quinta-feira, 28 de junho de 2012

RECITAL DE MODINHAS BRASILEIRAS NA VOZ DE MARÍLIA VARGAS


 

A soprano apresenta o show “Tempo Breve que Passaste” na CAIXA Cultural Curitiba



A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 06 a 08 de julho, o show “Tempo Breve que Passaste”, do segundo álbum solo da soprano paranaense Marília Vargas.  A arista traz o repertório exclusivo de modinhas brasileiras dos séculos XVIII e XIX, além de obras do século XX, acompanhada do flautista Ricardo Kanji, do violonista e alaudista Guilherme de Camargo, da violoncelista Maria Alice Brandão e do violonista Camilo Carrara.

O recital é dividido em duas partes. A primeira dedicada ao repertório do álbum, com destaque ao ciclo de árias “Marília de Dirceu”, sobre poemas de Tomás Antonio Gonzaga. O ciclo é formado por 12 árias, sendo que no recital Marília Vargas cantará cinco. “Os versos de Gonzaga renderam fama indelével ao seu autor e elevaram Marília à categoria de musa favorita de poetas e modinheiros durante todo o século seguinte. Marília foi cantada por compositores renomados, como Marcos Portugal, João de Sousa Carvalho, Antonio da Silva Leite e Cândido Inácio da Silva, mas não se sabe quem compôs a música para as doze árias de ‘Marília de Dirceu’ que apareceram nos dois primeiros volumes do Cancioneiro de Músicas Populares de César das Neves em 1893 e 1895”, explica o pesquisador Rogério Budasz.

A segunda parte do recital é dedicada à modinha, em um contexto diferente: do final do século XIX ao início do século XX, quando o gênero se relaciona mais diretamente com a moderna MPB. Serão cantadas obras importantes como “Modinha”, de Jayme Ovalle (1884-1955); “Quem sabe”, de Carlos Gomes (1836-1896); “Lua Branca”, de Chiquinha Gonzaga; e “Modinha” e “Cantilena”, movimento das Bachianas Brasileiras n٥ V, de Heitor Villa-Lobos. E, como momento instrumental entre Kanji e Guilherme de Camargo, a “Valsa nº 9”, de Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993). O recital é inteiramente focado na música brasileira, abrangendo cerca de 200 anos de sua história.



Marília Vargas:

Marília Vargas iniciou seus estudos de canto com Neyde Thomas aos doze anos de idade. Formou-se em canto barroco na Schola Cantorum Basiliensis, Suíça, (2001). Especializou-se em Lied na classe de Christoph Prègardien, no Conservatório de Zurique (2005), onde foi laureada summa cum laude. Fez masterclasses e aperfeiçoamentos com Montserrat Figueras e Silvana Bartoli Bazzoni, foi premiada no II Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão e no VI Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas.



Marília já se apresentou como solista com diversas orquestras, entre as quais a Aargauer Symphonie, a Orchestra of the Age of Enlightement, a Zürcher Kammerorchester, além das brasileiras Orquestra Sinfônica do Paraná, Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Minas Gerais e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP); nos conjuntos de música antiga La Capella Reial de Catalunya, (direção de Jordi Savall), Le Parlement de Musique (direção de Martin Gester), Camerata Antiqua de Curitiba.



Além da carreira solo, integra atualmente os grupos Anima e o ensemble italiano “L Selva”. Possui 2 álbuns solo: “Todo amor desta terra”, de canções paranaenses, e “Tempo breve que passaste”. Recentemente, gravou CD com o pianista André Mehmari.



Serviço:

Música: Tempo Breve que Passaste – Marília Vargas

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: de 06 a 08 de julho de 2012

Hora: sexta e sábado 20h e domingo 19h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h).

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

Rádio Musica Curitibana tem nova edição no TUC





O projeto Rádio Música Curitibana tem como atração, às 20h desta sexta-feira (29), no TUC – Teatro Universitário de Curitiba, o show de Elian Woidello, que lança seu primeiro trabalho solo, “Veneno de Letra”. O espetáculo conta com a participação dos músicos Cláudio Avanso, Rodrigo Augusto Ribeiro, Cassiano Ribeiro, Amanda Lyra, Gil Gabriel, Ravi Brasileiro, Valdir Donizete, Thiago Ferla, Cristiano Mayer, Zé Gouveia, Ronaldo Feitosa, Eduardo Ordones e Sandro Cunha. Os ingressos custam R$ 10.

Assumindo como principais influências os Beatles e a MPB, Elian Woidello também se deixa levar pela música caipira paranaense, além de retratar o cotidiano urbano. Com canções gravadas por diversos artistas locais, entre eles Rodrigo Augusto Ribeiro, Gil Gabriel, Ronald Magalhães, Amanda Lyra, Cassiano Ribeiro e Ravi Brasileiro, Woidello apresenta em suas letras um misto de sentimentalismo e críticas aos costumes de hoje. O músico, que já integrou a Orquestra Viola e Cantoria, também transita pela literatura e pela poesia, além de assinar a trilha sonora de vários projetos para o cinema.



Serviço:

Rádio Música Curitibana com Elian Woidello

Local: TUC – Teatro Universitário de Curitiba (Galeria Julio Moreira – Travessa Nestor de Castro, s/n° - Setor Histórico)

Data e horário: dia 29 de junho de 2012 (sexta-feira), às 20h

Ingressos: R$ 10

Rock se transforma em moda de viola no Teatro do Paiol





Uma mistura musical inusitada toma conta do Teatro do Paiol, nesta sexta-feira (29), quando a dupla “Moda de Rock”, formada por Ricardo Vignini e José Helder, apresenta clássicos do rock, como Beatles e Jimi Hendrix, adaptados para a viola caipira. O show acontece a partir das 21h, e os ingressos custam R$20 e R$10 (meia-entrada).

Unidos pela vontade de mostrar a potencialidade da viola, os instrumentistas, que integravam a banda Matuto Moderno, lançaram em 2011 o CD “Moda de Rock & Viola Extrema”. Ao transformar “In the Flesh”, do Pink Floyd, em uma valsinha e “Aces High”, do Iron Maiden, em uma levada de pagode de viola, a dupla surpreendeu.

O trabalho inclui versões de ícones do rock’n’roll como Led Zeppelin, Megadeth, Sepultura, Nirvana, Jethro Tull e Ozzy Osbourne, executadas apenas com duas violas de forma instrumental.  O CD, que foi masterizado no Abbey Road Studios, em Londres, conquistou o público e levou a dupla a realizar diversos shows pelo Brasil e Estados Unidos.

Produtor, pesquisador da cultura popular do Sudeste brasileiro e professor de viola há mais de 18 anos, Ricardo Vignini é um dos violeiros mais atuantes do Brasil. Com a banda Matuto Moderno, o músico possui quatro CDs gravados, além do álbum “Na Zoada do Arame”, trabalho solo lançado em 2010. O violeiro, que já dividiu o palco com os americanos Bob Brozman e Woody Mann, também acompanha as cantoras Kátya Teixeira e Maria Dapaz. No currículo, Vignini registra ainda participações especiais nos trabalhos de nomes como Pena Branca, Levi Ramiro, Pereira da Viola, Renato Teixeira e Almir Sater.

Com Licenciatura Plena em Música, Zé Helder concilia sua rotina de shows com as aulas de viola que ministra no Conservatório Municipal de Arte de Guarulhos (SP). Além dos trabalhos solos “A Montanha”, lançado em 2004, e “No Oco do Bambu”, de 2009, o músico participou da gravação de CDs de artistas como Levi Ramiro, Walgra Maria e o grupo Orelha de Pau.

A dupla prevê o lançamento do primeiro DVD do “Moda de Rock” ainda este ano, com as participações de Pepeu Gomes, Kiko Loureiro e Os Favoritos da Catira.  Também se prepara para a primeira turnê pela Europa.



Serviço:

Show da dupla “Moda de Rock”, formada pelos violeiros Ricardo Vignini e José Helder.

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho).

Data e horário: dia 29 de junho de 2012 (sexta-feira), às 21h

Ingressos: R$20 e R$10 (meia-entrada)

"Na terra…homens do mar" - trabalho fotográfico



"Na terra...homens do mar" - trabalho fotográfico realizado por Cláudia Moura.

 

 

http://claudiamourafotografia.wordpress.com/2012/06/28/na-terra-homens-do-mar-2/

Projeto Livros Grátis - 2012

Para Bernúncia os livros são os melhores amigos.

Não podemos deixar morrer esta idéia.


Repassando.......


DIVULGUEM PARA NÃO PERDERMOS O PROJETO POR DESUSO.

É só clicar no título para  ler ou imprimir.


1. A Divina Comédia -Dante Alighieri 2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare 3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa 4. Dom Casmurro -Machado de Assis 5. Cancioneiro -Fernando Pessoa 6. Romeu e Julieta -William Shakespeare 7. A Cartomante -Machado de Assis 8. Mensagem -Fernando Pessoa 9. A Carteira -Machado de Assis 10. A Megera Domada -William Shakespeare 11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare 12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare 13.. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa 14. Dom Casmurro -Machado de Assis 15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa 17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare 18. A Carta -Pero Vaz de Caminha 19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis 20. Macbeth -William Shakespeare 21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago 22. A Tempestade -William Shakespeare 23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa 24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós 25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha 27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa 28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare 29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde 30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare 31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 32. A Mão e a Luva -Machado de Assis 33. Arte Poética -Aristóteles 34. Conto de Inverno -William Shakespeare 35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare 36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare 37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 38. A Metamorfose -Franz Kafka 39. A Cartomante -Machado de Assis 40. Rei Lear -William Shakespeare 41. A Causa Secreta -Machado de Assis 42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa 43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare 44. Júlio César -William Shakespeare 45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 46.. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 47. Cancioneiro -Fernando Pessoa 48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional 49. A Ela -Machado de Assis 50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa 51. Dom Casmurro -Machado de Assis 52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 54. Adão e Eva -Machado de Assis 55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo 56. A Chinela Turca -Machado de Assis 57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare 58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca 59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo 60. Iracema -José de Alencar 61. A Mão e a Luva -Machado de Assis 62. Ricardo III -William Shakespeare 63. O Alienista -Machado de Assis 64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa 65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne 66. A Carteira -Machado de Assis 67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa 68. Senhora -José de Alencar 69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães 70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca 72. Sonetos -Luís Vaz de Camões 73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos 74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe 75. Iracema -José de Alencar 76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 78. O Guarani -José de Alencar 79. A Mulher de Preto -Machado de Assis 80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau 81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio 82. A Pianista -Machado de Assis 83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa 84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis 85. A Herança -Machado de Assis 86. A chave -Machado de Assis 87.. Eu -Augusto dos Anjos 88. As Primaveras -Casimiro de Abreu 89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis 90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 91. Quincas Borba -Machado de Assis 92. A Segunda Vida -Machado de Assis 93. Os Sertões -Euclides da Cunha 94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 95. O Alienista -Machado de Assis 96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra 97. Medida Por Medida -William Shakespeare 98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare 99. A Alma do Lázaro -José de Alencar 100. A Vida Eterna -Machado de Assis 101. A Causa Secreta -Machado de Assis 102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia 103. Divina Comedia -Dante Alighieri 104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 105. Coriolano -William Shakespeare 106. Astúcias de Marido -Machado de Assis 107. Senhora -José de Alencar 108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo 112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 113. Obras Seletas -Rui Barbosa 114. A Mão e a Luva -Machado de Assis 115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 116. Aurora sem Dia -Machado de Assis 117. Édipo-Rei -Sófocles 118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco 119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis 120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo 121. Tito Andrônico -William Shakespeare 122. Adão e Eva -Machado de Assis 123. Os Sertões -Euclides da Cunha 124. Esaú e Jacó -Machado de Assis 125. Don Quixote -Miguel de Cervantes 126. Camões -Joaquim Nabuco 127. Antes que Cases -Machado de Assis 128. A melhor das noivas -Machado de Assis 129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca 130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo 131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós 132. Helena -Machado de Assis 133. Contos -José Maria Eça de Queirós 134. A Sereníssima República -Machado de Assis 135. Iliada -Homero 136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco 138.. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage 140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa 141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis 142. A Carne -Júlio Ribeiro 143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne 146. A Semana -Machado de Assis 147. A viúva Sobral -Machado de Assis 148. A Princesa de Babilônia -Voltaire 149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves 150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional 151. Papéis Avulsos -Machado de Assis 152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos 153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós 154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis 156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias 157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis 158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra 160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós 162. Contos Fluminenses -Machado de Assis 163. Odisséia -Homero 164. Quincas Borba -Machado de Assis 165. A Mulher de Preto -Machado de Assis 166. Balas de Estalo -Machado de Assis 167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis 168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis 170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu 171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca 172. Cinco Minutos -José de Alencar 173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida 174. Lucíola -José de Alencar 175.. A Parasita Azul -Machado de Assis 176. A Viuvinha -José de Alencar 177. Utopia -Thomas Morus 178. Missa do Galo -Machado de Assis 179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves 180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero 181. Hamlet -William Shakespeare 182. A Ama-Seca -Artur Azevedo 183. O Espelho -Machado de Assis 184. Helena -Machado de Assis 185. As Academias de Sião
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Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por DESUSO,
já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação,
divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos,
a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.


Vídeo comemorativo dos 40 anos da BBT

A MISSÃO DE SRILA PRABHUPADA CONTINUA

Pureza é a força, pregação é a essência, os livros são a base e utilidade é o princípio.

.



A missão continua.

O ROMANCE MAIS ESPERADO DO ANO - SINTA A EMOÇÃO DE LER





  • UMA VERDADEIRA PROMESSA DE FELICIDADE

    Barcelona, 1957. Daniel Sempere e o amigo Fermín, os heróis de A Sombra do Vento, regressam à aventura, para enfrentar o maior desafio das suas vidas.

    Quando tudo lhes começava a sorrir, uma inquietante personagem visita a livraria de Sempere e ameaça revelar um terrível segredo, enterrado há duas décadas na obscura memória da cidade.

    Ao conhecer a verdade, Daniel vai concluir que o seu destino o arrasta inexoravelmente a confrontar-se com a maior das sombras: a que está a crescer dentro de si.

    Transbordante de intriga e de emoção, O Prisioneiro do Céu é um romance magistral, que o vai emocionar como da primeira vez, onde os fios de A Sombra do Vento e de O Jogo do Anjo convergem através do feitiço da literatura e nos conduzem ao enigma que se esconde no coração de o Cemitério dos Livros Esquecidos.

Luiz Gonzaga é homenageado no Projeto Canto de Todos os Cantos idealizado por Guilherme Toledo









Guilherme Toledo reúne os artistas regionais Oswaldinho de Acordeon, Maestro Spok,

Pezão, Dinda Salu, Vinheteiro, Giuliano Eriston, Alex Sandro e Marcelo,

e Arleno Farias, num projeto em homenagem a Luiz Gonzaga.



O projeto consiste na junção de vários artistas de diferentes regiões

para a composição de uma música do Rei do Baião.



Link para vídeo “Vida de Viajante”:

http://www.youtube.com/watch?v=mzscuuxdleU&list=UUFXa1zy9laV2NFUsmICGOyg&index=0&feature=plcp





Artistas:

Oswaldinho do Acordeon - Já foi considerado um dos maiores acordeonistas do país. Hoje está fora da mídia devido a um erro médico que tirou cerca de 70% dos seus movimentos.

Maestro Spok - Músico de carreira internacional extremamente respeitado em Pernambuco, e responsável pela orquestra SPOK FREVO

Pezão - É o baterista da banda Papas da Lingua, extremamente respeitada no Sul do país, sobretudo no Rio Grande do Sul.

Dinda Salu - Filho do falecido mestre Salustiano, herdeiro da Casa da Rabeca que é o ponto de referência mais importante da música pernambucana.

Vinheteiro: O pianista do vídeo - Tem um canal forte no youtube com mais de 70 mil inscritos e era o pianista do quadro Jô Suado no programa do Pânico na época da Rede TV

Giuliano Eriston - Violonista, já foi convidado a participar do programa do Faustão e apresentado como um dos artistas mais promissores do Ceará.

Alex Sandro e Marcelo - Artistas residentes do Estância Alto da Serra com suas primeiras músicas sendo tocadas em rádios sertanejas de todo o país.

Arleno Farias - Músico respeitado no circuito do forró universitário e pé de serra, trabalhando ao lado de artistas como Tato do Falamansa e Chico César

Juca Kfouri afirma que presidente da CBF foi “fartamente” responsável pela prisão de Vladimir Herzog



O jornalista Juca Kfouri publicou em seu blog do Uol, nesta terça-feira, 26, que o  presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, foi serviçal da ditadura e um dos responsáveis pela prisão de Vladimir Herzog - que foi morto pelos militares.

Kfouri afirma que Marin é “fartamente” responsável pela prisão que resultou no assassinato de Herzog, em 1975. “Na época, Marin era deputado e em discursos elogiava o trabalho do torturador Sérgio Paranhos Fleury e colaborava com as denúncias sobre a existência de comunistas na TV Cultura, cujo jornalismo era dirigido por Herzog”, publicou.

Na opinião do jornalista, este é o motivo pelo qual Dilma Rouseff não recebe Marin, que trata assuntos relativos ao governo Federal em audiências com o vice-presidente da República, Michel Temer. Ele está no comando da CBF e do Comitê Organizador Local para a Copa do Mundo de 2014 (COL), desde março de 2012, após a renúncia de Ricardo Teixeira.

Prisão e morte de Vlado
Herzog foi torturado e morto nas dependências da Operação Bandeirantes (Oban), por agentes do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), durante o regime militar, e tornou-se símbolo na luta pela restauração da democracia no Brasil.

Jacqueline Patrocinio via Comunique-se

Nova Classe Média?


Estantes | Livros

Imagem_Livro


"Nova Classe Média? O Trabalho na Base da Pirâmide Social Brasileira", de Marcio Pochmann

Pochmann trata da diversidade das ocupações na base da pirâmide e analisa o impacto da terceirização e do trabalho temporário em relação aos empregos gerados.

http://www.teoriaedebate.org.br/

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Convite da UFMG


LANÇAMENTO DA ILUMINURAS




1/7 TOMARIQUIDÊ EM ITAQUAQUECETUBA



Projeto busca integrar a ferrovia à população

que vive em seu entorno com espetáculo de rua e

sarau com a participação de artistas locais.



Tomaraquidê

Com Claudio Thebas, Chris Belluomini e Álvaro Lages




Estreia dia 1º de julho, em Itaquaquecetuba

às 11hs – espetáculo / às 15h30 - sarau



Álvaro Lages, Chris Belluomini e Claudio Thebas em Tomaraquidê



O projeto Tomaraquidê foi  inspirado

nos pequenos movimentos artísticos

e tem a proposta de levar cultura e divertimento às comunidades pouco assistidas na área.



Ele foi criado pelos atores Claudio Thebas,

Chris Belluomini e Álvaro Lages,

os três com forte ligação nas ações

sociais e nos espetáculos de rua.






No papel de  três charlatões, os atores

irão chegar às várias cidades, que têm

em comum a convivência com a linha férrea,

anunciando um show de variedades   

com mágicas, números cômicos

e contação de história, em apresentações

sempre gratuitas.



O espetáculo será realizado no próprio

transporte onde os atores chegam à cidade:

um ônibus reformado para se assemelhar

a uma locomotiva e

 adaptado para ser uma caixa cênica.



Esta solução permite a autonomia aos atores

para se apresentarem em ruas,
quadras ou praças com a mesma qualidade

de uma sala de espetáculos.



O roteiro do espetáculo prevê

ainda a participação das pessoas das comunidades,

com o intuito de valorizar

e dar visibilidade a cultura local.



Para isso serão organizados

Saraus nos mesmos dias das apresentações,

que contarão com a participação de artistas

locais. Na estreia, em Itaquaquecetuba

já estão confirmadas as apresentações de

um grupo de crianças,

que farão uma dança do Saltimbancos,

e a leitura de uma Poesia.



O projeto Tomaraquidê

veio de encontro com a intenção da  MRS Logística,

que atua no mercado de transporte ferroviário desde 1996, interligando os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, de aumentar a integração entre a população que vive perto dos trilhos dos trens e a empresa. Ela apoiou a iniciativa e viabilizou a produção do espetáculo.


Ao final do projeto será editado um

livro que será distribuído nas bibliotecas

públicas com o registro de todas a apresentações.

O livro também irá  contribuir para a valorização e
difusão da cultura local de cada

uma das cidades visitadas.



Agenda de Apresentações até agosto de 2012

itaquaquecetuba: 1º/7

Lorena: 07/07

Guaratinguetá: 08/07

Itaguaí: 28/07

Mangaratiba: 29/07

Barra do Piraí: 18 e 19/08





Sobre o elenco

Cláudio Tebas



Publicitário de formação, iniciou sua pesquisa de palhaço com o LUME em 1995, e estudou com mestres como Silvia Leblon, Leo Bassi e Tortell Poltrona. Em 1998 foi indicado ao Prêmio Coca-Cola de melhor ator.

É escritor premiado e com mais de 300.000 livros vendidos em todo Brasil, entre eles "O Livro do Palhaço" (Cia. das Letrinhas), resultado de extensa pesquisa sobre a linguagem. Seu livro "Amigos do Peito" foi musicado por André Bedurê e Carlos Ranoya e o cd teve a participação de nomes consagrados da MPB, como Zeca Baleiro, Chico Cesar e Rita Ribeiro. Este trabalho recebeu o Prêmio Coca-Cola de melhor música em 1998, sendo posteriormente adaptado em Lisboa-Portugal.

Durante três anos Claudio Thebas foi integrante da comissão julgadora do Prêmio Talentos da Maturidade - categoria contadores de histórias, tornando-se no último ano, presidente desta comissão.

Desde 2000 atua como consultor no universo corporativo realizando eventos, espetáculos e treinamentos - experiência que será relatada em seu novo livro.

É palhaço-atleta do espetáculo "Jogando no Quintal – Jogo de Improvisação de Palhaços" e integrante do corpo de professores do Quintal de Criação



Álvaro Lages

Músico desde 1994, e palhaço improvisador desde 1999, época em que começou a percorrer o país se apresentando na rua.

Estudou com Alberto Gaus, Frank Totino, Omar Galvan, Jose Luis Saldaña entre outros.

Já se apresentou em diversos países da Europa (França, Itália, Áustria e Eslovênia) e em festivais da América Latina (Chile, Peru e Colômbia).

Foi vencedor do III Festival de Cenas Cômicas dos Parlapatões.

É palhaço-músico do "Show de Variedades da Mesma Coisa", ao lado da palhaça Rubra (Lu Lopes).

Junto à Cia. do Quintal é assistente de direção de "Caleidoscópio - um espetáculo de Improvisação Teatral", e palhaço-músico do espetáculo "Jogando no Quintal- Jogo de Improvisação de Palhaços".

Arte no terminal comemora a abertura do Portão Cultural



O Portão Cultural, que será reaberto no dia 29 de junho, às 19h, serviu de inspiração para o artista plástico angolano Nuno Miguel Barros grafitar cinco murais no terminal de ônibus do Portão, que fica em frente ao centro cultural.  “Fiquei encantado com as formas arquitetônicas que remetem ao estilo retro dos anos 50 e 60, então optei por criar em cima de formas mais geométricas, com contrastes de cores primárias e traços mais voltados para a arte urbana”, afirma o artista.

Os desenhos foram criados pelo próprio artista após uma visita ao Portão Cultural. Por isso optou por traços mais geométricos e chapados, com cores primárias e sem perspectivas. Nascido em Angola, o artista, por causa da guerra civil em seu país, mudou-se para Portugal aos seis anos de idade. Aos nove foi morar na Suíça onde começou a ter os primeiros contatos com o graffiti. Trabalha com arte urbana e programação visual desde 1997, e mudou-se para o Brasil em julho de 2010 para se casar com uma brasileira.

Nuno mora em Curitiba desde novembro de 2011 e resolveu presentear a cidade com essa intervenção no terminal, nessa ocasião em que se aproxima a abertura do Portão Cultural, espaço que reúne cinema, teatro, literatura, dança, música e artes visuais. “Nessa ocasião de abertura e em várias outras queremos que as portas do Portão Cultural estejam sempre abertas e que a arte transcenda os limites físicos do centro cultural”, afirma Roberta Storelli, presidente da Fundação Cultural de Curitiba.



Arte e transporte coletivo - Desde o ano passado os equipamentos de transporte coletivo de Curitiba são utilizados como espaço de difusão da arte.   No projeto Travessias Urbanas, realizado pela Fundação Cultural de Curitiba por meio do Fundo Municipal da Cultura, com apoio da Urbs, as galerias subterrâneas dos terminais de ônibus Cabral, Campina do Siqueira, Campo Comprido, Capão Raso e Vila Hauer receberam intervenções de arte urbana.

As estações-tubo serviram de espaço de exposição das obras da artista plástica curitibana Janete Mehl. Trinta estações-tubo espalhadas pela cidade apresentando obras da artista, integraram o projeto “Transparência”, realizado pela ONG Universidade Livre da Cultura até 4 de junho. As imagens misturavam pinturas e fragmentos de textos, e foram reproduzidas em películas adesivas transparentes e aplicadas nos vidros das estações-tubo. O projeto foi realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio da Spaipa e Credipar e apoio da Urbs.

Trio apresenta compositores alemães do século 19



            A série Música de Câmara, da Capela Santa Maria Espaço Cultural, apresenta nesta semana o concerto “Romantische Lieder”, com o trio formado pela soprano Luciana Melamed, o barítono Norbert Steidl e a pianista Olga Kiun. As apresentações acontecem nos dias 27 e 28 de junho, às 20h, com dois programas distintos para cada noite. O trio fará um ensaio aberto ao público, no dia 26 (terça-feira), às 15h, com entrada franca.

            O espetáculo foi concebido para contemplar as obras mais significativas dos grandes mestres da cultura germânica do século 19.  As obras desse período, escritas por Richard Wagner, Robert Schumann, Franz Liszt, Gustav Mahler e Alban Berg, constituem grandes desafios para este tipo de formação (canto lírico e piano). Todas as canções serão apresentadas no idioma original alemão. Porém, para que o público tenha um entendimento completo das obras, as traduções dos poemas serão projetadas em forma de legenda, durante o espetáculo.

A principal razão da escolha deste repertório, além da beleza das composições e da pertinência cultural, é a experiência dos artistas. Os músicos viveram, estudaram e trabalharam no mesmo local onde os compositores conceberam suas criações. Na trajetória de aprendizado e nas experiências profissionais, tiveram oportunidade de se deparar com estudiosos que lhes acrescentaram a técnica de interpretação mais próxima daquilo que os compositores desejaram, respeitando ao máximo a fidedignidade de seus trabalhos.




Serviço:

Série Música de Câmara - Romantische Lieder

Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural – R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro

Datas e horários: 27 e 28 de junho de 2012 (quarta e quinta-feira), às 20h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

* Ensaio aberto ao público no dia 26 (terça-feira), às 15h, com entrada franca.

Informações: (41) 3321-2840

Gustavo Piqueira, da Casa Rex, assina ilustrações de livro infantil



À frente da Casa Rex, Gustavo Piqueira, que já recebeu mais de 100 prêmios internacionais de design e escreveu 10 livros, além de seu mais recente projeto a concepção e tradução relativamente fiel do irreverente livro do Século II "A História Verdadeira" de Luciano de Samósata, acaba de assinar as ilustrações do novo livro infantil da Editora Biruta, “Babuxa”.

Feitas com pincel e tinta nanquim, as ilustrações se integram no projeto gráfico da obra, também desenvolvido pela casa de design, e dão base à estrutura visual através de um jogo de cores que dialoga tanto com a narrativa quanto com as páginas de fundo do livro.

"As ilustrações foram coloridas acompanhando as transformações que a personagem bruxa Babuxa assume durante a história. Se no início ela tinha um tom mais fechado, ao se tranformar na bela moça, ela adquire um tom rosado, mais alegre. E o mesmo acontece com todo o projeto gráfico.", comenta Gustavo.

"Babuxa", escrito por Almir Correia e ilustrado por Gustavo Piqueira com design da Casa Rex, já pode ser encontrado no site da Editora Biruta e nas principais livrarias do país.


Sobre a Casa Rex:

Casa Rex é uma multi-premiada casa de design gráfico internacional, com sedes em São Paulo e Londres. Com mais de 100 prêmios internacionais e um time de quase 40 profissionais liderados por Gustavo Piqueira, sua área de atuação vai de extensos projetos globais para marcas de consumo, projetos editoriais, corporativos e ambientais, até projetos experimentais como alfabetos, ilustrações e objetos - não podendo ser enquadrada sob os tradicionais moldes de "agência" ou "estúdio" de design.
Para conhecer mais, acesse: www.casarex.com

4/7 ANGELA DIP ESTREIA SÓ PARA MULHERES


homem não entra


“Angela Dip ... Só para mulheres”

Estreia dia 4 de julho, no Teatro da Livraria da Vila no Shopping Iguatemi - JK




“Eu torro toda a minha grana em roupa.

Pelo menos meu dinheiro está todo investido.

Vestido longo, vestido curto...”





“Angela Dip só para mulheres” é um espetáculo

que no título já resume a que veio. Só para mulheres.

Desta forma, homens ficarão do lado de

fora enquanto as mulheres se divertem com a atriz.



No formato stand up, Angela Dip reúne,

de forma fragmentada e aleatória, histórias,

frases e pensamentos de várias mulheres, entre elas a própria autora,

afinal, a maioria das mulheres  segue  desde tempos imemoriais

“alimentando seus pares com sexo e comida!”



Num texto descontraído, a atriz faz reflexões rasteiras

e bem humoradas sobre beleza, moda e variados comportamentos sexuais.

As estórias e observações partem do ponto de vista de uma mulher

irônica e por vezes ácida! Questões do cotidiano feminino como casamento,

cirurgias estéticas e menopausa são expostas

de maneira  divertida e por vezes inusitada...



A estreia acontece no dia 4 de julho, com temporada

todas as quartas-feiras, até 25 de julho, sempre às 20h.



Serviço

"Angela Dip só para mulheres"

Direção e Texto: Angela Dip

 

Estreia 4 de julho

Temporada: Todas as quartas-feiras do mês de julho, às 20h

Ingressos: R$ 40 (com meia entrada)

Capacidade: 125 lugares

Duração: 50 minutos

Faixa Etária: 14 anos

Gênero: humor stand up

Local Teatro da Livraria da Vila no Shopping Iguatemi - JK

Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia

Bilheteria: das 10h30 às 22h de segunda a sexta-feira, sábados das 10h às 22h

Domingo das 12h às 20h

Ou através do Ingresso Rápido

http://www.ingressorapido.com.br

(11) 4003. 1212





Sobre Angela Dip


Gaúcha, Angela Dip é uma artista completa.

Ao longo de sua carreira transitou  nos mais diversos gêneros artísticos.

Além de cinema, stand-up e de inúmeras peças teatrais, entre elas, o monólogo “ O Barril”  e o espetáculo “ Terça Insana” , Angela Dip participou na TV do premiado programa infantil “Castelo Ra Tim Bum” na Tv Cultura, da Minissérie  “Maysa” e do seriado “Malhação” Na Tv Globo. Fez  participações especiais em “A Grande Familia”,” Toma La da cá” e “Aline”.

Em 2009, na Primeira Mostra Brasileira de Stand-up Paulista, seu stand up foi eleito como o melhor  pelo jornal “A Folha de São Paulo”.

atualmente esta em cartaz com a comédia musical "Sabor a Freud",com Juan Alba

e fez uma participação recentemente em Avenida Brasil.





“Partindo da auto exposição desabrida para ir além da pura piada, transgride os padrões do gênero e transborda. Concede a temática sexual os trocadilhos habituais, mas o faz de um ponto de vista particular, quase lírico. O público chega a estranhar, mas acaba se entregando ao riso cativado pela autenticidade do que se apresenta”.



Luis Fernando Ramos – Folha de São Paulo


Férias no Quintal de Criação Cursos com Marcio Ballas, Cesar Gouvêa, Claudio Thebas, Carol Zoccoli e Elisa Rossin




O Quintal de Criação é um centro de pesquisa

e treinamento que se tornou referência

nacional e internacional na linguagem da improvisação.



Foi inaugurado há 4 anos pela Cia. do Quintal,

idealizadora do espetáculo Jogando no Quintal,

e já atrai mais de 500 alunos por ano.



O Quintal de Criação é hoje a principal

matriz de formação na linguagem da improvisação

para atores e leigos.

Em seu “quintal”, além do treinamento

e desenvolvimento de pesquisa de linguagem

são ministrados inúmeros workshops

com expoentes nacionais

e internacionais da improvisação.



Já estão abertas as inscrições

para os seus cursos de férias. São eles:



·      Stand up com Carol Zoccoli


14 e 15 de julho

Sábado e domingo, das 11h às 14h

Publico alvo: iniciantes e iniciados

Valor: R$ 300,00

Vagas: 20

 


·      O Despertar da Máscara com Elisa Rossin


De 3 de março a 26 de junho

Segunda a quinta-feira, de 16 a 19 de julho das 20h às 23h

Publico alvo: iniciantes

Valor: 350,00

Vagas: 25



·      Impro/Palhaço – com César Gouvea


De 20 a 22 de julho

Sexta, das 20h às 23h  e sábado e domingo das 10h às 14h

Publico alvo: iniciados e iniciantes

Valor: R$ 300,00

Vagas: 25

 


·      Palhaço com Claudio Thebas


De 23 a 26 de julho

De segunda a quinta-feira, das 20h às 23h

·       Publico alvo: iniciantes

Não é necessário nenhuma experiência anterior

Preço: R$ 350,00

Vagas: 25



·       Improvisação – com Marcio Ballas


·       28 e 29 de julho

Sábado e domingo das 15h às 19h

Publico alvo: iniciantes

Não é necessário nenhuma experiência anterior

Valor: 380,00

Vagas: 25

 

Recomendação para todos os cursos: 18 anos

Informações e inscrições:

www.jogandonoquintal.com.br ou tel: 26098476

Local: Quintal de Criação

Rua Medeiros de Albuquerque, 381 – Vila Madalena

Sala de aula no assentamento


        Livro: Da cor de terra: representações sociais de professores sobre os alunos no contexto da luta pela terra
        Autora: Maria Isabel Antunes-Rocha
        Editora UFMG
        177 páginas / R$ 52 (preço sugerido)

 

    Pesquisa revela que estudantes sem-terra podem e querem aprender, ao contrário do que pensam muitos de seus professores




    Faltam a crianças e jovens sem-terra – a maioria em situação de pobreza e desnutrição, alguns de famílias desestruturadas, sobretudo em função da ausência do pai, que trabalha em lugares distantes – capacidade de aprendizagem e mesmo interesse pelo que a escola tem a oferecer. Parece fazer sentido, mas não passa de estereótipo. Não é assim que acontece. Os alunos sem-terra aprendem, são disciplinados e se interessam pela escola, e a maioria deseja permanecer no campo. Mas é necessário que os professores percebam esta realidade.

    Itamar Rigueira Jr.






    Maria Isabel: alunos demandam conhecimento para permanecer no campo

    A ideia sintetiza os resultados de pesquisa desenvolvida pela professora Maria Isabel Antunes-Rocha, da Faculdade de Educação (FAE) da UFMG. Com vasta experiência na investigação das representações de professores a respeito de alunos, Maria Isabel teve a atenção despertada por relatos de conflitos entre professores e alunos nas comunidades em luta pela terra.

    “As dificuldades chegavam a casos de agressão verbal e física. Minhas observações mostraram que, diferentemente das expectativas dos professores, os alunos não têm problemas de aprendizagem. Mais que isso, eles demandam conhecimento, e os pais exigem uma educação que ajude seus filhos a permanecer no campo”, explica Maria Isabel, que acaba de lançar, pela Editora UFMG, o livro Da cor de terra: representações sociais de professores sobre os alunos no contexto da luta pela terra.

    De acordo com a pesquisadora, os professores com mais dificuldades para alterar suas formas de pensar e agir com os alunos sem-terra são aqueles com menos acesso a leituras e sem história de participação em grupos sociais, como igrejas e associações de moradores. O estereótipo é alimentado mais facilmente também por professores que têm origens ligadas às elites locais. “Quando o professor enxerga as crianças e jovens como invasores, é mais difícil que se estabeleça uma relação pedagógica”, diz Maria Isabel.

    Sentimento e prática

    A pesquisa foi realizada em seis regiões de Minas Gerais. Foram selecionados assentamentos novos e antigos, ligados a diferentes movimentos sociais. Maria Isabel Antunes-Rocha entrevistou professores, pais e dirigentes municipais, frequentou salas de aula e reuniões de docentes. Segundo ela, o objetivo central foi analisar como os professores pensam e sentem sobre seus alunos, e como isso é articulado à prática escolar.

    “As narrativas mostram que os estudantes sabem que têm direito à educação e respeitam o professor. Todo mestre deveria sonhar com isso”, salienta a pesquisadora. “Mas o conflito é gerado pela dificuldade, por parte dos professores, de compreender o aluno como sujeito de direitos e não como ‘invasor de terras’. Os professores não são maus ou incompetentes, mas produto de uma cultura que reafirma a terra como propriedade de poucos.”

    Uma das criadoras da Licenciatura em Educação no Campo, curso em que a UFMG foi pioneira e que existe hoje em 30 universidades brasileiras, Maria Isabel defende que o ofício de ensinar não é universal, pode e deve ser contextualizado. “Em nosso curso, o professor aprende a refletir sobre sua visão em relação a aspectos como classes sociais e possibilidades de vida no campo.”

    O dia a dia das escolas de assentamentos revela, de acordo com Maria Isabel, que os povos organizados na luta pela terra não desejam apenas usar a terra para trabalhar, mas esperam que ela seja também espaço para produção da vida. “Eles reivindicam políticas públicas que afirmem sua condição de sujeitos de direitos, e exigem uma escola comprometida com a vida sustentável”, conclui.

        Luiza Bongir

Estúdio Teix lança um novo conceito de galeria de arte em Curitiba





No próximo dia 5 de julho, quinta-feira, a Galeria Teix abre seu calendário com a Mostra 2012. No lançamento, que acontece às 19h no Batel Soho, em Curitiba, nasce uma exposição que visa trabalhar o espaço de forma democrática, apresentando obras para o público que deseja além de apreciar, consumi-las.

A primeira edição da Mostra reserva espaço para 21 obras por renomados artistas. Entre os nomes, Alexandre Cardinal, Claudia de Lara, Elisabeth Titton, Janete Mehl, Lisa Simpson, Marco Teixeira, Paulo Dias, Pablo D’ Contreras e Sandra Hiromoto. “Tenho a satisfação de participar dessa proposta que muito se assemelha às minhas próprias de educação e de transformação por meio da arte. Fico muito honrada por ter sido convidada a compor a jovem equipe, que busca a qualidade e a renovação já que a arte representa os momentos e sentimentos de sua época”, comemora a artista plástica Elizabeth Titton.

A Galeria Teix coloca o seu espaço a disposição de artistas e produtores culturais da cidade e segue inovando. Além do ambiente ela oferece uma equipe capacitada que une esforços para atender a demanda do mercado de Curitiba, assim como acontece em outros lugares do país e do mundo. “A Teix segue uma tendência mundial de economia criativa que fomenta cultura e arte com objetivo de formar público para consumo da arte, através da valorização de seus artistas”, diz a curadora Jo Maciel.



A Galeria

Inaugurada recentemente dentro do Estúdio Teix, a galeria oferece um espaço cultural aberto para exposições de arte, design, fotografia, performances musicais e encontros literários. O estúdio de tatuagem já existe há onze anos, e há cerca de um ano inaugurou o espaço cultural. O trabalho que vem sendo desenvolvido apresenta vertentes e expressões artísticas da contemporaneidade, paralelamente a uma arte milenar inserida na modernidade, que é a tatuagem.




Serviço:

Lançamento Galeria Teix Mostra 2012

Data: 5 de julho (a exposição permanecerá até o dia 30 de julho)

Horário: 19h (lançamento e coquetel)

Entrada: Gratuita

Endereço: Rua Vicente Machado, 666, Batel Soho

Informações: (41) 3018-2732 | 3019-2294

Memorial de Curitiba abriga mostra com recortes em papel





A artista plástica Malu Scheleder inaugura, às 18h30 desta quarta-feira (27), a exposição “Recorte em Papel”, no Salão Brasil do Memorial de Curitiba. São obras de recortes elaborados sempre em uma só folha de papel negro, que reproduzem paisagens, fragmentos de jardins e cenas do cotidiano. A mostra permanece aberta ao público até 29 de julho, com entrada franca.

De origem chinesa, o recorte em papel é milenar. Muito difundido na Europa, a técnica ainda é pouco conhecida no Brasil. Descendente de alemães, Malu Scheleder começou a realizar suas primeiras obras utilizando o “Scherenschnitt”, versão alemã do trabalho, ainda na adolescência.

A artista capta em seus recortes ambientes naturais e relatos de vida. São acontecimentos particulares, gostos, preferências e outras referências que identificam cada pessoa como um ser único. O trabalho de Malu causa surpresa, instiga a imaginação e mexe com a emoção dos retratados. Para ela, os recortes falam por si e são donos de uma linguagem universal.

Natural de Curitiba, Malu Scheleder é formada pela Escola Superior de Música e Belas Artes do Paraná – Embap. As técnicas utilizadas pela artista incluem desenhos a bico de pena e grafite, resultando em trabalhos que, além de integrar exposições por todo o país, também são empregados em arte-educação e educação ambiental.



Serviço:

“Recortes em Papel” – Exposição de Malu Scheleder, com curadoria de Marcelo Muzzillo.

Local: Salão Brasil do Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico).

Data: de 27 de junho (abertura às 18h30) a 29 de julho de 2012.

Horário de visitas: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 15h.

Agendamento para visitas monitoradas: de terça a sexta-feira das 9 às 12 e das 14 às 18h, pelo telefone (41) 3321-3328.

Entrada franca








Show Vitral leva experimentos musicais ao Teatro do Paiol




Os músicos Indioney Rodrigues e Ricardo Janotto prometem surpreender o público nesta quinta-feira (28), às 20h, com o show “Vitral”, que toma conta do Teatro do Paiol. O projeto independente e experimental tem como foco fugir do óbvio, apresentando novas referências e brincando com a questão de tempo e espaço. No repertório, canções inéditas e releituras já apresentadas no show “Cantos Outros” e no disco “Barroca”.

Mais maduro musicalmente, Indioney volta a Curitiba após quatro anos de estudos em Londres. Da temporada na Europa, o músico traz na bagagem referências artísticas como a do francês Oliver Messiaen, que trabalha o conceito de som e cor como uma dimensão sagrada, assim como a do alemão Karlheinz Stockhausen, que em seu trabalho de experimentações buscava criar novos timbres a partir de sons eletrônicos, sem o uso de instrumentos.

O show, composto por experimentos eletroacústicos, pretende trazer aos espectadores uma outra noção da passagem do tempo, a linear e não-linear, aquela sensação de que ora as coisas passam muito devagar, ora passam muito rápido. Tentando criar o que eles chamam de “bolha sonora”, os músicos vão trabalhar o conceito do relógio utilizando oito speakers (caixas de som), distribuídos pelo teatro. Com duração de 60 minutos e em um formato de arena, a apresentação promete proporcionar uma sensação auditiva única para o público amante da MPB .



Serviço:

Show “Vitral” – com Indioney Rodrigues e Ricardo Janotto

Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho

Data e horário: 28 de junho de 2012 (quinta-feira), às 20h
      Ingressos: R$40 e R$20