segunda-feira, 29 de abril de 2013

Casa de Verão de Marcia Willet





Casa de Verão

de Marcia Willet


The Summer House, 308 p

Matt sempre sentiu que faltava algo em sua vida. Em uma caixinha marchetada, sua mãe guardou lembranças da infância do filho. Entre elas, várias fotos de quando ele era menino. Mas há algo que o intriga naquelas fotos. Seria mesmo ele ali? Por que ele não se lembra daquelas roupas? Dos brinquedos? E mais: por que sua irmã, Imogen, não aparece nas fotografias?

Diferentemente da maioria das escritoras do gênero, os romances de Marcia Willett fogem do pieguismo e dos lugares-comuns. Aproximam-se mais da vida real das pessoas, narrando situações complexas e verossímeis. No caso específico de Casa de verão, a autora aborda os mistérios que surgem em meio a uma família.

A CRITICA

“Como Rosamunde Pilcher e Maeve Binchy, Marcia Willett constrói personagens tão fortes e reais que o leitor sente que eles podem lhe telefonar ou mandar um e-mail.” (Rocky Mountain News)

UM TRECHO
 - Sua mãe acabou de morrer, Matt. A morte de alguém próximo desperta em nós todos os tipos de dores e temores. Acho que você nunca aceitou a morte de Tom, apesar de ter escrito sobre isso durante anos. Se tem algo de que você não precisa mais é encher sua vida de tumultos, compromissos de trabalho e viagens para silenciar seus medos e negar seu sofrimento. Precisa deixar que seus pensamentos e lembranças venham à tona. Não estou dizendo que deva ser introspectivo, nem que deva ficar cutucando a mente para se lembrar das coisas; precisa apenas de um período de quietude perto das pessoas que o amam, caso queira companhia ou alguém com quem conversar sobre o passado. Temos medo do silêncio, não temos? Ligamos a televisão, pegamos um livro, telefonamos para alguém. Qualquer coisa para não nos sentarmos em silêncio. Tentamos fugir constantemente de onde estamos, do aqui e do agora. Achamos sempre que a vida vai começar no dia seguinte, ou em outro lugar. Mas, às vezes, esperar pacientemente e em silêncio revela algumas coisas...

- São estranhas, não são? Como se mamãe e eu tivéssemos tido uma vida secreta em algum lugar, e eu não conseguisse me lembrar.
Pág. 53




Lançamentos








Poder Absoluto de David Baldacci



Poder Absoluto
de David Baldacci


Título Original Absolute Power
Tradução Haroldo Netto
Páginas 384
Formato 16 x 23 cm
Peso 480g 







Luther Whitney está prestes a cometer o último roubo de sua vida. Ele pretende passar a aposentadoria em alguma praia distante. Mas seus planos vão por água abaixo quando a dona da casa invadida por ele aparece de repente, acompanhada do amante – o presidente dos Estados Unidos.

Escondido, Luther vê o romance entre Christy Sullivan e Alan Richmond esquentar muito, a ponto de virar uma briga séria. Quando ela ameaça matar o amante com um abridor de cartas, os agentes da guarda presidencial imediatamente entram em ação.

De repente Luther passa de ladrão a única testemunha de um crime, diante de uma mulher morta e de uma verdade devastadora, em que ninguém jamais vai acreditar: o presidente é um assassino.

Quando as investigações começam – com o misterioso interesse e apoio do Serviço Secreto –, as suspeitas logo recaem sobre Luther. Mas ele também tem um aliado: Jack Graham, um amigo de longa data, ex-namorado de sua filha, que se arrepende amargamente de ter trocado a defensoria pública pela roda endinheirada do direito corporativo.

Um ladrão escrupuloso, um advogado obstinado, um detetive que não aceita nenhum caso sem solução e um grupo de pessoas dispostas a qualquer coisa pelo poder. Tudo isso faz de Poder absoluto um livro alucinante, que tornou David Baldacci um dos maiores autores de suspense do mundo.

****

Luther Whitney é muito bom no que faz. Além disso, é um homem de princípios e extremamente perfeccionista. Só há um porém: ele é um ladrão. Mas, aos 66 anos e com três condenações nas costas, ele decide que é hora de parar. E, para garantir sua aposentadoria, planeja um último roubo.

A casa do bilionário Walter Sullivan é o alvo perfeito, ainda mais quando toda a família sai em viagem. Nem mesmo o moderníssimo sistema de segurança é obstáculo para a experiência e os recursos de Luther.

Mas tudo começa a dar errado quando Christy Sullivan, a jovem esposa do bilionário, chega acompanhada de seu amante, e Luther é obrigado a se esconder no cofre, atrás de um espelho falso. A princípio é apenas um caso de adultério, mas as coisas saem do controle e acabam em tragédia.

O amante de Christy é ninguém menos que o homem mais poderoso do mundo: Alan Richmond, o presidente dos Estados Unidos. E, quando a vida dele está em risco, os agentes do Serviço Secreto não hesitam nem por um segundo.

Com Christy morta e Richmond completamente bêbado, a ambiciosa chefe de gabinete orquestra uma minuciosa limpeza no local, para que tudo pareça um roubo. Mas acaba se descuidando e deixando para trás algo que pode pôr tudo a perder.

As investigações acabam fazendo as suspeitas recaírem sobre Luther. De posse de um objeto muito valioso, a única pessoa com quem ele pode contar é Jack Graham, um jovem e bem-sucedido advogado.

Será que Jack vai conseguir provar a inocência de Luther, mesmo tendo que lutar contra o homem mais poderoso do mundo?

Um thriller de tirar o fôlego, Poder absoluto foi o primeiro livro publicado por David Baldacci. A obra alçou o autor ao sucesso e foi adaptada para o cinema, estrelada por Clint Eastwood.




UM LANÇAMENTO






A Questão Finkler de Howard Jacobson




A Questão Finkler 

de Howard Jacobson


O ex-produtor da rádio BBC Julian Treslove (bem medíocre, diga-se de passagem) e Sam Finkler, filósofo, escritor e, além de tudo, celebridade televisiva, são velhos amigos dos tempos de escola. Sam é judeu; Julian, não. A despeito do relacionamento cheio de altos e baixos e dos estilos de vida muito diferentes, eles jamais perderam o contato um com o outro – nem com o ex-professor Libor Sevcik, um judeu tcheco sempre mais preocupado com o que acontece no mundo do que com os resultados das provas. É uma noite de lembranças. Algumas doces, outras dolorosas. Os três amigos rememoram uma época anterior ao amor e à perda, anterior ao nascimento dos filhos, anterior à devastação das separações, anterior à sensação de que algo é valioso o bastante para gerar medo de perdê-lo. A Questão Finkler é uma história contundente de amizade e perda, exclusão e pertencimento, e de sabedoria, humanidade e maturidade. Engraçado e implacável, este romance extraordinário mostra um dos melhores escritores contemporâneos em toda a sua genialidade.

VENCEDOR DO MAN BOOKER PRIZE 2010


Divertido, furioso, implacável, este extraordinário romance apresenta um dos mais brilhantes escritores da atualidade no seu melhor.

Julian Treslove está em plena crise de identidade. Ele não tem uma opinião muito concreta sobre a circuncisão, o conflito entre Israel e a Palestina, ou os monumentos ao Holocausto - na verdade, sobre todo e qualquer aspeto da cultura judaica dos nossos dias. Mas o verdadeiro problema com a identidade de Julian é não ser judeu - não que esse pequeno pormenor o impeça de viver obcecado com o judaísmo.

No início do livro Julian, de 49 anos, acaba de sair de um jantar com o seu colega dos tempos de escola Sam Finkler e do antigo professor de ambos, Libor Sevcik. Sam e Libor, ambos judeus, perderam recentemente as suas esposas. O passado de Julian com as mulheres é um pouco diferente: nunca se casou e tem dois filhos adultos que sempre ignorou. No meio dos seus devaneios, enquanto regressa a casa, acaba por ser assaltado por uma mulher que, ao partir, lhe chama Judeu - ou pelo menos foi isso que lhe pareceu ouvir. A partir desse momento, o seu sentido de identidade começará a transformar-se radicalmente...



A CRITICA
"Jacobson brilha sobretudo pelo modo como constrói as suas personagens, pelo desconcertante sentido de humor e pela sofisticação do estilo."
José Mário Silva, Expresso


"Exuberantemente cómico."
Jornal i


"Como é possível ler Howard Jacobson sem admirarmos a musicalidade da sua linguagem, o poder da sua caracterização e a profundidade do seu discernimento?... A Questão Finkler é a derradeira prova - se é que alguma faltava - do domínio magistral do humor por Jacobson."
The Times


“A Questão Finkler é um livro carregado de humor, calor, inteligência, humanidade e perspicácia. E muitíssimo bem escrito, com aquela arte sofisticada e quase invisível do verdadeiro escritor.”
The Observer

lançamentos







sexta-feira, 26 de abril de 2013

A maravilhosa terra de Oz de L. Frank Baum


A maravilhosa terra de Oz    

de  L. Frank Baum
com Agata Wojakowska








    14 x 21 cm
    300 páginas
       2 x 2

O Lenhador de Lata e o Espantalho voltam para mais uma aventura na Terra de Oz. Agora acompanharão o garoto Tip e seus amigos numa incrível jornada para tentar salvar a Cidade das Esmeraldas das agulhas de tricô do Exército Rebelde, comandado pela general Jinjur.

Para isso, precisarão enfrentar a velha Mombi, desvendar o mistério por trás do sumiço da princesa Ozma e, mais importante, terão de aprender a lidar e a conviver uns com os outros.

No segundo livro da série de Oz, o leitor irá mergulhar ainda mais nessa terra mágica, se encantar com todos os seus mistérios e reencontrar personagens cativantes como Glinda, a Bondosa.

A tradução é do renomado escritor e tradutor Luiz Antonio Aguiar. As ilustrações da capa são da imaginativa e espirituosa polonesa AgataWojakowska.

Desta vez você não vai precisar de sapatinhos vermelhos mágicos ou de um ciclone para transportá-lo para Oz: é só abrir o livro para a aventura começar!






O autor e a ilustradora

L. Frank Baum nasceu em 1856, em Chittenango, nos EUA. Trabalhou grande parte de sua vida como jornalista e ator e em 1897 publicou seu primeiro livro infantil. Com o sucesso de suas primeiras obras, seguiu escrevendo, até que, em 1900 publicou o seu maior sucesso – O Mágico de Oz. Escreveu então mais treze livros sobre a terra mágica.


Agata Wojakowska nasceu na Polônia e formou-se em Design de Interiores na Academia de Belas Artes de WROCŁAW, Polônia. Viveu em Nova York durante muitos anos. Enquanto trabalhava na cidade norte-americana com design de moda e de interiores, começou a ilustrar livros infantis e logo se apaixonou pela arte. Além disso, participou de exposições como: Ariabelka, Art on Madison, em 2007, e Rainbow Room, para Alicia Mugetti, em 2003. Atualmente vive em Cracóvia, Polônia, onde desenvolve projetos de pintura, design e ilustrações. Apesar de não ser mais uma garotinha, ainda acredita em mágica e se encanta com o mundo de Oz.








CAIXA Cultural / A COMÉDIA DE MOLIÈRE NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

A COMÉDIA DE MOLIÈRE NA CAIXA CULTURAL CURITIBA



Destaque na edição deste ano do Prêmio Shell, espetáculo revela cotidiano de companhia teatral





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, sexta-feira (03) e sábado (04), às 20h, e domingo (05), às 19h, a peça “L’Ilustre Molière”, que revela o cotidiano da companhia teatral capitaneada pelo francês que é considerado o maior autor de comédia de todos os tempos, Jean Baptiste Poquelin - mais conhecido como Molière. Dirigido por Sandra Corveloni, melhor atriz em Cannes com o filme “Linha de passe”, o espetáculo foi destaque na edição deste ano do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, vencendo nas categorias música, figurino e ator. As apresentações têm patrocínio da Caixa Econômica Federal.



L’Ilustre Molière recria o teatro do autor francês em uma pesquisa sobre o teatro cômico popular e seus diferentes estilos. Com uma encenação que se baseia na metalinguagem teatral, a dramaturgia mescla trechos das principais obras de Molière e cenas inéditas que retratam os bastidores da criação artística da companhia. A ambientação em tons pastéis, inspirada na obra de Rembrandt, propõe uma viagem ao século XVII. O cenário recria o palco barroco tradicional, com a cena em perspectiva, o proscênio iluminado pela ribalta e o telão, adaptado da obra de Sebastiano Cerlio (1475-1557), um dos maiores cenógrafos do período, ao fundo. A iluminação sugere o clima antigo de velas e tochas, e os figurinos de época mostram a roupa básica utilizada pelos atores da trupe de Molière durante os ensaios. O repertório musical, executado ao vivo pelo elenco, é composto por canções vocais populares renascentistas, que fazem um contraponto à leveza dos diálogos do dramaturgo. 



Diretora da Cia. d’Alma, Sandra Corveloni coloca nesse trabalho sua experiência de 20 anos como atriz e diretora. O elenco é formado por nomes consagrados do teatro paulista, como Guilherme Sant’Anna, e jovens atores que vinham desenvolvendo com a diretora uma pesquisa de dramaturgia e interpretação cômica baseada nas obras de Molière.



Serviço:

Teatro: “L’Ilustre Molière”

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: de 3 a 5 de maio de 2013 (sexta-feira a domingo)

Hora: sexta-feira a sábado, às 20h; domingo, às 19h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação: 125 lugares (2 para cadeirantes)


Espetáculo de grupo mineiro em cartaz no Cleon Jacques




O espetáculo “Máquina de Pinball”, encenado pela companhia “O Coletivo”, de Belo Horizonte (MG), tem apresentações gratuitas às 20h de sábado e domingo (27 e 28), no Teatro Cleon Jacques. A adaptação livre do texto da escritora gaúcha Clarah Averbuck, dirigida por Gil Esper, leva ao palco o retrato de uma geração que presenciou as mudanças comportamentais e os conflitos dos desejos particulares e coletivos, desde a década de 80.

Ganhadora do prêmio Funarte Miriam Muniz de Teatro 2007 e do Prêmio Procultura 2010, a montagem utiliza uma linguagem fragmentada, que evoca símbolos e imagens do cotidiano dos jovens, como litros de álcool, cigarros, beijos, vexames, músicas, paixões relâmpagos e o universo dos meios de diálogo pós-contemporâneo.

A história de Camila, uma jovem de vinte e poucos anos, escritora, viciada em anfetaminas e em baladas, aproxima a dramaturgia de conceitos existenciais e universais inerentes a todas as épocas. A partir de citações e referências aos textos de Álvaro de Campos, John Fante e Bukowski, os atores Priscilla D`Agostini, Rodrigo Fidelis e Isaque Ribeiro – que utilizam um jogo cênico sobre solidão, amor, relacionamentos e vícios – recriam uma perspectiva atual, conjugando, assim, a liquidez da era do videoclipe e da internet com os anseios das gerações anteriores.

As características dos textos de Clarah Averbuck mantêm-se no espetáculo. O humor, a ironia e o desprendimento para falar de temas complexos, como a solidão, o vício e as dificuldades de sobrevivência, reafirmam a ideia que deu título à peça. Se hoje se trata de uma raridade, a máquina de pinball, famosa nos anos 70 e 80, metaforiza a vida como um jogo de perdas e ganhos, não apenas doloroso, mas também como embate lúdico. "É um humor típico de quem cresceu nos anos 80, vendo muita televisão, lendo histórias em quadrinhos, escutando rock e suas derivações e percebendo que o mundo sério dá errado, na maioria das vezes. Mas, nesse caso, nos apoiamos em Caetano e pensamos que pode ser diferente”, analisa o diretor Gil Esper. Assim como nos textos de Averbuck, suspende-se o juízo de valor. O espectador é convidado a deixar uma postura passiva e permissiva e construir diversos sentidos, de acordo com a sua vivência.

Além da possibilidade de dramaturgia, “Máquina de Pinball” verbaliza as propostas de pesquisa de “O Coletivo”. Estéticas distintas de criação, com atores e equipe com formações e linhas diferentes, fortalecem uma linguagem híbrida. A referência imagética passa pelas mídias contemporâneas – como a Internet, a televisão, o blog e as animações – permeada pelo movimento, pela imagem e pelo som, ganhando equilíbrio.



Serviço:

Espetáculo “Máquina de Pinball”, com a companhia mineira “O Coletivo”.

Datas e horário: dias 27 e 28 de abril de 2013 (sábado e domingo), às 20h.

Local: Teatro Cleon Jacques (Centro de Criatividade de Curitiba – Parque São Lourenço – Rua Mateus Leme, 4.700).
Entrada franca.

Demon Hunter: shows em SP e RJ neste final de semana


A banda norte-americana Demon Hunter se apresenta, neste final de semana, no Brasil. Shows acontecem em São Paulo (27/04 - Inferno Club) e Rio de Janeiro (28/04 – Teatro Odisséia). Ainda há ingressos disponíveis e, em ambos os eventos, estará à venda merchandising oficial do grupo.


Faltam poucas horas para a estreia da banda norte americana Demon Hunter no Brasil. O shows estão confirmadíssimos para amanhã (27/04), na Inferno Club, em São Paulo, e domingo (28/04), no Teatro Odisséia, no Rio de Janeiro.

A produtora Dark Dimensions informa que ainda restam ingressos disponíveis para ambos os shows. Os fãs interessados podem confirmar presença através do site www.ingressosparashows.com.br. Mais informações no serviço abaixo.

Além disso, haverá venda de merchandising oficial do grupo formado por Ryan Clark (vocal), Patrick Judge (guitarra), Jeremiah Scott (guitarra), Jonathan Dunn (baixo) e Yogi Watts (bateria).

O Demon Hunter surgiu em 2000 e tem influencia de bandas como Sepultura, Pantera, Machine Head e, nas partes melódicas, Killswitch Engage. No início de 2010, a banda vendeu mais de meio milhão de discos. Atualmente, eles estão divulgando o novo álbum "True Defiance".

O videoclipe da música "My Destiny" está disponivel em http://www.youtube.com/watch?v=BHao3Fhakps.

Links relacionados:
http://www.demonhunter.net/main.php
http://www.twitter.com/demonhunterband
http://www.youtube.com/demonhuntermusic

Serviço São Paulo
Dark Dimensions apresenta Demon Hunter
Data: 27 de abril de 2013 - sábado
Local: Inferno Club
Endereço: Rua Augusta, 501 - Centro (próximo ao Metrô Consolação)
Hora: 20h | Abertura da casa: 18h
Valor: R$ 70,00 (Pista Promocional Antecipada) e R$ 100,00 (pista no dia)
Venda online: http://ingressosparashows.com.br
Censura: 15 anos
Proibida a entrada de câmeras profissionais


Serviço Rio de Janeiro
Data: 28 de abril de 2013 - domingo
Local: Teatro Odisséia
Endereço: Rua Riachuelo, 20 - Centro
Hora: 20h30 | Abertura da casa: 18h
Valor: R$ 70,00 (Pista promocional antecipada e estudante) | R$ 140,00 (pista no dia conforme disponibilidade)
Venda online: http://www.ingressosparashows.com.br
Censura: 15 anos
Proibida a entrada de câmeras profissionais

Próximas divulgações THE ULTIMATE MUSIC - PR:
27/04 – Demon Hunter – Inferno Club – SP/SP
28/04 – Demon Hunter – Teatro Odisséia – RJ/RJ
28/04 – Texas Hippie Coalition – Manifesto Bar – SP/SP
11/05 – UFO – Carioca Club – SP/SP
15/05 – Anthrax e Testament – HSBC Brasil – SP/SP
26/05 – Shadowside – Via Marquês – SP/SP
21/05 – Vinnie Moore – Teatro Municipal – Santos/SP
31/05 – André Matos – Fenix Club – Santos/SP
01/06 – Ensiferum – Carioca Club – SP/SP
14/06 – Blitzkrieg e Avenger – TBA – Santos/SP
16/06 – Blitzkrieg e Avenger – Blackmore Rock Bar – São Paulo/SP
02/07 – CJ Ramone – TBA – Santos/SP
 

Crônica da Urda - Na imensidão dos campos 2

Na imensidão dos campos 2


(Quarenta anos depois)




Para Eduardo Venera dos Santos Filho



                                   Nessa imensidão verde azulada, longínquos quadrados do amarelo mais puro que se possa imaginar.  Empolgo-me, vibro, penso que é trigo, que finalmente vou ver a cabeleira dourada de um trigal, amor, aquilo lá é mesmo o trigo que os escritores europeus descrevem? Não, não é, são apenas campos de soja, o que também não deixa de ser magnífico, já que soja também é algo encantado, algo misterioso, surgido tão recentemente e que ainda não deu entrada no nosso vale. É uma planta estranha, que se planta para exportar aos japoneses e estadunidenses e que eu não sabia direito para o que servia.

                                   Os quilômetros correm depressa, depressa, meu amor, quero ver um campo de soja de perto. Será que há algum na beira da estrada? Parece um milagre, uma nota dissonante na harmonia do dia, o acharmos esses quadrados de terra cultivada dentro da imensidão dos campos onde tudo o que existe nasceu sozinho e cresceu por conta própria. Onde está o homem que semeou a soja? Não podemos vê-lo, nem à sua morada, nem à fumaça que sobe da sua morada. O campo é infinito e o esconde em algum lugar que desconhecemos, mas sabemos que ele existe, e que já marcou sua presença na terra quando semeou a soja. A soja fala dele, e vai levar a realidade da sua existência até muito longe, até além do mar, até pessoas desconhecidas que irão se alimentar dela. Talvez algum pintor passe pela mesma estrada que nós e transfira para a tela a maravilha do dourado da soja, e então o homem desconhecido vai se tornar perene em alguma parte do futuro.

                                   Não descobrimos o homem, mas estamos chegando à sua obra. Eu exulto diante do desconhecido; você exulta por poder me lavar ao desconhecido; exultamos porque temos tanta vida e um campo de soja tão dourado quanto o sol que brilha lá em cima. A plantação de soja corre à nossa esquerda e parece interminável – os pezinhos são pequenos como os de feijão e, sem nenhuma ilusão de ótica, posso ver que rescendem a ouro e a sol, que são completamente dourados. Falamos, conversamos sobre a utilidade da soja, sobre a repulsa que temos em usá-la como alimento, sobre os pratos que os japoneses preparam com ela e dos quais você ouviu falar.

                                   O campo de soja fica para trás. Três Barras é uma interrogação a cada curva do caminho, já andamos mais de uma hora sem descobrirmos onde se esconde a nossa meta. Afinal, no meio do campo deserto, surge algo inesperado – uma indústria razoavelmente grande, toda jovem e ruborizada como uma mocinha de quatorze anos. Ela parece ter surgido do nada, ter germinado de uma semente estranha, caída do céu numa noite azul de lua cheia (...). Não há cidade, nem vila, nem nada (...).



                                   (Vivido e escrito em 1973)



                                   Urda Alice Klueger   

                                   Escritora, historiadora e doutoranda em Geografia pela UFPR

Karol Conka faz show de lançamento em Curitiba

Show de lançamento de "Batuk Freak", primeiro álbum da curitibana Karol Conka, que já conta com mais de 20 mil downloads. A apresentação será no dia 03 de maio, no Jokers Pub.
Karol Conka lança "Batuk Freak" com show em Curitiba

Rapper apresenta repertório do primeiro álbum no dia 03 de maio no Jokers Pub

Os mais de 20 mil downloads em apenas uma semana dizem muito: Karol Conka lançou um dos discos mais aguardados de 2013. "Batuk Freak" caiu na rede e, um mês depois de ser disponibilizado, será apresentado ao vivo na cidade da rapper. O show de lançamento do álbum de estreia da curitibana será no dia 03 de maio, sexta-feira, no palco do Jokers Pub.

Karol promete levar todo o peso do disco para o show. Para isso, além de contar com a presença de Nave, produtor do álbum e responsável pelas batidas, a rapper terá a companhia de uma banda de apoio. Fabio Abu no baixo, Madu Madureira na guitarra e Daniel Perim na bateria ajudarão a entortar o batuque. E para a performance ficar ainda mais caprichada, o dançarino Flavio Smile completará a apresentação comandando os passos. A discotecagem da festa ficará a cargo do projeto Cambalacho, com os DJs Jeff Bass e Anaum.

"Batuk Freak" foi disponibilizado no dia 8 de abril no site da revista Vice. Para baixar o material completo, o internauta precisa "pagar" com um tweet ou uma postagem no Facebook. A estratégia ajudou a espalhar a novidade e fez o nome de Karol Conka pipocar ainda mais na internet. A corrida pelo download foi, de certa forma, natural: antes mesmo de lançar o álbum, a curitibana já acumulava mais de 1,5 milhão de visualizações em seus três clipes oficiais no Youtube - "Boa Noite", "Gandaia" e "Corre, Corre, Erê". Com isso, a MC já vinha sendo apontada como uma das revelações do rap nacional, tendo dividido o palco com nomes como Racionais MCs, Emicida, Marcelo D2, além de abrir o show de Criolo, no Rio de Janeiro.

Abusando da mistura de samples e instrumentação orgânica com batidas digitais dançantes, "Batuk Freak" vem arrancando elogios por onde é tocado. Produzido por Nave - que tem músicas de Marcelo D2, Emicida, Kamau, entre outros no currículo -, o álbum ainda conta com as participações especiais do MC gaúcho Tuty (em "Olhe-se") e do paulista Rincón Sapiência ("Sandália"). Para baixar o disco, basta acessar http://www.vice.com/pt_br/read/lancamento-karol-conka-batuk-freak.

Serviço:
Karol Conka - Show de lançamento de "Batuk Freak"
Dia 03 de maio, sexta-feira, 23h
Jokers Pub - Rua São Francisco, 164 - (41) 3324-2351
Ingressos antecipados à venda no local: R$ 15
Discotecagem: Jeff Bass e Anaum (Projeto Cambalacho)

4/5 POP CAMELÔ BAZAR DIA DAS MÃES

Pop Camelô – 12ª edição


Bazar de Dia das Mães


4 e 5 de maio, das 10h às 19h,


 


no Clube Paineiras do Morumbi


 


 



Kit com 2 de panos de pratos decorados

novos: R$ 10.00



bolsas, botas e sapatos semi novos

R$ 15.00 cada



jogos e brinquedos semi-novos

R$ 10,00 cada







Estela, Giovanna, Joana e Marcela

comemoram a 12ª edição do Pop Camelô

um bazar criado pelas 4 amigas aos 6 anos,

inspiradas pelo modelo de vendas de garagem.



A idéia era juntar roupas, acessórios,

bijuterias, objetos e brinquedos

que as mães,  avós, tias e elas próprias não usavam mais,

mas que estivesse em bom estado,

revendê-las e assim juntar dinheiro

para uma viagem para a Disney.



A iniciativa foi um sucesso

e o aprendizado também.

Hoje, aos 12 anos, e 11 bazares depois,

as 4 amigas continuam incansáveis rumo

a terra do fantasia, levando na bagagem

 muita experiência em cooperar,

fazer contas,  criar novos uniformes

e planos marketing

a enfrentar o dia de trabalho em

pleno final de semana,

entre outras experiências.



Outro grande aprendizado

é que não é fácil

ganhar o dinheiro necessário

para a tão sonhada viagem.



No brechó, podem ser encontrados

ternos, camisetas, vestidos, roupas infantis,

bijuterias, acessórios,   livros, brinquedos,

jogos e peças de decoração e para a cozinha,

com preços que variam entre R$ 1,00 e R$ 50,00.



As ONGs  Pró Saber SP (http://prosabersp.org.br)

e Associação Maria Helen Drexel (www.helendrexel.org.br),

que promovem a educação e abrigam crianças carentes,

continuam parceiras e toda renda arrecadada com a venda das peças

criadas pelas ONGs será revertida para as próprias instituições.







Pop Camelô 12ª edição

Bazar de Dia das Mães

Dias: 4 e 5 de maio, sábado e domingo

Horário: das 10h às 19h

Forma de pagamento: à vista.  Aceita cheque.

Local: Clube Paineiras do Morumbi

Av. Dr. Alberto Penteado, 605

Tel: 11.3779.2000

Entrada Franca

29/05 TERÇA INSANA INSANA NA SEMANA DO ORGULHO GAY

O Projeto Terça Insana,

idealizado pela atriz e diretora Grace Gianoukas

está em cartaz todas as terças-feiras no Teatro Itália.



Em comemoração à Semana do Orgulho Gay,

que termina com a Parada Gay, no dia 2 de junho,

serão apresentados 3 espetáculos extras

 nos dias 29, 30 e 31 de maio,

às 23h57, no teatro Itália.







Desde a estréia, em 2001, a Terça Insana

se tornou um divisor de águas no cenário

da comédia no Brasil. Levou aos palcos cerca

de 320 espetáculos diferentes,

repletos de personagens, cenas e textos originais,

que hoje compõem um enorme repertório de criações.



Terça Insana na

Semana do Orgulho Gay

Direção: Grace Gianoukas

Elenco: Grace Gianoukas, Sivlvetty Montilla,

Agnes Zuliani e Mila Ribeiro

Dias  29, 30 3 31 de maio, às 23h57

Recomendação: 14 anos

Duração: 70 minutos

Local: Teatro Itália

www.teatroitalia.com.br

Av. Ipiranga, 344 – Centro

278 lugares

Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 meia

Bilheteria:terça a domingo – das 15h ás 21h
Vendas on line – www.compreingressos.com

11. 2122.2474

Cartões aceitos – Todos
Cheques: Não
Venda e reserva por telefone: Não
Meia entrada para aposentados, professores da rede

estadual e estudantes (mediante documento comprobatório)

Ar condicionado
Acesso e banheiro para deficientes físicos
Estacionamento – serviço de valet conveniado ao Edifício Itália

Centro Cultural Banco do Nordeste do Brasil e Ministério da Cultura apresentam o VIII Festival da Música Instrumental



A música instrumental nordestina contemporânea terá lugar garantido no VIII Festival da Música Instrumental, apresentado pelo Ministério da Cultura e o Centro Cultural Banco do Nordeste. Durante seis dias, dez grupos e artistas irão se apresentar, traçando um verdadeiro panorama da produção instrumental do País. O Festival acontecerá nos Centros Culturais do Banco do Nordeste em Sousa (PB) e Juazeiro do Norte (CE) - de 30 de abril a 04 de maio - e em Fortaleza, no

A programação musical será composta por nove bandas/artistas que representarão cada qual um estado do Nordeste e mais um convidado especial, o guitarrista e bandolinista baiano Armandinho. O artista promete um grande show, acompanhado por sua banda completa, e também participa de um bate-papo no CCBNB de Juazeiro do Norte, no dia 01/05, às 17h.

Dentre as atrações, vários instrumentos e estilos dialogam. O grupo A La Sax Quarteto, de Alagoas, mostra que é possível inventar bastante ao som de quatro tipos do instrumento de sopro. Já o Viola de Arame (BA) explora um instrumento pouco comum na construção de melodias: a viola de 10 cordas. A programação diversificada contempla novos músicos e grupos - Thiago Almeida Trio (CE) e Rivotrill (PE) – além de consagrados instrumentistas, como Xisto Medeiros (PB) e Chiquinho França (MA). 

A mistura de linguagens, influências, referências, tradições e novidades deixa clara a efervescência que vem acontecendo nessa frente da música brasileira. Em sua oitava edição, o Festival dá visibilidade e fortalece a cena musical instrumental do Nordeste. As atrações circulam em todas as cidades-palco do festival, fazendo, cada uma, três shows, para deixar que os sons ressoem sem fronteiras e cheguem ao maior público possível, favorecendo contatos e parcerias, sempre em prol do acesso à diversidade cultural.

Há tempos, instrumentistas e compositores das mais diversas influências vêm provando que o leque de opções sonoras é bem mais amplo do que se pode supor a partir dos meios convencionais de circulação da música. Acreditando no potencial dos grupos dessa região, o VIII Festival da Música Instrumental surge com o intuito de expandir novas sonoridades e linguagens que se fundem e se constroem a partir da rica diversidade rítmica do território brasileiro e nordestino, calcado no folclore e em danças típicas (coco, bumba meu boi, maracatu etc.).

O VIII Festival da Música Instrumental é apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e pelo Centro Cultural Banco do Nordeste, com patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil, em parceria com o Theatro José de Alencar e Governo do Estado do Ceará, e realizado pela Sociedade Cearense de Jornalismo Científico e Cultural e Ministério da Cultura, Governo Federal.



PROGRAMAÇÃO



Caninga Trio (RN)

Sousa (CCBNB): 01/05, às 19h; Juazeiro do Norte (CCBNB): 02/05, às 18h30; Fortaleza (TJA): 04/05, às 17h;

Formado em 2006, o Caninga Trio surge com a proposta de desenvolver um repertório instrumental voltado para uma formação pouco comum. O sax de Heleno Feitosa (Costinha), a guitarra de Manoca Barreto e o baixo de Mário Cavalcanti “Primata” executam temas autorais e arranjos próprios da música popular e instrumental.



Thiago Almeida Trio (CE)

Juazeiro do Norte (CCBNB): 30/04, às 18h30; Sousa (CCBNB): 02/05, às 19h; Fortaleza (TJA): 05/05, às 19h40;

Pianista, compositor, arranjador. Músico autodidata, Thiago Almeida integra o quarteto cearense Marimbanda e já tocou ao lado de Raimundo Fagner (CE), Arthur Maia (RJ) e Breculê (CE). Promete o seu primeiro disco solo para 2013, intitulado Forró Real. No show, é acompanhado pelos músicos Miquéias dos Santos (baixo) e Wladimir Catunda (bateria).



À La Sax Quarteto (AL)

Sousa (CCBNB): 01/05, às 20h20; Juazeiro do Norte (CCBNB): 02/05, às 19h50; Fortaleza (TJA): 04/05, às 18h20.

No repertório, Pixinguinha e Tchaikovsky, entre outros gênios da música. Idealizado pelo professor e maestro Almir Medeiros. Além do próprio, o grupo é composto pelos instrumentistas alagoanos Aldo Nicolau, no sax alto e flauta, Elizaubo Wandemberguer, no sax tenor e clarinete, e Elizio Goethe, no sax barítono.



Chiquinho França (MA)

Fortaleza (TJA): 02/05, às 18h; Juazeiro do Norte (CCBNB): 03/05, às 18h30; Sousa (CCBNB): 04/05, às 19h.

Chiquinho França é o que se pode chamar de “um artista completo”. Canta, compõe, produz e toca virtuosamente. No show, é acompanhado pelos músicos Luiz Jr (violão) e Carlos Pial (percussão). Seu último trabalho, o DVD Chiquinho França, intitulado “Solos”, foi gravado ao vivo no Teatro Arthur Azevedo, na sua terra natal.



Quarteto Bumba Trio (PI)

Fortaleza (TJA): 02/05, às 19h20; Juazeiro do Norte (CCBNB): 03/05, às19h50;  Sousa (CCBNB): 04/05, às 20h20.

O forte sotaque jazzístico possui intenção de retratar, por meio de sonoridades, a diversidade cultural que há em nosso País. O grupo existe desde 2004 e já participou dos mais importantes festivais de música instrumental do Nordeste. É formado pelos músicos Flaubert Viana (Sax); Rafael Viana (Bateria) e Thiago Cabral (Piano) e Valdir Coyote (Contrabaixo).



Xisto Medeiros (PB)

Sousa (CCBNB): 30/04, às 20h20; Juazeiro do Norte (CCBNB): 01/05, 19h50; Fortaleza (TJA): 03/05, às 21h.

Natural de Patos (PB), é da terceira geração de músicos da família Medeiros. Contrabaixista, arranjador, compositor e produtor, iniciou seus estudos musicais sob a orientação do seu tio João Linhares e do professor Hector Rossi. No show considerado dinâmico e divertido, é acompanhado por seus irmãos Hélio Medeiros (teclado/piano) e Hermes Medeiros (bateria/percussão).



Café Pequeno (SE)

Souza (CCBNB): 02/05, às 20h20; Juazeiro do Norte (CCBNB): 04/05, às 19h50; Fortaleza (TJA): 05/05, às 17h.

O terceto surgiu em 2005. É composto pelos músicos Pedrinho Mendonça (Percussão), Júlio Rêgo (Gaita) e Guga Montalvão (Violão). Os sergipanos têm o repertório marcado por músicas da MPB e do choro instrumental, além de composições próprias. Atualmente o grupo está em estúdio preparando seu mais novo álbum.



Rivotrill (PE)

Sousa (CCBNB): 30/04, às 19h; Juazeiro do Norte (CCBNB): 01/05, às 18h30; Fortaleza (TJA): 03/05, às 18h.

O trio formado por Júnior Crato (flauta, saxofone, teclado), Lucas dos Prazeres (percussão) e Rafael Duarte (contrabaixo) tem mostrado criatividade e inovação em suas composições, estabelecendo sua posição como um dos talentos excepcionais da música instrumental brasileira. Em suas performances, despertam um olhar diferenciado sobre a música.



Viola de Arame (BA)

Sousa (CCBNB): 03/05, às 19h; Juazeiro do Norte (CCBNB): 04/05, às 18h30; Fortaleza (TJA): 05/05, às 18h20.

O grupo formado pelos músicos Júlio Caldas, Cássio Nobre e Ricardo Hardmann faz um show de um gênero musical que pode ser classificado ao mesmo tempo como “regional” e “universal”. Nele, a viola de 10 cordas - também chamada “viola caipira” ou “viola de arame” - é a principal atração.

 

Armandinho (BA – Convidado especial)

Juazeiro do Norte (CCBNB): 30/04, às 19h50; Sousa (CCBNB): 03/05, às 20h20; Fortaleza (TJA): 04/05, às 19h40.

Bate-papo em Juazeiro do Norte (CCBNB): 01/05, às 17h.

Filho de Osmar Macêdo, músico e idealizador do trio elétrico, e integrante do grupo A Cor do Som. Já se apresentou ao lado de músicos como Raphael Rabello, Moraes Moreira, Yamandú Costa, entre outros. No show, além de tocar sua guitarra baiana e bandolim, é acompanhado pelos músicos Júlio Leony (baixo), Yacoce Costa (teclado), Márcio Diniz (bateria) e Magno Stanchi (percussão).



Serviço

VIII Festival da Música Instrumental

De 30 de abril a 04 de maio nos Centros Culturais do Banco do Nordeste em Sousa (PB) e Juazeiro do Norte (CE).

E de 02 a 05 de maio em Fortaleza, no Theatro José de Alencar.


Theatro José de Alencar, de 02 a 05 de maio de 2013.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Em defesa de Jacob de William Landay

Em defesa de Jacob

de   William Landay


Título Original:     Defending Jacob
Tradutor:     Marcelo Schild

Gênero:     Thriller
Páginas:     448
Formato:     16 x 23 cm

 Um dos mais celebrados romances deste ano, Em defesa de Jacob é daqueles livros que já nasce um clássico. Eleito um dos melhores do primeiro semestre de 2012 pela Amazon, o romance, que narra a história de um promotor às voltas com uma investigação de assassinato da qual seu próprio filho torna-se o principal suspeito, vem colecionando resenhas consagradoras nos principais veículos americanos e ingleses e depoimentos elogiosos de escritores como Lee Child e Nicholas Sparks.

Publicado em fevereiro deste ano nos Estados Unidos, o thriller jurídico de William Landay — que vem sendo comparado pela crítica com o mestre da literatura de tribunal Scott Turow, autor do best-seller Acima de qualquer suspeita — já vendeu mais de 600 mil cópias no país. Estreou em quarto lugar na lista de mais vendidos do New York Times, onde permaneceu por mais de 25 semanas e já foi vendido para 19 países. O sucesso tem tudo para se repetir nas telonas em breve: o livro teve os direitos para o cinema comprados pela Warner, e a produção se inicia em 2013.

Assim como Turow, Landay, vencedor de diversos prêmios com seus dois romances anteriores, tem conhecimento de causa: o autor atuou como promotor nos anos 1990, antes de se tornar escritor, e empresta sua experiência para contar a história de Andy Barber, promotor veterano e respeitado de uma cidade de Massachusetts. Ele acreditava ter uma família perfeita até que, ao investigar o assassinato de um garoto de 14 anos, um novo fato põe por terra a fachada de normalidade de sua vida: Jacob, seu filho e colega de classe da vítima, é um dos suspeitos do crime. É Andy quem narra esta história fascinante sobre sua família, típica da classe média americana, que vê, de uma hora para a outra, o mundo desabar sob seus pés.

O menino jura ser inocente, e Andy, para quem a investigação se transforma em uma prova de amor, acredita nele. Afinal, ele é seu pai. Porém, numerosos fatos e acontecimentos vêm à tona ao longo da investigação, revelando o quão pouco os pais às vezes sabem sobre os filhos. Paralelamente, o casamento de Andy começa a desmoronar, e ele é levado a outro julgamento, no qual é ao mesmo tempo juiz e réu – uma disputa interna entre lealdade e justiça, verdade e alegação, um passado que ele tenta enterrar e um futuro que parece cada vez mais indefinido.

Com doses de adrenalina e suspense psicológico, William Landay nos põe diante de um tabuleiro de xadrez literário em que cada movimento das peças revela uma história de traição e culpa, e nos convoca a pensar sobre a velocidade aterrorizante com que a vida pode sair dos trilhos.

LEIA UM TRECHO EM PDF




O AUTOR
William Landay é o premiado escritor dos best sellers The Strangler, eleito o thriller do ano pelo Los Angeles Times, e Mission Flats, vencedor do Creasey Memorial Dagger Award como melhor romance policial de estreia e finalista do Barry Award. Estudou na Universidade de Yale e no Boston College Law School. Landay trabalhou como promotor antes de se dedicar à literatura. Ele vive em Boston.


Saiba mais
williamlanday.com


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Ouvi essa música antes de Mary Higgins Clark



























Ouvi essa música antes

de   Mary Higgins Clark

Tradutor:     Débora Guimarães Isidoro

Páginas:     400
Formato:     14 x 21 cm

Aos 6 anos, Kay Lansing ouve a discussão de um casal. A cena ocorre na propriedade da rica família Carrington, onde seu pai trabalha como jardineiro. Quando a mulher dá um ultimato, o homem retruca afirmando: “Ouvi essa música antes.” Naquela mesma noite, a jovem Susan Althorp é vista pela última vez, na companhia de Peter Carrington. O herdeiro do clã parece ser atormentado por tragédias. Anos mais tarde, ele perde a mulher grávida num afogamento acidental. Mas teria sido mesmo assim? Agora, seu passado está prestes a ser investigado, e o caminho para a verdade se encontra no inconsciente de Kay, com quem agora está casado. Contudo, ao tentar entender o que aconteceu, a jovem pode acabar colocando a própria vida em risco.
  



A AUTORA

Mary Higgins Clark nasceu e foi criada em Nova York. Seus livros tiveram mais de 70 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Foi presidente da Associação Mistery Writers of America e recebeu o Grand Prix de Littérature, na França, em 1980, entre muitas outras honrarias. Atualmente, vive com o marido em Saddle River, Nova Jersey.

“Mary Higgins Clark prende os leitores até a última página.” - Boston Globe



um lançamento





O lugar do olhar de Paulo Cesar da Costa Gomes


   

O lugar do olhar

de Paulo Cesar da Costa Gomes


Gênero:     Geografia
Páginas:     320
Formato:     14 x 21 cm


A verdadeira geografia do olhar

O lugar do olhar, de Paulo Cesar da Costa Gomes, é um convite à interpretação espacial de imagens e do próprio fenômeno da visibilidade e, sobretudo, um estímulo para que o leitor reflita visualmente sobre os lugares, recuperando o sentido da observação. Desse modo, torna visível aquilo que, de outra forma, passaria desapercebido.

A partir de pequenos relatos sobre a evolução da geografia, sobre a história da arte, sobre a arquitetura, sobre o urbanismo ou sobre a vida urbana moderna, o autor conduz o leitor a percorrer e a analisar representações, dispositivos espaciais de visualização que, assim reunidos, permitem a eles, aos poucos, desvendar a trama complexa que condiciona a percepção e contingência, a compreensão do que se apresenta ao olhar.

O lugar do olhar se fundamenta na hipótese de que aquilo que é visto e como é visto depende, em grande parte, de onde está situado olhar de cada um.


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HQ “VALENTE” É LIDA NA CAIXA CULTURAL CURITIBA





Projeto Cena HQ apresenta obra de Vitor Cafaggi





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 01 de maio, mais uma sessão de leitura de quadrinhos no projeto Cena HQ. A obra da vez é “Valente”, do mineiro Vitor Cafaggi, e a direção fica por conta de Vergínia Grando e Atomic Tangerine (Anderson Maschio, Daniel Yencken, Thábata Smaha, Thomas Kuhn). A leitura mescla duas obras de Cafaggi: “Valente para sempre” e “Valente para todas”.



A obra:

“Valente” conta a história de um tímido jovem à procura do amor de sua vida, mas esta não é a típica história de amor que se vê nos filmes, seriados e novelas. Mais próxima da realidade, ela mostra como os diferentes parceiros que encontramos pelo caminho e todas as experiências que passamos ao lado deles influenciam em quem somos e em que vamos nos tornar. Sucessos e fracassos, alegrias e decepções, “Valente” é sobre as garotas que encontramos em nossas vidas antes de encontrarmos “A” garota de nossas vidas. A história chama atenção por um motivo em especial: Valente é um cachorro e, no início de sua história, descobre que o “amor de sua vida” é uma gata. A melhor amiga de Valente é uma macaca (que namora um girafa) e ele joga RPG com um elefante, uma tartaruga, um macaco e um rato.



Vitor usa de seu mundo de animais antropomorfizados para contar as desventuras de amores adolescentes do protagonista. Em “Valente para Sempre”, o leitor vai se acostumando com o mundo do personagem, seus coadjuvantes e sua forma de se colocar no mundo. Já no segundo volume, “Valente para todas”, o ponto base é o conflito de interesses em que o personagem acabou envolvido.



Cena HQ:

Com curadoria de autores de José Aguiar, e curadoria de encenadores de Paulo Biscaia Filho, o projeto faz com que inusitados encontros, entre quadrinhos e cena, deflagrem discussões sobre a produção de quadrinhos no Brasil. Cada leitura é seguida de um debate entre o encenador e o autor da obra. Para este ano, o projeto – que, no ano passado, se chamava Cena HQ Brasil – passou a se chamar apenas Cena HQ, uma vez que autores estrangeiros estão previstos para fazer parte da programação.



Serviço:

Literatura: Cena HQ

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 01 de maio de 2013 (quarta-feira)

Hora: 20h

Ingressos: um livro não didático ou um livro de quadrinhos

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h, sábado, das 16h às 20h e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

CAIXA CULTURAL CURITIBA REALIZA A PRÉ-ESTREIA DE KINOCLOWN





Com técnicas do clown, o documentário aborda a relação documentarista-documentado





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima terça-feira (30), a pré-estreia do documentário KinoClown, sob o risco do ridículo, realizado por Bruno Mancuso, Camila Jorge e Jessica Candal. Após a exibição do filme, haverá um bate-papo entre o público e os realizadores. O projeto conta com incentivo da Caixa Econômica Federal por meio da Lei de Mecenato Municipal.



O documentário apresenta uma pesquisa estética em que os documentaristas se apropriam de técnicas de palhaço para abordar a relação com os documentados. Os realizadores acreditam que dessa maneira é possível transformar a relação do documentarista com o “outro”, tendo em vista questões como status, exposição e intimidação entre quem empunha a câmera e quem está diante do equipamento. Os três “kinoClowns”, cada um com sua câmera e nariz vermelho, investigam essas possibilidades, nem sempre bem sucedidas.



Para o realizador Bruno Mancuso, a ideia de abordar a relação entre documentarista e documentado não é nova. “Existe uma relação de status entre quem tem o domínio do dispositivo audiovisual e da elaboração do material-discurso e quem não tem. KinoClown, sob o risco do ridículo nasce do desejo de encontrar modos alternativos de estabelecer essas relações, se aproveitando da convenção do ‘palhaço’ para isto”.



Mancuso destaca que o uso das técnicas de palhaço nessa pesquisa evidencia a exposição do documentarista, que ao invés de se esconder, aparece na condição do ridículo. Dessa forma, o documentarista fica desprotegido e fragilizado, facilitando a relação com o documentado. “Estou convencido de que o palhaço, quando exibe ao público suas experiências, deixa-o confortável, em uma posição levemente superior, mas que por outro lado, secretamente, cria uma identificação”, afirma o realizador.





Serviço:

Documentário: KinoClown, sob o risco do ridículo

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 30 de abril de 2013 (terça-feira)

Hora: terça-feira às 20h

Ingressos: Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados a partir das 19h na bilheteria do teatro

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos

Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Fórum dos Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais terá Marcos Cordiolli como presidente



O presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Marcos Cordiolli, foi eleito, na última terça-feira (23), para presidir o Fórum dos Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas. A escolha ocorreu durante encontro da entidade em Brasília. O vice-presidente escolhido foi o secretário de Cultura de Laranjeiras (SE), Irineu Fontes.

“Vamos procurar fortalecer a participação dos municípios junto ao Ministério da Cultura (MinC), apoiando suas principais demandas perante o órgão, buscando o enquadramento nos diferentes programas e linhas de fomento ofertados pelo Ministério. Ao mesmo tempo, vamos melhorar a organização do Fórum, consolidando a participação dos municípios no Sistema Nacional de Cultura”, disse Cordiolli.
Além do pleito, a pauta da reunião foi composta pela apresentação do histórico do grupo, pela participação de representantes do MinC por uma avaliação de estratégias de projetos e negócios para o setor. O Fórum reúne os secretários de cultura das capitais e das cidades com mais de 500 mil habitantes.

O vice eleito, Irineu Fontes, participa do Fórum há três anos e meio. “A entrada de novos dirigentes municipais na entidade traz uma nova energia, que nos dá força na busca de algumas demandas históricas, como a adesão dos municípios ao Sistema Nacional de Cultura e para conseguir ajuda do Minc para as secretarias. Também é importante para podermos mostrar às cidades que a cultura não é só lúdica, mas é também um mecanismo que pode trazer recursos importantes”, avaliou Fontes.

Com o novo cargo, Cordiolli também ganha o direito de fazer parte do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) – entidade que define as principais ações do MinC. “São atuações muito relevantes e representativas, já que as políticas públicas culturais se efetivam e conquistam capilaridade através dos municípios, pois são eles que fazem contato diário com o cidadão, com as comunidades e com os seguimentos populares”, explicou Cordiolli.

PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 26 DE ABRIL A 02 DE MAIO DE 2013



De 26 a 28 (programação final)
ICONOCLÁSSICOS
A Cinemateca de Curitiba em parceria com o Itaú Cultural apresenta
ICONOCLÁSSICOS, uma série de cinco filmes sobre artistas brasileiros
contemporâneos: Itamar Assumpção, Nelson Leirner, José Celso Martinez
Corrêa, Paulo Leminski e Rogério Sganzerla. Todos eles são referências
importantes no contexto da produção cultural e suas obras são um legado para
as novas gerações.
Estes filmes foram realizados com o intuito de criar um documento audiovisual,
repleto de informações e referenciais sobre os artistas, analisando e
reinterpretando suas obras. Cada um dos filmes foi produzido por um diretor
de destaque no contexto cinematográfico brasileiro, o que imprimindo uma
qualidade autoral e de linguagem audiovisual diferenciada.
Classificação 14 anos para todos os filmes
Ingresso gratuito

Dia 26 - 18h e 20h
ASSIM É, SE LHE PARECE (2011 – 75’ - digital). Direção: Carla Gallo
O artista plástico Nelson Leirner revela-se neste documentário despojado da
rotina e intimidade de um criador iconoclasta. “Eu não queria ser artista, eu
não queria ser nada” afirma ironicamente ao relembrar sua trajetória. Avesso à
formação e aos preceitos tradicionais das academias de arte, se apropriou com
liberdade e sem preconceitos das informações e ferramentas que lhe serviram
para a criação artística.

Dia 27 - 18h e 20h
EVOÉ – RETRATO DE UM ANTROPÓFAGO (2011 – 104’ - digital). Direção:
Tadeu Jungle e Elaine Cesar
Um filme que mistura de forma labiríntica depoimentos recentes e imagens
históricas da carreira do o diretor, ator e dramaturgo Zé Celso, do Teatro
Oficina. O documentário adquiriu o seu verbo principal em quatro viagens
a pontos chave da trajetória do Zé: Sertão da Bahia, Praia de Cururipe em
Alagoas (onde o Bispo Sardinha foi devorado), Epidaurus e Atenas, na Grécia
e o apartamento de São Paulo. Com acesso livre ao infindável e sempre
crescente arquivo de imagens e sons do Grupo Oficina, misturados com
imagens contemporâneas, constrói-se aqui uma visão muito particular de uma
das maiores personalidades das artes do Brasil de todos os tempos.
O filme pode ser exibido de forma cíclica, pois não tem um começo e com
certeza nunca terá fim.

Dia 28 - 18h e 20h
MR. SGANZERLA – OS SIGNOS DA LUZ (2011 – 90’). Direção: Joel Pizzini
Filme-ensaio que recria o ideário do cineasta Rogério Sganzerla por meio dos
signos recorrentes em sua nobra: Orson Welles, Noel Rosa, Jimi Hendrix e
Oswald de Andrade,que são consideradas as matrizes de seu pensamento. O
método de criação, a musicalidade do olhar, o estilo inovador na montagem,

o duo com a atriz e companheira "Helena Ignez que revolucionou a "mise
en scène" no cinema, a parceria com Júlio Bressane na produtora Belair e
a atitude iconoclasta do autor atravessam o filme numa linguagem que se
contamina com a dicção vertiginosa do artista. Narrado em primeira pessoa, a
partir de imagens raras e situações encenadas hoje com personagens-chave
de sua filmografia, Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz revela a cosmovisão do
diretor do clássico "Bandido da Luz Vermelha", refletindo sobre sua trajetória
visionária.

Dia 29 – 20h
PROJETO VOLTA ÀS TELAS
Exibição do filme SENHOR BOM JESUS DA CANA VERDE (BR/PR, 1966 –
95’ – ficção - 16mm). Direção: Gabrielângelo Caramore.
Baseado no livro de Joaquim Vicente de Souza, o filme recria a lenda da
imagem do Senhor Bom Jesus que se encontra no santuário de Siqueira
Campos. O filme se passa na época da escravatura no Brasil e foi custeado
com a ajuda de paroquianos e moradores da cidade.
Classificação livre
Ingresso gratuito

Dia 30 – 19h
Exibição do documentário MINHAS SACADAS (PR, 2013 – 11’ – digital).
Direção: Lourivalde Vieira Filho.
Minhas Sacadas é um projeto que ilustra a vida e costumes de duas ruas
centrais de Curitiba pela visão de um artista. Este projeto documenta as
esquinas das centenárias ruas São Francisco com a Rua Riachuelo. Um
olhar indiscreto e inquietante assumindo a personalidade do seu criador. Os
personagens são reais que pairam na noite onde tudo pode acontecer. Após
cinco minutos, saindo dessas ruas para além do alcance da câmera, as cenas
não mais existirão.

Após a exibição bate papo com o Lourivalde Vieira Filho (diretor do filme),
Beto Carminatti (roteirista), Ulisses Galleto (desenhista de som) e Jaques
Brand (entrevistado).
Classificação 18 anos
Ingresso gratuito

De 1º a 07 de maio – 19h
MOSTRA PRIMEIRO DE MAIO
Em 1886 milhares de trabalhadores reivindicavam nas ruas de Chicago
Estados Unidos jornada de trabalho de 8 horas. A jornada de trabalho então
variava de 12 a 16 horas diárias.
Na luta morreram muitos trabalhadores e em 1889 a Segunda Internacional
Socialista reunida em Paris decidiu estabelecer um dia de luta anual pela
jornada de 8 horas e decidiu-se por primeiro de maio em homenagem a luta
dos trabalhadores de Chicago que se deu no inicio de maio de 1886. A data
então se transformou num dia de luta dos trabalhadores mundo afora por

melhores salários e melhores condições de trabalho.
A Cinemateca de Curitiba realizará de 01 a 07 de maio de 2013 uma mostra
de filmes brasileiros premiados no Brasil e no exterior, que tratam diretamente
da luta dos trabalhadores brasileiros como é o caso de ELES NAO USAM
BKACK TIE, de Leon Hirszman,sobre os conflitos, contradições e anseios da
classe trabalhadora no final dos anos 70, ABC BRASIL, de Sergio Péo, José
Carlos Asbeg e Luiz Arnaldo Campos, GREVE! de João Batista de Andrade e
GREVE DE MARÇO, de Renato Tapajós,documentários sobre as greves de
1979 que muito contribuíram com a redemocratização do pais ou filmes que
tangenciam com o tema, como é o caso do clássico SÃO PAULO SA, de Luiz
Sergio Person, cujo tema é o crescimento urbano, a industrialização, a criação
de uma burguesia nas grandes cidades,GAIJIN, CAMINHOS DA LIBERDADE,
de TizukaYamasaki, sobre a imigração japonesa para o Brasil e as péssimas
condições de trabalho aqui impostas a esses trabalhadores. A luta dos
trabalhadores migrantes por manter sua identidade no belíssimo O HOMEM
QUE VIROU SUCO, de João Batista de Andrade, a luta pela terra, pela reforma
agrária em UMA QUESTAO DE TERRA, de Manfredo Caldas e a saga dos
candangos, imigrantes operários, em sua maioria nordestinos na construção de
Brasília em CONTERRANEOS VELHOS DE GUERRA de Vladimir Carvalho.
Ingresso gratuito para todos os filmes da mostra

Dia 1º - 19h
ELES NÃO USAM BLACK-TIE (BR/SP, 1981 – 121’ – ficção – digital).
Direção: Leon Hirszman. Elenco: Fernanda Montenegro, Gianfrancesco
Guarnieri, Carlos Alberto Riccelli.
O filme debruça-se sobre os conflitos, contradições e anseios da classe
trabalhadora no final dos anos 1970, na crise final da ditadura militar. Tião,
jovem operário, namora Maria, colega de fábrica. Quando toma conhecimento
de que ela está grávida, resolve marcar o casamento. Mas as dificuldades
financeiras do casal são imensas. Nisso eclode uma greve. Otávio, pai de
Tião, líder sindical veterano, adere à greve mesmo contrariado com a decisão
da categoria, que lhe parece precipitada. Participando dos piquetes em frente
à fábrica, entra em choque com a polícia, é espancado e preso. O filho,
indiferente ao drama do pai e dos colegas, fura a greve. Individualista, credita à
militância do pai a miséria em que sempre viveram. O conflito então explode no
interior da família.
Classificação 14 anos

Dia 02 – 19h
SÃO PAULO SOCIEDADE ANÔNIMA (BR/SP, 1965 – 107’ – ficção – digital).
Direção: Luiz Sergio Person. Elenco: Walmor Chagas, Darlene Glória, Eva
Vilma.
Grande painel sobre o impacto das transformações sociais e econômicas
na cidade de São Paulo provocadas pelo surto da implantação da indústria
automobilística no Brasil, sob a ótica de um indivíduo em ascensão. Após
casar-se, ter amantes e progredir socialmente, unindo-se a um empresário do
setor automobilístico, ele entra em crise e tenta abandonar sua carreira e sua
vida conjugal.
Classificação 12 anos
Dia 03 – 19h

GAIJIN – CAMINHOS DA LIBERDADE (BR, 1980 – 104’ – ficção – 35mm).
Direção: Tizuka Yamasaki. Elenco: José Dumont, Antonio Fagundes, Sadi
Cabral.
O filme mostra a história dos imigrantes japoneses que chegaram ao Brasil no
início do século 20. Uma garota japonesa vem para o Brasil em busca de uma
vida melhor e passa a trabalhar numa plantação de café. Tristemente, a moça
percebe que os homens são tão exploradores na América do Sul quanto no
Japão.
Classificação 14 anos

Dia 04 – 19h
CONTERRÂNEOS VELHOS DE GUERRA (BR/DF, 1990 – 168’ –
documentário – digital). Direção: Vladimir Carvalho
Os primeiros tempos de Brasília, ainda na construção, em 1959. Os canteiros
de obras se espalham por toda parte e os trabalhadores, chamados de
candangos, afluem de vários pontos do país, especialmente do Nordeste.
As péssimas condições de trabalho provocaram uma chacina que vitimou
grande número de operários. A memória deste e de outros episódios chega
aos nossos dias pelo testemunho daqueles que viveram a experiência da
construção da capital brasileira.
Classificação livre

Dia 05 – 19h
UMA QUESTÃO DE TERRA (BR/DF, 1988 – 80’ – documentário – digital).
Direção: Manfredo Caldas.
A partir do assassinato da líder camponesa Margarida Maria Alves, o filme
analisa os vários níveis de violência no campo. Dando voz aos trabalhadores
rurais, questiona-se, de maneira contundente, o problema fundiário no país,
especificamente no Estado da Paraíba. O documentário culmina com os três
dias de votação da reforma agrária na Assembléia Nacional Constituinte de
1988.
Classificação livre

Dia 06 – 19h
O HOMEM QUE VIROU SUCO (BR/SP, 1979 – 97’ – 97’ – ficção - digital).
Direção: João Batista de Andrade. Elenco: José Dumont, Célia Maracajá, Ruth
Escobar.
A história segue Deraldo, um poeta popular nordestino recém chegado a São
Paulo, onde tenta sobreviver de sua poesia e folhetos. Confundido com o
operário de uma multinacional que mata o patrão, é perseguido pela polícia
e perde sua identidade e condição de cidadão. Através de Deraldo, o filme
acompanha o caminho do trabalhador migrante numa cidade grande: a
construção civil, os serviços domésticos e subempregos sujeitos à violência
e à humilhação. E segue a luta de Deraldo para reconquistar sua liberdade e
preservar sua identidade.
Classificação 16 anos

Dia 07 – 19h

ABC BRASIL (BR/SP, 1981 – 18’ – documentário – digital). Direção e roteiro:
Sérgio Péo, José Carlos Asbeg e Luiz Arnaldo Campos.
Documentário sobre a retomada do movimento operário, liderado pelos
metalúrgicos do ABC Paulista, que culminou na criação do Partido dos
Trabalhadores (PT). Recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema
de Niterói, em 1982.

GREVE! (BR/SP, 1979 – 37’ – documentário – digital). Direção e roteiro: João
Batista de Andrade.
Os acontecimentos principais da greve dos metalúrgicos do ABC, liderada por
Lula em março de 1979, são narrados ao mesmo tempo em que se procura
contextualizá-los no momento político brasileiro. Depoimentos de operários
militantes revelam as razões objetivas que os conduziram a esse movimento
sólido e transformador.

GREVE DE MARÇO (BR/SP, 1979 – 35’ – documentário – digital). Direção e
roteiro: Renato Tapajós.
O documentário aborda a primeira fase da greve dos metalúrgicos do ABC, em
1979. Foi realizado para ser exibido aos operários durante a trégua entre as
duas fases da greve, com o objetivo de mobilizá-los para a segunda fase. O
filme mostra as grandes assembleias, com mais de 100 mil metalúrgicos, no
campo de Vila Euclides, em São Bernardo do Campo; a mobilização em vigília
no Sindicato; os conflitos de rua decorrentes e a volta triunfal da diretoria,
encabeçada por Lula, na grande assembleia em que a trégua é proposta.
Classificação livre

Cinemateca
Rua Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às
22h30. Sábados e domingos, das 14h30 às 22h30.
Informações: (41) 3321-3252

PROGRAMAÇÃO CINE GUARANI | 26 DE ABRIL A 02 DE MAIO DE 2013



Atenção: as sessões das 16h do Cine Guarani estão suspensas por tempo
indeterminado.

De 26 de abril a 02 de maio de 2013 – 18h e 20h (de terça a domingo)

MUITAS VIDAS DE VALÊNCIO XAVIER (BR/PR – 90’ – documentário –
digital). Direção: Beto Carminatti
Documentário sobre a vida e a obra do escritor, jornalista, cineasta Valêncio
Xavier.

Classificação: 14 anos

Ingresso pago: R$5,00 (inteira) – R$2,50(meia) – R$1,00 (aos domingos)

Portão Cultural
Cine Guarani
Av. República Argentina, 3430 - Portão
Funcionamento: de terça a domingo, sessões normalmente às 16h, 18h e 20h
O acesso ao Cine Guarani a partir das 19h é pela portaria do estacionamento
Fone: 3345-4051

Coro da Camerata abre temporada 2013 com programa que apresentará na Alemanha





As apresentações do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba, que acontecem de sexta-feira a domingo (26 a 28), na Capela Santa Maria Espaço Cultural, proporcionam ao público momentos especiais. Na abertura da agenda anual de espetáculos, patrocinada pelo Ministério da Cultura e pela Volvo, o grupo executa um concerto que levará à Alemanha, no próximo mês de junho, quando representará o Brasil na Bienal de Coros, em Aachen. A maestrina cubana Maria Antonia Jimenez, que assume a direção artística e a regência do Coro na temporada 2013, elaborou ainda outro programa para evidenciar a versatilidade e o virtuosismo dos cantores.

Na sexta-feira (26), às 20h, e no domingo (28), às 18h30, o concerto “A Cantiga Brasileira – Música Coral do Brasil” – com declamação de Claudia Römmelt e concepção de dramaturgia a cargo de José Brazil – reúne obras de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Lindembergue Cardoso (1939-1989), Waldemar Henrique (1905-1995), Camargo Guarnieri (1907-1993), Francisco Mignone (1897-1986), Henrique de Curitiba (1934-2008), Ernani Aguiar (1950), Aylton Escobar (1953), Chico Buarque de Holanda (1944) e Ronaldo Miranda (1948).

É com essa programação que o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba mostrará na Alemanha a excelência do trabalho que desenvolve desde a sua criação, em 1974, e que extrapolou fronteiras. A apresentação dos cantores conta com a preparação cênica do carioca José Brazil, que escolheu Curitiba para expandir sua carreira artística. Barítono da Camerata Antiqua de Curitiba, Brazil formou-se em Canto pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Embap, além de dedicar-se à direção cênica de óperas.

O concerto completa-se com a declamação de Claudia Römmelt, nascida em Bonn (Alemanha), mas que vive no Brasil desde 1994. Na Universidade Federal do Paraná, Claudia obteve doutorado em História e, em 2003, assumiu a gerência do Instituto Goethe em Curitiba, atuando em diferentes áreas da cultura, com ênfase em música e artes visuais.



Outro programa – No sábado (27), às 18h30, o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba apresenta o concerto “O Sacro na Música Coral Brasileira”, com composições de Manoel Dias Oliveira (1745-1813), José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Ronaldo Miranda (1948), Ernani Aguiar (1950), Camargo Guarnieri (1907-1993) e Aylton Escobar (1943).

O espetáculo contará com comentários da maestrina Maria Antonia Jimenez, dando continuidade à proposta da Fundação Cultural de Curitiba de introduzir breves palestras de especialistas nos concertos da Camerata Antiqua, Orquestra de Câmara e Coro da Camerata, com o objetivo de permitir ao público melhor apreciação da produção de grandes compositores.



O coro – Formado em 1974, pelo maestro Roberto de Regina, o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba reúne cantores com sólida formação musical, sendo uma referência da música vocal, no Brasil. Destacando-se pela originalidade e leveza na interpretação da música barroca e renascentista, incorporou também a música contemporânea, o que imprimiu ao grupo a característica marcante de transitar com sucesso por um vasto e eclético repertório.

Citado pela imprensa europeia entre os dez melhores do mundo, o Coro da Camerata integrou o 18º Festival Corale Internazionale “La Fabbrica Del Canto”, realizado na Itália, em junho de 2009. Na ocasião, o coro curitibano levou quatro programas diferentes para uma série de dez concertos pela região da Lombardia, com início na cidade de Legnano e término em Milão. A participação no festival resultou do sucesso obtido pelo grupo no 8º Simpósio Mundial de Música Coral, que aconteceu em Copenhague (Dinamarca), em 2008.

Essas não foram as primeiras incursões internacionais do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba. Em 2006, o grupo realizou uma turnê pela Alemanha, acompanhado da Orquestra de Câmara de Arad (Romênia). No ano seguinte, cantou em Portugal com a Orquestra Sinfônica da Póvoa do Varzim, a convite do 29º Festival Internacional de Música do Algarve. No Brasil, já realizou concertos como convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), sob a regência de Roberto Minczuk. E, neste ano de 2013, leva novamente seu talento à Europa, representando o Brasil na Bienal de Coros, em Aachen (Alemanha), que acontece de 12 a 23 de junho. 

De 2009 a 2011, o maestro Wagner Polistchuk assumiu a direção artística da Camerata Antiqua de Curitiba (coro e orquestra). Durante os anos de 2009 a 2012, o Coro teve como regente titular a maestrina Helma Haller. Para a temporada de 2013, o grupo estará sob a direção artística e regência de Maria Antonia Jimenez.



A regente – Formada em Regência Coral pelo Conservatório de São Petersburgo (Rússia), a cubana Maria Antonia Jimenez foi convidada, em 1995, pela Fundação Carlos Gomes (Belém do Pará) para ministrar aulas de canto e regência coral. No mesmo ano, fundou o Coro Carlos Gomes, com o qual obteve reconhecimento da crítica especializada e do público, no Brasil e no exterior.

Com importantes premiações, entre elas os Diplomas de Ouro e Prata no 26º Concurso Internacional de Coros Franz Schubert (Áustria – 2010), as Medalhas de Ouro e Prata nas 5ª Olimpíadas Mundiais de Coros (Áustria – 2008), a Medalha de Ouro no 9º Concurso Internacional de Coros Orlando Di Lasso (Itália – 202) e a Medalha de Bronze no 12º Concurso de Música Sacra (Grécia – 2006), também realiza pesquisas sobre a música folclórica paraense.

Maria Antonia ainda respondeu pela produção e direção musical dos CDs solos do Coro Carlos Gomes, intitulados “O Belo” (2002) e “O Cantochão dos Mercedários do Grão Pará” (2004). Em 2012, foi homenageada pela Fundação Carlos Gomes pela sua contribuição musical.



Serviço:

Apresentações do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba, sob a regência da maestrina Maria Antonia Jimenez, na abertura da temporada 2013 de espetáculos patrocinada pelo Ministério da Cultura e pela Volvo.

Datas, horários e programas: dias 26, às 20h, e 28 de abril de 2013, às 18h30 (sexta-feira e domingo), “A Cantiga Brasileira – Música Coral do Brasil”, com declamação de Claudia Römmelt, concerto que será levado à Bienal de Coros em Aachen (Alemanha), no próximo mês de junho; dia 27 de abril de 2013 (sábado), às 18h30, “O Sacro na Música Coral Brasileira”. A apresentação conta com comentários da maestrina Maria Antonia Jimenez. 

Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)

Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

Presidente da FCC participa de fórum de gestores culturais em Brasília


O presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Marcos Cordiolli, participa, em Brasília, da reunião do Fórum dos Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas. O evento, que começou nesta segunda-feira (22) e termina hoje, antecede a realização do II Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável – Desafio dos novos governantes locais (II EMDS).
A pauta da reunião inclui a apresentação do histórico do grupo, a participação de representantes do Ministério da Cultura e uma avaliação de estratégias de projetos e negócios para a área. Hoje, os participante discutem a organização do Fórum – que reúne os secretários de cultura das capitais e das cidades com mais de 500 mil habitantes - e elegem a nova diretoria.
“É muito importante a organização dos gestores municipais para discutir e participar da formulação e implantação das políticas culturais do país, contribuindo para estabelecer os marcos regulatórios do setor e implementar a democratização e a gestão compartilhada da cultura com a sociedade civil e os governos federal e estadual e as prefeituras”, avaliou o presidente da FCC. “Além disso, é uma forma de garantir os recursos necessários para a cultura”, completou.
MinC - A secretária da Cidadania e da Diversidade do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg, participou da reunião nesta segunda-feira. No encontro, ela apresentou as novas bases do Programa Cultura Viva. “O Programa nasceu reconhecendo as ações das comunidades e agora estamos no momento de expandi-lo, principalmente no que tange os municípios”, afirmou Márcia Rollemberg. Segundo ela, o Cultura Viva é o Programa de base comunitária do Sistema Nacional de Cultura e tem como desafio agora envolver não apenas os estados, mas também os municípios.
"Vamos trabalhar no sentido de sensibilizar os prefeitos para a bandeira da cidadania e da diversidade", informou a secretária. Ela apresentou um histórico sobre todas as etapas do Cultura Viva e do processo de redesenho do Programa, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
A secretária informou que, para ajudar no processo de prestação de contas e qualificação dos pontos de cultura, as novas bases do Programa prevê ainda que os pontões funcionem com articuladores dos pontos de cultura. “Esses pontões teriam convênios diretos com o Ministério da Cultura e trabalhariam com os eixos comunicação, cultura e educação”, disse.
O encontro também contou com a participação da secretária executiva do MinC, Jeanine Pires, e do novo secretário de Articulação Institucional do Ministério, Marcelo Pedroso. Eles discutiram com os gestores municipais as relações do Minc com as cidades e as organização da Conferência Nacional de Cultura.