quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Elantris de Brandon Sanderson

Elantris

de Brandon Sanderson




Largura: 16 cm.
Profundidade: 1 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2012
Número de Paginas : 576
Altura: 23 cm.




Elantris era conhecida como a cidade dos deuses. Nela, uma benção chamada Shaod transformava as pessoas em semideuses. Porém, há dez anos, as coisas começaram a mudar e a magia transformou Elantris em uma cidade amaldiçoada, onde as pessoas tocadas pela Shaod se transfiguravam em seres sem vida e sem sentidos próprios. A maldição os tornava mortos-vivos e a cidade tornou-se um cemitério de zumbis.

O príncipe Raoden, de Arelon, foi um dos tocados pela maldição que o levou a viver, ou a tentar sobreviver, em meio à loucura e maldições da cidade caída que, desde a maldição, tornara-se um cemitério para os que foram amaldiçoados. Prestes a se casar com Sarene, filha do rei de um país vizinho de Arelon – uma mulher que nem chegou a conhecer pessoalmente, mas que, mesmo com um casamento politicamente forçado, passou a conviver por meio de cartas – o príncipe é dado como morto, uma situação que parece ser irremediável, mas que precisa de explicações. E são esses mesmos esclarecimentos que Sarene procura ao chegar em Arelon e descobrir que tornara-se viúva antes mesmo de conhecer seu marido. E a partir daí começa a entender que terá que tomar conta de tudo sozinha, principalmente de um homem chamado Hrathen, um dos mais poderosos nobres, que está disposto a substituir o rei Iadon, pai de Raoden, para poder converter o país à religião Shu Dereth.

Elantris, que intercala capítulos sobre Raoden, Sarene e Hrathen, é uma obra cheia de energia e histórias fantásticas que não permite que o leitor pense em outra coisa, senão, na cidade de Elantris e suas maldições.



Entrevista com o autor bestseller de fantasia Brandon Sanderson


Elantris Portal

 LANÇAMENTO DA






Evangélicos: origens e transformações da fé que seduz o Brasil




Jornalista Eduardo Refkalefsky e a historiadora Silvia Patuzzi discutem a religião que atrai milhões de seguidores no País e no mundo.



O tradicional encontro do Biblioteca Fazendo História, promovido pela Biblioteca Nacional através da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), traz para o ultimo evento do ano, o tema “Evangélicos: origens e transformações da fé que seduz o Brasil”. O evento recebe o jornalista Eduardo Refkalefsky e a historiadora Silvia Patu­zzi para debater as transformações e as po­lêmicas da religião que mais cresce no Brasil. O debate tem a entrada franca, e acontece dia 10/12, às 16h00, no Auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional.



A alta popularidade da religião encontrou nas páginas da atual edição a história dessa fé que fascina multidões não só no nosso País, mas também no mundo. Quando em 1517, Martin Lutero fundou, na Alemanha, a Igreja Luterana ele não imaginava a proporção que ela tomaria. Só no Brasil estima-se que existam cerca de 43 milhões de fiéis. O que a torna tão atrativa?


Para entender a evolução dessa religião, os organizadores convidaram dois especialistas no assunto. O jornalista e professor de comunicação da ECO/UFRJ, Eduardo Refkalefsky, autor da tese "Comunicação e Posicionamento da Igreja Universal do Reino de Deus: um estudo do Marketing Religioso", e Silvia Patu­zzi, historiadora e professora de História Moderna na PUC-RJ, que realiza pesquisas e trabalhos com temas ligados a política e cultura religiosa.



A série mensal de debates Biblioteca fazendo História traz temas relevantes da história do Brasil abordados em cada edição da RHBN. O objetivo é trazer à tona temas históricos publicados na revista e aproximá-la do público leitor. A presença no evento dá direito a certificado de participação, que pode ser utilizado por alunos e professores como horas de atividades complementares.





Biblioteca Fazendo História
Evangélicos: origens e transformações da fé que seduz o Brasil
 10 de dezembro no Auditório Machado de Assis
 Endereço: Rua México, s/nº - Centro – Rio de Janeiro - RJ (acesso pelo jardim)

Horário: 16h
Entrada Franca

Mulheres em cursos tradicionalmente masculinos, migração de professores, cotas... Novos olhares sobre diferenças e desigualdades



Marília Pinto de Carvalho reúne estudos sobre esse tema em Diferenças e desigualdades na escola, lançamento da Papirus Editora que acontece nesta sexta-feira, 7, na Livraria da Vila, em São Paulo



Tema recorrente do currículo escolar em diversas disciplinas, as discrepâncias e contrastes em todos os âmbitos da nossa sociedade também são assuntos que intrigam a pesquisa científica. Diferenças e desigualdades na escola (Papirus Editora), será lançado no dia 7 de dezembro, a partir das 19h30, na Livraria da Vila, na Vila Madalena, em São Paulo, que contará com bate-papo e sessão de autógrafos com a organizadora da obra, Marília Pinto de Carvalho e algumas das coautoras – Andréia Botelho de Rezende, Luciana Alves e Maria Clara Lopes Saboya.

A Obra reúne resultados de estudos, sobre essa temática, promovidos pelo intercâmbio estabelecido entre os programas de pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Programa Nacional de Cooperação Acadêmica (Procad), da Capes. “Embora não seja exatamente inovadora a temática geral tratada no livro – frequentemente nomeada como ‘diversidade’ nos meios educacionais –, ousamos qualificar nossa abordagem como ‘novos olhares’, presentes nos resultados de pesquisas apresentados em cada capítulo”, conta Marília Pinto de Carvalho, organizadora da obra.

“Não se trata apenas de diversidade ou multiplicidade cultural, mas de acesso diferenciado aos bens materiais e simbólicos. Reconhecemos também a indiscutível relevância das desigualdades socioeconômicas: elas estão presentes como pano de fundo em praticamente todos os capítulos”, completa.

A coletânea é dividida em uma apresentação e mais sete capítulos independentes, porém complementares. Ao todo, nove coautoras dividem os créditos do livro e abordam assuntos como a literatura como meio de inclusão de conteúdo de história e cultura afro-brasileira e africana, articulação entre gênero, raça e educação escolar, os cotistas das universidades, alunas em cursos que são tradicionalmente masculinos, migração de professores, entre outros.

“Dessa forma esperamos apresentar ao leitor um conjunto de resultados de pesquisa instigante, que leve a novas indagações e produza inquietações em cada educador ou cidadão interessado numa escola e numa sociedade mais justas e igualitárias”, finaliza Marília.

Sobre a organizadora:

Marília Pinto de Carvalho (org.) é professora livre-docente na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Publicou, entre outros, os livros No coração da sala de aula: Gênero e trabalhos docentes nas séries iniciais (Xamã, 1999) e Avaliação escolar, gênero e raça (Papirus, 2009).

Serviço:

Lançamento do livro Diferenças e desigualdades na escola
 Quando: 7 de dezembro de 2012, sexta-feira
 Horário: 19h30
 Onde: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena – São Paulo, SP
 Tel.: (11) 3814-5811

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A (in)segurança pública em São Paulo

A (in)segurança pública em São Paulo

Ausência de política pública para a área, herança jurídica da ditadura militar e promiscuidade de agentes estatais com a bandidagem são alguns dos fatores da crise no estado.

Leia e comente as opiniões de Guaracy Mingardi, Marco Aurélio de Souza, Rildo Marques de Oliveira e Vanderlei Siraque.

Os Sentidos do Lulismo, de André Singer


Estantes | Livros

Imagem_Livro


Os Sentidos do Lulismo, de André Singer

O livro de André Singer é a reflexão mais sistemática e com perspectivas de totalidade sobre a história recente do Brasil, centrada em um fenômeno político novo.
Novembro 2012 | Resenha | Juarez Guimarães

MuBE e Aliança Francesa apresentam "Harcourt, Escultor de Luz"



MuBE e Aliança Francesa apresentam “Harcourt, Escultor de Luz”


Brigitte Bardot, John Malkovich, Kenzo e Edith Piaf são alguns dos 99 clicados, cujas imagens estarão expostas

A partir do dia 08 de janeiro de 2013 o MuBE, em parceria com a Aliança Francesa de São Paulo, recebe a mostra “Harcourt, Escultor de Luz”, com uma seleção de 99 retratos de personalidades da política, artes, cinema e esportes do mundo inteiro. A exposição é gratuita e fica em cartaz até 28 de janeiro.

O lendário Estúdio Harcourt é o sobrevivente de uma época de grandes estúdios de fotografia e, desde 1934, registra personalidades em branco e preto, todas com o mesmo efeito de luz. Além da luz, a maquiagem é um fator fundamental do estilo Harcourt. “Ela começa a vestir o rosto ao brincar com a sombra e com a luz. A iluminação permite sublinhar a intimidade para criar uma emoção, já que a Luz com “L” maiúsculo é a marca inconfundível de Harcourt”, diz Yann Lorvo, Diretor Geral da Aliança Francesa no Brasil e integrante da curadoria da exposição.

A primeira cidade a receber a mostra itinerante no país foi o Rio de Janeiro. De lá seguiu para Fortaleza e agora é a vez de São Paulo. Ainda em 2013, a exposição “Harcourt, Escultor de Luz” passa por Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.

O Estúdio Harcourt, em parceria com a L´Oréal Cabeleireiros contra a Aids, desenvolveu um calendário com 12 fotos de personalidades clicadas pelo fotógrafo parisiense Didier Bizous, integrante do Estúdio Harcourt. A Aliança Francesa foi a responsável por trazer o projeto para o Brasil e recriar o estúdio em um hotel no Rio de Janeiro para ilustrar as páginas do calendário Cabeleireiros Contra Aids 2013. A renda arrecada foi doada para a Sociedade Viva Cazuza. A exposição em São Paulo terá três das doze fotos do calendário L´Oréal:estarão no MuBE os retratos dos atores José Mayer e Cássia Kiss e do cantor Ney Matogrosso.

Personagens icônicos, como Brigitte Bardot, Salvador Dali, Serge Gainsbourg, John Malkovich, Marlène Dietrich, Catherine Deneuve, Dita Von Teese e Edith Piaf, integram a mostra. Na área do esporte, o brasileiro Gustavo Kuerten, o tenista Rafael Nadal, Zinedine Zidane e ainda os pilotos Alain Prost e Michael Schumacher foram fotografados. Os estilistas Jean-Paul Gaultier, Karl Lagerfeld, John Galiano, Pierre Cardin e Kenzo representam a moda mundial. A única mulher brasileira contemplada na exposição é a atriz Glória Pires. Para saber mais, acesse http://mube.art.br/.

Cosette Harcourt, fundadora e inspiradora do Estúdio

O mítico Estúdio Harcourt é indissociável de uma de suas personalidades fundadoras: Germaine Hirschfeld, chamada Cosette Harcourt. Uma mulher distinta, estilo Coco Chanel, que fuma, gosta de carros e aproveita a independência que o trabalho lhe propicia. Cosette Harcourt vive envolta em mistério a tal ponto que em 1976, depois de sua morte, muitas incertezas sobre sua biografia permanecerão.

Sobre a Aliança Francesa:

Criada em 21 de julho de 1883 por um comitê de personalidades como  Paul Cambon, Ferdinand de Lesseps, Louis Pasteur, Ernest Renan, Jules Verne e Armand Colin, a Aliança Francesa é uma instituição sem fins lucrativos cujo principal objetivo é a difusão da língua e da cultura francesa fora da França. Para tanto, promove o ensino do francês como língua estrangeira e concede certificados específicos de proficiência e conhecimento linguísticos. A rede da Aliança Francesa compreende escolas na França para a recepção de estudantes estrangeiros e cerca de 1000 estabelecimentos instalados em 130 países, onde estudam cerca de 500 mil pessoas.

Um dos mais importantes vínculos entre a  Aliança Francesa de Paris e os centros locais diz respeito à expedição dos diplomas DELF (Diploma de estudos em língua francesa) e DALF (Diploma aprofundado de língua francesa). Ambos os exames são reconhecidos pelo Ministério da Educação da França e expedidos com exclusividade pela Aliança Francesa.

Sobre o MuBE:

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) desenvolve extensa e diversificada programação cultural, com exposições, cursos, seminários, palestras, recitais de piano, cinema e teatro. São realizadas, em média, 25 exposições por ano, com mostras de artistas renomados, nacionais e internacionais, com espaço para novos talentos. O museu recebe, aproximadamente, 150 mil visitantes por ano. As exposições contam com visitas educativas para crianças, estudantes, grupos de terceira idade e o público em geral. O MuBE conta com apoio institucional de 3M, Stella Artois, Kettel One e BMW, viabilizado via ProAC / Governo do Estado de São Paulo.

Histórico da Campanha Cabeleireiros contra Aids

Cabeleireiros contra Aids é um projeto mundial da L’Oréal em parceria com a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). No Brasil, tem apoio do Ministério da Saúde, por meio do programa Nacional de DST/Aids. A ideia surgiu em 2001 na África do Sul, e tornou-se mundial em 2005, com a assinatura em Paris de um acordo entre a presidência da L’Oréal Divisão de Produtos Profissionais e a direção da UNESCO. Hoje a campanha está presente em 40 países e no Brasil foi lançada em 2006 e conta com cerca de 4 mil cabeleireiros. Acesse: www.cabeleireiroscontraaids.com.br



“Harcourt, Escultor de luz” - MuBE - Museu Brasileiro da Escultura
Abertura: Dia 08 de janeiro de 2013, às 19h
Período expositivo: de 09 a 28 de janeiro de 2013
Entrada gratuita
Endereço: Av. Europa, 218. São Paulo
Informações: 11 2594-2601, mube@mube.art.br
Horário de funcionamento: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h

TRIXMIX Última Edição do Ano

TRIXMIX

Última Edição do Ano

preço único: R$ 25.00

6 de Dezembro de 2012

no Estúdio Emme


TRIXMIX

Edição de 6 de Dezembro

Abertura da casa:  20h30 com DJ e drinks

Início do show: 21h30

Duração do espetáculo: 70 minutos

Local: Estúdio Emme
Av. Pedroso de Morais, 1036

Recomendação: 18 anos

Ingresso R$ 25.00 – preço único

Vendas antecipadas: na bilheteria do local

Horário de funcionamento:

segunda a sábado, das 13h às 19h.

Entrada e assentos para deficientes

Serviço de bar e restaurante
Estacionamento:
Valet - R$ 20,00.

Informações: 3774-0415

VILA REAL de João Ubaldo Ribeiro




VILA REAL

de João Ubaldo Ribeiro




Lançamento: 01/11/2012

Formato: 16 x 23

168 páginas

Este é um livro agreste, duro, que não busca gracejos, envolve e por isso nos inquieta.É quando o escritor genial de faz presente e atanos a um livro que quer ser lido. Angustiante cada página nos remete a uma inexoravel vingança da morte tão anunciada como a de morrer sentado e ser enterrado assim. Em 1979 João Ubaldo estava febril e nos ministrando angustias. (E.C)

Em seu Estudo das Representações Sociopoliticas sobre João Ubaldo Ribeiro e Mia Couto, tendo em mente principalmente o romance Vila Real , Ângela Cristina Antunes Conceição (Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) apropriadamente diz que "de várias formas, João Ubaldo e Mia Couto assumem com maestria a sua função de intelectual não só pela construção ficcional das suas narrativas que nos interrogam, e ao mesmo tempo, respondem sobre as nossas indagações, mas também, por tornar a nossa leitura, uma leitura de vida, de sentimentos: de dor, de angústia, de tristeza, de lembranças, de esperanças, enfim até de alegria."


O LIVRO
Vila Real é um romance dotado de tensão e violência. Publicado originalmente em 1979, este livro de João Ubaldo Ribeiro é uma complexa metáfora dos conflitos rurais que respingam de sangue a história do Brasil. Ambientada nas imediações de uma pequena cidade fictícia do sertão nordestino, a narrativa descreve a luta de camponeses contra a “Caravana Misteriosa”, como apelidam uma empresa mineradora que lhes tomara as terras.

Argemiro é o líder dos posseiros expulsos da pequena Vila Real por uma companhia mineradora estrangeira. Ele enfrenta os homens chefiados por Genebaldo, defensor dos interesses da empresa e da ordem que está sendo ameaçada pelos camponeses. Sem as terras que lhes dão sustento para a vida e leito para a morte, os habitantes da cidade lutam para reconquistar o pouco que têm.

Aliando-se ao temido Filho de Lourival, ao feroz Alarico e aos incendiários padres Bartolomeu e Benedito, Argemiro trava um sangrento embate no acampamento atacado pelo inimigo. Apesar das perdas, eles vencem a batalha – mas não a guerra. Argemiro acaba por se refugiar com seu povo junto ao rio Japiau. Lá, reúnem forças para seguir com a luta, ainda que a vitória lhes pareça cada vez mais incerta.

Entre fugir e morrer, os sem-terra decidem resistir, mesmo que a vitória lhes pareça impossível. Mesmo diante da dureza do sertão nordestino, implacável por sua natureza agreste e suas injustiças sociais, Argemiro e a população de Vila Real resistem e fazem o máximo para saírem vitoriosos do trágico embate. Através das próprias reflexões dos personagens, vida, morte e a condição humana são abordadas com um olhar profundo.

João Ubaldo Ribeiro faz em Vila Real um retrato da rústica imposição dos poderosos sobre os despossuídos, questão tão presente nos conflitos rurais. Ao mesmo tempo em que representa uma denúncia da perpétua injustiça social no campo e no sertão, o romance vai além. O autor mostra um olhar agudo sobre a miséria humana – e a esperança de superá-la.

O AUTOR
João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro (Itaparica, 23 de janeiro de 1941) é um escritor, jornalista, roteiristae professor brasileiro, formado em direito e membro da Academia Brasileira de Letras. É ganhador do Prêmio Camões de 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa Ubaldo Ribeiro teve algumas obras adaptadas para a televisão e para o cinema, além de ter sido distinguido em outros países, como a Alemanha. É autor de romances como Sargento Getúlio, O Sorriso do Lagarto, A Casa dos Budas Ditosos, que causou polêmica e ficou proibido em alguns estabelecimentos, e Viva o Povo Brasileiro, tendo sido, esse último, destacado como samba-enredo pela escola de samba Império da Tijuca, no Carnaval de 1987.É pai do ator e VJ da MTV Bento Ribeiro.

SUAS OBRAS

Romances

    Setembro não tem sentido - 1968
    Sargento Getúlio - 1971
    Vila Real - 1979
    Viva o povo brasileiro - 1984
    O sorriso do lagarto - 1989
    O feitiço da Ilha do Pavão - 1997
    A Casa dos Budas Ditosos - 1999
    Miséria e grandeza do amor de Benedita (primeiro livro virtual lançado no Brasil) - 2000
    Diário do Farol - 2002
    O Albatroz Azul[10] - 2009

Contos

    Vencecavalo e o outro povo - 1974
    Livro de histórias - 1981. Reeditado em 1991, incluindo os contos "Patrocinando a arte" e "O estouro da boiada", sob o título de Já podeis da pátria filhos

Crônicas

    Sempre aos domingos - 1988
    Um brasileiro em Berlim - 1995
    Arte e ciência de roubar galinhas - 1999
    O Conselheiro Come - 2000
    A gente se acostuma a tudo - 2006
    O Rei da Noite - 2008

Ensaios

    Política: quem manda, por que manda, como manda - 1981

Literatura infanto-juvenil

    Vida e paixão de Pandonar, o cruel - 1983
    A vingança de Charles Tiburone - 1990
    Dez bons conselhos de meu pai - 2011



UM LANÇAMENTO



Frio do Além de Charlaine Harris



Frio do Além

de Charlaine Harris



Altura: 23 cm.

Largura: 16 cm.

Profundidade: 1 cm.

Acabamento : Brochura

Número de Paginas : 248


O LIVRO

No terceiro volume da série de mistérios de Harper Connelly, o maior caso da vida de Harper e Tolliver.

Depois de ser atingida por um raio, Harper Connelly se tornou uma especialista em encontrar cadáveres. Desde que aprendeu a controlar seus novos instintos, ela e seu meio irmão, Tolliver, partem em busca de trabalhos para solucionar casos macabros em diversas cidades.

Para eles, a ida a Doraville seria apenas mais uma viagem a trabalho em busca de um adolescente desaparecido. Contratada pelos moradores daquela pequena comunidade na Carolina do Norte, ela chega à cidade para encontrar o corpo, pegar o dinheiro e partir para o próximo destino.

Pelo menos era o que ela tinha em mente, até encontrar oito cadáveres de uma só vez. Desta vez, teria de lidar com algo inédito para ela: um assassino em série, que torturava e abusava de suas vítimas.

Disposta a deixar a cidade o quanto antes, Harper é atacada por um estranho e se vê forçada a permanecer por mais alguns dias em Doraville. Mais envolvida do que gostaria nessa enigmática investigação, sua vida agora está em risco, e uma tempestade de neve se aproxima da cidade deixando as coisas bem mais complicadas e frias do que ela poderia imaginar.


A AUTORA
CHARLAINE HARRIS é autora de diversos best-sellers do The New York Times e foi a 4ª autora no mundo a alcançar 1 milhão de livros vendidos para o Kindle. Detentora de inúmeros prêmios, sua série Sookie Stackhouse inspirou o aclamado seriado da HBO True Blood, que estreou em setembro de 2008. Harper Connelly também começa a ser produzida para a TV, tendo Ridley Scott (de Gladiador, Hannibal e Blade Runner) à frente da direção. Charlaine é casada e mãe de três filhos. Ela mora em uma pequena cidade no sul do Arkansas e, quando não está escrevendo seus livros, lê compulsivamente, rodeada por cães que resgatou das ruas.



SUAS OBRAS
Série The Southern Vampire Mysteries

    Dead Until Dark(2001)
        Morto até o anoitecer (Brasil, Ediouro 2009)
        Sangue Fresco (Portugal, Saída de Emergência 2009)
    Living dead in Dallas (2002)
        Vampiros em Dallas(Brasil, Benvirá 2009)
        Dívida de Sangue (Portugal, Saída de Emergência, 2009)
    Club dead (2003)
        Clude de Sangue (Portugal, Saída de Emergência 2009)
        Clube dos Vampiros. (Brasil, Benvirá 2010)
    Dead to the world (2004)
        Sangue Oculto (Portugal, Saída de Emergência 2010)
        Procura-se um Vampiro (Brasil, Benvirá 2011)
    Dead as a doornail (2005)        Sangue Furtivo (Portugal, Saída de Emergência 2010)
        Olhos de Pantera(Benvirá,2011)
    Definitely dead (2006)
        Traição de Sangue (Portugal, Saída de Emergência 2010)
        Vampiros para Sempre (Brasil, Benvirá 2011)
    All together dead (2007)        Sangue Felino (Portugal, Saída de Emergência 2010)
    From dead to worse (2008)
        Laços de Sangue (Portugal, Saída de Emergência 2011)
    Dead and gone (2009)
        Sangue Mortífero (Portugal, Saída de Emergência 2011)
    Dead in the family (2010)
        Segredos de Sangue (Portugal, Saída de Emergencia 2011)
    Dead Reckoning (2011) 978-0441020317
    "Deadlocked" (2012)

Contos

    Death's Excellent Vacation (Agosto, 2010)
        Conto “Two Blondes” com Sookie
    Crimes by Moonlight
        Conto “Dahlia Underground” no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Between the Dark and Daylight
        Reimpressão do conto "Lucky", com Amelia e Sookie
    A Touch of Dead
        Coleção de contos da Sookie
    Must Love Hellhounds
        Conto “The Britlingens Go To Hell" no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Strange Brew
        Conto “Bacon" com Dahlia, no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Unusual suspects
        Conto “Lucky”, com Amelia e Soookie
    Wolfsbane and Mistletoe
        Conto “Gift Wrap", com Soookie e Niall
    Many Bloody Returns
        Conto “Dracula Night”, com Sookie, Eric e Pam
    My Big Fat Supernatural Wedding
        Conto "Tacky", com Dahlia, no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Bite
        Conto “One Word Answer, uma história da Sookie que explica Hadley
    Night's Edge
        Conto “Dancers in the Dark" com Sean e Layla, no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Powers of detection
        Conto “Fairy Dust”, com Sookie, Claudine e Claude

Série Aurora Teagarden

    Real Murders
    A bone to pick   
    Three bedrooms, one corpse
    The Julius house
    Dead over heels
    A fool and his honey
    Last scene alive
    Poppy done to death

Contos

    Deeply dead

Série Lily Bard "Shakespeare"

    Shakespeare's landlord
    Shakespeare's champion
    Shakespeare's christmas
    Shakespeare's trollop
    Shakespeare's counselor

Contos

    Dead giveaway[41]

Série Harper Connelly

    Grave sight
        Visão do Além (Brasil, Lua de Papel 2011)
    Grave surprise/Surpresa do além(Brsil, Lua de Papel 2012)
    An ice cold grave
    Grave secret

Não-série

    Delta blues (Maio, 2010)
        Conto "Crossroads Bargain"
    Blood lite
        Conto "An Evening with Al Gore"
    A secret rage
    Sweet and deadly


Charlaine Harris: Por que eu criei "True Blood" 


Entrevista com Charlaine Harris
Charlaine Harris é entrevista por Barbara Peters do Poisoned Pen Press and Bookstore, Arizona



Confira também estes volumes

Visão do além
Charlaine Harris

Páginas: 232
ISBN: 9788563066541
1.ª edição: 2011-06-01

Surpresa do Além
Charlaine Harris

Páginas: 256
ISBN: 9788563066848
1.ª edição: 2012-02-01 



LANÇAMENTO DA









Sem tabus: Sexualidade se aprende em casa e na escola

No dia 5 de dezembro, Cláudia Bonfim, autora do livro Desnudando a educação sexual, ministrará palestra e lançará livro na Unicamp, em Campinas

Cláudia Bonfim, autora de Desnudando a educação sexual, ministrará palestra e lançará livro na Unicamp, no próximo dia 5 de dezembro, no “I Simpósio de Epistemologia e Teoria da Educação” (Episted). A sessão de autógrafo começa às 19h e será no Salão Nobre da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.

Como abordar o tema sexualidade com seu filho? E em que idade? Qual é o papel da escola nessa situação? Essas e outras perguntas rondam a cabeça de pais e de educadores que, de maneira equivocada, seja por timidez, por achar o assunto delicado ou até mesmo por desconhecimento, muitas vezes consideram a educação sexual apenas uma forma de evitar a gravidez não planejada ou na adolescência, a Aids e outras DSTs. A autora Cláudia Bonfim, em Desnudando a educação sexual, lançamento da Papirus Editora, defende que a sexualidade deve ser tratada de forma mais ampla no ambiente familiar e escolar, abordando questões culturais, sociais e psicológicas.

A obra busca orientar pais, educadores, agentes sociais, pesquisadores da sexualidade e todos aqueles que buscam compreender e vivenciar de maneira bonita, prazerosa, afetiva e qualitativa essa dimensão essencial de nossa vida. “A sexualidade ainda é um tema restrito porque as pessoas não foram educadas a conhecê-la. Aprendem que é feia, errada, suja, perigosa, se sentem envergonhadas ou tímidas, desconhecem seu próprio corpo, tratam a sexualidade de forma superficial e não sabem como abordá-la. Para que ela deixe de ser vista dessa maneira acredito que necessitamos superar essa fragmentação e essa visão reduzida do que é sexualidade, por isso a necessidade de esclarecer aos pais, educadores e gestores o que ela é”, diz Cláudia. Ela acrescenta que esse esclarecimento deve ser feito da maneira mais ampla possível. “Deve-se levar em conta a dimensão da sexualidade, a amplitude, a importância na formação do ser humano, tanto para sua humanização e autoestima quanto para as relações afetivas e sexuais. A partir dessa compreensão é possível começar a pensar na superação dos preconceitos e tabus relacionados à sexualidade”, explica a autora.

Cláudia Bonfim dividiu o livro em duas vertentes: a família e a escola. “Penso que as duas são instituições primordiais para tratar a educação sexual de maneira significativa, entendendo a sexualidade como uma construção sócio-histórica-cultural, que perpassa especialmente pelas nossas experiências e vivências afetivas e sexuais. A sexualidade só pode ser compreendida a partir de nossa totalidade, e essa totalidade se desenvolve principalmente no ambiente familiar e escolar”, diz. A autora destaca que, segundo Freud, experiências vividas na infância marcam a personalidade e a forma como as pessoas irão se relacionar com elas mesmas, com as demais e com o mundo para toda a vida. “Por isso é essencial que os pais e docentes compreendam como a sexualidade se desenvolve para poder contribuir de maneira significativa e positiva no desenvolvimento da sexualidade das crianças e dos adolescentes”, ressalta Cláudia.

Ainda de acordo com ela, o livro é uma tentativa de esclarecer a educação sexual, abordando didaticamente conceitos que são fundamentais ao entendimento da sexualidade humana. “Baseei o livro em estudiosos conceituados do campo da sexualidade e educação sexual, nos quais busquei subsídios teóricos e orientações pedagógicas práticas que pudessem ser desenvolvidas na práxis, para proporcionar reflexões sobre a vivência da sexualidade na escola”, conta.

No livro, Cláudia mostra a importância da educação sexual na família e no ambiente escolar, apontando questões que precisam ser superadas e potencializadas para que as pessoas possam pensar a sexualidade numa perspectiva emancipatória. “Mostro também a importância e as fases do desenvolvimento psicossexual da criança a partir de Freud. Faço ainda uma crítica aos fatores que influenciam negativamente a vivência da sexualidade”, enfatiza.

Ela acrescenta que a capa do livro Desnudando a educação sexual (um fio de linha se desenrolando) retrata a intenção do seu conteúdo. “É uma síntese do livro, que é desnudar, desenrolar, esclarecer a sexualidade, usando a linha como metáfora, o fio de uma roupa sendo desfeita, e dentro, as palavras tentando desfazer os (pré)conceitos que carregamos em cada um de nós, passando a enxergar a sexualidade em sua essência humanizadora, prazerosa e afetiva”, finaliza Cláudia Bonfim.

Sobre a autora:

Cláudia Bonfim é licenciada em Biologia, especialista em Metodologia e Didática do Ensino, ambos pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cornélio Procópio, campus da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Faficop/Uenp). Mestre em Educação pela Uenp, doutorou-se em Educação na área de história, filosofia e educação na Unicamp, onde é membro do Grupo de Estudos e Pesquisa Paideia. Professora universitária na Faculdade de Ensino Superior Dom Bosco (FDB), em Cornélio Procópio, é ainda coordenadora/tutora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação e Sexualidade (Gepes), financiado pelo Programa de Educação Tutorial (PET) do Ministério da Educação (MEC) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ocupa a vice-presidência nacional da Associação Brasileira para a Educação Sexual (Abrades) e atua principalmente com os temas: educação sexual, educação e diversidade, ética e educação, história da educação e filosofia da educação. Conta com diversos artigos publicados e apresentações de trabalhos em congressos, além de ser autora do livro Educação sexual e formação de professores: Da educação sexual que temos à educação que queremos.

Serviço:
Lançamento do livro Desnudando a educação sexual (Papirus Editora)
Autora: Cláudia Bonfim
Data: 5 de dezembro, quarta-feira, 19 horas
Onde: Salão Nobre da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - Cidade Universitária "Zeferino Vaz", Distrito de Barão Geraldo – CEP 13083-970 - Campinas - SP
Pabx da Unicamp: (19) 3521-2121

Márcia Strazzacappa lança livro com bate-papo

Márcia Strazzacappa, autora de Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações, Papirus Editora, lança livro com bate-papo e performance na Livraria Cultura do Iguatemi Campinas dia 5 de dezembro

Livro da Papirus Editora traz pensadores pouco estudados no Brasil e revela que autores criaram técnicas para resolver os próprios problemas de saúde

No próximo dia 5 de dezembro, Márcia Strazzacappa lançará seu novo livro Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações, no Auditório da Livraria Cultura do Shopping Iguatemi de Campinas, a partir das 19h30. O evento contará com uma performance da autora, bate-papo com o público e sessão de autógrafos.

Diz o ditado que a necessidade é a mãe da invenção. Quando começou a escrever uma tese de doutorado sobre as técnicas de educação somática aplicadas às artes cênicas, que acaba de ser transformada em livro pela Papirus Editora, a pesquisadora Márcia Strazzacappa não poderia imaginar que ela iria confirmar esse ditado de maneira inusitada. Afinal, ela descobriu que, não fossem problemas de saúde enfrentados pelos criadores dessas técnicas, muitas delas nem teriam sido desenvolvidas.

“Minha busca era para entender as técnicas, como elas chegaram ao Brasil e por que algumas deram certo por aqui e outras não. O que pude observar é que elas surgiram quando os próprios criadores buscavam soluções para os seus problemas de saúde. Por exemplo, Feldenkrais era físico e judoca, mas machucou o joelho jogando futebol, e com os seus conhecimentos de física aliados ao judô, criou uma técnica para reabilitação e consciência corporal para solucionar seu problema”, conta a autora de Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações.

Frederick Matthias Alexander é outro caso citado por Márcia: “Ele era um ator que estava perdendo a voz e desenvolveu um trabalho técnico que o curou por meio da correção de sua postura”.

O livro é uma adaptação da tese e ressalta a importância da educação somática na formação de artistas cênicos. Simplificadamente, a educação somática aplicada nas artes cênicas é um conjunto de técnicas de consciência corporal que nos anos de 1970 e 1980 passaram a influenciar o pensamento sobre a dança e o corpo, assim como a produção artística.

Para a autora, a introdução da educação somática e das técnicas de consciência corporal no currículo das artes cênicas (teatro, dança e música), aliada às disciplinas tradicionais, contribuiu positivamente para a formação dos artistas cênicos. “Essas técnicas são um antes e não um depois. Quer dizer, primeiro conhecemos nosso corpo, conhecemos nossos limites e as formas de nos movimentar no espaço, de entonação de voz, de posturas para poder praticar sem nos machucarmos”, esclarece.

O principal público da obra são pessoas que têm o corpo como objeto de estudo, pesquisa e atuação. “Ao escrever o livro, pensei em trazer uma temática pouco trabalhada no Brasil, assim como autores pouco traduzidos. Acredito que meus leitores serão artistas cênicos, tais como atores, bailarinos e músicos, mas também atletas, terapeutas corporais, fisioterapeutas e educadores físicos”, aponta a autora.

Diferentes formações, diferentes relações com o corpo

Márcia Strazzacappa dividiu o livro em duas partes, assim como fez em sua tese. Na primeira parte, ela contextualiza e explica o processo de formação dos artistas cênicos no Brasil. “Como minha tese foi desenvolvida e defendida na França, resolvi mostrar para os franceses como se dava a formação artística aqui no Brasil. E para o espanto deles, as diferenças eram tremendas”, afirma.

“No Brasil, a formação artística é muito mais informal do que na França. Aqui a formação é feita em escolas livres, academias, estúdios e mais recentemente em ONGs, para depois, no ensino superior, ser concluída – na teoria e na prática. Os franceses começam desde cedo em conservatórios públicos sua formação, e quase todos os bairros têm um. Para exemplificar, é praticamente um equivalente à formação no ensino fundamental e no médio, só que na linguagem artística escolhida pelo aluno. Ao final dessa formação, ele recebe um diploma que é exigido em cursos superiores, ou seja, ao ingressar no ensino superior, o aluno francês já tem uma formação teórica e prática prévia e pode escolher dois tipos de formação superior: a faculdade superior, onde ele poderá teorizar o aprendizado e que geralmente forma os críticos de arte, os dramaturgos, os pesquisadores; e o conservatório superior, que é basicamente a prática e que forma os grandes bailarinos, os músicos de orquestras, artistas plásticos, os atores etc.”, ressalta Strazzacappa.

Durante a pesquisa, Márcia pôde observar a diferença da relação com o corpo entre profissionais brasileiros e estrangeiros. Com base nessa observação ela constatou que as diferenças culturais são determinantes na maneira como lidamos com o nosso corpo e com o corpo do outro. “O brasileiro é um povo que se toca, que se abraça, que gosta de cumprimentar com beijo, que pensa com o corpo, assim como o italiano e o espanhol. Já os franceses, os japoneses, os americanos, os ingleses e muitos outros pensam antes de agir. Tive alguns exemplos concretos que me mostraram essa diferença. Certa vez, quando propus um exercício em que os alunos tinham que se tocar, os brasileiros e italianos saíram fazendo o que eu havia proposto, já os franceses e os outros grupos de outras nacionalidades não se sentiram à vontade. Eles tocavam na outra pessoa, mas sempre pedindo permissão e com certo incômodo.”

No que diz respeito à formação superior atual nas artes cênicas, a autora enfatiza que a tecnologia ajudou muito, assim como os crescentes incentivos. “A internet permitiu o acesso a vídeos que antes eram raridades, a informações que antes levavam muito tempo para chegar aqui. Além disso, os incentivos no campo das artes só vêm aumentando com a abertura de diversos e variados editais municipais, estaduais e federais, todos eles com contrapartidas sociais, em que os vencedores têm que se apresentar em lugares públicos e oferecer oficinas e workshops, possibilitando ao público leigo contato com os profissionais das artes cênicas e com as técnicas”, comenta.

A autora fala também da importância da pluralidade na educação artística. “Temos que diversificar, mesclar disciplinas tradicionais com as somáticas, mas sem esbarrar na superficialidade”, finaliza.

Sobre a autora:

Márcia Strazzacappa é graduada em Pedagogia e em Dança, mestre em Educação (Unicamp) e doutora em Artes: Estudos Teatrais e Coreográficos (Universidade Paris 8). Foi pesquisadora do Lume e atualmente é professora da Faculdade de Educação da Unicamp, onde coordena o Laboratório de Estudos sobre Arte, Corpo e Educação (Laborarte). Escreveu, em parceria com Carla Morandi, Entre a arte e a docência: A formação do artista da dança (Papirus, 2006), além de ser autora de vários capítulos de livros.

Serviço:
Lançamento do livro Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações
Quando: 5 de dezembro, quarta-feira
Horário: 19h30
Onde: Auditório da Livraria Cultura do Shopping Iguatemi de Campinas
Av. Iguatemi, 777 – Campinas, SP -  (19) 3751-4033

CAIXA Cultural / SOLO MÚSICA 2012 TRAZ GERMÁN DIAZ PARA A ÚLTIMA APRESENTAÇÃO DO ANO





A série, que se consagrou na CAIXA Cultural Curitiba, chega também à Brasília em 2013





A Caixa Cultural Curitiba encerra a temporada 2012 da Série Solo Música, no dia 11 de dezembro, com um show solo de Germán Diaz. O espanhol apresenta seu espetáculo “Pi”, no qual toca instrumentos a manivela: caixa de música e viela de roda, uma proposta original e rara no mundo.



A caixinha de música é um objeto tradicional, conhecido por todos. Já a viela de roda, é um instrumento medieval, em que o arco é substituído por uma roda que fricciona as cordas sob a ação de uma manivela. As cordas são encurtadas não diretamente pelos dedos,  mas sim através de um teclado. Diaz utiliza o instrumento de forma contemporânea, incluindo loops e efeitos eletrônicos ao instrumento medieval.



A série Solo Música está chegando ao fim de sua quarta temporada e é um projeto único no cenário curitibano, caracterizado pela diversidade de instrumentos, artistas e estilos musicais. Em 2012, trouxe concertos de música antiga, música indiana, jazz, música regional e de improvisação.



O público fiel à série pode contar com a exclusividade dos concertos no ano de 2013, pois o projeto foi aprovado no edital de ocupação dos espaços da CAIXA para o ano que vem. Agora, além de Curitiba, os amantes da música em Brasília também poderão conferir os shows raros oferecidos pela série.



Germán Diaz:

Nascido em 1978, o espanhol estudou percussão com Pedro Estevan e Dimitri Psonis. Atualmente faz parte dos projetos “Oh trio”, “Project Miño”, “Marisco Fresco”, “Brigada Bravo e Diaz” e “Tasto Solo”, tendo participado das formações Viellistic Orchestra, UXIA e LAIO. Em 1999, recebeu o prêmio “Racimo de Ouro” pela difusão da música tradicional espanhola. Em 2004, criou seu próprio selo discográfico: “Producciones efímeras”, junto a Fernando Fuentes.



Serviço:

Série Solo Música – Germán Diaz (caixinha de música e viela de roda)

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 11 de dezembro de 2012 (terça-feira)

Hora: 20h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

O Teatro Mágico promove Grande Sarau de Aniversário no Cine Joia


Festa comemora os nove anos de estrada da trupe, com ênfase nas atividades circenses e participação livre do público
Após uma apresentação memorável no Cine Joia, em agosto, com transmissão ao vivo pelo YouTube, o grupo O Teatro Mágico está de volta e realiza uma festa intitulada “Grande Sarau de Aniversário”, no dia 20 de dezembro, quinta-feira, a partir das 22h.

Para comemorar os nove anos de estrada, completados em 2012, O Teatro Mágico retorna às origens e fará um grande sarau, com o objetivo de promover diversos encontros, com participação aberta ao público. A banda realizará uma jam session instrumental com os músicos da trupe, entre eles, Daniel Santiago, Thiago do Espírito Santo, Fernando Anitelli e o irreverente violinista Galldino Ocptopus. Além disso, para àqueles que se sentirem mais à vontade, o palco estará livre para fazerem intervenções poéticas, performances circenses dos artistas que acompanham a banda e a participação especial de convidados que marcaram a historia do OTM.

O Teatro Mágico é conhecido pelos diferentes elementos artísticos que complementam as apresentações, unindo música, poesia, teatro, circo, política e literatura. Os músicos, sempre caracterizados de personagens circenses, ganharam notoriedade na internet, obtendo mais de seis milhões de downloads oficiais na rede, milhões de views no YouTube, centenas de fãs e seguidores nas redes sociais.

O Teatro Mágico – Grande Sarau de Aniversário @ Cine Joia
Quinta-feira, 20 de dezembro
Abertura da bilheteria: 19h
Abertura da casa: 20h
Horário previsto do show: 22h
Valores:
1º Lote: R$ 30,00
2º Lote: R$ 40,00
3º Lote: R$ 50,00
Locais de venda:
•    www.facebook.com/cinejoia na aba “Compre seu Ingresso” e cinejoia.tv/ingressos
•    Cine Joia: Praça Carlos Gomes, 82 (segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 18h, e durante o final de semana, a bilheteria só abre em dia de show, 1h antes da abertura oficial da casa).
Cine Joia
Praça Carlos Gomes, 82 - Liberdade
www.cinejoia.tv
Telefone: 3231.3705
Capacidade: 1.200 pessoas
Cartões de crédito e débito: Visa, Mastercard, Diners, Elo e American Express
Possui área de fumantes e acesso a deficientes
Censura: 18 anos
Chapelaria: R$ 5,00
Serviço de vallet: R$ 25,00
O Cine Joia respeita a lotação máxima determinada por lei.

Stephan Doitschinoff lança livro sobre os quatro últimos anos de sua carreira



Tarde gastronômica com chef Alex Atala e workshops fazem parte da programação do lançamento do livro “CRAS” no MAM


 O artista plástico Stephan Doitschinoff, junto com a galeria Choque Cultural, promove, em 06 de dezembro, às 19hs, um evento para convidados com o intuito de lançar “CRAS”, segundo livro do artista que reúne registros dos quatro últimos anos da carreira do artista. O local escolhido é o no MAM – Museu de Arte Moderna.

O livro é a segunda monografia do artista lançada pela editora alemã Gestalten. Em edição luxo, “CRAS” conta com 224 páginas, que se dividem entre textos sobre a filosofia e a simbologia na obra Doitschinoff. Traz ainda close-ups das pinturas em tamanho maior que a escala real e registros inéditos de instalações, performances e arte pública, além de uma série de iluminuras feitas especialmente para o livro.


 Imagem do livro CRAS - Stephan Doitschinoff

“CRAS” foi lançado no final de setembro deste ano em Berlin e o artista ainda fez uma miniturnê pela Europa, passando por Holanda, Alemanha e Suiça, entre outros países. A edição em inglês terá distribuição exclusiva. O livro em português está em fase de captação de patrocínio para ser lançado em 2013.

Como parte dos eventos de lançamento, Stephan une-se ao chef Alex Atala no mesmo dia 06, ás 18hs, para uma tarde gastronômica. O encontro faz parte da programação dos “Encontros de Arte e Gastronomia” do MAM. Na Sala Paulo Figueiredo, a dupla mistura arte e gastronomia, criando experiências visuais-degustativas. Após a experimentação, a noite continua com a festa para convidados.

Stephan e Atala já elaboraram o cardápio experimental com foco em “Alimentos Ritualísticos”. Atala irá integrar o trabalho do Doitschinoff nessas invenções gastronômicas, com o artista participando ativamente dos processos na cozinha, desenhando em papel e tintas comestíveis, por exemplo. Com essa colaboração, Stephan propõe uma reflexão sobre as características simbólicas do universo vegetal que explora na sua obra, principalmente as plantas enteógenas e ritualísticas. Para este evento, haverá 30 vagas disponíveis e para participar os interessados devem retirar senha com meia hora de antecedência na recepção do MAM.

Dando continuidade ao lançamento do livro, uma série de eventos está programada no MAM para o lançamento de “CRAS”. No dia 07, às 20h, no Auditório Lina Bo Bardi, ocorre uma mesa redonda com o jornalista Bruno Torturra, o curador Baixo Ribeiro e o artista Stephan Doitschinoff. A mesa mediada por Ribeiro discute assuntos que inspiram o artista, como política, religião e arte. O processo da edição de um dos textos presentes no livro foi baseado em conversas informais entre Torturra e Doitschinoff. Para a palestra, haverá 180 vagas disponíveis e para participar os interessados devem retirar senha com meia hora de antecedência na recepção do MAM.

Já no dia 08, sábado, às 15h30, Stephan Doitschinoff dividirá com o público seu processo de criação, desde as inspirações, a concepção, as técnicas e como se dá o desenvolvimento da produção de sua obra. A atividade ocorrerá dentro da exposição “Encontros de arte e gastronomia”, realizada na Sala Paulo Figueiredo com os materiais de ateliê, esboços e telas do artista. O workshop terá 25 vagas disponíveis e os interessados devem retirar senha com meia hora de antecedência na portaria do MAM.

No mesmo dia, às 17h30, haverá palestra com o próprio artista sobre sua carreira, pesquisa e influências, e também sobre novos projetos que envolvem a pintura de murais e instalações em espaços públicos, no Auditório Lina Bo Bardi. Para este evento, haverá 180 vagas disponíveis e para participar os interessados devem retirar senha com meia hora de antecedência na recepção do MAM.

Stephan Doitschinoff
Natural de São Paulo, pertence a uma nova geração de artistas brasileiros que têm merecido um especial interesse e atenção dentro do panorama da arte contemporânea internacional. O seu currículo inclui mostras em espaços de grande relevância como o Museu de Arte de São Paulo (MASP) ou o Museu de Arte Contemporânea de San Diego (MCASD), resultado da crescente visibilidade e prestigio que o seu trabalho tem vindo a adquirir junto da mídia, críticos e públicos nacionais e internacionais.

Hoje a obra de Stephan Doitschinoff desdobra-se em diferentes vertentes que vão desde a intervenção em arte pública, instalações em contexto museológico, pintura, vídeo e performance. Em todas estas abordagens é perceptível uma unicidade na sua estética, nos seus conteúdos, no corpo de investigação e a sua relação de profundo interesse e conhecimento relativamente a um amplo número de códigos sincréticos.

Artista revelação 2009 pela Associação Paulista de Críticos de Arte, Stephan Doitschinoff apresenta no seu trabalho uma linguagem densamente referencial e codificada. Envolvido numa roupagem recheada de elementos iconológicos religiosos e folclóricos, pode-se vislumbrar a inclusão de elementos pertencentes à outra dimensão política e filosófica que é inerente ao seu discurso crítico emancipatório. Os seus templos são espaços para a reflexão do “novo homem” e do seu lugar dentro num mundo  povoado por velhas hegemonias. Mais do que referências religiosas, a pintura e as demais vertentes da obra de Stephan Doitschinoff ilustram narrativas de denúncia, renúncia e afirmação. Mais informações http://doitschinoff.com/.

Lançamento “CRAS”, por Stephan Doitschinoff @ MAM
Lançamento: 06 de dezembro, às 19h – para convidados

“Encontros de Arte e Gastronomia” @ MAM
Com Stephan Doitschinoff e Alex Atala na Sala Paulo Figueiredo
06 de dezembro, às 18h
Grátis/ Livre
30 vagas – retirar senha no dia do evento com meia hora de antecedência

Palestra e mesa redonda com Stephan Doitschinoff, Bruno Torturra e Baixo Ribeiro @ MAM
No Auditório Lina Bo Bardi
07 de dezembro, às 20h
Grátis/ Livre
180 vagas – retirar senha no dia do evento com meia hora de antecedência

Encontro com o artista @ MAM
Com Stephan Doitschinoff na Sala Paulo Figueiredo
08 de dezembro, às 15h30
Grátis/ Livre
25 vagas – retirar senha no dia do evento com meia hora de antecedência

Palestra com Stephan Doitschinoff @ MAM
No Auditório Lina Bo Bardi
08 de dezembro, às 16h30
Grátis/ Livre
180 vagas – retirar senha no dia do evento com meia hora de antecedência

MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo
Endereço: Parque do Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3
Telefone: (11) 5085-1313
Grátis/ Livre – vagas limitadas (retirar ingresso com meia hora de antecedência

Paradise Lost traz clássicos ao show deste sábado em SP

Os fãs interessados em assistir a tão aguardada performance da banda Paradise Lost no Brasil, devem correr para garantir seu ingresso. O show que acontece, neste sábado (08/12), no Carioca Club, em São Paulo, está com grande procura devido a proximidade da data do evento. Ainda restam entradas sendo comercializadas na Galeria do Rock (lojas Profecias e Hellion) e no site http://darkdimensions.com.br (à vista ou parcelado). Os bilhetes custam R$ 45,00 (estudante à venda somente no Carioca Club) e R$ 90,00 (inteira).

Considerados um dos grupos mais respeitados no concorrido cenário do metal mundial, os ingleses Nick Holmes (vocal), Greg Mackintosh (guitarra), Aaron Aedy (guitarra), Steve Edmondson (baixo) e Adrian Erlandsson (bateria) trazem na bagagem a apresentação bombástica de divulgação do aclamado novo álbum “Tragic Idol”.

No repertório executado nas mais recentes exibições pela Europa, os músicos tocaram diversas composições consideradas clássicas. Confira o set list regular desta excursão:
Widow
Honesty in Death
Erased
Enchantment
Soul Courageous
In This We Dwell
Praise Lamented Shade
Pity the Sadness
As I Die
One Second
Tragic Idol
The Enemy
Embers Fire
Fear of Impending Hell
Faith Divides Us - Death Unites Us
Say Just Words

Por meio de uma rápida mensagem publicada no Youtube, Nick Holmes convidou os fãs sulamericanos aos shows pelo Continente. Confira o video em http://www.youtube.com/watch?v=Lu52GcbKY1w.

A turnê do Paradise Lost pela América do Sul consiste nas seguintes datas:
Dec 08 - Carioca Club - São Paulo, Brasil
Dec 09 - Teatro Flores - Buenos Aires, Argentina
Dec 11 - Teatro La Cupula - Santiago, Chile
Dec 13 - Salon Las Vegas - Bogotá, Colômbia

Recentemente, eles lançaram videoclipe para "Fear of Impending Hell", um das principais musicas do novo álbum. Assista o video em http://www.youtube.com/watch?v=0YANGB9KqYo. Além disso, a banda recentemente tocou no Bloodstock Open Air. Confira a performance na íntegra em http://www.youtube.com/watch?v=2PrfSJYsk3M.

Links relacionados:
http://paradiselost.co.uk
https://www.facebook.com/paradiselostofficial
https://twitter.com/nickholmespl
https://twitter.com/OfficialPL

Serviço São Paulo
Dark Dimensions apresenta Paradise Lost no Brasil
Data: 8 de dezembro - sábado
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros (próximo ao Metrô Faria Lima)
Hora: 19h
Preços:
Pista: R$ 90,00 / Estudante R$ 45,00
Camarote: R$ 200,00 / Estudante R$ 100,00
Venda online: https://www.darkdimensions.com.br
Pontos de venda: Galeria do Rock: lojas Hellion e Profecias

Mundo Pensante é o novo espaço cultural do Bixiga



Criado por Paulo Papaleo, a casa promove ações que envolvem shows, palestras, cursos e exposições



O famoso bairro do Bixiga, em São Paulo, acaba de ganhar mais um point de eventos que agrega artes visuais, música e artes do corpo, o Mundo Pensante. O espaço oferece um lounge para bebericar, saborear bons pratos, assistir shows, apreciar exposições de arte e conversar com os amigos.

Idealizado por Paulo Papaleo, o local conta com 120 metros quadrados e capacidade para receber 150 pessoas. Um dos destaques do Mundo Pensante é o projeto itinerante de artes visuais desenvolvido pelo idealizador da casa, no qual a cada nova exposição, o público conta com um novo conceito no interior da casa. “O objetivo é ter um espaço multicultural que fortaleça a cena artística da cidade, incentivando projetos novos e autênticos”, afirma Paulo.

Além das exposições temporárias, um outro diferencial do espaço é o palco móvel. A cada novo espetáculo, o palco muda de lugar, dependendo do tipo de espetáculo.

O cardápio também promete: além das bebidas clássicas, a cada evento, drinks temáticos são criados pelo barman do Mundo Pensante. Os pratos rápidos são o carro chefe do local, como bruschetta, kebab e salagados vegetarianos.

A programação das atrações é bem variada, com shows em  diversos horários e dias, permitindo uma maior comunicação com o público. Investindo também em cultura, o local está sempre aberto a outras vertentes da arte nacional e internacional como teatro, palestras, performances, espetáculos de danças, entre outros.



Serviço:

Espaço Mundo Pensante

Rua 13 de Maio, 825, Bixiga (Bela Vista)

Informações: 11 5082 2657

Site: http://www.mundopensante.com.br/



Programação:



04/12- Inauguração do Mundo Pensante

O grupo Gestos Sonoros faz uma apresentação, onde o músico Bruno Duarte comanda nove instrumentistas ( cordas, sopro e percussão), em uma improvisação musical. A ocasião também abraça uma vernissage para a mostra de showroom de arte contemporânea “Ponder 70”.

Horário: 19h30

Preço: gratuito



07/12- Sexta Pensante- Cinema, vinho e música

Exibição do filme “Efeito Reciclagem”, de Sean Walsh. O longa traz o universo informal da reciclagem, revelando o cotidiano das pessoas que fazem do material reciclável o seu sustento e integração social.

Show: A banda Loungetude46 lança o DVD gravado, ao vivo, no Théâtre das Mazades”, em Toulouse.

Buscando encontrar uma linguagem híbrida e abrangente, as composições do grupo paulistano trazem reflexo do cotidiano da cidade de São Paulo.

Horários:  Filme- 20h

              Show- 23h30



Preço: gratuito até às 22h

·      a permanência na casa após às 22h implica na cobrança da entrada de R$20 (por pessoa).





08/12- Sábado Antropofágico

Show: Tigre Dente de Sabre

O Mundo Pensante recebe a dupla Tigre Dente de Sabre para um show que reúne música moderna e erudita em ato dançante de linguagem eletrônica. Os músicos definem o seu gênero musical como “Rave Erudita”.

Horário: 23h

Preço: R$ 20



11/12- Terça Jazz

Show: Caixa Cubo

A banda Caixa Cubo é destaque na primeira edição do “Terça Jazz”, no Mundo Pensante.

Resultado do trabalho conjunto do baterista João Fidelis  e do pianista Henrique Gomide, o Caixa Cubo é um projeto de música instrumental contemporânea, com influência do samba, do baião e do jazz.

Horário: 22h

Preço: R$15

Eta Carinae - Novos Sons e Tradições “Mudernizadas”

Eta Carinae - Novos Sons e Tradições “Mudernizadas”

Não seria exagero dizer que esta banda pernambucana é uma das mais internacionais do Brasil. Com boas turnês na gringa no currículo, a Eta Carinae é global.

Eta Carinae? O que significa isso? “O nome da estrela que mais brilha na galáxia”, explica o vocalista e guitarrista Dirceu Melo. Por que este nome? “Queríamos um nome com o mesmo significado no mundo inteiro”, replica ele. E é assim na Austrália, na Europa, no Japão...

O quarteto representa o Brasil muito bem pelo exterior – e também faz bonito por aqui - com seu casamento de programações eletrônicas, cheias de samplers e dubs, e elementos orgânicos cheios de harmonias regionais como o baião, o samba e o frevo e o forró. A psicodelia dos teclados korg que remete ao brega setentista, os samplers pop dos anos 80, a guitarra roqueira, os dubs e reverbs, e as levadas de samba fazem parte do caldeirão cultural do disco “Novos Sons e Tradições Mudernizadas”, onde os hits são “Inverno do Samba”, “Céu Aberto” e “Peleja dos Elementos”.

A ilustração que estampa a capa do recém-lançado segundo álbum, reflete bem esta universalidade que não deixa as raízes de lado: um violeiro com traços de cordel sentado em cima do planeta Terra. Misturar a cultura pernambucana com sons universais? Sim, o Manguebeat dos anos 90 continua mais vivo do que nunca e se reinventa a cada disco que sai deste farto celeiro de sonoridades que é Pernambuco.

A diferença aqui é que a Europa inteira já conhece os caras. E você, brasileiro? A agenda da Eta Carinae é cheia em Pernambuco e Nordeste, e é rara no restante do Brasil. Mas em dezembro tem quatro datas imperdíveis: São Paulo, Campinas, Florianópolis e Brasília. Corra antes que o quarteto caia na rota internacional de novo, pois o próximo verão Europeu já os aguarda e os EUA, pela primeira vez, também!

BIOGRAFIA

Recife, anos 90. No meio da efervescência cultural pernambucana, cenário-berço do movimento Manguebeat, havia uma banda chamada ‘Jorge Cabeleira e o dia em que seremos todos inúteis’. Rock, psicodelia e poesia pautavam o vocalista e guitarrista Dirceu Melo. O grupo conquistou um enorme respaldo em Pernambuco e virou figura fácil entre os grandes eventos como o Abril Pró Rock (PE), Superdemo (Circo Voador, RJ), BH Rock Independent Festival (MG), entre outros.

Quando a banda encerrou suas atividades, Dirceu formou, em 2002 a banda Eta Carinae, que hoje conta com Catarina Rosa (voz e percussão), Sanzyo Dub (bateria e samplers) e Rapha Groove (baixo). O primeiro disco saiu em 2006, e graças às boas críticas e ao show contagiante, foram abertas as portas do mundo para a Eta Carinae.

Foram seis turnês internacionais, que passaram por alguns dos principais festivais e clubes do circuito de world music europeu como o Pori Jazz (FI), Sfinks (BE), Urkult (SW), Pirineos Sur (SP), Sudoeste (PT), Amsterdam Roots (NE), Blaze Festival (UK), Nuevo Sol (ALE), entre outros. Já mostraram seu som em diversos países como: Portugal, França, Suíça, Espanha, Alemanha, Suécia, Noruega, Finlândia, Inglaterra, Holanda, Bélgica...

O quarteto agora está de volta aos headlines com o álbum Novos Sons e Tradições “Mudernizadas”. Como dizem: “Brazilian roots…World Grooves…Electronic beats…
”


Site oficial: www.bandaetacarinae.com
Twitter: @etacarinaebra
Facebook: www.facebook.com/eta.carinae.75

Shows:

06 de dezembro – Campinas
Casa de São Jorge
Endereço: Avenida Santa Isabel 655 – Barão Geraldo
Horário: 19h (abertura da casa) / 21h30 (show)
Preços: R$ 10,00 (até 21h) / R$ 15,00 (após)
http://www.casasaojorgebar.com.br/

08 de dezembro – Florianópolis
Casa de Noca
Endereço: Avenida Rendeiras, 1.176 – Lagoa da Conceição
Horário: 22h (abertura da casa) / 0h30 (show)
Preços: R$ 15,00 (até meia noite) / R$ 20,00 (após meia noite)
http://casadenocafloripa.com/

09 de dezembro – São Paulo
Centro Cultural Rio Verde
Endereço: Rua Belmiro Braga 181 – Vila Madalena
Horário: 16h (abertura da casa) / 19h (show)
Preços: R$ 15,00
http://www.centroculturalrioverde.com.br/

10 de dezembro – Brasília
Festa Criolina – Bar do Calaf
Endereço: Setor Bancário Sul, Ed. Empire Center, Térreo
Horário: 21h (abertura da casa) / 01h (show)
Preços: R$ 10,00 (Lista amiga através de confirmacões no evento do facebook ) / R$ 15,00 até meia-noite / R$ 20,00 após a meia-noite.
Abertura: Carimbó Reclinado

Musica piscina de bolinha - Pe Lu da banda Restart compõe música para a dupla Atchim & Espirro

Pe Lu da Restart compõe música para o primeiro DVD dos palhaços Atchim & Espirro

Guitarrista e vocalista da Restart, Pe Lu compôs uma música para o primeiro DVD dos palhaços Atchim & Espirro. “Vem se Divertir” tem como co-autor Cesar Assolant, e estará no DVD e CD “Atchim & Espirro e A Turma da Casa de Chocolate”, a ser lançado ainda este ano.

Pe Lu adorou a experiência. “Compor música infantil é incrível e complexo! Complexo porque é desafiador criar algo inocente mas não bobo e incrível porque acabou despertando em mim sentimentos antigos. Fiquei muito feliz ao ver a música pronta e sei que o DVD vai ser um sucesso!” – comentou.

O DVD e CD “Atchim & Espirro e A Turma da Casa de Chocolate” tem direção geral de Marcos Maynard e Guto Campos e será lançado pela ArtMix/Maynard Music com distribuição da Radar Records, a partir de 03 de dezembro.

O vídeo de “Vem se Divertir” já está disponível na internet: http://www.youtube.com/watch?v=KCmOE9-6CC0

Mais informações: http://www.atchimeespirrooficial.com.br


Pe Lu da banda Restart compõe música para a dupla Atchim & Espirro

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pauliceia de mil dentes de Maria José Silveira

Pauliceia de mil dentes


de Maria José Silveira



Selo: leia

Formato: 14 x 21 cm
Nº de páginas: 334

Quem conhece Maria José sabe de seu arrojo e ousadia e que isso tem muito de São Paulo. O caos, o submundo as questões de gênero a sintese de todos os cantos, tribos e sabe-se lá mais o que. Vale ler de um só sopro e como Ítalo Moriconi escreve - “Maria José constrói uma visão caleidoscópica da cidade. São Paulo caleidoscópica, estroboscópica, rizomática, nervosamente arlequinal.”


O LIVRO
Uma invasão a um famoso escritório de advocacia por um jovem de família tradicional, que faz a ex-namorada que o rejeitou e a faxineira da firma como suas reféns, estrutura o enredo do romance. E é em torno desse incidente que as vidas dos personagens se cruzam: um estilista bem-sucedido, autor de uma concepção inovadora  na indústria da moda é casado com uma das advogadas do escritório de advocacia. Ela tem como cliente uma cantora transexual que, feita sua mudança de sexo, deseja mudar sua carteira de identidade. O motorista de uma van escolar, irmão da cantora transexual, é namorado da dona de um salão da Mooca cuja filha é a jovem refém no escritório, e namorada do motoboy da mesma empresa, rebelde e apaixonado.

Os capítulos são intercalados por cenas com personagens secundários que se conectam aos principais e mostram diferentes tipos de vida e dramas observados nas pulsões e movimentos da cidade: a mãe do motoboy é guardadora de carros e vendedora de uma banca de lanches na região da Paulista. Moram na periferia e são vizinhos da faxineira do escritório, que tem duas irmãs – uma vendedora de perfumes e outra desempregada. Uma dessas irmãs funda a Igreja da Permissão Divina, com um pastor que já foi ladrão e preso. O pai do jovem invasor é industrial, sua mãe socialite, e sua tia uma arquiteta frustrada que se esforça para tomar uma direção na vida. O jovem é também amigo de um diretor de teatro, filho do amante de sua avó, viúva e multimilionária.

Pauliceia de Mil Dentes é um romance sobre uma cidade: a São Paulo de hoje.



TRECHO DO LIVRO

Pastor Jonerval, personagem do meu novo romance, “Pauliceia de mil dentes.” Jonerval teve uma vida difícil e a cena abaixo é da época em que ele esteve na cadeia, antes de se tornar pastor:

“Na cela da prisão, em certas madrugadas quando o mundo como que parava, os roncos paravam, as pisadas paravam, os ruídos dos insetos paravam; nessas horas raras, nesses momentos absolutos de silêncio, ele deslizava do beliche e deitava a cabeça na parte mais úmida do chão de cimento e escutava o barulho da água encarcerada lá embaixo, água sofrendo o mesmo destino daqueles homens também encarcerados por seus crimes, mas água inocente, água de algum córrego cujo lamento ele escutava dali, e pedia perdão. Mesmo que Deus, em sua inexpugnável fortaleza de saber, tenha permitido isso, mesmo assim, ele pedia perdão. Não a Deus, mas aos rios. E hoje diz na sua igreja, nos dias que a mocinha Rubi não está por perto, ela não gosta de ouvir essas coisas, ele diz, Perguntem aos rios para onde vão as cidades que os enterram. Os rios respondem, eles não se recusam a responder. Todo ano eles respondem, com novas e novas e mais enchentes que levam o que estiver pela frente. Mas os homens se recusam a entender a linguagem das águas. E é por essa desmedida ignorância do homem que Deus lhes permite preparar o cataclismo aniquilador, o fim do mundo, a hora fustigadora e nossa, Amém.”



A AUTORAMaria José Silveira nasceu em Jaraguá (GO), mora em São Paulo, mas já passou por Nova Iorque, Paris e Lima. É formada em Comunicação (Universidade de Brasília), em Antropologia (Universidad Nacional Mayor de San Marcos – Lima, Peru) e mestre em Ciências Políticas (pela Universidade de São Paulo). Em 1980 fundou a Editora Marco Zero, da qual foi diretora até 1998. Maria José ainda trabalhou como editora na Cosac&Naify.

Mas o que vem rendendo muitas alegrias à Maria José é sua carreira de escritora, pois desde que estreou em 2002, já obteve vários prêmios. Começou  inventando histórias com os personagens da Emília, Narizinho e Pedrinho para a “Revista do Sítio do Picapau Amarelo”. Mas foi com seu romance de estreia, A mãe da mãe de sua mãe e suas filhas, que recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes como escritora revelação, ganhando o mercado e o reconhecimento de seus pares.

Como ela mesma diz, há vários anos, respira e vive entre e com os livros.

Maria José além de escrever, é tradutora e mantém a coluna “Vida de quem escreve” no site literário Cronópios (www.cronopios.com.br). Tem contos publicados em cadernos e revistas literárias, como o site Cronópios, o Jornal Popular e o caderno “Pensar” do Correio Braziliense.

Confira sua obra:

* Romances

- A Mãe da Mãe de sua Mãe e suas Filhas (Editora Globo, 2002). Recebeu o prêmio APCA 2002 Revelação. Seus direitos para minissérie foram adquiridos pela TV Globo. Em quarta reimpressão.
- Eleanor Marx, Filha de Karl. (Editora Francis, 2oo2). Traduzido para o espanhol e publicado no Chile por LOM Ediciones, em 2005 e na Espanha por Txalaparta, 2006.
- O Fantasma de Luis Buñuel (Editora Francis, 2004). Recebeu Menção Honrosa do Prêmio Nestlé de Literatura de 2005. Foi indicado como leitura para os vestibulandos de 2006 e 2007 da Universidade Federal de Goiás. Em terceira reimpressão.
- Guerra no Coração do Cerrado (Editora Record, 2006).

* InfantoJuvenis

- Meninos e meninas do Brasil, coleção Infantil (Formato Editorial). Composta de 5 títulos, todos com o Selo de Recomendado da FNLIJ:
– Tendy e Jã-Jã em Dois Mundos e uma Nova Terra (época do Descobrimento) (2003). 2ª impressão;
– Iamê e Manuel Diogo nos Campos de Piratininga (época dos Bandeirantes) (2004). 2ª impressão;
– Ana Preciosa e Manuelim na Terra do Ouro (época do Ciclo do Ouro) (2004). 2ª impressão;
– Brasília e João Dimas com o Caldeirão da Santa (época da Independência) (2004). 2ª impressão;
– Floriana e Zé Aníbal no Rio do Bota-Abaixo (começo do século XX) (2005). 2ª impressão.

- Uma Cidade de Carne e Osso (FTD, 2004). Selo de Recomendado da FNLIJ, 2ª. Impressão.
- Ossos, com Luiz Bras, Coleção 3 Versões (Callis, 2004). Selo de Recomendado da FNLIJ
- Cabeça de Garota, coleção Sinal Aberto (Ática, 2005). 2ª impressão.
- Malcriadas – coleção Muriqui (Editora SM, 2006). Comprado pelo PNBE, 2ª. Impressão.
- Um Fantasma Ronda o Acampamento (Editora Expressão Popular/Iterra/FNDE/SP, 2006). 40.000 exemplares vendidos
- O Vôo da Arara Azul (Callis, 2007). Premiado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo/2007
- A Jovem Pagu (Ed. Nova Alexandria, 2007)
- Uma aventura misteriosa contada a dois ouvintes atentos (Ed. Girafinha, 2008)
- Amizade Improvável, com Índigo e Ivana Arruda Leite, Coleção Quero Ler  (Editora Ática, 2008)
- Meu presente para o mundo (LGE Editora, 2009)

UM LANÇAMENTO



O azarão - The Underdog de Markus Zusak


O azarão

Título Original:

de The Underdog 

Markus Zusak

Tradutora:
Ana Resende 
 Páginas:
176
O LIVRO

Este é na verdade o romance de estría de Markus Zusak . Antes de tornar-se mundialmente conhecido, Markus Zusak escreveu uma trilogia de sucesso que somente agora está sendo publicada no Brasil. O primeiro título chama-se O azarão. Fãs de A menina que roubava livros não podem deixar de ler os romances que iniciaram a carreira estelar desse autor.

Narrado em primeira pessoa, o livro apresenta a história de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos perdido na vida e que vive às turras com a família. Trabalha com o pai encanador e sua mãe está sempre brigando com os filhos. Todos moram juntos numa casa pequena.

Steve é o mais velho e mais bem-sucedido. Sarah é a segunda, e está sempre dando uns amassos com o namorado. Rube é o terceiro e o mais próximo de Cameron. Os dois, além de boxeadores amadores, vivem armando esquemas para roubar lojas e outros locais do tipo. Contudo, os planos nunca saem do papel.

Uma história sobre a vida e sobre as lições que dela podem ser tiradas. Um romance de formação que exibe um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida.

“Tento ser humano em minha escrita. Comecei a escrever porque era o caminho natural. Durante o ensino médio eu era muito introvertido. Sempre tinha histórias na cabeça. Então, comecei a escrevê-las.” (Markus Zusak)

A CRITICA
“Os leitores irão amar e admirar os personagens desse livro que é um tesouro.” (New York Times)
O AUTOR

Markus Frank Zusak (Sydney, 23 de junho de 1975) é um escritor australiano, famoso pelo seu best-seller internacional "A Menina que Roubava Livros".
Mais novo de quatro filhos de um austríaco e uma alemã, Markus cresceu ouvindo histórias a respeito da Alemanha Nazista, sobre o bombardeio de Munique e sobre judeus marchando pela pequena cidade alemã de sua mãe. Ele sempre soube que essa era uma história que ele queria contar.
"Nós temos essas imagens das marchas em fila de garotos e dos 'Heil Hitlers' e essa ideia de que todos na Alemanha estavam nisso juntos. Mas ainda havia crianças rebeldes e pessoas que não seguiam as regras e pessoas que esconderam judeus e outras pessoas em suas casas. Então eis outro lado da Alemanha Nazista", disse Zusak numa entrevista com o The Sydney Morning Herald.
Aos 30 anos, Zusak já se firmou como um dos mais inovadores e poéticos romancistas dos dias de hoje. Com a publicação de "A Menina que Roubava Livros", ele foi batizado como um "fenômeno literário" por críticos australianos e norte-americanos. Zusak é o autor vencedor do prêmio de quatro livros para jovens: "The Underdog", "Fighting Ruben Wolfe", "Getting the Girl", e "Eu Sou o Mensageiro", receptor de um Printz Honor em 2006 por excelência em literatura jovem. Markus Zusak vive em Sydney com sua esposa e sua filha. Gosta de surfar e assistir filmes em seu tempo livre.
SUA OBRA
  • Bridge of Clay (2009)[4]
  • The Book Thief (2006)
  • Getting the Girl (2003)
  • The Messenger (2002)
  • Fighting Ruben Wolfe (2001)
  • When Dogs Cry (2001)
  • The Underdog (1999)
Conheça um pouco mais o autor



 UM LANÇAMENTO




 

domingo, 2 de dezembro de 2012

ILUMINURAS 25 ANOS - 3 Prêmios


clique para ampliar

SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL.

São Paulo: o centro financeiro do Brasil. Avenida Paulista: o coração da cidade. Edifício FIESP-SESI: cartão postal paulistano


Impossível não reparar no prédio da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Inaugurado em 1979, o edifício se sobressai na paisagem urbana da Avenida Paulista com sua imponente fachada piramidal. Agora imagine transformar este marco da arquitetura paulistana num canal de arte digital para a exibição de obras visuais ou, se preferir, numa moderna galeria virtual a céu aberto. Atribuir uma nova função social a um dos edifícios mais simbólicos da maior metrópole brasileira é a missão do SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL.


Ousado e gigantesco, o projeto foi idealizado pela produtora VERVE CULTURAL e adotado pelo SESI-SP. Com curadoria de Marília Pasculli (Verve Cultural, Brasil) e consultoria curatorial de Susa Pop (Public Art Lab, Alemanha), o SP_Urban Digital Festival se insere dentro do conceito de Media Facade. Muito se fala sobre este termo na Europa, que nada mais é do que transformar fachadas arquitetônicas em telas para exibição de obras audiovisuais.


Foram instalados no prédio da FIESP/SESI-SP, apelidado de “colméia”, 26.241 clusters, cada um formado por 4 lâmpadas de LED (light emitting code). Esta cadeia elétrica possibilita a transmissão de até 4,3 bilhões de combinações de cores. A estrutura metálica que reveste o edifício está recheada de lâmpadas de LED, transformando assim, sua fachada na maior e primeira galeria de arte digital da América Latina.


Alguns exemplos de edifícios que sediaram cores e luzes criativas em suas fachadas são: Shopping ILUMA em Cingapura; MediaLab-Prado, em Madri, na Espanha; na Áustria temos o ARS Electronica Center, em Linz; e a UNIQA Tower, em Viena; para citar alguns. Isso sem contar o já renomado Media Facades Festival, que acontece desde 2008 em diversas cidades europeias.


A primeira edição do SP_Urban Digital Festival terá duração de cinco semanas, com início em 03 de dezembro. Nesta data, à partir das 20h, São Paulo mudará de cara. O edifício FIESP/SESI-SP servirá de tela para a execução das obras digitais feitas pelas mentes criativas dos artistas paulistanos VJ Spetto (United VJs), o coletivo BijaRi e a Goma Oficina. Também integram o time o colombiano Esteban Gutierrez, o francês Antoine Schmitt e a dupla Mar Carnet & Varvara Guljajeva da Espanha e Estônia respectivamente.


À partir de então, todos os dias de Dezembro, das 20h às 6h, o prédio acenderá. Cada artista terá cinco dias do festival dedicados exclusivamente à transmissão de sua obra, das 20h à 23h. De 23h às 01h, inicia-se a concepção do francês Antoine Schmitt, chamada “City Sleep Light”. Depois a programação é mista e randômica, como será no dia da estreia e de encerramento (31/12).


Vale ressaltar aqui a obra de Antoine Schmitt, que é renomado mundialmente pelo projeto “City Sleep Light”. Traduzida como “luz do sono da cidade”, ela tem como matéria-prima os dados de atividades sócio-econômicas do local onde está sendo realizado. Estes dados são recolhidos a partir de um software que coleta os códigos de fluxos disponíveis na internet de uma cidade específica: trânsito, transações bancárias, etc. Quando a cidade vai dormir, Antoine transforma estes códigos em pulsações de luz branca. Todos os pixels piscam juntos, transformando o edifício em um organismo vivo, que respira de acordo com o ritmo pulsante da região. Será como observar os batimentos cardíacos da capital paulistana a cada noite.


A transformação de um edifício icônico num novo canal de divulgação cultural consegue expandir o conceito de arte, e chama a atenção para as novas tecnologias e formas de expressão. Além de colocar São Paulo no mapa dos eventos e projetos de Media Facade mundiais. Esta tela urbana de enormes proporções é um presente para São Paulo e promete evocar sensações, interações entre as pessoas na Avenida Paulista e gerar diversas interpretações. Qual será a sua?


SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL – 1a edição/ Artistas


Vj Spetto – Brasil


Pioneiro na arte de videoremixar no Brasil, é considerado uma das maiores referências mundiais no assunto. Atua desde 1997 como VJ, videoperformer, programador e videodesigner. Desenvolve tecnologias para manipulação ao vivo de imagens utilizando softwares e hardwares resultantes de suas pesquisas. Desde 2002, ministra regularmente palestras e workshops em instituições renomadas de ensino do mundo todo. Spetto é integrante do coletivo United VJs.


Antoine Schmitt – França


Artista com formação em engenharia de programação, é especialista em criar instalações que explorem as relações homem-computador e inteligência artificial. Suas obras possuem forma de objeto, de instalações interativas, traduzindo em movimentos ritmicos os códigos e dados de processamento específicos. Antoine já ganhou diversos prêmios internacionais, entre eles o Transmediale (Berlim) e o International Festival of Video-Dance, promovido pela UNESCO. Participou de exposições em renomadas instituições como o Centre Georges Pompidou (Paris, França), Sonar (Barcelona, Espanha) e Ars Electronica (Linz, Áustria).


Esteban Gutierrez – Colômbia


É especialista em desenho multimídia. Gutierrez programa suas próprias ferramentas de pintura eletrônica. Participou de várias exposições coletivas e individuais na América Latina e Europa, onde ganhou por dois anos consecutivos o Prémio Joven de Artes Plásticas (Espanha, 2009 e 2010). Ministra regularmente palestras e conferências tendo como tema central a arte digital.


BijaRi - Brasil


Coletivo de criações de artes visuais e multimídia formado em 1996 por arquitetos e artistas plásticos. Especializado em realização de projetos artísticos em diversos suportes e tecnologias, o grupo atua entre os meios analógicos e digitais propondo experimentações estéticas, sobretudo de caráter crítico. Intervenções urbanas, performances, vídeo, design e web design tornam-se meios para estabelecer possibilidades de vivências onde a realidade é questionada.


Goma Oficina - Brasil


A Goma Oficina é um grupo de jovens artistas e arquitetos especializados na criação de obras que experimentam as particularidades de intervenção urbana através de recursos multimídia e objetos cenográficos esculturais em espaços públicos. Participaram do festival URBE - Mostra de Arte Pública (São Paulo, 2012) e assinam a autoria do projeto "As paredes vão dançar", que explora sensações de mobilidade e ilusão de óptica em edifícios da cidade de São Paulo.


Mar Canet & Varvara Guljajeva - Espanha/ Estônia


Mar Canet é um artista interdisciplinar com formação em Arte, Design, desenvolvimento de jogos e interfaces culturais. Trabalhou como engenheiro criativo na renomada instituição de arte eletrônica Ars Electronica Futurelab (Linz, Áustria). É co-fundador dos coletivos de arte digital Derivart e Lummo e, com eles, participou de diversas exposições e festivais internacionais. Varvara é uma artista dedicada a explorar o som, as pessoas, as relações com a tecnologia e seus materiais. Seu foco principal são as novas formas de arte e seu reflexo na sociedade, ambiente e "cyber-cidade". Desde de 2011, Mar e Varvara participam de residências artísticas nas seguintes instituições culturais: IAMAS (Japão), FACT (Inglaterra), MU Gallery (Holanda), STPLN (Suécia), Verbeken Foundation (Bélgica), Marginalia+lab (Belo Horizonte, Brasil).


SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL - Side Events


Paralelamente com a exposição, o SP_Urban Digital Festival desenvolveu um plano pedagógico que realizará oficinas com questões conceituais e estéticas do projeto. “O link entre arquitetura e arte digital”, “experimentações no cenário urbano”, “arquiteturas mutantes”, “interação do cidadão com a cidade” e “a criação de um canal de difusão de arte visual” serão alguns do temas a serem abordados.


04/12, das 20h às 22h – Espaço Mezanino / 50 pessoas


Susa Pop
Palestra: Fachadas multimídia: desafios e potencialidades


Ministrada pela alemã Susa Pop, que é diretora e fundadora do Public Art Lab e responsável pela criação de renomados festivais de arte de novas mídias na Alemanha, como Media Facades Festival, Mobile Studios e Mobile Museums. Realiza conferências e workshops em todo o mundo na área de mídias urbanas. / A palestra evidencia os desafios e benefícios das fachadas de arte multimídia para os centros urbanos, as possibilidades de integração de várias cidades através das novas tecnologias (projeto Connecting Cities) e o desenvolvimento de uma audiência consciente e ativa. / Demonstração de ações inovadoras já implementadas e projetos em desenvolvimento pelo mundo.


05/12, das 20h às 21h30 – Espaço Mezanino / 50 pessoas


VJ Spetto


Palestra: Arte nos espaços públicos Ministrada pelo VJ Spetto, a palestra visa mostrar os fatores na história da arte e da arquitetura que levaram a repercussão da arte nos espaços públicos e seu impacto e importância na sociedade atual/ As fachadas das cidades como páginas em branco onde se pode comunicar e expressar idéias/ Abordagem da prática do graffite como percussor da arte no espaços públicos e a relação na tendência de incorporar recursos de iluminação e técnicas interativas como o vídeo mapping, possibilitando ao criador plena liberdade de atuação/ Exemplificar os métodos de pintura digital que não alteram ou atacam fisicamente os edifícios, mas emitem luz sobre eles, tornando possível não só pintar, alterar a estética das cidades, como também difundir ideias e mensagens/ Apresentação de projetos realizados pelo próprio artista no espaço público.


05/12, das 16h às 19h – 06/12 e 07/12, das 18h30 às 21h30 – Espaço Mezanino / 15 pessoas


Esteban Gutierrez
Workshop: Material digital na criação artística


Workshop de produção de conteúdo digital ministrada pelo artista Esteban Gutierrez. Uma introdução à inovação na produção artística, onde a sensorialidade e a emoção humana surgem como aspectos fundamentais do processo de criação dos artistas e vídeo makers/ Abordagem do uso de tecnologias emergentes na criação de instalações artísticas/ Descrição sobre a criação de ferramentas originais e softwares para fins artísticos específicos (Processing)/ Apresentação de casos de sucesso e discussão coletiva das diferentes proposições. / Aula prática - criação de conteúdo digital a ser transmitido na plataforma.


A VERVE CULTURAL


Formada em Agosto de 2011 por Marília Pasculli (especializada em curadoria de arte de novas mídias) e João Frugiuele (produtor cultural e relações públicas), consiste numa plataforma de criação interdisciplinar voltada para produção musical, inserção de arte em espaços públicos e criação e de instalações participativas.


Serviço:


Inauguração do SP_Urban Digital Festival – 1a edição
Dia 03/12/12, às 20h
Local: Prédio da FIESP/ SESI-SP
Av. Paulista, 1313.
Programação com todas as obras.
Após, todos os dias, das 20h às 06h, até 31/12/12
Palestras e Workshops:
Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso
Informações e reservas para as palestras e workshop: (11) 3146-7383
Espaço Mezanino – Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon/Masp
Gratuito


Programação de 04/12 a 31/12:
20h às 23h – obra de um artista específico*
23h à 01h – Antoine Schmitt ("City Sleep Light", obra de programação pulsante de acordo com dados diários da cidade)
01h às 06h – programação mista e randômica


De 04/12 a 08/12: VJ Spetto com a obra “Inter Freak Quência”;
09/12 a 13/12: Mar Canet & Varvara Guljajeva com a obra “O Ritmo de São Paulo”;
14/12 a 18/12: BijaRi com a obra “Metacidade”;
19/12 a 23/12: Esteban Gutierrez com a obra “Construcción de Idea (São Paulo – Bogotá)”;
23/12 a 27/12: Goma Oficina com a obra “Homo Ludens”;
28/12 a 31/12: todos.


Créditos:


Idealização: Verve Cultural
Realização: SESI-SP
Produção Executiva: Verve Cultural
Curadoria: Marília Pasculli
Patrocínio: SESI-SP