conforme o lugar por onde passa. Mas e o Leão-camaleão? Alguém já viu? Já ouviu? Já tocou? Ele sempre esteve bem debaixo do nosso nariz. E agora ele vai nos mostrar como é que ele enxerga tudo o que está a nossa volta, nossa cidade, nosso país. O texto inteligente e divertido de Almir Correia, e as ilustrações e projeto gráfico criativos de Gustavo Piqueira, fazem de O Leão Camaleão um livro novo e diferente.



Almir Correia é escritor de mais de duas dezenas de livros, sempre trabalhando com o humor e fazendo do livro uma gostosa brincadeira. Suas principais publicações são Poemas Malandrinhos (Altamente Recomendável FNLIJ); Poemas Sapecas, Rimas Traquinas (Melhor livro de Poesia Infantil APCA/1997); Anúncios Amorosos dos Bichos (Altamente Recomendável FNLIJ); Trava-língua Quebra-Queixo Rema-Rema Remelexo e O menino com monstros nos dedos. Almir é também roteirista, criador e diretor da série de animação Carrapatos e Catapultas (Projeto AnimaTV – Rede Cultura de Televisão; TV Brasil).

Gustavo Piqueira dirige a Casa Rex (www.casarex.com \http://www.casarex.com//), casa de design com bases e São Paulo e Londres e é o designer com mais trabalhos selecionados na história da Bienal ADG de Design Gráfico (48) além de ter recebido dois prêmios Jabuti e diversos prêmios internacionais de design. Gustavo também já publicou 10 livros entre eles os fictícios como "Marlon Brando - Vida e Obra" (Martins Fontes, 2008) e "Manual do Paulistano Moderno e Descolado" (Martins Fontes, 2007), e os infanto-juvenis "A Vida sem Graça de Charllynho Peruca" (Biruta, 2009) e "Eu e os Outros Pioneiros da Aviação" (Escala Educacional, 2007), ambos selecionados para o PNBE 2010. Também desenha alfabetos e ilustra livros infantis.

um lançamento

ESPORTES - NOTÍCIA - Sul-Americano de Atletismo

Atletas do Centro de Excelência disputam Sul-Americano de Atletismo na Argentina

Carlos Roberto Pio e Jonathan Henrique, do Centro de Excelência Esportivo, integram a delegação brasileira que disputa o Campeonato Sul-Americano de Atletismo, em Buenos Aires, na Argentina, entre 2 e 5 de junho.

Carlos é um dos velocistas mais consistentes do Brasil na temporada e está escalado no revezamento 4x100m, junto com Nilson de Oliveira André, Sandro Viana e Ailson da Silva Feitosa. O objetivo do quarteto é fazer um tempo abaixo dos 38 segundos, para manter o Brasil entre os melhores do ano.

Já Jonathan, detém a melhor marca (16,70m) no salto triplo do ano, entre atletas da categoria sub-23 e segunda marca no geral, atrás apenas de Jefferson Dias Sabino (16,93m). Ele precisa saltar três centímetros a mais para garantir vaga no Campeonato Mundial Universitário, no mês de agosto, na China.

"Os dois estão em ótima forma e certamente brigarão por medalhas. Espero que façam um bom papel e ajude o Brasil a trazer bons resultados", afirmou Nélio Moura, treinador do Centro de Excelência.

O Brasil também contará com nomes como a campeã olímpica do saldo em distância Maurren Maggi, da campeã mundial de salto com vara indoor Fabiana Murer, entre outros.

Carlos Roberto Pio e Jonathan Henrique são atletas do Centro de Excelência Esportiva, projeto da Secretaria de Esporte Lazer e Turismo do Estado de São Paulo em parceria com a Federação Paulista de Atletismo (FPA).

Outras informações no site www.nosamamosatletismo.net

MIDIANEWS - Paulo Coelho pede: “Pirateiem meus livros”

Em artigo na Folha, Paulo Coelho pede: “Pirateiem meus livros”



O escritor Paulo Coelho, membro da Academia Brasileira de Letras, defendeu a pirataria de seus livros em artigo publicado na Folha de S. Paulo no último domingo (29/5). “Como autor, deveria estar defendendo a 'propriedade intelectual'. Mas não estou. Piratas do mundo, uni-vos e pirateiem tudo que escrevi!”, opinou.

Coelho acredita que as pessoas podem se interessar pelos livros se tiver acesso a alguma parte do conteúdo online.” Se gostou do começo, irá comprá-lo no dia seguinte - já que não há nada mais cansativo que ler longos textos em tela de computador”, escreveu.

O escritor também apresentou números de suas obras, para mostrar que mesmo com o acesso livre na web, os livros continuam a ser vendidos. “Hoje, mantenho o 'Pirate Coelho', colocando endereços (URLs) de livros meus que estão em sites de compartilhamento de arquivos. E minhas vendagens só fazem crescer - cerca de 140 milhões de exemplares no mundo”, afirmou.

EVENTOS - JULHO NA ESCOLA SÃO PAULO


logoAproveite as Férias para se Conectar


A Escola São Paulo é conectada com o mundo real

Trazendo para o ambiente escolar profissionais renomados,

novos profissionais que se destacam em

áreas ainda desconhecidas do grande público

ou formadores de opinião,

traçando uma sólida ponte para que o aluno

aprenda, se atualize ou conheça a realidade do mercado de

trabalho e suas novas possibilidades.

Uma boa oportunidade para aproveitar este efervescente

ambiente de troca de conhecimento são as férias de julho.

Passarão pelas salas de aula da Escola

profissionais nas áreas de

Moda, Fotografia, Ilustração, Roteiro, Grafite e Vídeo Mapping

entre vários outros temas,

sempre relacionados à cultura contemporânea.

Moda

Marie Rucki, Diretora do Studio Berçot - Paris,

uma das mais renomadas escolas de moda do mundo ministrará

um curso e uma série de palestras,

o estilista Lorenzo Merlino dará aula de

História da Arte e suas Relações com a Moda

e Fausto Viana sobre Figurino para Teatro.

Fotografia

O fotógrafo Valentino Filadini, focará suas lentes na

Culinária e Melissa Szymanski nas noções básicas.

Texto

Claudio Nigro, Escritor e roteirista radicado em Florença,

Itália aos 19 anos e hoje morando em Roma,

ministra curso sobre roteiro para séries de tv,

enquanto o jornalista Daniel Piza ensina Como Fazer um Bom Texto.

Arte

OFICINA DE ILUSTRAÇÃO

Maria Eugênia

ARTE URBANA: GRAFITE

Loro Verz

VIDEO MAPPING: ARQUITETURA E PROJEÇÃO

VJ Spetto

Este é o reflexo da proposta

inovadora da Escola São Paulo,

focada no intercâmbio das várias áreas do

conhecimento contemporâneo,

uma necessidade cada

vez mais importante no mundo atual.

www.escolasaopaulo.org

Lançamento- O mundo em desajuste de Amin Maalouf


O mundo em desajuste
Título Original: Le dérèglement du monde
de Amin Maalouf

Tradutor: Jorge Bastos

Páginas: 304



UMA OBRA IMPRESCINDIVEL

Nestes primeiros anos do século XXI, o mundo tem apresentado várias vertentes de desajuste: o intelectual, o econômico, o financeiro e o climático. Em O Mundo em Desajuste, Amin Maalouf, com a mesma desenvoltura com que escreve seus romances, apresenta ao leitor um diagnóstico rigoroso e humanista do mundo e de sua evolução.

Amin Maalouf, neste ensaio abrangente, busca compreender como se chegou a esse ponto e como escapar dele. Para o autor, o desajuste do mundo deve-se mais ao esgotamento simultâneo de todas as nossas civilizações do que a uma “guerra das civilizações”.

“Raramente o ponto de virada entre o nacionalismo árabe e o fundamentalismo islâmico após a Guerra dos Seis Dias foi explicado de forma tão esclarecedora.” (L’Express)



um lançamento da



Agenda de Junho do Instituto de Música CLP


clique para ampliar

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Lançamento:Touro (Série Boudica - vol. 2)


Touro (Série Boudica - vol. 2)
de Manda Scott


Coleção: Boudica
Páginas: 488

Chegou o segundo volume às livrarias

Touro, de Manda Scott, tem início no ano 47, quando Boudica e seus guerreiros dão seguimento à implacável resistência contra as Legiões romanas que ocupam a Britânia. O segundo volume da trilogia é a continuação da história da rainha guerreira dos icenos que liderou seu povo numa sangrenta batalha final contra os exércitos invasores de Roma.

Posicionado contra Boudica está Julius Valerius, oficial da cavalaria auxiliar, cuja crescente brutalidade ao servir seu deus e seu imperador não consegue protegê-lo dos fantasmas do passado.

E imprensadas no meio estão duas crianças, peões num jogo de inconcebível crueldade, enquanto, no coração de Roma, o imperador Cláudio e sua esposa sedenta de poder controlam a vida de todo um povo.


Todos lançamentos da


Lançamento- infanto juvenil - Romeu e Julieta da Terra dos Gnomos

Cinderela da Terra dos Gnomos



A Bela Adormecida da Terra dos Gnomos










Romeu e Julieta da Terra dos Gnomos


de Ângela Puccinelli e Paulo Roberto Ferrari


cada volume com
Encadernaçao: Brochura
Número de Páginas: 16 páginas
Peso: 82 gramas

OS LIVROS

Altamente recomendável !
Texto divertido e sem dramas, livremente baseado na obra do Clássico de Willian Shakespeare e dos irmãos Grimm. Livro infantil ricamente ilustrado, com personagens especialmente criados.


OS AUTORES

Ângela Puccinelli é administradora de empresas, pós-graduada em administração, marketing, recursos humanos e mercado editorial. Tem 39 anos de experiências nestas áreas. Ex-professora de administração e marketing em faculdades do RS, também trabalhou com crianças e adolescentes em diversos cursos da Júnior Achivement.

Paulo Roberto Ferrari é publicitário e designer infantil há mais de 20 anos. É editor do Jornaleko - Jornal da TERRA DOS GNOMOS E DUENDES -, primeiro jornal infantil independente do Brasil.
Profissional premiado em salões de propaganda e de artes-gráficas, seu interesse pelo mundo infantil fez com que se especializasse em projetos culturais e de lazer para crianças , inclusive com cursos no Disney Institute em Orlando,Florida,EUA.














UM LANÇAMENTO




EVENTOS - Música - O Empresário estreia temporada 2011 do Programa Ópera Ilustrada






Esta ópera cômica se passa no escritório do Empresário Franco, que depois de fazer cabala e numerologia, transforma-se no poderoso Sr. Frank. É quando ele conhece Antenor, um riquíssimo investidor que decide fazer uma proposta irrecusável: montar a maior ópera de todos os tempos.



Entretanto, sua entourage não é, digamos assim, tão fenomenal. Na verdade, ele e a otimista Senhorita Kling, sua assessora para assuntos de business, vivem as maiores agruras para gerenciar sua problemática trupe de artistas, especialmente Madame Herz e Mademoiselle da Silvah.



Madame Herz é uma cantora experiente, reconhecida por sua bela voz e pelo terrível temperamento. Já a impetuosa Mademoiselle da Silvah, está recém chegada dos Estados Unidos, onde estudou canto lírico. Não precisa dizer que este duelo entre as prima-donnas irá durar algumas árias como a fervorosa Rainha da Noite, da “A Flauta Mágica” de Mozart.



Qualquer semelhança com a vida real, não é mera coincidência. Os textos originais são pertinentes aos costumes do século XVIII (época de ouro dos vaudevilles), e por isso, raramente são gravados ou apresentados, ficando aos novos produtores a incumbência de traduzir este gênero tragicômico para o século XXI.



Para a coodernadora geral Cristine Marquardt “o desafio desta ópera foi justamente propor uma leitura interessante e atual, de maneira que as pessoas compreendam a história, as nuances musicais e teatrais. Temos certeza que o público irá se divertir“.



Este projeto é uma produção do Observatório das Artes e tem o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Fundo Municipal de Cultura - Programa de Apoio e Incetivo à Cultura.



História

O Empresário é uma pequena ópera de Mozart, que foi composta para um concurso em Viena, em fevereiro de 1776. Entretanto, a vencedora foi “Prima la musica e poi le parole” de Antonio Salieri, famoso rival de Mozart no filme “Amadeus” (vencedor de 8 estatuetas do Oscar 1985).



Elenco

Direção artística e musical: maestro Alessandro Sangiorgi (Itália)

Direção cênica e adaptação de texto: José Brazil

Coordenação geral: Cristine Marquardt

Sr. Frank: Maurício Vogue (ator)

Senhorita Kling: Rosana Stavis (atriz e cantora)

Madame Herz: Carla Domingues (soprano)

Mademoiselle da Silvah: Anna Spadonni (soprano)

Antenor: Cleyton Pulzi (tenor)

Luís Bufonne: Marcelo Dias (barítono)

Músicos: Alexandre Brasolim (violino), Juliane Weingartner (violino), Leila Taschek (viola), Samuel Pessatti (violoncelo), Maria Helena Salomão (contrabaixo), Paulo Barreto (oboé), Fabrício Ribeiro (flauta), André Erhlich (clarinete), Jamil Bark (fagote), Edivaldo Chiquini (trompa), Marco Xavier (trompete) e Marcio Szulack (percussão)

Adaptação musical: Alexandre Brasolim



Serviço:
Opera Ilustrada - O Empresário
Compositor: W. A. Mozart

Data: 3, 4 e 5 de junho de 2011
Horário: 20h
Local: Capela Santa Maria - Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 I 3321-2840 I Curitiba-PR)
Ingresso: R$15 ou R$7,50 (1kg de alimento não perecível) e no dia 5 (entrada gratuita).

Evento - Museu de Arte Sacra sedia mostra de artistas paranaenses







Religião e arte unem-se na exposição “Linguagens do Sagrado”, em cartaz no Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba – Masac, espaço gerenciado pela Fundação Cultural de Curitiba. Sob a curadoria de Nilza Procopiak, a mostra coloca ao alcance do público importantes trabalhos do acervo municipal, assinados por cinco dos mais representativos artistas paranaenses que, nessas obras, abordaram aspectos da vida espiritual.

De Guido Viaro, um dos mestres da arte paranaense, foi escolhido o desenho em crayon sobre papel “Os Profetas”. Nascido em Badia Polésine, na Itália, Viaro veio para Curitiba em 1930 e aqui foi responsável pela criação de escolinhas de arte, num trabalho pioneiro para despertar nas crianças a criatividade e o gosto pela arte. Com várias premiações nacionais, o artista foi o mais respeitado professor da Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Faleceu em 1971, aos 74 anos de idade, deixando uma obra admirável e um exemplo de arte e vida.

Dando sequência à seleção de trabalhos, Jair Mendes expressa a paixão pela pintura na obra “Ceia”, forte e colorida, onde as superfícies das tintas ganham um toque gráfico. De Edílson Viriato está presente a obra tridimensional denominada “Coroa do Salvador”, que une materiais diversos no limite entre a seriedade e a transgressão. Cultura, religião, mitos e rituais são dissecados e revisados pelo artista, em réplicas que mostram o desmanche dos tabus, feito sob o ponto de vista da polêmica.

Tecnologia digital e complexa elaboração manual são os instrumentos de Uiara Bartira para a gravura da série “Pixel”, também na exposição. O trabalho é um exemplo do modo como a artista conseguiu passar toda a luminosidade e transparência da cor obtida pela luz digital para a cor da tinta, por meio da gravura em metal. “Além disso, a obra possui uma característica fluída, que inegavelmente remete aos aspectos etéreos da vida espiritual”, destaca a curadora Nilza Procopiak.

A pintura intitulada "Anunciação - Zwiastowanie", de Everly Giller, fecha a relação de obras selecionadas para a mostra no Museu de Arte Sacra. Com uma visão extremamente lírica, o trabalho fascina pelo uso das cores e pela composição fantástica e onírica de um universo que se complementa nele mesmo. Produto intelectual, além de artístico, a obra alude a ícones religiosos, à arte medieval e à lei áulica que determina o tamanho maior para a personagem mais importante: a Virgem Maria.



Serviço:

Exposição “Linguagens do Sagrado”, com obras de artistas paranaenses, sob a curadoria de Nilza Procopiak.

Local: Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba – Masac (Largo da Ordem, s/n – Setor Histórico)

Data: aberta ao público até o final de julho de 2011

Horário de visita: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h.

Entrada franca

EVENTOS - Música - Sinamantes e a banda paraibana de Chico Ribeiro




O trio brasileiro-argentino Sinamantes e a banda paraibana Chico Ribeiro e Os Cabras de Mateus são atrações musicais gratuitas no próximo mês de junho no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108). O trio Sinamantes se apresentará no próximo dia 8, e Chico Ribeiro e os Cabras de Mateus no dia 9, ambos às 12 horas e 18 horas.

Nascido em meio ao escaldante verão paulistano de 2010, formado por dois brasileiros e uma argentina, o trio Sinamantes vem para estreitar os laços entre a música pop brasileira e a latino-americana. As diferentes bagagens de seus três integrantes realizam esta integração de maneira autêntica, visando a criatividade e a reflexão em torno das diferentes culturas do nosso continente e sua reverberação na música pop do cada país.

Natália Mallo (voz e cordas) e Mariá Portugal (voz e bateria) são fundadoras do Trash Pour 4, grupo conhecido pelas versões inusitadas de clássicos da música pop, com três discos lançados no Brasil e no exterior, e algumas turnês internacionais no currículo. Além disso, Natália encabeça o grupo de tango Gato Negro, enquanto Mariá Portugal acompanha Fernanda Takai em seu trabalho solo. Danilo Penteado (voz, cordas e piano) é multi-instrumentista, conhecido principalmente pelo seu trabalho no Quatro a Zero, grupo que realiza uma pesquisa inovadora sobre o choro.

Juntos lançaram o EP SINAMANTES, no qual interpretam músicas próprias e de outros autores. O grupo Sinamantes fez sua estreia em março numa turnê nos Estados Unidos, que incluiu o festival South by Southwest (SXSW), um dos maiores festivais de música global do mundo. Atualmente, preparam seu lançamento no Brasil e produzem seu segundo EP e uma turnê de lançamento na Europa, com shows confirmados em Lisboa (Lisbon Unplugged), Sevilha e Londres (Park Plaza).

Os Sinamantes também se apresentarão, no SESC Crato, no Cariri cearense, no próximo dia 10 (sexta-feira), às 20 horas. No CCBNB-Sousa, na Paraíba, farão duas apresentações: no dia 11 (sábado), às 21 horas, e no dia 12 (domingo), às 19h30. Os shows são gratuitos.



Repertório do Show:

01. Azar (Natalia Mallo / Danilo Penteado / Mariá Portugal)

02. Cenizas en tu piel (Natalia Mallo / Ana Paula Gomes)

03. Dios y yo (Natalia Mallo / Mariá Portugal)

04. The frog (Natalia Mallo)

05. Polite dance song (The bird and the bee)

06. Chorando se foi (Hermoza/Ferreira/Monteiro)

07. Díme lo (Natalia Mallo / Danilo Penteado / Mariá Portugal)

08. Déjalo ser (Natalia Mallo / Danilo Penteado / Mariá Portugal)

09. Procuro (Mariá Portugal)

10. Corazón Partío (Alejandro Sanz)

11. Hay que venir al sur (Gianni Boncompagni/ Escolar/ L. Gomez/ Ormi/ Pace)

12. Tolas Melodias (Cursis Melodias - Natalia Lafourcade)



Ficha Técnica:

Natalia Mallo: voz, vocais, violão, guitarra

Mariá Portugal: voz, vocais, bateria

Danilo Penteado: voz, vocais, baixo



Chico Ribeiro e os Cabras de Mateus

Apresentando uma nova face dos antigos trios pé de serra, ainda em voga em diversos rincões do Nordeste, Os Cabras de Mateus, criado em João Pessoa em meados de 2002, foi reformulado por Chico Ribeiro, que integrou o grupo onde divide composições e arranjos, acompanhado por sanfona, triângulo, zabumba e pandeiro.

O nome do grupo é uma referência ao bairro Alto do Mateus, João Pessoa-PB, também inspirado no "Mateus", personagem da cultura popular. Entre autorais e composições de outros nomes que muito bem divulgam o verdadeiro forró, o show é uma saudação às tradições, e reafirma o compromisso que esta música tem como arte popular e identidade quanto raiz de tudo que, no estilo, veio depois e modernizando-se, conservando a essência.

Em março de 2009, Chico Ribeiro e Os Cabras de Mateus gravaram seu primeiro CD intitulado "Porteira Aberta", com a participação de Biliu de Campina, Antônio Barros e Cecéu, Adeildo Vieira, Jaqueline Alves e Gláucia Lima.

O grupo também se apresentará no CCBNB-Sousa, na Paraíba, no próximo dia 7 (terça-feira), às 19h30. O show é gratuito.



Programa

1. Por Amor Ao Forró (Pinto Do Acordeom)

2. Mistura De Raças (Pinto Do Acordeom)

3. Melhor Que O Forró É O Amor (Kennedy Costa)

4. Proposta De Paz (Chico Ribeiro)

5. Passarinho Cantor (Antonio Barros / Cecéu)

6. Quanto Mais Quente Melhor (Joca Do Acordeom / Zé Da Ema)

7. Numa Sala De Reboco (Luiz Gonzaga / Zé Marcolino)

8. Dois Apenas Um (Livardo Alves / Junior Targino)

9. Gozo Da Mente (Marcos Maia / Bebe De Natercio)

10. Porteira Aberta (Junior Targino)

11. Minha Viola (Junior Targino)

12. Vem Viver Essa Paixão (Pinto Do Acordeom)

13. Tô Querendo Teu Chamego (Kennedy Costa /Pádua Belmont)

14. Vitória (Chico Ribeiro)

15. Roseiral (Fernando Mouro)

16. Vida Boa Aperriada (Pinto Do Acordeom)

17. Abra O Olho (Chico Ribeiro)



Ficha Técnica

Voz e Triângulo - Chico Ribeiro

Acordeom - José Joabe Dantas

Contrabaixo - Kleber

Percussão - Gabriel Soprino Silva

EVENTOS - Imagens históricas de Arthur Wischral em exposição no Museu da Fotografia

Foto 151 - SN, 20159

Cinco moças

Suporte original negativo em chapa de vidro P/B, formato13x18cm



Imagens históricas de Arthur Wischral em exposição no Museu da Fotografia



Parte da coleção de negativos em chapas de vidro de Arthur Wischral, uma das mais importantes do acervo municipal, poderá ser conferida na exposição “Documentos de um Olhar” que inaugura na próxima quarta-feira (1º), no Museu da Fotografia de Curitiba. Painéis com 94 imagens sugerem uma viagem pelo tempo, permitindo que o visitante contemple cenas históricas de Curitiba e de outras cidades paranaenses, ao lado de registros do cotidiano do século XX, no período entre 1910 e 1964.

A mostra, que alimenta o conhecimento sobre as raízes curitibanas, segue a proposta da Fundação Cultural de Curitiba de divulgar e preservar o patrimônio artístico e cultural da cidade. A primeira vez que a coleção esteve exposta foi em 2007, quando também ganhou um Boletim Casa Romário Martins, com a publicação das imagens. Naquela ocasião, o evento significou o término de um longo trabalho de recuperação dos negativos, que vinha sendo realizado desde 1999 pela Diretoria do Patrimônio Cultural da FCC.

O acervo de negativos em chapas de vidro de Arthur Wischral, fotógrafo curitibano pioneiro da fotografia documental, é composto por 6.750 chapas e 170 fragmentos. A maior parte da coleção foi adquirida dos herdeiros pelo IPPUC – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba e, posteriormente, doada à Fundação Cultural.

A partir de 1999, a Diretoria do Patrimônio iniciou o trabalho de seleção, higienização, acondicionamento, reprodução, identificação e catalogação em base de dados, o que garante que esse material esteja hoje disponível, na Casa da Memória, para consulta e pesquisas de toda a população. Para realizar o trabalho, a Fundação Cultural contou com o patrocínio da Universidade de Harvard (EUA), que possibilitou a compra de equipamentos adequados para o melhor tratamento da coleção.



O fotógrafo – Filho de imigrantes alemães, Arthur Wischral nasceu em 1894 e registrou por mais de 50 anos os momentos marcantes da evolução de Curitiba e do Paraná, documentando o cotidiano da cidade, sua urbanização, obras ferroviárias, a agricultura, o homem do interior e do litoral. Desde o início da década de 1910, já trabalhava como repórter fotográfico, carreira na qual se firmou como um dos mais importantes profissionais do país, desenvolvendo trabalhos também no Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bahia.

Contratado pela Rede Paraná – Santa Catarina, com a finalidade de documentar obras nas estradas de ferro, Wischral sempre foi além do mero registro e desafiava o perigo para representar, por meio da fotografia, a realidade dos ferroviários. A paisagem é tema recorrente em sua obra. Ele fotografou os campos, as serras e a vida nas pequenas cidades do interior. Com olhar sensível, mas também aguçado e imbuído do espírito de repórter fotográfico, Wischral registrou a gradual ocupação dos arredores de Curitiba, revelando a inevitável transformação urbana da cidade.



Serviço:

Exposição “Documentos de um Olhar”, com imagens da coleção de negativos em chapas de vidro do fotógrafo Arthur Wischral

Local: Museu da Fotografia de Curitiba (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)

Data: de 1º de junho a 3 de julho de 2011

Horário de visitas: de terça a sexta-feira, da 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 12h às 18h

Entrada franca

Evento - FCC promove ciclo de leitura sobre o Tropicalismo

A Fundação Cultural de Curitiba promove a partir desta semana um ciclo especial de leitura sobre o Tropicalismo, um dos movimentos mais criativos e abrangentes da arte e da cultura brasileira no século 20. O ciclo “Tropicália – Leituras do Movimento”, sob a orientação da escritora Monica Berger, será realizado às terças-feiras, das 14h30 às 16h30, na Casa da Leitura Augusto Stresser (Parque São Lourenço), e às quartas-feiras, no mesmo horário, na Casa da Leitura Dario Vellozo (Praça Garibaldi, 7).

Num total de 20 encontros semanais, os participantes vão conhecer o panorama em que se deu o movimento, de acordo com a ordem cronológica dos acontecimentos que antecederam e sucederam à explosão do Tropicalismo no Brasil. Serão feitas leituras de textos críticos (reportagens e entrevistas) e teóricos (ensaios), de trechos de peças teatrais e das letras das canções. Também serão exibidos vídeos e filmes.

De acordo com Monica Berger é possível dividir o movimento em três fases, que se subdividem nas áreas artísticas que pontuaram sua expressão no teatro, na música, nas artes plásticas, nas artes gráficas e no cinema. Serão apresentados o pensamento filosófico, artístico e comportamental de seus principais expoentes, em contraste com o contexto político, social e econômico do país.

Especialista em Literatura e Linguística, Monica Berger é formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e pela Universidade Federal de Ouro Preto. Tem alguns de seus poemas publicados pela revista Coyote, nas revistas eletrônicas Germina Literatura e Zunái. Recentemente lançou seu livro O Devorador de Quimeras.



Serviço:

Ciclo Especial de Leitura – Tropicália: Leituras do Movimento

Mediadora: Monica Berger



Casa da Leitura Augusto Stresser – Centro de Criatividade de Curitiba (Rua Mateus Leme, 4.700)

Início: 31 de maio de 2011 – todas as terças-feiras, das 14h30 às 16h30 (20 encontros)

Informações: (41) 3254-6802



Casa da Leitura Dario Vellozo (Praça Garibaldi, 7 – Centro Histórico)

Início: 1º de junho de 2011 – todas as quartas-feiras, das 14h30 às 16h30 (20 encontros)

Informações: (41) 3321-3268



Faixa etária: jovens e adultos

Entrada franca

EVENTOS - Música -Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa trazem a viola caipira

Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa trazem a viola caipira para a CAIXA Cultural Curitiba



Três dos maiores instrumentistas do país participam do projeto “Violeiros do Brasil”





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 03 a 05 de junho, o projeto “Violeiros do Brasil”, que traz uma roda de violeiros inédita, formada por Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa. Pela primeira vez em Curitiba, o projeto exalta a riqueza da viola e revela diferentes estilos do instrumento.



O projeto mostra a diversidade de composições e interpretações para a viola caipira, além da versatilidade com que cada violeiro o domina. Os músicos se apresentam apenas com as violas, em solos, duos e em um trio. Além disso, o uso de vídeo-cenários é marcante no espetáculo, com imagens de fragmentos do universo inspirador de cada violeiro, recriando o ambiente íntimo de cada um deles.



“Violeiros do Brasil” faz parte do projeto “Memória Brasileira”, criado em 1987 por Myriam Taubkin, com o objetivo de realizar mapeamento detalhado da música brasileira. O projeto pioneiro foi realizado em 1997, em um festival que reuniu os principais instrumentistas do país: Adelmo Arcoverde, Almir Sater, Braz da Viola, Ivan Vilela, Passoca, Paulo Freire, Pena Branca, Pereira da Viola, Roberto Correa, Tavinho Moura e Zé Mulato & Cassiano, Renato Andrade e Zé Coco do Riachão. A idéia era expressar a diversidade, a tradição e a modernidade da viola dentro da música brasileira.



Em 2008, Myriam lançou o livro e o DVD homônimos, sendo que este foi campeão de vendas da Livraria Cultura estando na lista dos 10 mais vendidos por meses. “Violeiros do Brasil” foi o primeiro grande encontro de artistas representativos do instrumento, de diferentes lugares do país. O show já foi para três cidades da Inglaterra e, no final deste ano, vai para o Europália, maior festival de cultura na Bélgica.



Violeiros



Paulo Freire



O paulistano Paulo Freire largou a faculdade de jornalismo e, em 1977, apaixonado pelo romance “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa, foi morar em Minas Gerais, região do rio Urucuia. Lá, aprendeu a tocar viola com Manoel de Oliveira e outros mestres da região. Em 1995, realizou uma turnê de viola-solo pela Europa, se apresentando em festivais de World Music da Bélgica e Holanda. Recebeu diversos prêmios pelas trilhas e canções: “Escola de Peões” (Prêmio Wladimir Herzog de Direitos Humanos – 1993), “O Umbu” (Prêmio Febraban - 1994) “Bom Dia” (Prêmio SHARP - melhor disco do ano - 1994), “Rio Abaixo”, seu primeiro cd solo (Prêmio SHARP de Revelação Instrumental), entre outros. É integrante da Orquestra Popular de Câmera, que ganhou em 1998 o Prêmio Movimento – Melhor CD do ano. Entrou para o grupo ANIMA, e gravou o CD “Especiarias” (Prêmio Carlos Gomes, melhor grupo de câmera – 2000). Gravou uma versão da música Boi da Cara Preta para o selo americano Ellipsis Arts e recebeu em 2001 o Pêmio Silver Parents Choice – EUA. Um dos responsáveis pelo fato da viola estar ganhando as salas de concerto, Paulo Freire gravou com os violeiros Pereira da Viola, Passoca e Bráz da Viola e também participou da gravação de CDs dos artistas: Arnaldo Antunes, Mônica Salmaso, Luiz Tatit, Maurício Pereira, entre outros



Roberto Corrêa



Violeiro, compositor e pesquisador, Roberto Corrêa nasceu em 1957 em Campina Verde, Minas Gerais. Devido ao seu trabalho, a viola adquiriu o status de instrumento solista. Largou em 75 a carreira de físico e se formou em Música, dedicando-se à viola. Em 83, o músico começou a divulgar seu trabalho com a viola caipira e a viola de cocho. O primeiro livro de viola editado no Brasil e a gravação de discos solo e em parcerias com importantes nomes da música brasileira são de iniciativa dele. Apresentou seu trabalho em recitais e oficinas em países como Japão, China, Alemanha. Possui 15 álbuns e explora todas as possibilidades da viola com um virtuosismo técnico, transmitindo a própria alma do sertão brasileiro. Roberto introduziu o método da viola caipira no Brasil, além de colocar o instrumento no conservatório MPB, inserindo a viola na música instrumental.



Rogério Gulin



O instrumentista curitibano Rogério Gulin cursou violão clássico na Escola de Música Belas-Artes do Paraná. Iniciou os estudos de viola caipira como autodidata. O violeiro é conhecido por seu trabalho como artista solo e pela participação dos grupos Terra Sonora e Vila Quebrada.



Ficha Técnica



Violeiros: Roberto Corrêa, Paulo Freire e Rogério Gulin

Direção Artística Myriam Taubkin

Iluminação: Tema Fernades

Engenheiro de Som: Alberto Ranellucci

Vídeo Cenário: Luis Duva

Coordenação Geral e Direção de Produção: Gabriel Paiva

Duração: 90 minutos



Serviço



Música: Violeiros do Brasil - Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa

Local: Teatro da CAIXA – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba/PR

Data: de 03 a 05 de junho

Hora: sexta e sábado 21h e domingo 19h

Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41)2118-5111(de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Evento - Projeto literário no palco do Teatro da Caixa






Italo Calvino, Julio Cortázar e “As Mil e Uma Noites” serão lidos para o público







A quarta edição do projeto “EntreMundos – Mundo da Leitura, Leitura do Mundo” volta ao Teatro da Caixa para apresentar textos de dois escritores contemporâneos e de uma obra clássica de autor desconhecido. Trata-se de “As Mil e Uma Noites”, que estará ao lado do italiano Italo Calvino e do argentino Julio Cortázar no dia 1º de junho, quarta-feira, às 20h.



Quem comanda a leitura dessa vez é a diretora Olga Nenevê, que selecionou contos dos livros indicados pelo curador Flávio Stein. Além do livro “As Mil e Uma Noites”, compilação árabe do século 9, serão lidos textos de obras contemporâneas, como “Os Amores Difíceis”, de Italo Calvino, e “História de Cronópios e de Famas”, de Julio Cortázar.



Encontrar similaridades em textos escritos em épocas e lugares tão diferentes foi uma tarefa nada fácil para a diretora. “No início, a gente pensou em tentar encontrar um ponto em comum. Depois, passamos a trabalhar a qualidade individual de cada um, sem querer misturar ou fazer um esforço para ligá-los”, explica Olga, que fará a leitura ao lado do ator Eduardo Giacomini.



No fim das contas, entretanto, as obras revelam, cada uma ao seu modo, tratar da busca pelo encontro. “A ideia de afetividade é trabalhada literariamente bem diferente em cada um, a vontade e a dificuldade do encontro, a vontade que existe entre os seres. Todos eles falam desse lugar interno e de como concretizar esse desejo interior”, completou.



Durante a leitura, a apresentação contará com a participação do músico Rogério Gulin, que complementará o ambiente com intervenções sonoras de uma viola caipira. Quem comparecer ao evento, ainda terá a oportunidade de participar de um debate mediado pelo escritor Luís Henrique Pellanda. O público poderá conversar e trocar ideias com a equipe responsável pela apresentação.



Sobre os autores



Considerado um dos maiores escritores europeus do século 20, Italo Calvino nasceu em Cuba, em 1923, mas logo foi para a Itália. Seu primeiro livro, “A Trilha dos Ninhos de Aranha” foi lançado em 1947. Começando com o neo-realismo, passou a explorar a fábula e o fantástico, sendo “As Cidades Invisíveis” e “Se um Viajante Numa Noite de Inverno” suas obras mais representativas.



Julio Cortázar nasceu em Bruxelas, na Bélgica, em 1914, mas mudou-se para a Argentina. Foi lá que estudou letras e trabalhou como professor. Em 1951, fixou residência em Paris e seguiu carreira literária. Considerado um dos pais do realismo fantástico, lançou entre muitas obras “O Jogo da Amarelinha”. O livro pode ser lido tradicionalmente do início ao fim ou seguindo indicações de rodapé e caindo em capítulos aleatórios.



Narrados por Sherazade, esposa do rei Shariar, os contos de “As Mil e Uma Noites” foram reunidos em língua árabe no século 9. O livro passou a ser amplamente conhecido no ocidente com a tradução feita por Antoine Galland para o francês em 1704. Na obra, Xerazade livra-se da punição do rei – que matava uma esposa a cada noite – ao contar histórias que sempre continuavam no dia seguinte.



EntreMundos



Depois dos projetos “Brasis: Leituras Plurais” e “XX Narrativas do Século XX”, realizados em 2009 e 2010, neste ano serão dez edições mensais de “EntreMundos - Mundo da Leitura, Leitura do Mundo”. Enquanto nas iniciativas anteriores focou-se na literatura de um determinado período ou de um espaço, a nova versão busca colocar em diálogo obras e autores através do tempo, tendo a narrativa como fio-condutor.



Nas primeiras edições, realizada em março e abril, foram lidos trechos de Giovanni Bocaccio, Lima Barreto, Mia Couto, Luís Henrique Pellanda, Paulo Venturelli e Assionara Souza. Durante o ano, ainda serão visitados Miguel de Cervantes, Milan Kundera, Lygia Fagundes Telles, entre muitos outros.



Ficha técnica:

Direção: Olga Nenevê

Leitores: Olga Nenevê, Eduardo Giacomini

Mediação: Luís Henrique Pellanda

Músico convidado: Rogério Gullin – viola caipira

Curadoria: Flávio Stein

Direção executiva: Leandro Daniel Colombo

Obras selecionadas: “As Mil e Uma Noites”, autor desconhecido; “Os Amores Difícies”, de Italo Calvino; e “História de Cronópios e de Famas”, de Julio Cortázar



Serviço



Literatura: EntreMundos - Mundo da leitura, leitura do mundo

Local: Teatro da CAIXA - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba/PR

Data: 01 de junho

Horário: quarta 20h

Ingressos: Um livro não didático

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

quarta-feira, 25 de maio de 2011

EVENTOS - Música - degustação de Bach



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EVENTOS - Música - Violonista Javier Patino se apresenta no projeto Guitarríssimo


Violonista Javier Patino se apresenta no projeto Guitarríssimo



Concerto de guitarra flamenca ocorre na terça-feira, 31 de maio, no Salão de Atos do Instituto Cervantes





O violonista Javier Patino, um dos grandes nomes da guitarra flamenca do mundo, se apresenta na terça-feira, 31 de maio, às 20h, no projeto Guitarríssimo, que ocorre no Salão de Atos do Instituto Cervantes — órgão oficial do Governo da Espanha e referência na difusão da cultura e do idioma espanhol —, localizado à Pç. Milton Campos, nº 16 – Serra. Patino comandará um quarteto formado pelo violinista Aléxis Lefevre, o contrabaixista Pablo Martín e o percursionista convidado Tino di Geraldo. Os ingressos custam R$ 10. Outras informações pelo telefone (31) 3789-1600 ou pelo e-mail rec1belo@cervantes.es.



A obra de Javier Patino, nascido em Jerez, na Espanha, reflete suas vivências e inquietudes. Cada nota tem uma marca de sua infância, de sua família, de experiências e sentimentos vividos. Foi iniciado na guitarra flamenca pelos maestros José Luis Balao e Manuel Lozano “El Carbonero”. Completou sua formação com Manolo Sanlúcar e Gerardo Núñez. Viajou pelo mundo com artistas como Joaquín Grilo, Carmen Cortés, Beatriz Martín, Manuela Carrasco, entre outros. Trabalhou com os cantores José Mercé, Esperanza Fernández e Segundo Falcón.



Patino selou uma estreita colaboração artística com o dançarino de flamenco sevilhano Javier Barón, como compositor, intérprete e diretor musical de espetáculos como “Dime”, “Notas al pie”, “Baile de hierro, baile de bronce o Meridiana”. Compôs e dirigiu musicalmente “A fuego lento” dos dançarinos de flamenco Andrés Peña e Pilar Ogalla. Media Vida, seu primeiro disco, será lançado ainda neste ano.



Guitarríssimo



O projeto Guitarríssimo, tradicional série de concertos de música espanhola, é promovido periodicamente em todos os centros do Instituto Cervantes do mundo. O objetivo é apresentar renomados violonistas de origem hispânica e disseminar a cultura da guitarra flamenca, demonstrando as origens e diferentes estilos de execução do violão.



Instituto Cervantes



O Instituto Cervantes, órgão oficial do Governo da Espanha e referência mundial na difusão da cultura hispânica, está presente em Belo Horizonte desde 2009. Em suas 79 sedes ao redor do mundo, nove apenas no Brasil, o Cervantes reúne mais de 120 mil alunos nos cursos de espanhol, além de promover atividades que divulgam a cultura dos países de língua espanhola. A sede em Belo Horizonte está localizada na Praça Milton Campos, 16, no bairro Serra.



Serviço

Guitarríssimo - Concerto de flamenco com Javier Patino

Data: Terça-feira, 31 de maio

Horário: 20h

Local: Salão de Atos do Instituto Cervantes – Pç. Milton Campos, nº 16 – Serra.

Ingressos: R$ 10, à venda na sede do Instituto Cervantes até duas horas antes da apresentação.

Informações: (31) 3789-1600 | rec1belo@cervantes.es

Evento - Chico Mattoso e João Paulo Cuenca em Leituras de Deformação

Chico Mattoso e João Paulo Cuenca em Leituras de Deformação



No dia 31 de maio, terça-feira, Chico Mattoso e João Paulo Cuenca apresentam mais uma edição do sarau 34 Leituras Íntimas no palco da Casa de Francisca.



Existem livros que redefinem a trajetória de um escritor, alargando horizontes estéticos e transformando sua maneira de enxergar o mundo e a literatura. É sobre esse tipo de experiência que Chico Mattoso e João Paulo Cuenca tratarão em Leituras de Deformação.



Nesta quinta edição do sarau, os dois compartilharão algumas das "pequenas revoluções" que certos autores causaram em suas vidas, refazendo os caminhos que ajudaram a moldar seus gostos e escolhas artísticas. Além da leitura de fragmentos especialmente selecionados para a ocasião, Mattoso e Cuenca devem ler trechos de autoria própria.



Serviço:

34 Leituras Íntimas_#5

com Chico Mattoso e João Paulo Cuenca

Data: 31 de maio, terça-feira, às 21h

Local: Casa de Francisca (Rua José Maria Lisboa 190. Tel. 11 3052 0547)

Ingressos R$ 19,00

RESERVAS SOMENTE ATRAVÉS DO SITE www.casadefrancisca.art.br



A próxima Leitura será no dia 26 de junho, com Noemi Jaffe e João Bandeira.



Chico Mattoso nasceu na França em 1978, mas sempre viveu em São Paulo. Formado em letras pela USP, foi um dos editores da revista Ácaro e tem textos publicados em diversos jornais e revistas. É autor dos romances Longe de Ramiro (Editora 34, 2007) e Nunca vai embora, que acaba de sair pela Companhia das Letras. Também trabalha como roteirista.

João Paulo Cuenca nasceu no Rio de Janeiro, em 1978. Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, e é autor dos romances Corpo presente (Planeta, 2003) e O dia Mastroianni (Agir, 2007) e O único final feliz para uma história de amor é um acidente (Companhia das Letras, 2010).

Lançamento: Geoprocessamento e meio ambiente




Geoprocessamento e meio ambiente
de Jorge Xavier da Silva & Ricardo Tavares Zaidan

Páginas: 324


Geoprocessamento & Meio Ambiente, organizado por Jorge Xavier da Silva e Ricardo Tavares Zaidan, mostra os inúmeros exemplos práticos do uso dessa tecnologia na produção de conhecimento de suporte para a conservação do meio ambiente. Além disso, permite perceber como é importante o domínio deste campo, seja no manejo e riscos ambientais, distribuição espacial de dados sociais, análise geográfica de ocupação e gestão territorial, análise econômica e congêneres.

“Esta leitura não interessa apenas aos iniciados, mas a todos aqueles que compreendem a função, na ciência, da busca pelos significados, dos sinais, em um mundo de notória complexidade.” - Prof. Dr. Eduardo Salomão Condé, Diretor do Instituto de Ciências Humanas/UFJF

ançamento da


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Lançamento: Folhas Caídas de Thomas C. Cook




Folhas Caídas
de Thomas C. Cook


Páginas: 294




Folhas Caídas, primeiro romance de Thomas C. Cook publicado no Brasil, chega com um suspense de tirar o fôlego, além de uma reflexão acerca de problemas familiares aparentemente comuns, mas que todos tentam esconder.

O livro, além de apresentar uma trama envolvente, esclarecida somente na última página, mostra como muitas pessoas acabam levando a vida de maneira cômoda sem perceber a tristeza que as cerca. Eric sentia-se feliz no casamento e no trabalho, e bem íntimo do taciturno filho. Quando os problemas surgem, todas as arestas mal-aparadas aparecem e ele percebe quão infeliz era, na verdade.

Uma história de quebra de confiança e do esforço heroico de um homem para manter fortes os laços que o ligam a tudo que ele ama.


lançamento da


Lançamento: Retrato mortal de J. D. Robb





Retrato mortal
Título Original: Portrait in death
de J. D. Robb
Tradutor: Renato Motta

Páginas: 448







Ano 2059 — No escaldante verão de Nova York, um corpo é encontrado na lixeira pública da rua Delancey. Uma repórter, amiga da tenente Eve Dallas, é avisada da desova e repassa a informação à policial. Eve parte, então, no encalço de um serial killer que oferece às suas vítimas a eternidade, arrancando-lhes a vida no auge da juventude.

Horas antes, chegara à emissora de notícias um portfólio com retratos da jovem assassinada, claramente trabalho de um profissional. As fotos, à primeira vista, não tinham nada de especial, apenas retratavam uma modelo, como tantas outras, em busca de uma carreira na Big Apple. A diferença é que a jovem não era modelo, e as fotos haviam sido tiradas quando ela já estava morta.

Eve Dallas sai então em busca do psicopata, supostamente um fotógrafo perfeccionista que observa, analisa e registra em detalhes cada movimento de seus modelos antes de capturá-los. Sua missão macabra é absorver a inocência, a beleza, a juventude e a vitalidade das vítimas, sugando-as para a câmera com o intuito de tirar um derradeiro e assustador... retrato mortal.



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Lançamento: Jogos de azar de José Cardoso Pires





Jogos de azar
de José Cardoso Pires




Diz-se jogo de azar aquele em que a perda ou o ganho dependem unicamente da sorte e não das combinações, do cálculo ou da perícia do jogador. Com essa temática, chega às livrarias Jogos de Azar, o primeiro livro inédito no Brasil de José Cardoso Pires, após o relançamento de três obras e uma longa espera.

Em Jogos de Azar, o autor não se interessa somente pela denúncia da injustiça social, mas, também, pelo compromisso evidente com a realidade, reproduzida em linguagem predominantemente denotativa.

José Castello, no prefácio, sentencia: “Via uma generalidade: apagava-a. Deparava com um lugar-comum: jogava-o fora. Deparava com o bom-senso: esmagava-o. Dividido entre Barnard e Caravaggio — no vão entre os dois — tornou-se um exímio caçador do banal. Deixou-nos os restos de suas batalhas, essa literatura esplendorosa.”


O AUTOR
José Augusto Neves Cardoso Pires, (São João do Peso, 2 de Outubro de 1925 — Lisboa, 26 de Outubro de 1998) foi um escritor português.

Foi um de piloto sem curso, actividade que abandona compulsivamente, «suspeito de indisciplina e detido em viagem do navio Niassa» (c.f. auto da Capitania do Porto de Lisboa, de 02-02-1946). Optou então pelo jornalismo, tendo dirigido também as Edições Artísticas Fólio, onde Aquilino Ribeiro publicou O Retrato de Camilo, com litografias de Júlio Pomar e Carlos Botelho, e as traduções de D. Quixote e Novelas Exemplares, ilustradas por João Abel Manta. Na mesma editora, a colecção Teatro de Vanguarda, revelou em Portugal obras de Samuel Beckett, William Faulkner e Maiakovski. Em 1959 estagiou na revista Época, de Milão, com vista à publicação de um semanário que a censura impediu. A editora lança então a revista Almanaque, cuja redacção, coordenada por Cardoso Pires, é constituída por Luís Sttau Monteiro, Alexandre O'Neill, Vasco Pulido Valente, Augusto Abelaira e José Cutileiro. Colaborou também no Diário de Lisboa, na Gazeta Musical e de Todas as Artes e na revista Afinidades.

Unanimemente considerado um dos maiores escritores portugueses do século XX, numa galeria onde podemos encontrar nomes como José Saramago ou António Lobo Antunes, a sua carreira literária está marcada pela inquietação e pela deambulação. Autor de dezoito livros, publicados entre 1949 e 1997, não se identifica com nenhum grupo, nem se fixa em nenhum género literário, apesar de ser considerado sobretudo como um romancista. A sua relação mais duradoura no campo literário deu-se com o movimento neo-realista português, até ao 25 de Abril de 1974, justificada com a oposição ao regime autoritário português. A inserção da sua obra no neo-realismo é, por essas razões, contraditória. Frequentou também os grupos surrealistas, no início da década de 1940. Foi influenciado pela estética de Hemingway, pela narrativa cinematográfica, o que resulta em discursos curtos e diálogos concisos. O Delfim, de 1968, é geralmente considerado a sua obra-prima, em que o narrador assume uma condição de forasteiro, aparentemente descomprometido com uma realidade anacrónica. A Gafeira, aldeia inexistente, simboliza o Portugal marcelista, com um crime no centro da história. Tendo sido recebido, até 1974, como romance neo-realista, tem despertado um interesse crescente como narrativa pós-modernista. Pode efectivamente ser lido como o primeiro romance português no qual confluem as principais linguagens estéticas norteadoras do futuro pós-modernismo português devido à mistura de géneros, à polifonia, à fragmentação narrativa e à metaficção.

Foi sepultado em 1998 no Cemitério dos Prazeres em Lisboa. No âmbito do programa que evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires, a Videoteca da Câmara Municipal de Lisboa produziu uma curta-metragem intitulada Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires, realizada por António Cunha.


BIBLIOGRAFIA

Os Caminheiros e Outros Contos (Contos), 1949
Histórias de Amor (Contos), 1952
O Anjo Ancorado (Novela), 1958
Cartilha do Marialva (Ensaio), 1960
O Render dos Heróis (Teatro), 1960
Jogos de Azar (Contos), 1963 ; 1993
O Hóspede de Job (Romance), 1963
O Delfim (Romance), 1968
Dinossauro Excelentíssimo (Sátira), 1972
E agora, José ? (Ensaio), 1977
O Burro em Pé (Contos), 1979
Corpo-Delito na Sala de Espelhos, 1980
Balada da Praia dos Cães (Romance), 1982
Alexandra Alpha (Romance), 1987
A República dos Corvos (Contos), 1988
Cardoso Pires por Cardoso Pires (Crónicas), 1991
A Cavalo no Diabo (Crónicas), 1994
De Profundis, Valsa Lenta (Crónicas), 1997
Lisboa, Livro de Bordo (Crónicas), 1997
Lavagante, editado em 2008

Filmes

Algumas das suas obras foram adaptadas ao cinema:

Balada da Praia dos Cães, realização de José Fonseca e Costa (1987)
Casino Oceano, realização de Lauro António (1983)
O Delfim, realização de Fernando Lopes (2001)
A Rapariga dos Fósforos, realização de Luís Galvão Teles (1978)
Ritual dos Pequenos Vampiros, realização de Eduardo Geada (1984)

Teatro

Algumas das suas obras foram também levadas à cena.

O Render dos Heróis (1960)
Corpo Delito na Sala de Espelhos

e ao Teatro Radiofónico, como "Uma simples flor nos teus cabelos claros" (EN) e "Balada da Praia dos Cães" (folhetim EN)

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Lançamento: POVOAMENTO, CATOLICISMO E ESCRAVIDÃO NA ANTIGA MACAÉ


POVOAMENTO, CATOLICISMO E ESCRAVIDÃO NA ANTIGA MACAÉ
( SÉCULOS XVII AO XIX)


Márcia Amantino
Cláudia Rodrigues
Carlos Engemann
Jonis Freire
(Organizadores)


200 páginas




Importante publicação que resgata através de fontes eclesiasticas, pesquisa historica envolvendo os aspectos da escravisão na região da cidade de Macaé . O livro é uma coletânea de artigos escritos por pesquisadores que discutem questões relativas ao povoamento, ao catolicismo e à escravidão em Macaé durante os séculos XVII ao XIX, divulgando assim aspectos relacionados à história da região.

LANÇAMENTO DA



sábado, 21 de maio de 2011

Destaques da BERTRAND BRASIL

Vez por outra damos uma consultada nos catalogos das editoras para podermos repescar alguns titulos que por um motivo ou outro acabaram por não ser divulgados com destaque. Assim fizemos desta vez com a Bertrand Brasil . Confira agora os que selecionamos e que estão disponíveis nas prateleiras das livrarias.



O amuleto
de Nora Roberts

Páginas: 518


Dois mergulhadores, Matthew e Tate, saltam nas águas do Caribe na esperança de encontrar um tesouro e – quem sabe – um grande amor.

A arqueóloga marinha Tate Beaumont partilha com o pai uma grande paixão pelo mar e pela procura de tesouros. Ao longo dos anos, os dois fizeram muitas descobertas fabulosas. Uma relíquia, no entanto, lhes tem escapado: a Maldição de Angelique, um amuleto precioso, cheio de histórias, cujo legado é tenebroso e manchado de sangue. Não há dúvida de que, para encontrar tal tesouro, os Beaumont não conseguirão fazê-lo sozinhos – razão pela qual têm de se unir aos mergulhadores Buck e Matthew Lassiter. Esse é o ponto de partida de uma grande aventura e um conturbado romance, no qual a troca de olhares entre Tate e Matthew passeia da atração à desconfiança... O Amuleto, o novo livro de Nora Roberts após os sucessos Doce Vingança e Segredos, traz uma trama emocionante ambientada nos mares do Caribe e nas profundezas da paixão.

Enquanto as águas transparentes se turvam em meio a ilusões sombrias e perigos iminentes, a assustadora verdade vai aos poucos se tornando ameaçadoramente límpida. Apesar das diferenças, os Beaumont e os Lassiter sabem que a soma de suas habilidades e experiências constitui a chave para a localização da Maldição de Angelique. Há, no entanto, algumas coisas que Matthew se recusa a partilhar. Uma delas é o mistério que envolve a morte de seu pai. Por ora, Tate e Matthew são parceiros relutantes... até que o perigo e o desejo comecem a vir à tona.

Para a Booklist, O Amuleto é “uma das maiores histórias de suspense já escritas pela autora”. Sem nunca deixar de lado o mistério e o romantismo que consagraram suas obras em todo o mundo, Nora Roberts tem a rara capacidade de surpreender e emocionar sua legião de leitores a cada novo lançamento.

A CRITICA

"Suas histórias já emocionaram mais de 30 milhões de pessoas no mundo inteiro."
Entertainment Weekly

"Ninguém escreve tramas de suspense e romances melhor do que Nora Roberts."
Rex Reed

ESCONDA-SE
de Mary Jane Clark

Páginas: 336


Esconda-se mostra os perigos que Grace Callahan, uma empenhada e destemida estagiária da emissora, precisa enfrentar para destacar-se em sua função e conseguir o disputado emprego – nem que para isso tenha que se envolver sozinha na sombria investigação de um frio e aparentemente inexplicável caso de assassinato que mexeu com toda a cidade. O problema é que o criminoso está muito mais perto do que parece, e as próximas vítimas poderão ser as pessoas mais queridas de Grace... ou até mesmo ela própria. Sem ter como fugir desse jogo mortal, ela perceberá logo que não será mais possível confiar em ninguém e, que, quando não houver mais saída, a solução será esconder-se!

Pelo amor de Pete
de Barbara Delinsky


Páginas: 434



Pelo amor de Pete traz duas narrativas que se unem em uma única história de emoção e mistério. Após encontrar um texto inacabado, uma mulher embarca em uma jornada de descobertas pessoais que mudarão o seu modo de encarar a vida.

A psicoterapeuta Casey Ellis passa por um momento de solidão: sua mãe entrou em coma após um terrível acidente e seu pai acaba de falecer. Mas Casey, na verdade, jamais chegou a conhecer pessoalmente o pai. Durante toda a sua vida tentou agradá-lo e alcançá-lo, tendo inclusive dado continuidade a seu legado profissional. Seus esforços, porém, de nada adiantaram: Dr. Cornelius Unger nunca reconheceu Casey como sua filha legítima. Mas, com a morte de Unger, uma grande surpresa: em seu testamento, ele deixa para a filha uma linda e luxuosa mansão em Beacon Hill – um dos bairros mais nobres de Boston. No primeiro momento, Casey pensa em vender a casa e utilizar o dinheiro no tratamento da mãe. Ao atravessar seus portões, no entanto, ela sente uma inexplicável conexão com o lugar. Há algo de mágico naqueles quartos e, principalmente, no encantador jardim oculto nos fundos da casa. Como se não bastasse, há ainda uma simpática e prestativa criada e um sedutor e enigmático jardineiro...

A pergunta que Casey não consegue responder é o porquê de seu pai, após uma vida inteira à distância, ter reservado tudo aquilo a ela. A resposta pode estar em um texto encontrado em meio aos trabalhos de Unger: a história de uma jovem chamada Jenny que sofreu abusos sexuais do pai e pressão psicológica da mãe. Seria um romance? Um diário? Um relato psicológico? Nessa leitura, a psicoterapeuta aprenderá muito sobre o pai e sobre si mesma.

Pelo amor de Pete, tido por Barbara Delinsky como um de seus romances mais sinceros e pessoais, irá satisfazer seus leitores habituais e conquistar novos admiradores.

Falsa impressão
de Jeffrey Archer


Páginas: 392



Os atentados de 11 de setembro de 2001, colecionadores e especialistas em obras de arte, empresários ricos, corruptos, assassinos frios, FBI... Tudo se mistura de forma brilhante neste Falsa Impressão, novo romance de Jeffrey Archer – um dos maiores vendedores do livros do mundo, “um mestre do entretenimento” (Time) e “provavelmente o maior contador de histórias de nossa época” (Mail On Sunday). Para o New York Times, suas obras têm “tramas engenhosas, estilo insinuante... Archer brinca de gato e rato com o leitor”.

Em Falsa Impressão, Anna Petrescu é uma das melhores avaliadoras de obras de arte em Nova York. O único problema é que ela trabalha para o empresário vigarista Bryce Fenston, imigrante romeno que conquistou a cidade dos negócios praticando transações ilícitas. Além de fazer tudo somente por dinheiro, Fenston tem uma paixão descontrolada por obras de arte. Para botar as mãos nas mais raras pinturas, ele conta com o auxílio de Leapman, um advogado trapaceiro, responsável pelos serviços sujos de Fenston, e de Krantz, uma amiga da época em que eram colaboracionistas do ex-ditador romeno Ceausescu. Ela tem como tarefa proporcionar a maior segurança às pinturas... e o pior fim a seus antigos donos.

Quando Anna Petrescu iniciou o trabalho no Fenston Finance, não estava ciente do que seu chefe poderia ser capaz. Entretanto, a avaliação de Auto-Retrato com Orelha Enfaixada, o último quadro de Van Gogh, pertencente a uma tradicional família inglesa, guarda um mistério que mudará toda a sua visão sobre os limites da ganância de Fenston.

A história ganha muito de adrenalina com a explosão das Torres Gêmeas, provocando uma corrida vertiginosa pela sobrevivência de Anna e pela preservação do Van Gogh. O envolvimento do FBI só atrapalha os planos da avaliadora e deixa mais tenso o já enlouquecido Fenston, causando uma caçada mortal que passará ainda por Londres, Bucareste, Moscou e Tóquio.

Falsa Impressão, de Jeffrey Archer, surpreende a cada página e deixa o leitor completamente sem fôlego. O romancista constrói uma narrativa entrelaçada à perfeição, um romance policial e, literalmente, artístico, no qual o desfecho é uma necessidade desesperadora, inadiável.

Todos lançamentos da


EVENTOS - Música -Orquestra de Câmara de Curitiba toca Vivaldi


Algumas das mais importantes composições de Antonio Vivaldi (1678 – 1741) para violino e orquestra estão no repertório que a Orquestra de Câmara de Curitiba, grupo musical mantido pela Prefeitura Municipal, interpreta neste fim de semana. O concerto, intitulado “Vivaldi para violino”, tem como convidado o maestro e violinista Emmanuele Baldini e se completa com as participações dos instrumentistas Davi Sartori (cravo) e Silvana Scarinci (teorba e arquialaúde).

As apresentações, que acontecem às 18h30 de sábado (21), na Capela Santa Maria, integram a temporada 2011 patrocinada pela Volvo. “A presença de músicos convidados é fator importante para o fortalecimento da carreira própria desenvolvida pela Orquestra de Câmara de Curitiba, parte instrumental da Camerata Antiqua de Curitiba”, destaca o diretor artístico do grupo, o maestro Wagner Polistchuk. Segundo ele, a permanente atualização garante à orquestra o título de um dos principais conjuntos de câmara do país.

Neste concerto, a Orquestra de Câmara de Curitiba leva ao público as obras “O Prazer” (1725), “O Suspeito” (1742), “O Favorito” (1729), “O Grão-Mogol” (1742) e “Para a festa de São Lourenço” (1742), contemplando o virtuosismo de Vivaldi, compositor e músico italiano do estilo Barroco tardio.

Regente e solista – O convite ao maestro Emmanuele Baldini, que também atuará como violino solo, permite que a Orquestra de Câmara de Curitiba esteja sob a regência de um nome reconhecido internacionalmente. Nascido em Trieste, na Itália, e atualmente vivendo no Brasil – onde é primeiro violino da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, desde 2005 –, Baldini tocou em importantes grupos musicais europeus. Sobre seu desempenho como violinista, o célebre maestro italiano Claudio Abbado escreveu: “Fiquei impressionado com sua qualidade musical e com tamanha habilidade técnica”.

Com formação pelo Conservatório de Genebra (Suíça) e especialização em Berlim (Alemanha), Baldini foi vencedor de diversos concursos internacionais e apresentou-se em recitais nas principais cidades europeias, além de realizar longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Austrália e Japão. Possui extensa discografia, destacando-se o CD Sonatas de Franck e Magnard, muito elogiado pela crítica especializada.

Como solista no repertório camerístico, dividiu o palco com Ricardo Castro, Silvia Chiesa, Arnaldo Cohen, Antonio Meneses, Caio Pagano, Luca Ranieri, Maurizio Zanini e Lilya Zilberstein. Em 2009, Baldini apresentou o ciclo integral dos concertos para violino de Mozart, regendo e tocando ao mesmo tempo, em performance que lhe rendeu indicação ao prêmio Carlos Gomes de Música Erudita.



Participações – A Orquestra de Câmara de Curitiba também recebe, nesta ocasião, os instrumentistas Davi Sartori, no cravo, e Silvana Scarinci, na teorba e no arquialaúde. Pianista, arranjador e compositor, o paranaense Davi Sartori é um músico que transita por áreas e gêneros musicais diversificados. Formado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, integra a Orquestra À Base de Sopro do Conservatório de MPB de Curitiba e atualmente dedica-se ao projeto “Variedades Contemporâneas”, que inclui um CD autoral.

Fundadora do grupo Anima Fortis, premiado pela associação norte-americana Early Music América, em 2002, Silvana Scarinci é professora do curso de graduação e pós-graduação em Música da Universidade Federal do Paraná. Formada em violão clássico e alaúde, Silvana responde pela coordenação de importantes festivais nacionais de música antiga e apresenta-se regularmente, no Brasil e exterior. No concerto deste fim de semana, a instrumentista executará teorba e alaúde, instrumentos de cordas do período Barroco.



Serviço:

Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba com o espetáculo “Vivaldi para violino”, tendo como convidado o maestro e violinista Emmanuele Baldini, além das participações dos instrumentistas Davi Sartori (cravo) e Silvana Scarinci (teorba e arquialaúde), dentro da temporada de concertos 2011 patrocinada pela Volvo.

Datas, horários, locais e ingressos:

dia 21 de maio de 2011 (sábado), às 18h30, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro), com ingressos a R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada).

EVENTOS - Música - Zé Menezes




Multi-instrumentista de 89 anos concede entrevista aberta ao público no programa Nomes do Nordeste



Em plena atividade aos 89 anos, ele é violonista, compositor e multi-instrumentista (toca violão de seis e sete cordas, violão tenor, bandolim, banjo, cavaquinho, viola de dez cordas, guitarra amplificada, guitarra portuguesa e contrabaixo).

Nascido em 6 de setembro de 1921, na cidade de Jardim, no Cariri cearense, Zé Menezes será a figura central do programa Nomes do Nordeste, quando descreverá sua trajetória artística e compartilhará sua história de vida com o público presente ao auditório Celso Furtado, do Centro Administrativo do Banco do Nordeste (av. Pedro Ramalho, 5700 - Passaré - informações: (85) 3464.3108), no próximo dia 26 (quinta-feira), às 17 horas, com entrada franca.

Zé Menezes será entrevistado pelo compositor e radialista Valdo Aderaldo, e pela plateia presente ao auditório, que poderá formular perguntas por escrito. A entrevista aberta ao público é um evento circunscrito à programação do VI Festival BNB da Música Instrumental.



Gosto musical desde menino

O gosto musical de Zé Menezes foi despertado quando, aos seis anos de idade, ouviu a banda de música de sua cidade natal. Começou a tocar requinta e depois cavaquinho ainda criança, surpreendendo a todos com sua habilidade. Passou, então, a ser conhecido como Zé do Cavaquinho. Aos nove anos de idade apresentou-se para o padre Cícero Romão Batista, interpretando um choro de sua autoria denominado "Meus oito anos". Por volta dos doze anos, mudou-se com um primo para Fortaleza, capital cearense, local em que trabalhou por um ano num serviço de auto-falantes. É considerado um dos grandes cavaquinistas da MPB.

Iniciou a carreira artística com apenas oito anos de idade, quando foi convidado pelo maestro Arlindo Cruz para se apresentar profissionalmente em um cinema na cidade cearense de Juazeiro do Norte. Atuou posteriormente na orquestra do maestro Arlindo Cruz em apresentações na cidade de Crato, CE. Aos 11 anos de idade, já era membro da Banda Municipal de Juazeiro. Em 1938, depois de passar um tempo em Fortaleza, retornou a Juazeiro do Norte, e passou a atuar em bailes e também em cinemas. Na mesma época, tornou a encontrar o primo Luís Rosi, que na ocasião estava liderando uma jazz band e seguiu novamente com ele para Fortaleza. Na capital cearense, passou a atuar como violonista na Ceará Rádio Clube, criando depois um regional que atuou nessa Rádio durante quatro anos.
Em 1943, foi ouvido pelo radialista César Ladeira, que na ocasião visitava o Ceará, e por ele foi levado para o Rio de Janeiro, onde foi contratado pela Rádio Mayrink Veiga e passou a dirigir dois programas semanais nos quais tocava violão, cavaquinho, viola, guitarra, bandolim, violão tenor e banjo, quando alcançaria bastante sucesso e reconhecimento. Por essa época, atuou com Djalma Ferreira, Oscar Belandi e Chuca Chuca, no Hotel Quitandinha, em Petrópolis (RJ). Em 1945, passou a fazer parte do grupo Milionários do Ritmo. No ano seguinte, atuou na Rádio Globo e também na boate Casablanca.
Em 1947, foi contratado pela Rádio Nacional e passou a atuar ao lado de Garoto no programa "Nada além de dois minutos". Ainda na Rádio Nacional, passou a atuar como solista e participar de orquestras e acompanhar os grandes artistas da época. Permaneceu nessa emissora por cerca de duas décadas. Em 1948, teve sua primeira composição gravada, o samba "Nova ilusão", parceria com Luiz Bittencourt, lançado pelo grupo Os Cariocas, na gravadora Continental. Esse samba, inclusive, acabou se tornando o prefixo das apresentações do grupo Os Cariocas. Em 1949, teve o samba-canção "Mais uma ilusão", com Luiz Bittencourt, gravado por Nuno Roland na Continental. Na década de 1950, alcançou sucesso como instrumentista, chegando a ter alto número de vendagem de discos.
Em 1950, o samba "Nova ilusão" foi regravado por Francisco Sergi e sua orquestra. Nesse ano, seu choro "Sereno", com Luiz Bittencourt, foi gravado por Chiquinho do Acordeom na Todamérica. Ainda no mesmo ano, gravou solo ao violão tenor, na Todamérica, os choros "Comigo é assim" e "Seresteiro", de sua autoria e Luiz Bittencourt. Em 1951, gravou na Sinter, com seu conjunto, o baião "Não interessa não" e o choro "Vitorioso", com Luiz Bittencourt. Gravou também, em solo de cavaquinho, o choro "Encabulado", de sua autoria e Luiz Bittencourt, e o baião "De papo pro á", de Joubert de Carvalho, e, em solo de violão elétrico, o samba "Copacabana", de João de Barro e Alberto Ribeiro, e a valsa "Um domingo no Jardim de Alah", de Lírio Panicali. Também no mesmo ano, o baião "Não interessa não" foi regravado com sucesso por Heleninha Costa e César de Alencar, e o samba "Tudo azul", com Luiz Bittencourt foi lançado pelo grupo vocal As Moreninhas. Em 1952, gravou a marcha "Meu cavalo Alumínio", de Claribalte Passos e Lírio Panicali, e o "Baião do Ceará", de sua autoria e Moreira.
Em 1953, teve o samba "Nova ilusão" regravado por Dick Farney e seu quinteto. Nesse ano, gravou o choro "Vai ou não vai?", de Lírio Panicali e Paulo César, e o bolero "Mentira de amor", de Paulo César. Em 1954, gravou o mambo "Um, dois, três", de sua autoria, os choros "Borocochô", de Paulo César e Lírio Panicali, e "Currupião", de Luiz Bittencourt e Jairo Argileu, e a toada-baião "Se você não tem amor", de Lírio Panicali e Jairo Argileu. Nesse ano, lançou pela Sinter o LP "A voz do violão".
Em 1955, o samba-canção "Mais uma ilusão" foi regravado pelo cantor Jimmy Lester, na Copacabana. Nesse ano, gravou com seu conjunto os sambas "Amor brejeiro", de Alain e P. Saka, e "Violão na gafieira", com Luiz Bittencourt. Gravou ainda na guitarra elétrica o bolero "Il torrente", de Leo Carmie e C. Liman, e ao cavaquinho a polca "Polca brasileira", de Altamiro Carrilho e Ari Duarte. Também nesse ano, gravou pelo selo pernambucano Mocambo o choro "Maluquinho", de sua autoria, e o baião "Meu xodozinho", de sua autoria e Neusa Rodrigues.
Em 1957, gravou com seu quarteto o bolero "Nunca, jamais", de Lalo Guerrero, os slows "Na voce, na chitarra e o poco e luna", de Rossi e Calise, e "Le rififi", de Gerard e La Rue, e o samba "Maracangalha", de Dorival Caymmi, além do "Bolero napolitano", de sua autoria e Luiz Bittencourt, e o choro "Faz que vai", de sua autoria. Ainda nesse ano, lançou o LP "Ritmos em alta fidelidade". Também no mesmo ano, gravou na Mocambo, com o grupo "José Menezes e Seus Melodistas", o choro "Temperado", de sua autoria e Inaldo Vilarim, o beguine "Ritmo latino", de Victor Young, o bolero "Anastácia", de Newman e Webster, e o samba "Gafieira é comigo", de sua autoria.
Em 1958, gravou a balada-rock "Come prima", de Taccani, Panzeri e Di Paola e a batucada "O-lá-lá bambolê", de Luiz Bittencourt e Marival. No ano seguinte, gravou de sua autoria e Luiz Bittencourt a batucada "Carrilhão na batucada", e de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes, o samba "A felicidade". Poucos anos antes, sua biografia aponta um dado importantíssimo: Na Rádio Nacional, conheceu o maestro Radamés Gnattali, passando a integrar o Quarteto Continental, formado por ele, Radamés Gnattali, Luciano Perrone e Vidal. Posteriormente o grupo passou a ser um quinteto com a entrada de Chiquinho do Acordeom. Depois, Aída Gnattali, irmã de Radamés, passou a integrar o grupo criando-se assim, o Sexteto Radamés Gnattali com o qual viajou em 1959 para a Europa. O conjunto apresentou-se na BBC de Londres, Unesco, Sorbonne e em programas de televisão de emissoras na Itália, Portugal e Alemanha. Foi o primeiro a registrar o concerto de Radamés Gnattali para guitarra elétrica dedilhada, o "Concerto carioca", gravado com acompanhamento da Orquestra Sinfônica Continental.
Em 1960, gravou o samba "E daí...?", de Miguel Gustavo, e o fox-trot "Noites de Moscou", de Dunayevsky. Nesse ano, apresentou-se com a Orquestra da Rádio Nacional, executando a abertura da série de "Choros", de Villa-Lobos, contando com a presença do compositor e maestro na plateia. Em 1961, lançou o LP "Para ouvir, dançar e amar", pela RCA Victor. No mesmo ano, gravou com seu conjunto pela Philips as músicas "Nunca aos domingos" e "Taki", da trilha sonora do filme "Nunca aos domingos".
Em 1962, lançou o primeiro LP da série "Os Velhinhos Transviados", gravados com seu conjunto que tinha esse nome. Nesse LP, gravou entre outras, as composições "Nós os carecas", de Arlindo Marques Júnior e Roberto Roberti; "Pierrot apaixonado", de Heitor dos Prazeres e Noel Rosa; "Fica comigo esta noite", de Nelson Gonçalves e Adelino Moreira; "Chuá, chuá", de Ary Pavão e Pedro de Sá Pereira; "Bossa nova", de sua autoria; "Donga brincando", de Alfredo C. Bricio; "Samba toff", de Orlandivo e Roberto Jorge; "Trabalhar, eu não", de Almeidinha, e "Estão batendo", de Gadé e Walfrido Silva. Ainda em 1962, lançou o LP "Os Velhinhos Transviados - Sensacionais".
Lançou em 1963, os LPs "Os Velhinhos Transviados - Fabulosos" e "Os Velhinhos Transviados - Espetaculares". Em 1964, no LP "Os Velhinhos Transviados - Bárbaros!", gravou músicas como "Mas, que nada", de Jorge Benjor; "Louco", de Henrique de Almeida e Wilson Batista; "Rio", de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli; "Sa-sa-ruê", de Marino Pinto e Pernambuco; "Zé de Conceição", de João Roberto Kelly, e "Tome polca (Bailarico das Noivas)", de Luiz Peixoto e José Maria de Abreu. Com o grupo Os Velhinhos Transviados gravou 13 LPs.
Na década de 1970, integrou a Orquestra da Rede Globo de Televisão como primeiro guitarrista. Nessa emissora, compôs o tema de abertura do programa "Os trapalhões". Em 1971, lançou o LP "Os Velhinhos Transviados na curtisom", no qual foram registradas, entre outras, as músicas "Você abusou", de Antônio Carlos e Jocafi; "Alfredinho no choro", de Alfredo F. Bricio; "Shirley Sexy", de Fred Falcão e Arnoldo Medeiros; "Eu te amo meu Brasil", de Dom; "Festa para um rei negro", de Zuzuca; "Alta sociedade", de Nonato Buzar e Marcos Vasconcelos; "Pinta brava", de Décio Pacheco da Silveira, e "Apesar de você", de Chico Buarque, que logo depois seria proibida pela censura do regime militar.
Em 1993, participou do projeto "Viva Garoto - Projeto Memória Brasileira", em homenagem ao instrumentista Garoto, tendo participado do disco que foi lançado pelo Núcleo Contemporâneo, na faixa "Nosso choro", de Garoto, interpretada juntamente com o violonista Dino 7 Cordas. Em 1995, lançou o CD "Chorinho in concert", pela gravadora CID, no qual interpretou "Lamento", de Pixinguinha e Vinícius de Moraes; "Carinhoso", de João de Barro e Pixinguinha; "Primeiro amor", de Patápio Silva; "Um a zero", de Benedito Lacerda e Pixinguinha; "Moto perpétuo", de Paganini; "Apanhei-te cavaquinho", de Ernesto Nazareth; "Vivo sonhando", de Garoto; "Gente Humilde", de Garoto, Chico Buarque e Vincius de Moraes; e "Encabulado", "Seresteiro", "Comigo é assim" e "Tudo azul", parcerias com Luiz Bittencourt; além de "Aconchegante", "Choro de uma corda só", "Menezeando", "Intro para Garoto", "Tropeçando", "Tô querendo", "Contrapontando" e "Meus anos", todas de sua autoria.
Em 1998, gravou o CD "Relendo Garoto", só com músicas do violonista paulista, com quem tocou com muito sucesso na década de 1940, incluindo obras como "Quanto dói uma saudade", "Meditando", "Vivo sonhando", "Tristeza de um violão" e "Meditação". Pouco depois, atuou como solista convidado de grandes orquestras, como a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre - OSPA, na abertura do Mercosul. Como compositor, teve músicas gravadas por cantores como Os cariocas, Miúcha, Emílio Santiago e Tom Jobim e ainda Billy Eckstine que registrou "Nova ilusão". Seu principal parceiro foi Luís Bittencourt e seu principal sucesso o samba "Nova ilusão". Em 2000, gravou um CD com obras inéditas destinado ao mercado norte-americano. Em 2003, fez os arranjos de corda e tocou guitarra e viola no CD "Forró na lua", lançado por Jadiel Guerra pelo selo Atração.

No mesmo ano, teve destacada atuação no Festival de Forró de Itaúnas, Espírito Santo, sendo aclamado pelo público jovem presente ao evento. Ao final de 2004, recebeu homenagem no Teatro Maison de France, no Rio de Janeiro, quando se exibiu, acompanhado por orquestra, para um auditório lotado, sendo intensamente aplaudido. Em 2007, lançou no Teatro Rival BR o CD "Gafieira carioca", no qual interpretou entre outras composições o samba-canção "Nova ilusão", com Ismael Neto. Em plena atividade aos 89 anos, lançou em 2010, um box com 3 CDs e um DVD e realizou shows em cidades como Fortaleza e Brasília. No mesmo ano, apresentou-se na série BRatuques do percussionista Marco Lobo no Sesc Ginástico no centro do Rio de Janeiro, tocando com Moreno Veloso. No mesmo ano, recebeu o Diploma Ernesto Nazareth no Sarau Chorando com Joel no Instituto Cultural Cravo Albin quando se exibiu com cinco instrumentos de corda.